Sidebar

17
Qua, Jul

Um projeto desenvolvido pela Universidade Estadual do Paraná (Unespar) e Universidade Estadual de Maringá (UEM), está estimulando o desenvolvimento da Cooperativa dos Cafeicultores de Pirapó (COOCAPI), em Apucarana. Nesta semana, um grupo de cafeicultores do Distrito do Pirapó, participou de uma atividade prática sobre cafés promovida pelo projeto Agricultura familiar e agrossistemas sustentáveis: ações para fortalecimento da cafeicultura do Paraná, coordenado pela professora Sandra Schiavi, da UEM. A atividade foi realizada em uma cafeteria, no centro de Apucarana. 

Nos últimos dois meses, um grupo de pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Administração (PPA/UEM), coordenado pelo professor Marcio Cassandre (UEM), tendo como mediadores o mestrando João Victor Leite, e a doutoranda e docente do campus de Apucarana da Unespar, Carine M. Senger, tem realizado encontros semanais para refletir sobre qualidade na produção de café.

"Esta atividade na cafeteria oportunizou aos cafeicultores experiências sensoriais com o café. Além de degustar o próprio café que produzem, os cafeicultores puderam conhecer diferentes utensílios para extração e aprender sobre a importância da moagem, nível da torra, e temperatura da água para a preparação de um café de qualidade", conta Carine. 

O barista Eduardo Romagnoli foi responsável por explicar os aspectos e proporcionar aos cafeicultores a degustação do café. Este projeto de extensão é financiado pelo Programa Universidade Sem Fronteiras (USF), da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI), e tem a parceira da Capricórnio Coffees, dos Grupos de Pesquisa GECOR e MEDIATA, e da Unespar Apucarana. 

Em outro momento, os cafeicultores já realizaram provas de diferentes tipos de café, incluindo café verde e café com seiscentos defeitos. Na ocasião a atividade foi promovida por José Antônio Rezende, da Capricórnio Coffees, cuja parceria já viabilizou o acesso ao mercado externo, levando os cafés especiais destes produtores a mercados como Itália, Coreia do sul e Austrália. 

https://tnonline.uol.com.br/noticias/apucarana/45,478343,04,07,projeto-estimula-desenvolvimento-da-cooperativa-dos-cafeicultores-do-pirapo

 

A Secretaria de Estado da Administração e da Previdência, por meio da Escola de Gestão do Paraná, e a Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), ofertam 30 vagas para o Mestrado Profissional do Programa de Pós-Graduação stricto sensu em Políticas Públicas.

Promovido pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), esta será a quinta turma do curso voltado a servidores públicos efetivos, com formação de nível superior em qualquer área do conhecimento.

De acordo com a professora Carla Almeida, coordenadora do curso, mestre em Ciências Políticas e doutora em Ciências Sociais, o mestrado tem duração de dois anos e o objetivo do curso é incentivar que os alunos participantes desenvolvam pesquisas em suas áreas de atuação que possam ser revertidas em ações que aprimorem o serviço público.

“Ao longo destes anos, já formamos cerca de 120 servidores. Neste período, o Mestrado Profissional foi amadurecendo e hoje conseguimos ter uma boa clareza para orientar os estudantes a fazerem diagnósticos seguidos de uma proposta de aplicabilidade”, explica a coordenadora.

No entanto, Carla ressalta que muito além do produto final, o Mestrado Profissional permite que os alunos participantes levem para seus ambientes de trabalho a expertise que obtiveram durante o programa, melhorando como um todo o ambiente onde estão inseridos.

É o caso do médico cardiologista do Hospital do Trabalhador, José Mauro Regula Esposito. Servidor do Estado desde 2008, ele avalia que o curso trouxe diversos ganhos. “Voltei a lecionar, melhorei o protocolo de atendimento dos pacientes e consegui implantar mudanças importantes no hospital, que diminuíram o tempo de permanência de pacientes internados, possibilitando o atendimento de mais pessoas. Tive um ganho pessoal gigantesco”, afirma.

Esposito desenvolveu uma pesquisa para criar um protocolo padrão de atendimento para pacientes com trauma ortopédico eletivo, aqueles que sofreram traumas menos graves mas com necessidade de intervenção cirúrgica. “A pesquisa visava criar um protocolo que estabelecesse um padrão de atendimento a este tipo de paciente. Na prática, conseguimos aplicar, havendo melhora significativa no atendimento e na redução do tempo de permanência de pacientes. Mas na parte clínica, o projeto não se aplicou bem da forma estudada, porque a decisão médica é muito subjetiva e dá a posição final sobre o atendimento do paciente”, explica.

