Sidebar

03
Qua, Jun

Para tutores presenciais há vagas em 24 cidades / Agência Brasil

O Núcleo de Educação a Distância (Nead) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulgou nove editais de processos seletivos para contratar e formar um cadastro de reserva de professores conteudistas e tutores presenciais e a distância.

Somadas as três funções, há previsão de oferta de 117 vagas. As inscrições ficam abertas até as 16 horas do dia 3 de outubro e precisam ser feitas por meio deste link do NEAD.

Na primeira fase dos processos seletivos vai ser feita a avaliação de currículos e títulos. Os aprovados seguem para a fase de entrevistas.

Para os professores conteudistas, o edital do NEAD prevê duas vagas multidisciplinares. Para a primeira, é exigida experiência de pelo menos três anos no magistério superior. A outra vaga exige titulação mínima de mestre e um ano no magistério superior.

Em relação às vagas de tutores a distância, há sete destes editais abertos, o que totaliza 57 vagas. O edital 9/2019 disponibiliza sete oportunidades para Administração Pública. O edital 10/2019, quatro vagas para Ciências Biológicas.

O edital 11/2019 traz duas vagas para Física. O edital 12/2019, seis vagas para História. No edital 13/2019, são oferecidas cinco vagas para Letras Português/Inglês.

O edital 14/2019 tem mais 30 vagas para Pedagogia. E o edital 15/2019 mais três vagas para Tecnologia em Gestão Pública.

Para a contratação de tutores presenciais, o edital do NEAD oferta 58 vagas. Para concorrer a uma das vagas, é preciso que o candidato tenha formação em Administração,  Administração Pública, Ciências Biológicas, Ciências Contábeis, Ciências Econômicas, Direito, Física, História, Pedagogia, Tecnologia em Gestão Pública e Letras com habilitação em Inglês ou Português/Inglês, ou graduação em Letras com pós-graduação em Inglês.

As vagas das tutorias presenciais estão distribuídas em 24 cidades paranaenses:

  • Assaí
  • Astorga
  • Bela Vista do Paraíso
  • Cianorte
  • Cidade Gaúcha
  • Cruzeiro do Oeste
  • Diamante do Norte
  • Engenheiro Beltrão
  • Faxinal
  • Flor da Serra do Sul
  • Goioerê
  • Ibaiti
  • Itambé
  • Ivaiporã
  • Jacarezinho
  • Londrina
  • Nova Londrina
  • Nova Santa Rosa
  • Paranavaí
  • São João do Ivaí
  • Sarandi
  • Tamarana
  • Ubiratã
  • Umuarama

https://maringapost.com.br/cidade/2019/09/11/ensino-a-distancia-da-uem-abre-processos-seletivos-para-contratar-professores-e-tutores-ha-117-vagas/

Reunião que deliberou sobre a Lei Geral das Universidades (LGU) / Divulgação UEM

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), por meio do Conselho Universitário (COU), rejeitou o texto da Lei Geral das Universidades (LGU) proposto pela Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná (Seti). O anteprojeto apresenta medidas para definir a distribuição de recursos e a gestão administrativa das universidades estaduais. O que foi entendido pelo COU como uma “possibilidade de ferir a autonomia universitária“.

Durante reunião do COU nesta segunda-feira (9/9), o relator da Câmara de Planejamento, José Gilberto Catunda Sales, apresentou mudanças no texto e emitiu parecer favorável à aprovação das sugestões ao anteprojeto. No período da tarde, os conselheiros discutiram o texto e as mudanças propostas.

A reunião terminou por volta das 17 horas. Após a pausa para o almoço, os conselheiros puderam manifestar seus posicionamentos. Posteriormente, resolveram não acatar o relato apresentado ao COU que pretendia enviar sugestões, à Seti, de mudanças na LGU.

A reunião foi conduzida pelo presidente e pelo vice-presidente do COU, respectivamente Julio César Damasceno (reitor) e Ricardo Dias Silva (vice-reitor).

Em assembleia realizada nesta segunda-feira (9/9), o Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá e Região (Sinteemar) também a desaprovou o texto.

O texto elaborado pela Seti determina que a distribuição de recursos para as universidades estaduais será baseada em cálculo baseado no número de alunos e que também leva em conta a qualidade dos cursos ofertados.

A LGU também instituí o Conselho de Reitores da Universidade Públicas Estaduais (Cruep) que será presidido pelo Superintendente da Seti.

No início da reunião, o reitor da UEM, Julio César Damasceno, afirmou que qualquer decisão do conselho teria uma consequência. “Temos que deliberar com segurança. É importante que tomemos uma decisão com muita certeza em um cenário muito incerto”.

Durante a discussão, a comunidade acadêmica protestou em frente à reitoria para pressionar os conselheiros a rejeitarem a lei por completa.

