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Sex, Abr

Mandaguari tem um caso suspeito de coronavírus (covid-19). A informação foi confirmada nesta terça-feira (17), pela assessoria da prefeitura do município.

De acordo com o setor de Vigilância em Saúde da Secretaria de Saúde de Mandaguari, material de uma pessoa que procurou atendimento com suspeita de coronavírus foi coletado na segunda-feira (16). O material já foi enviado para o Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas (Lepac) da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Uma outra pessoa procurou atendimento nesta terça-feira (17) mas, segundo a Vigilância, a hipótese da doença foi descartada.

As duas pessoas, que procuraram a saúde neste começo de semana, fizeram viagens ao exterior. Logo após o atendimento, a pessoa que se apresentou na segunda-feira, foi imediatamente colocada em isolamento domiciliar e, segundo a Secretaria de Saúde, passa bem. Agora, aguarda-se o resultado do exame, que deve sair nos próximos dias.

O caso suspeito ainda não consta no relatório semanal da Secretaria de Estado de Saúde, justamente por conta do resultado do exame que será divulgado pelo Lepac. Isso significa que é um caso que pode ser tanto confirmado como também descartado.

PREVENÇÃO

Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar bem as mãos (dedos, unhas, punho, palma e dorso) com água e sabão, e, de preferência, utilizar toalhas de papel para secá-las.

Além do sabão, outro produto indicado para higienizar as mãos é o álcool gel, que também serve para limpar objetos como telefones, teclados, cadeiras, maçanetas, etc. Para a limpeza doméstica recomenda-se a utilização dos produtos usuais, dando preferência para o uso da água sanitária (em uma solução de uma parte de água sanitária para 9 partes de água) para desinfetar superfícies.

Utilizar lenço descartável para higiene nasal é outra medida de prevenção importante. Deve-se cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Também é necessário evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.

Para a higienização das louças e roupas, recomenda-se a utilização de detergentes próprios para cada um dos casos. Destacando que é importante separar roupas e roupas de cama de pessoas infectadas para que seja feita a higienização à parte.

Caso não haja a possibilidade de fazer a lavagem destas roupas imediatamente, a recomendação é que elas sejam armazenadas em sacos de lixo plástico até que seja possível lavar.

Além disso, as máscaras faciais descartáveis devem ser utilizadas por profissionais da saúde, cuidadores de idosos, mães que estão amamentando e pessoas diagnosticadas com o coronavírus.

Também é importante que as pessoas comprem antecipadamente e tenham em suas residências medicamentos para a redução da febre, controle da tosse, como xaropes e pastilhas, além de medicamentos de uso contínuo.

Produtos de higiene também devem ser comprados e armazenados como uma medida de prevenção. No caso das crianças, recomenda-se que os pais ou responsáveis, adquiram fraldas e outro produtos em uma maior quantidade para que se evite aglomerações em supermercados e farmácias.

https://tnonline.uol.com.br/noticias/regiao/32,490915,17,03,mandaguari-tem-um-caso-suspeito-de-coronavirus

A Justiça proibiu a Universidade Estadual de Maringá (UEM) de utilizar animais em pesquisas. A decisão é do juiz Fabiano Rodrigo de Souza, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, e foi publicada nesta quinta-feira (9). A UEM ainda não comentou o assunto.

A sentença atende uma ação proposta pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), em 2011, por meio de um abaixo-assinado com 6 mil assinaturas.

O MP-PR denunciou que cães – a maioria da raça beagle – eram submetidos a experimentos dolorosos e eram mantidos em ambientes inadequados.

Conforme os autos, as pesquisas com cães do Departamento de Odontologia começaram na década de 1980. A UEM fica obrigada, conforme a sentença, a "abster-se, por seu departamento de odontologia, de utilizar cães ou quaisquer outros animais em procedimentos experimentais que lhes causem lesões físicas, dor, sofrimento ou morte, ainda que anestesiados, bem como de criar cães de qualquer raça ou sem raça identificada ou de apanhá-los e mantê-los com a sua liberdade cerceada em seu biotério central, sem que haja respeito e cuidados especiais aos animais".

https://tnonline.uol.com.br/noticias/regiao/32,486445,09,01,uem-e-proibida-pela-justica-de-usar-animais-em-pesquisa

(Sérgio Rodrigo)

A tarde de hoje (18) foi de aprendizado para produtores de café da região com um projeto desenvolvido pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), que visitaram uma cafeteria de Arapongas para acompanharem a torra e degustarem cafés especiais. A atividade prática sobre cafés foi promovida pelo projeto “Agricultura familiar e agrossistemas sustentáveis: ações para fortalecimento da cafeicultura do Paraná”, coordenado pela professora Sandra Schiavi, da UEM.  

Além dos cafeicultores, duas alunas do programa de Pós-Graduação em Administração (PPA/UEM) também participaram da tarde de degustação e torra. "Esta atividade faz parte do projeto de extensão e de pesquisa, financiado pelo governo do programa Universidade Sem Fronteira, que busca capacitar os produtores tanto da parte técnica quando da agronômica para que aprendam um pouco sobre o mercado dos cafés especiais”, ressalta. 

O exportador e provador internacional de café José Antonio Rezende, diz que a ideia do projeto é de fazer um trabalho dinâmico e quebrar paradigmas em relação aos cafés especiais. “Nós do Paraná temos uma história antiga com a cafeicultura. O café da nossa região tem características únicas, que começa na questão da origem, já que nosso solo é vulcânico e a terra é vermelha. Queremos mostrar a capacidade e o potencial da região para plantar o café”, explica. 