O policial civil Alexandre Minoru Kikuchi atua no Estado há 19 anos. Antes, trabalhou como agente penitenciário. E toda esta bagagem profissional fez com que ele, ao ingressar no mestrado da UEM, optasse por desenvolver uma proposta de implantação de política pública de pacificação social por meio da Justiça Restaurativa em Marialva.

“Parti do princípio de usar a essência da comunicação não violenta dentro do meio policial. Ainda não conseguimos implantar este protocolo, porque requer uma mudança de padrões bem grande. Mas já foi possível verificar mudanças significativas no nosso ambiente de trabalho, porque consigo passar de forma mais clara e embasada aos colegas a importância de se promover um tratamento mais humanitário a este público”, diz Kikuchi.

De acordo com Thalita Melo, diretora da Escola de Gestão, o curso visa primorar os conhecimentos dos servidores. “O Mestrado que ofertamos, em parceria com a Seti, é uma valorização e um aprimoramento do conhecimento, sendo uma ferramenta muito importante para o desenvolvimento da carreira do servidor”.

INSCRIÇÕES - As inscrições para o Mestrado vão de 29 de julho a 23 de agosto. Ao todo, são ofertadas quatro linhas de pesquisa: processos participativos em politicas públicas; políticas públicas e desenvolvimento; políticas de saúde e educação e justiça, segurança pública e cidadania.

É destinado aos servidores públicos efetivos, com formação de nível superior em qualquer área do conhecimento, prioritariamente aos ocupantes de cargo de nível superior das carreiras do Poder Executivo do Estado ou militares dos Quadros da Polícia Militar que atuem na gestão, elaboração ou implantação de políticas públicas.

A seleção ocorrerá entre 02 de setembro e 22 de outubro. O início das aulas está marcado para 08 de novembro, em Maringá.

https://tnonline.uol.com.br/noticias/cotidiano/67,478112,26,06,estado-abre-novas-vagas-para-mestrado-voltado-a-servidores

Descoberta comprova que dinossauros habitaram a região Noroeste do Paraná (Foto: Universidade do Contestado)

Uma nova espécie de dinossauro foi descoberta no sítio paleontológico de Cruzeiro do Oeste. A novidade foi anunciada na manhã desta segunda-feira (24) pelo Museu Paleontológico de Cruzeiro do Oeste em Parceria com a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a Universidade de São Paulo – USP.

A descoberta, inédita no mundo, comprova que dinossauros habitaram a região Noroeste do Paraná, fato até então ignorado.

Todos os detalhes da nova descoberta serão apresentados em uma coletiva de imprensa, na próxima quarta-feira (26), no Auditório Nadir Cancian, anexo à UEM, em Maringá.

 O evento vai reunir a comunidade cientifica mundial, com a participação de cientistas, paleontólogos e estudiosos do assunto de várias universidades, além da imprensa internacional. Serão apresentadas as primeiras imagens do novo dinossauro e todas as informações da pesquisa, que culminou no achado, que é de grande interesse para a ciência.

“Só podemos adiantar que o dinossauro de Cruzeiro do Oeste é único no mundo e que sua descoberta acrescenta muito sobre vida na pré-história do nosso planeta”, disse a historiadora e diretora do Museu Paleontológico de Cruzeiro do Oeste, Neurides Martins.

Pesquisadora Neurides Martins destaca que descoberta pode significar importantes avanços na Paleontologia mundial (Foto: Divulgação)
https://tnonline.uol.com.br/noticias/regiao/32,478084,25,06,dinossauro-inedito-no-mundo-e-descoberto-no-parana

As universidades estaduais de Maringá (UEM) e de Londrina (UEL) estão entre as 30 instituições que mais produzem pesquisa científica no Brasil, segundo estudo divulgado pelo jornal da Universidade de São Paulo (USP).

Os dados foram retirados da base Web of Science, plataforma referencial de citações científicas, no período de 2014 a 2018. A plataforma também aponta que o professor Daniel Granato da estadual de Ponta Grossa (UEPG) está entre os professores mais citados do mundo.

