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Seg, Set

Projeto que reúne estudantes da UEM, Raízes e Asas concorre a uma bolsa de R$ 10 mil da Fundação André e Lucia Maggi / UEM

O projeto Raízes e Asas, que reúne estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM), concorre a uma bolsa de R$ 10 mil da Fundação André e Lucia Maggi (Falm). Qualquer pessoa pode ajudar a iniciativa, que ensina Língua Portuguesa para haitianos, a conquistar o incentivo financeiro. Para votar, é necessário localizar o Raízes e Asas no site da fundação (acesse aqui) e clicar no botão votar.

A votação termina na quarta-feira (30/10) e cada pessoa pode votar em duas iniciativas de cada categoria. O projeto da Enactus UEM, uma organização estudantil sem fins lucrativos, concorre na categoria “Germinar” do Desafio Global lançado pela Falm. O objetivo do programa é impulsionar por meio de apoio financeiro, formação e mentorias, grupos de jovens de 12 a 29 anos que realizem projetos de impacto social.

O Desafio Global é divido em duas categorias: Semear para jovens de 13 a 17 anos e Germinar para jovens de 18 a 29 anos. Ao final, os 10 projetos mais votados de cada categoria vão receber o incentivo financeiro. Na categoria Semear, serão distribuídas bolsas de R$ 2 mil e para a categoria Germinar bolsas de R$ 10 mil.

Além do incentivo financeiro, os projetos mais votados participam de uma imersão em Cuiabá (MT) com até três membros da equipe. Iniciativas de vários estados do Brasil participam do Desafio Global da Falm. No Paraná, o edital foi aberto para Maringá e Paranaguá, mas apenas o Raízes e Asas foi inscrito.

O projeto, que ensina Língua Portuguesa para haitianos, surgiu em 2017. No início, as aulas eram presenciais e ficavam restritas aos imigrantes que viviam em Maringá.

Em 18 de maio de 2019, data que os haitianos celebram o Dia da Bandeira do Haiti, símbolo da luta pela independência do país, o Raízes e Asas ganhou uma plataforma online. Agora, as aulas são disponibilizadas de forma gratuita na internet. Para ter acesso aos vídeos é necessário apenas um cadastro inicial no site.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/10/28/projeto-que-ensina-portugues-para-haitianos-em-maringa-raizes-e-asas-concorre-a-bolsa-de-r-10-mil/

“Eu me senti bem humilhada, muito mal. Eu não estava ali fazendo nenhuma piada”, lembra a estudante Caroline Ferreira da Silva. Ela é uma mulher trans, aluna do curso de Filosofia, que conta ter sido vítima de atitudes transfóbicas durante o debate das eleições do DCE, o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

A queixa tem relação com o momento em que Carolina levantou para fazer uma pergunta durante o debate das três chapas concorrentes ao DCE na quarta-feira (23/10). Os cochichos e deboches teriam começado depois que a mediadora do debate apresentou a estudante com o nome social.

“Quando eu levantei, todos eles que estavam agrupados na direita do auditório e começaram a dar risadas e cochichar. Eu não consegui ouvir direito o que falavam, eu estava muito nervosa e me sentindo muito mal”, contou a jovem.

Ela conseguiu fazer a pergunta sobre cotas raciais com o apoio do resto de auditório. Embora se sinta vítima de transfobia, disse que não tem a intenção de fazer uma denúncia formal na Polícia Civil. De acordo com a estudante e outros alunos presentes, as atitudes transfóbicas teriam partido de membros da Chapa 1 – Acelera UEM.

A reportagem do Maringá Post tentou contato com os representantes da Chapa 1, mas até o momento não obteve retorno.

Procurada, a Comissão Eleitoral do DCE disse que a situação passa por análise e que não vai se pronunciar sobre o caso até que uma decisão seja tomada. As eleições no DCE da UEM vão ser realizadas no dia 21 de novembro.A Chapa 2 – Uem Popular, concorrente, se manifestou nesta segunda-feira (28/10) por meio de nota de repúdio. Eles criticam os supostos comportamentos transfóbicos, mas não acusam diretamente a chapa concorrente.

Durante o debate, a polêmica ganhou mais força após as respostas à pergunta de Carolina. A chapa 2 e a Chapa 3 – A UEM não vai embora, que também disputa as eleições do DCE, se posicionaram favoráveis às cotas raciais.

A chapa 1 não se posicionou nem contra nem a favor. Os representantes responderam que caso ganhassem a eleição, fariam plebiscitos com os representantes, já que a chapa é formada por pessoas de várias ideologias e todas deveriam se posicionar sobre o assunto.