José Antônio Rezende já viabilizou o acesso ao mercado externo, levando os cafés especiais destes produtores a mercados como Itália, Coreia do Sul e Austrália. O empresário Reginaldo Durigão, que trabalha há 11 anos com cafés especiais, foi responsável por ceder o local e a máquina de torrar café. “O mercado dita essa regra de que o café é caro, mas hoje o preço está melhor devido a quantidade maior de produtores. O café é apaixonante”, reforça.  

https://tnonline.uol.com.br/noticias/arapongas/46,485102,18,12,do-grao-a-xicara-projeto-academico-estimula-produtores-de-cafe-com-atividades-de-torra-e-degustacao

O coordenador do Núcleo de Agroecologia e Desenvolvimento Sustentável da Universidade Estadual de Maringá (UEM), José Ozinaldo Alves de Sena, esteve no Campus da UEM de Ivaiporã, na terça-feira, dia 3 de dezembro, quando apresentou a proposta de política institucional de Segurança Alimentar e Nutricional, Agroecologia e Economia Solidária da UEM, e explicou o projeto Compra Saúde.

A Prefeitura de Ivaiporã esteve representada pelo diretor do Departamento Municipal de Agricultura, Adir Salla, e a Emater pelo engenheiro Paulo Lizarelli. Também participaram agricultores familiares, sociedade civil de Ivaiporã e Jardim Alegre.

Conforme o coordenador os temas são debatidos nos Campi da UEM com o objetivo de levar a instituição de ensino a comprar dos produtores orgânicos da região para atender hospitais, restaurantes universitários, centros municipais de educação infantil e cantinas – por exemplo. 

José Ozinaldo Sena comentou sobre o conceito de sustentabilidade e acesso à alimentação saudável, e defendeu que causa um impacto importante nos municípios onde há Campus da UEM. “Os produtores orgânicos podem produzir para atender a demanda da cidade e vender para UEM. Ou seja, abre-se um importante mercado regional”, declarou o coordenador. 

Com a tendência de crescimento do Campus de Ivaiporã, o palestrante acredita que futuramente poderá haver restaurante universitário com foco na segurança alimentação e nutricional. 

https://tnonline.uol.com.br/noticias/regiao/32,484000,04,12,campus-da-uem-de-ivaipora-apresenta-politica-de-seguranca-alimentar-e-nutricional-agroecologia-e-economia-solidaria

Cotas raciais foram aprovadas em plenária na quarta-feira, Dia da Consciência Negra

A partir do Vestibular de Inverno de 2020, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) contará com sistema de cotas para negros em seus processos seletivos de ingresso na graduação. A aprovação da implantação e regulamentação do Sistema de Cotas Raciais foi feita na quarta-feira (20), Dia Nacional da Consciência Negra, em votação de reunião plenária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP).

O processo foi aprovado por 98 conselheiros (4 foram contrários, 7 se abstiveram e 35 estavam ausentes), no Auditório 13 do Departamento de Economia, Bloco C-34. O resultado foi apresentado pelo reitor, Julio Cesar Damasceno, que abriu a sessão definindo o dia como histórico, “não apenas para a história da universidade, mas, sobretudo, para a vida de pessoas, pois, as cotas implicam no projeto de famílias”. O professor também disse que via na aprovação uma forma de reparar as injustiças históricas sofridas pelos negros.

“Assumimos na campanha o compromisso de trazer o assunto para apreciação e de darmos nosso apoio. Aprovar as cotas raciais no Dia da Consciência Negra é uma grande realização, repleta de significado. Reafirmamos nosso compromisso por uma universidade pública e inclusiva”, declara Ricardo Dias Silva, vice-reitor.

“O sentimento é de muita alegria, satisfação e alívio. Sabemos que só temos a vitória quando ela realmente chega. Estava preocupada com a resistência, mas agora fica a certeza de que a nossa universidade vai ser mais inclusiva e com mais diversidade”, contenta-se Marivânia Conceição de Araújo, uma das fundadoras do Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afrobrasileiros (Neiab).

Como será

De acordo com os relatores do processo, fica estipulado o seguinte para os futuros editais dos vestibulares de inverno e verão da UEM:

– 60% das vagas serão destinadas à ampla concorrência.

– 20% das vagas serão destinadas às cotas sociais (já existentes).

– 20% das vagas serão destinadas às cotas para negros: destas, ¾ vão para negros de baixa renda; e ¼ ficam reservadas para negros sem esse recorte social.

Desde julho do ano passado, o Coletivo Yalodê-Badá, o Neiab e o Diretório Central dos Estudantes (DCE) da universidade intensificaram à Reitoria o pedido de abertura de cotas para negros, inclusive com recolhimento de mais de 3 mil assinaturas em um abaixo-assinado e cartas de apoio de movimentos sociais. O requerimento oficial foi entregue em agosto daquele ano.

O Neiab foi criado há 13 anos e desde o início lutava pela incorporação dessa ação afirmativa. Inclusive, o assunto já esteve em pauta no CEP em 2008, quando as cotas raciais foram discutidas e rejeitadas, tendo sido aprovadas as sociais.

Do segundo semestre de 2018 até agora, o processo ficou em tramitação. Em agosto de 2019, o assunto ganhou ainda mais visibilidade quando o Neiab colaborou com a criação do grupo Professores Pró-Cotas Raciais na UEM. No último dia 6, a Câmara de Graduação, Extensão e Educação Básica e Profissional do CEP já havia dado parecer favorável ao processo de implantação e regulamentação das cotas.

https://tnonline.uol.com.br/noticias/cotidiano/67,483122,21,11,uem-aprova-cotas-raciais-para-vestibulares

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