Segundo o diretor-geral da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, o resultado do ranking é o reconhecimento do trabalho das universidades. “Temos grandes pesquisadores nas nossas universidades e institutos de pesquisa, por isso ganhamos destaque nas avaliações nacionais e internacionais. O resultado é decorrente do apoio do Governo e do excelente trabalho desenvolvido nas instituições estaduais”.

Das 50 instituições que mais publicaram trabalhos científicos no Brasil nos últimos cinco anos, 36 são universidades federais, 7 estaduais, 1 particular, 5 institutos de pesquisa ligados ao Governo Federal, além de 1 instituto federal de ensino técnico.

A USP é a universidade que lidera o levantamento, com participação em mais de 20% das pesquisas publicadas no país. A pesquisa também destaca que, segundo Indicadores Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação, 80% dos pesquisadores do país estão nas universidades.

A UEM ocupa a 25ª posição da tabela com 3.656 documentos produzidos no período, logo em seguida aparece a UEL na 29ª colocação com 3.168 documentos. As duas universidades, juntas, representam 3% da produção científica total do país.

As duas universidades juntas possuem 106 programas de pós-graduação, 638 grupos de pesquisa e cerca de 1,5 mil bolsistas divididos em professores doutores pesquisadores, bolsistas de pós-graduação e estudantes de graduação que contribuem para a produção científica do Paraná e do Brasil.

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UEM, Clóves Cabreira Jobim, destacou a importância do ranking. “O resultado é reflexo dos trabalhos que os pesquisadores da UEM têm desenvolvido na instituição e que são divulgados em periódicos científicos de qualidade”.

Para o pró-reitor em exercício de pesquisa e pós-graduação da UEL, Arthur Mesas, a universidade possui um alto padrão de qualidade em sua produção científica. “Temos um grupo de 118 professores que são bolsistas de Produtividade em Pesquisa e 11 que são bolsistas em Desenvolvimento Tecnológico do CNPq, reconhecidos por sua produção científica. A quantidade e a qualidade dessas produções colocam a universidade em posição de destaque”.

PROFESSOR DA UEPG - Entre os 12 pesquisadores brasileiros mais citados em todo o mundo está o professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Daniel Granato. O professor, que atua no Departamento de Engenharia de Alimentos, é o 3º pesquisador mais produtivo do Brasil e o 271º do mundo na área de Ciências Agrárias, além de ter publicado 12 artigos que estão entre os mais citados da história da Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Granato aparece no ranking Highly Cited Researchers, que classifica os pesquisadores de acordo com as citações dos artigos científicos produzidos por ele.

Este ranking é um dos mais utilizados para avaliar a relevância e proeminência científica e é organizado pela empresa americana de análise de dados Clarivate Analytics com base na plataforma de dados Web of Science. Em 2018, o professor recebeu também o Tanner Award, que reconhece os artigos mais citados da revista Journal of Food Science.

A UEPG também é a melhor universidade brasileira em ‘Educação de Qualidade’, segundo o ranking de impacto universitário do mundo, produzido pela revista Times Higher Education (THE).

A universidade obteve a posição 48º dentre mais de 301 instituições que participaram do processo. A UEPG possui 35 programas de pós-graduação, 194 grupos de pesquisa e 991 bolsistas em atividade.

https://tnonline.uol.com.br/noticias/cotidiano/67,475935,11,04,uel-e-uem-sao-destaques-na-producao-de-pesquisa-cientifica

Mais de 1,7 mil vagas estão ociosas na Universidade Estadual de Maringá (UEM), em 45 cursos presenciais e outras 959 em seis cursos de ensino a distância (EaD). 

No edital para transferências externas, que recebeu inscrições até quarta-feira (23), a oferta é maior que a do último Vestibular de Verão, que tinha 1.518 vagas.

Veja abaixo os 10 cursos com o maior número de vagas ociosas: 

engenharia têxtil, Goioerê: 98 vagas;

engenharia agrícola, Cidade Gaúcha: 84 vagas;

engenharia de alimentos, Umuarama: 74 vagas;

estatística, Maringá: 67 vagas;

estatística, Maringá: 67 vagas;

matemática, Maringá: 94 vagas;

licenciatura plena em ciências, Goioerê: 80 vagas;

tecnologia em construção civil, Umuarama: 71 vagas;

serviço social, Ivaiporã: 58 vagas;

física, Goioerê: 57 vagas.

https://tnonline.uol.com.br/noticias/regiao/32,474220,24,01,mais-de-17-mil-vagas-estao-ociosas-na-uem

Mais Artigos...

Página 1 de 3