Segundo alguns presentes, o clima esquentou quando estudantes negros tentaram se posicionar contra a reposta da chapa 1. Houve discussões acaloradas entre as chapas e o público presente. A comissão eleitoral precisou encerrar o debate para evitar o risco de violência física no local.

Veja a nota de repúdio divulgada pela chapa 2

“A chapa 2 – UEM Popular concorrendo ao pleito do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Maringá vem a público repudiar atos opressivos que ocorreram no primeiro debate entre as chapas concorrentes a gestão 2019/2020.Durante o transcorrer do debate, pudemos perceber que os ânimos exaltados acabaram por estimular um ambiente de tensão e de violência, refletidos nas palavras e comportamentos de alguns presentes. Repudiamos toda e qualquer manifestação de transfobia ocorrida durante a manifestação de uma mulher trans, assim como repudiamos a tentativa de silenciamento de uma mulher cis no decorrer da sessão de perguntas do público, sendo necessária intervenção da mediadora do debate.

Repudiamos também atos e comportamentos que culminaram em discussão e violência verbal que não se transformou em violência física porque houve contenção pela comissão eleitoral e pelos demais presentes.

Estes fatos demonstram que apesar de se debater a pauta das opressões na universidade, ainda há um longo caminho para que seja incorporado em nossos comportamentos e atitudes o respeito a qualquer ser humano, independente de classe, gênero, cor e sexualidade.

Ressaltamos que a defesa das cotas raciais é fundamental na nossa universidade como medida de reparação social a essa parcela da população, como forma paliativa de diminuir a desigualdade social existente entre brancos e negros na sociedade brasileira. Sendo assim, consideramos o posicionamento político contrário às cotas raciais como um posicionamento racista, pois legitima o racismo estrutural, refletido na dificuldade de acesso à universidade pela população negra.Em reunião da chapa 2 – UEM popular, não foi declarada, por parte de nenhum presente, nenhuma prova material e/ou concreta de crime de racismo ou de injúria racial durante o debate, referente, respectivamente, ao artigo 20 da lei 7716/89 e/ou ao artigo 140 3° parágrafo do código penal, no entanto, não significa que não possa ter ocorrido.

Repudiamos, portanto, todo e qualquer pronunciamento, atitude, comportamento ou postagem em redes sociais com provocações e que incitam a violência a qualquer pessoa e esperamos que no próximo debate não ocorra tais atitudes, respeitando assim todos e todas presentes, garantindo um debate de ideias e propostas, sem provocações e sem incitação à violência.

Ressaltamos que estimular um ambiente de tensão e de violência entre os estudantes não ajuda em nada na efetivação das propostas que as chapas têm para o diretório central dos estudantes (DCE) da UEM e, que independente do resultado das eleições, precisamos buscar, ainda que seja difícil, a unidade entre os estudantes frente aos ataques massivos dos governos federal e estadual à educação pública, ataques estes que afetam principalmente os grupos sociais mais explorados e excluídos, como no caso da população negra e da comunidade LGBT.

Por fim, queremos destacar nossa solidariedade àqueles e àquelas que se sentiram ofendidos e constrangidos por parte de alguns presentes no debate.”

Arte usada pela Chapa 2- Uem Popular para divulgar a nota de repúdio sobre o caso

https://maringapost.com.br/cidade/2019/10/28/estudante-trans-diz-ter-sido-vitima-de-atitudes-transfobicas-em-debate-das-eleicoes-do-dce-da-uem/

Inscrições para teste seletivo vão do dia 24 de outubro até 6 de novembro / UEM

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) aumentou o número de vagas disponíveis no teste seletivo para contratação de professores temporários. Anteriormente, eram 118 vagas e agora são 124. Houve acréscimo de sete vagas em cinco departamentos e a diminuição de quatro para três vagas no Departamento de Economia.

As inscrições para o teste seletivo começaram nesta quinta-feira (24/10) e podem ser feitas pela internet. As novas áreas de conhecimento com vagas abertas são: Cálculo Diferencial e Integral, Geometria Analítica e Álgebra Linear (Goioerê); Audiovisual em Comunicação e Multimeios (Maringá); Dermatologia (Maringá); Engenharia de Produção (Goioerê); Resistência dos Materiais e Desenho Técnico (Umuarama).

O período de inscrição vai até 6 de novembro. O salário base varia entre R$ 1.622,91, para professor auxiliar graduado de 20 horas semanais, e R$ 8.208,59 para professor adjunto doutor de 40 horas semanais. Confira o novo edital aqui.

