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Qui, Dez

O coordenador do Núcleo de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável da Universidade Estadual de Maringá (UEM), José Ozinaldo Alves de Sena, esteve no Campus da UEM de Ivaiporã, na terça-feira, dia 3 de dezembro, quando apresentou a proposta de política institucional de Segurança Alimentar e Nutricional, Agroecologia e Economia Solidária da UEM, e explicou o projeto Compra Saúde.

A Prefeitura de Ivaiporã esteve representada pelo diretor do Departamento Municipal de Agricultura, Adir Salla, e a Emater pelo engenheiro Paulo Lizarelli. Também participaram agricultores familiares, sociedade civil de Ivaiporã e Jardim Alegre.

Conforme o coordenador os temas são debatidos nos Campi da UEM com o objetivo de levar a instituição de ensino a comprar dos produtores orgânicos da região para atender hospitais, restaurantes universitários, centros municipais de educação infantil e cantinas – por exemplo. 

José Ozinaldo Sena comentou sobre o conceito de sustentabilidade e acesso à alimentação saudável, e defendeu que causa um impacto importante nos municípios onde há Campus da UEM. “Os produtores orgânicos podem produzir para atender a demanda da cidade e vender para UEM. Ou seja, abre-se um importante mercado regional”, declarou o coordenador. 

Com a tendência de crescimento do Campus de Ivaiporã, o palestrante acredita que futuramente poderá haver restaurante universitário com foco na segurança alimentação e nutricional. 

https://tnonline.uol.com.br/noticias/regiao/32,484000,04,12,campus-da-uem-de-ivaipora-apresenta-politica-de-seguranca-alimentar-e-nutricional-agroecologia-e-economia-solidaria

Cotas raciais foram aprovadas em plenária na quarta-feira, Dia da Consciência Negra

A partir do Vestibular de Inverno de 2020, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) contará com sistema de cotas para negros em seus processos seletivos de ingresso na graduação. A aprovação da implantação e regulamentação do Sistema de Cotas Raciais foi feita na quarta-feira (20), Dia Nacional da Consciência Negra, em votação de reunião plenária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP).

O processo foi aprovado por 98 conselheiros (4 foram contrários, 7 se abstiveram e 35 estavam ausentes), no Auditório 13 do Departamento de Economia, Bloco C-34. O resultado foi apresentado pelo reitor, Julio Cesar Damasceno, que abriu a sessão definindo o dia como histórico, “não apenas para a história da universidade, mas, sobretudo, para a vida de pessoas, pois, as cotas implicam no projeto de famílias”. O professor também disse que via na aprovação uma forma de reparar as injustiças históricas sofridas pelos negros.

“Assumimos na campanha o compromisso de trazer o assunto para apreciação e de darmos nosso apoio. Aprovar as cotas raciais no Dia da Consciência Negra é uma grande realização, repleta de significado. Reafirmamos nosso compromisso por uma universidade pública e inclusiva”, declara Ricardo Dias Silva, vice-reitor.

“O sentimento é de muita alegria, satisfação e alívio. Sabemos que só temos a vitória quando ela realmente chega. Estava preocupada com a resistência, mas agora fica a certeza de que a nossa universidade vai ser mais inclusiva e com mais diversidade”, contenta-se Marivânia Conceição de Araújo, uma das fundadoras do Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afrobrasileiros (Neiab).

Como será

De acordo com os relatores do processo, fica estipulado o seguinte para os futuros editais dos vestibulares de inverno e verão da UEM:

– 60% das vagas serão destinadas à ampla concorrência.

– 20% das vagas serão destinadas às cotas sociais (já existentes).

– 20% das vagas serão destinadas às cotas para negros: destas, ¾ vão para negros de baixa renda; e ¼ ficam reservadas para negros sem esse recorte social.

Desde julho do ano passado, o Coletivo Yalodê-Badá, o Neiab e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da universidade intensificaram à Reitoria o pedido de abertura de cotas para negros, inclusive com recolhimento de mais de 3 mil assinaturas em um abaixo-assinado e cartas de apoio de movimentos sociais. O requerimento oficial foi entregue em agosto daquele ano.

O Neiab foi criado há 13 anos e desde o início lutava pela incorporação dessa ação afirmativa. Inclusive, o assunto já esteve em pauta no CEP em 2008, quando as cotas raciais foram discutidas e rejeitadas, tendo sido aprovadas as sociais.

Do segundo semestre de 2018 até agora, o processo ficou em tramitação. Em agosto de 2019, o assunto ganhou ainda mais visibilidade quando o Neiab colaborou com a criação do grupo Professores Pró-Cotas Raciais na UEM. No último dia 6, a Câmara de Graduação, Extensão e Educação Básica e Profissional do CEP já havia dado parecer favorável ao processo de implantação e regulamentação das cotas.

https://tnonline.uol.com.br/noticias/cotidiano/67,483122,21,11,uem-aprova-cotas-raciais-para-vestibulares

A Câmara de Graduação e Ensino da Universidade Estadual de Maringá (UEM) aprovou a implantação de cotas raciais. A instituição é a única, entre as sete universidades estaduais do Paraná, que ainda não tem cotas raciais. Para ser implantada definitivamente, a proposta precisa ser aprovada no Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP), o que ainda não há data para ocorrer. 