Em assembleia unificada no dia 13 de agosto, a Seção Sindical dos Docentes da UEM (Sesduem) aprovou por unanimidade que a UEM rechaçasse a minuta da LGU sem fazer nenhuma sugestão ou alteração no texto.

Para a Sesduem, ao parametrizar o ensino superior o Governo do Estado deseja reduzir o tamanho das universidades estaduais. Das sete instituições estaduais do Paraná, a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade Estadual do Paraná (Unespar), Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) rejeitaram a proposta na totalidade.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/09/09/em-defesa-de-autonomia-uem-rejeita-texto-da-lei-geral-das-universidades-proposto-pelo-governo-do-parana/

Mais de três meses após o registro da morte de 500 carpas, os lagos do Parque do Japão vão ser repovoados. O momento certo vai ser definido de acordo com o PH (acidez) da água. O nível ainda estava acima de 8 pontos na segunda-feira (9/9) e precisa atingir 6,2 para atender às necessidades das carpas.

Uma das técnicas usadas é a adição de sal grosso na água. A melhor qualidade nos lagos também foram obtidas com a limpeza do fundo dos lagos e com a instalação de filtros nas nascentes. O sistema trabalha com carvão ativado e vai evitar uma nova contaminação.

A morte das 500 carpas nos lagos do Parque do Japão são um mistério. O fenômeno ocorreu após chuvas intensas no final do mês de maio e não se chegou a uma explicação definitiva sobre a origem do problema.

Laudos apontaram suspeitas sobre diversas substâncias contaminantes, entre elas soda cáustica. Essas substâncias teriam elevado o PH da água e provocado queimaduras nas carpas. No entanto, a varredura no entorno do parque não localizou origem.

As carpas sobreviventes foram transferidas dos lagos principais. Agora, após todo o trabalho de manejo das espécies, elas voltam aos dois maiores lagos do Parque do Japão.

O trabalho de recuperação também inclui o aumento no número de carpas no local. Cerca de 40 matrizes foram levadas para a reprodução no centro de pesquisas da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Distrito de Floriano.

Os alevinos, em torno de 500, têm tamanho adequado para repovoar os lagos e também vão ser levados para os lagos do Parque do Japão quando o PH for normalizado.

Um novo lago também foi construído no parque e servirá como unidade de manejo, aberto à visitação. Desde que as medidas de controle passaram a ser adotadas, não se verificou mais mortes de carpas.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/09/10/carpas-vao-repovoar-lagos-do-parque-do-japao-causa-da-morte-de-500-peixes-em-junho-e-um-misterio/

Olimpíada de Matemática reuniu mais de 1,5 mil estudantes em 2018 / Reprodução Facebook

Sem a contratação de docentes temporários em regime de Tempo Integral e Dedicação Exclusiva (Tide), a edição deste ano da Olimpíada de Matemática de Maringá e Região, organizada por professores do Departamento de Matemática da Universidade Estadual de Maringá (UEM), foi cancelada.

A Olimpíada de Matemática ocorre desde 2014 e no ano passado reuniu 1.600 estudantes de escolas públicas e particulares. Em 2019, as provas seriam aplicadas no dia 5 de outubro em Maringá e mais sete cidades: Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Jandaia do Sul, Japurá e Paranavaí.

Poderiam se inscrever alunos matriculados a partir do 6º ano do ensino fundamental até o 3º ano do ensino médio.

De acordo com a organização, como os professores são contratados apenas para dar aulas, a execução de projetos de extensão se torna inviável. Segundo o professor do Departamento de Matemática da UEM e organizador geral da olimpíada, Thiago Fanelli Ferraiol, 10 dos 50 professores efetivos ligados ao departamento se aposentaram nos últimos dois anos.

Para suprir a demanda, o Governo do Estado contrata docentes temporários. Até março deste ano, os temporários poderiam ser contratados em regime Tide, em que recebem para se dedicar integralmente à atividades de extensão da universidade. No entanto, o governo proibiu esse tipo de contratação.

Com a redução dos professores efetivos no Departamento de Matemática, os docentes temporários ajudavam na elaboração das questões, na divulgação, preparação de infraestrutura e logística da Olimpíada de Matemática. Além disso, os docentes também aplicavam e corrigiam as provas e organizavam a cerimônia de premiação.

Segundo o organizador geral da olimpíada, Thiago Fanelli Ferraiol, sem o regime Tide a execução dos projetos se torna inviável. De acordo com ele, o Departamento de Matemática tem 40 professores efetivos e cerca de 25 temporários. Apesar das dificuldades, o professor afirma que seria possível realizar a olimpíada. No entanto, por causa da falta de pessoal, os docentes ficariam sobrecarregados.

“Com o corte do regime Tide, os professores são contratados para executar apenas atividades de ensino. Sem o regime Tide, os temporários podem se dedicar a projetos de extensão, mas isso fica inviável por conta da redução salarial e do aumento na carga horária de aula. Muitos deles acabam assumindo outras funções fora da universidade para complementar a renda”, explica Thiago Ferraiol.