O processo de seleção envolve prova escrita, prova didática e avaliações de títulos e currículos. A taxa de inscrição custa R$ 153 e pode ser paga até 7 de novembro. Os contratos dos professores temporários têm duração máxima de dois anos.

A prova escrita será aplicada no dia 15 de dezembro no câmpus sede da UEM, em Maringá. Os locais da prova vão ser divulgados no dia 10 de dezembro.

O resultado da prova sai no dia 20 de dezembro. No mesmo dia, a Pró-Reitoria de Recursos Humanos vai divulgar a data, horário e local das provas didáticas que vão ser aplicadas entre os dias 20 e 23 de janeiro.

A etapa de avaliação dos títulos e currículos ocorre entre 31 de janeiro e 4 de fevereiro de 2020. O resultado final do processo é previsto para 17 de fevereiro.

Os conteúdos das provas e os critérios para se candidatar as vagas podem ser conferidos no edital do teste seletivo. Conheça as vagas disponíveis:

Centro de Ciências Agrárias:

Departamento de Agronomia: 3 vagas – Maringá.

Departamento de Ciências Agronômicas: 2 vagas – Umuarama.

Departamento de Engenharia Agrícola: 4 vagas – Cidade Gaúcha.

Departamento de Medicina Veterinária: 4 vagas – Umuarama.

Departamento de Zootecnia: 2 vagas – Maringá.

Centro de Ciências Biológicas:

Departamento de Biologia: 5 vagas – Maringá.

Departamento de Bioquímica: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Biotecnologia, Genética e Biologia Celular: 5 vagas – Maringá.

Departamento de Ciências Fisiológicas: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Ciências Morfológicas: 1 vaga – Maringá.

Centro de Ciências da Saúde:

Departamento de Análises Clínicas e Biomedicina: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Ciências Básicas da Saúde: 2 vagas – Maringá.

Departamento de Enfermagem: 7 vagas – Maringá.

Departamento de Medicina: 10 vagas – Maringá.

Departamento de Odontologia: 6 vagas – Maringá.

Centro de Ciências Exatas:

Departamento de Ciências: 4 vagas – Goioerê.

Departamento de Estatística: 2 vagas – Maringá.

Departamento de Matemática: 5 vagas – Maringá.

Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes:

Departamento de Ciências Sociais: 6 vagas – Maringá.

Departamento de Ciências Sociais: 1 vaga – Ivaiporã.

Departamento de Filosofia: 2 vagas – Cianorte e Maringá.

Departamento de Fundamentos da Educação: 6 vagas – Maringá.

Departamento de Geografia: 2 vagas – Maringá.

Departamento de Música: 3 vagas – Cianorte e Maringá.

Departamento de Pedagogia: 1 vaga – Cianorte.

Departamento de Psicologia: 2 vagas – Maringá.

Departamento de Teoria e Prática da Educação: 2 vagas – Maringá.

Centro de Ciências Sociais Aplicadas:

Departamento de Administração: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Economia: 3 vagas – Maringá.

Departamento de Direito Privado e Processual: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Direito Público: 2 vagas – Maringá.

Centro de Tecnologia:

Departamento de Arquitetura e Urbanismo: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Engenharia Civil: 4 vagas – Maringá.

Departamento de Engenharia de Produção: 4 vagas – Maringá.

Departamento de Engenharia Química: 3 vagas – Maringá.

Departamento de Engenharia Têxtil: 3 vagas – Goioerê.

Departamento de Meio Ambiente: 5 vagas – Umuarama.

Departamento de Tecnologia: 7 vagas – Umuarama.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/10/24/uem-amplia-contratacao-de-118-para-124-professores-temporarios-inscricoes-estao-abertas/

Pesquisadores conversam com moradores de rua em Maringá / Divulgação UEM

O Observatório das Metrópoles, Núcleo da Universidade Estadual de Maringá (UEM), começa a realizar a coleta de dados da quinta edição consecutiva da pesquisa “A População em Situação de Rua em Maringá: desconstruindo a invisibilidade”.

A análise comparativa do estudo feito no ano passado revelou o crescimento de 61% no número de moradores de rua em Maringá em comparação a 2017. E a expectativa para esse ano é de novo aumento.

Segundo a coordenadora do Observatório, Ana Lúcia Rodrigues, nas reuniões preparatórias da pesquisa foi possível identificar, por meio de relato dos profissionais que atuam na política de atenção a essa população no município, que houve recente acréscimo de demanda por atendimentos.