A proposta aprovada na quarta-feira prevê que 20% das vagas do vestibular devem ser destinadas para negros. Desse total, 15% envolvem critérios sociais como ser estudante de escola pública e comprovar renda familiar mensal de até um salário mínimo e meio. Os outros 5% são para ampla concorrência e incluem candidatos negros com ensino superior. 

https://tnonline.uol.com.br/noticias/regiao/32,482506,07,11,implantacao-de-cotas-raciais-na-uem-e-aprovada-pela-camara-de-graduacao-e-ensino

A 15º edição da Festa do Café de Apucarana reuniu 25 mil pessoas nos seus três dias de concursos, eventos técnicos, feira de máquinas agrícolas, feira de hortifrutigranjeiros, praça de alimentação e shows musicais. A prefeitura e a Cooperativa dos Cafeicultores do Pirapó, responsáveis pelo evento, comemoraram o sucesso da festa, pela diversidade de atrações e excelente participação do público de Apucarana e região.

Além de exposição de maquinários agrícolas, feira de hortifruti e de produtos orgânicos, concurso do bolo de café, degustação de cafés de qualidade e concurso de redação tendo como tema o café, o grande público pode aproveitar as diversas opções gastronômicas da praça de alimentação e, acompanhar os shows dos cantores sertanejos Loubet e Juliano Cézar, além do Trio Bravana.

O prefeito Júnior da Femac diz que na realização da festa a prefeitura teve a parceria com a Cooperativa dos Cafeicultores de Apucarana/Pirapó, além do apoio do Instituto Paranaense de Assistência Técnica e Extensão Rural (Emater) e da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Segundo ele, com a presença de grande público, a festa foi realizada em uma área mais ampla. “O sucesso da festa também se deve ao ambiente familiar, com um excelente trabalho da Polícia Militar e da Guarda Municipal”, avaliou, lembrando que “o evento enaltece o café que foi que gerou a cidade e toda uma cultura em torno dessa atividade”.

O presidente da Cooperativa dos Cafeicultores do Pirapó, Mauro Machado, destacou a parceria com a prefeitura. “Só temos a agradecer o prefeito Júnior da Femac e sua equipe pela ótima parceria que garantiu o sucesso de público na nossa festa, que valoriza a cafeicultura na região do Pirapó”, comentou Machado.

 https://tnonline.uol.com.br/noticias/apucarana/45,481319,08,10,festa-do-cafe-recebeu-publico-de-25-mil-pessoas

O festival é voltado para atletas com idades a partir dos 10 anos (Foto: Ivan Maldonado)

Ivaiporã recebeu ontem (26), no campo do complexo esportivo Sapecadão mais de 670  crianças, adolescentes e adultos com deficiência física na 6ª edição do Festival Paralímpico de Atletismo da Universidade Estadual de Maringá (UEM). No total 36 delegações de 31 cidades do Vale do Ivaí e do Estado participaram do evento da UEM. Além dos participantes do festival, a organização reuniu 140 professores, 80 acadêmicos e mais de 20 pessoas que trabalharam voluntariamente. 

O supervisor de esporte e rendimento da Esporte Paraná, Emerson Venturini “Milico” que na oportunidade representava o Governador Ratinho Junior agradeceu a parceria do Estado com a Prefeitura e a UEM para a realização do festival. “Fico muito feliz em estar participando do evento. Esse investimento que o Estado faz aqui o retorno é incalculável, e sempre que a gente puder estaremos juntos nessa parceria”. 

O vice-prefeito Ilson Gagliano que representou o prefeito que se encontrava em Brasília, disse que o festival demonstra o quão foi importante a instalação da UEM   no município, e lembrou da realização do JAPS Divisão B que também acontece esta semana na cidade. “Isso para  nós é importantíssimo para a administração pública , porque o esporte é uma maneira de se trabalhar a saúde e a educação” 

Ricardo Carminato, professor da UEM e idealizador do festival agradeceu aos alunos, delegações e em especial aos professores que participaram do evento.  Ainda conforme Carminato o festival da UEM é o maior festival paralímpico neste formato realizado no Brasil.  “O sexto festival é o maior do Brasil, reconhecido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro. Por isso, só tenho que agradecer a todos vocês, os parceiros que fazem este festival acontecer”, destacou.  

O evento organizado pela UEM contou com o apoio da Prefeitura, através do Departamento Municipal de Educação,  SESC, Secretária de Esportes do Paraná e Núcleo Regional de Educação.  

Seletiva CBDI

Neste ano, a Confederação Brasileira de Desportos para Deficientes Intelectuais (CBDI) também realizou a seletiva para a formação e convocação da equipe brasileira de atletismo, que vai representar o Brasil nos XXV Jogos Sul-Americanos Escolares 2019, no mês de dezembro, em Assunção, no Paraguai, 40 atletas participaram da seletiva. 

Everton Davy técnico principal da seleção brasileira de atletismo na qualificação para deficientes intelectuais relatou que a seletiva é para os XXV Jogos Sul-Americanos Escolares de 2019, que acontece em dezembro no Paraguai. “Estão sendo qualificados três meninos e três meninas. Após oficializada a convocação vai se passar para treinamentos específicos com eles visando o campeonato em Assunção”.  

O festival é voltado para atletas com idades a partir dos 10 anos em competições divididas por idade e classe funcional (deficiência) nas modalidades de corridas de 100, 200, 400, 800, 1.5 mil metros, revezamento 4 x 100 metros e caminhada para o paralisado cerebral. Nas provas de campo as competições são de arremesso de peso, dardo, pelota (bolinha para síndrome de down) e salto em distância. Os autistas participam na modalidade de corrida de 100 metros. 

https://tnonline.uol.com.br/noticias/regiao/32,479904,29,08,festival-paralimpico-de-atletismo-da-uem-reune-670-competidores

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