Apesar do Tide ser uma problemática recente, o professor diz que a olimpíada sempre foi feita com poucas condições. Na premiação, por exemplo, são entregues 90 medalhas e livros para os estudantes. No ano passado, a organização foi contemplada por um edital da Olimpíada Brasileira de Matemática, mas o recurso não foi suficiente e os professores fizeram vaquinha para completar o dinheiro e comprar os prêmios.

“Condições ideais a gente nunca teve, mas a decisão agora é para se posicionar e dizer que não vamos assumir toda a carga mais”, afirma Thiago Ferraiol. Além da Olimpíada de Matemática, o professor diz que outros projetos de extensão desenvolvidos pelo Departamento de Matemática podem ser reduzidos pela falta de professores que possam se dedicar integralmente aos projetos.

“No projeto Time [Teoria e Investigação em Matemática Elementar], a gente se reúne todos os sábados de manhã para oficinas de Matemática com alunos do ensino básico. Provavelmente, a gente não vai conseguir se reunir todo sábado e vamos diminuir nossa atuação”, diz o professor.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/09/04/sem-pagamento-de-tide-para-professores-temporarios-olimpiada-de-matematica-de-maringa-e-regiao-e-cancelada/

Governo do Estado anunciou que a suplementação orçamentária é para compensar recursos retidos com a Drem / Divulgação UEM

Com a Desvinculação de Receitas de Estados e Municípios (Drem), o Governo do Estado retém 30% dos rendimentos próprios da universidades estaduais, como valores arrecadados com taxa de vestibular e serviços prestados ao SUS. Para compensar os recursos retidos, o governo anunciou na segunda-feira (26/8) a liberação de R$ 130 milhões pra as sete universidades estaduais.

Cada instituição apresentou cronograma de repasses de agosto até dezembro para a Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti). A Universidade Estadual de Maringá (UEM) solicitou R$ 24,4 milhões para manutenção de atividades de ensino e do Hospital Universitário (HU) nos próximos quatro meses. Apenas para o HU, a universidade pediu R$ 8,8 milhões.

No entanto, a assessoria de imprensa da Seti informou que serão repassados R$ 5.406.491,61 em parcelas até o final do ano para custeio do hospital e o pagamento de bolsistas residentes. Por enquanto, a UEM confirmou que recebeu R$ 1,3 milhão para pagamento de bolsas de residência do Hospital Universitário e R$ 775 mil para residências multiprofissionais.

Segundo o pró-reitor de planejamento da UEM, João Marcelo Crubellate, a suplementação orçamentária liberada para o HU até o final do ano não é suficiente. “Esse valor cobre no máximo a bolsa dos residentes, mas tem o valor da Drem do hospital que é estimada em R$ 7,5 milhões para este ano. O recurso cobre bolsa residente, mas custeio não”.

João Crubellate explica que a instituição mantém atividades com recursos próprios. Segundo ele, com 30% desses recursos retidos, fica difícil manter os serviços. O Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas (Lepac), por exemplo, arrecada recursos com os serviços prestados ao Sistema Único de Saúde (SUS) e o dinheiro é utilizado para manter as atividades.

“Nosso caminho é pleitear com o Governo do Estado. A Drem incide sobre a arrecadação própria e a arrecadação, seja do ensino ou do HU, a gente não consegue aumentar de uma hora para outra. Precisamos dessa liberação por parte do Estado, se não, de fato, ficamos de mãos atadas”, afirma o pró-reitor de planejamento da UEM.

A Seti informou que não há previsão de quando os recursos destinados à atividades na área de ensino serão liberados. A assessoria de imprensa da pasta também não soube informar a quantia que deve ser liberada. A UEM estima que R$ 7 milhões de recursos próprios da universidade na área de ensino sejam retidos neste ano por causa da Drem.

O pró-reitor de planejamento da UEM diz estar preocupado com a indefinição do Governo do Estado em liberar a suplementação orçamentária para as atividades de ensino. De acordo com Crubellate, os recursos aliviam situação da UEM. “Com a devolução, a gente volta a ter condições, ainda sim com dificuldades, de ter uma vida razoavelmente normal de gestão na universidade”.

Ele afirma que a suplementação orçamentária anunciada cobre apenas custeio e não garante a retomada de obras no campus. A instituição mantém diálogo com lideranças políticas, Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e Governo do Estado para viabilizar recursos e dar continuidade as obras. “A universidade tem a expectativa de inaugurar uma ou duas obras nesse ano e destravar algumas obras para o ano que vem”, diz.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/08/29/para-manter-atividades-ate-o-fim-do-ano-uem-pede-r-244-mi-mas-governo-do-estado-libera-apenas-r-54-mi/

Mais Artigos...