“Essa informação justifica a expectativa da pesquisa registrar em 2019 um possível aumento da população em situação de rua em Maringá. Tal como ocorreu em 2018, as pessoas continuam sendo impactadas pelo desemprego e, na ausência de outra alternativa, acabam vivendo em situação de rua”, afirma Ana Lúcia, que é professora do Departamento de Ciências Sociais da UEM.

Na edição de 2017, foram abordadas 222 pessoas e entrevistadas 177 pessoas, pois, 45 não quiseram responder a pesquisa.

Em 2018 foram abordadas 357 pessoas, sendo 247 entrevistadas e outras 110 pessoas que se recusaram a responder.

A preparação dos pesquisadores envolveu o debate sobre essa expectativa e também outros aspectos como orientações de abordagem aos pesquisados, estudos relacionados ao questionário de pesquisa, aos mapas de trajetos das ruas da cidade e unidades de serviço de acolhimento onde serão feitas as coletas de dados, além da apropriação dos resultados da análise comparativa das quatro edições anteriores.

A equipe de pesquisadores conta com alunos do curso de Serviço Social da UEM, Câmpus Regional do Vale do Ivaí, em Ivaiporã. Além dos estudantes de graduação, vão participar da coleta de dados, com início nesta segunda-feira (21/10), colaboradores das entidades da sociedade e voluntários das diferentes áreas de atuação junto a esta população, de outros órgãos municipais, além de acadêmicos e profissionais das atividades pertinentes à execução do projeto.

O objetivo principal da investigação é identificar a quantidade e o perfil da população em situação de rua em Maringá. Todos os dados e informações geradas serão sistematizadas num relatório final comparativo (2015 a 2019), que será apresentado em audiência pública e entregue ao poder público local para subsidiar ações em favor destas pessoas. O documento também será disponibilizado a todos os interessados.

A pesquisa “A População em Situação de Rua em Maringá: desconstruindo a invisibilidade” é uma iniciativa do Observatório das Metrópoles Núcleo UEM/Maringá em parceria com o Centro de Referência Especializado para População de Rua (Centro Pop Rua) e o curso de Serviço Social da UEM, com o apoio da Prefeitura de Maringá, Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SASC) e Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes (CCH) da UEM.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/10/21/observatorio-das-metropoles-comeca-a-realizar-a-quinta-pesquisa-sobre-os-moradores-de-rua-em-maringa/

Instituição afirma que traçou plano de contingenciamento e tranquilizou comunidade universitária / UEM

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), por meio da assessoria de imprensa, confirmou na manhã desta sexta-feira (18/10) que a instituição recebeu, por mensagem eletrônica, ameaça de atentado no câmpus. Segundo a UEM, o suposto atentado ocorreria na segunda-feira (21/10). As informações sobre um possível tiroteio em massa na instituição começaram a ser disseminadas nas redes sociais na noite de quinta-feira (17/10).

Por meio de nota, a UEM tranquilizou a comunidade universitária e informou que traçou um plano de contingenciamento. “A Reitoria acionou os órgãos de segurança e, junto com as Polícias Federal, Militar e Civil,  já adotou plano de ação para controlar a situação de emergência, garantindo maior segurança à comunidade universitária”, diz um trecho do comunicado.

Segundo a assessoria da instituição, como medida preventiva a atuação da Polícia Militar no câmpus foi intensifica desde o início da manhã desta sexta-feira (18/10). Diferentes ações serão realizadas durante todo o dia e também no período noturno, na sede em Maringá e nos câmpus regionais da UEM. De acordo com a universidade, já foi identificado de onde partiram as ameaças e os suspeitos estão sendo investigados.

Mesmo sem nenhum posicionamento oficial, as informações disseminadas nas redes sociais preocuparam estudantes desde a noite de quinta-feira (18/10). No Twitter, usuários afirmavam que um funcionário da reitoria da instituição teria confirmado que a UEM recebeu um e-mail de ameaça. A postagem na rede social pedia para que as pessoas evitassem ir à universidade na segunda-feira (21/10).

Áudios também começaram a ser divulgados no Twitter e várias versões foram disseminadas na internet. Entre as versões, alguns diziam que o próprio reitor da UEM, Júlio César Damasceno, teria recebido uma ligação com ameaças.

A assessoria de imprensa da UEM informou que a instituição também vai atuar para conter as notícias falsas divulgadas nas redes sociais. “Identificados os autores, estes também serão investigados estando passíveis de responder pelos atos”, diz um trecho da nota.

A UEM orienta que o canal oficial para informações é o Gabinete da Reitoria. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 0800 643 4278.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/10/18/uem-confirma-que-recebeu-ameaca-de-atentado-no-campus-e-acionou-orgaos-de-seguranca/

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