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Seg, Set

Coletiva realizada nesta terça-feira (10/3) em Brasília sobre as suspeitas do Covid-19 / Erasmo Salomão / ASCOM MS

A Secretaria de Estado da Saúde informou nesta terça-feira (10/3) o registro de mais três suspeitas de Covid-19 na cidade de Maringá. Em todo o estado, o boletim informa que há 16 novos casos suspeitos do coronavírus.

Dois casos são de Cianorte, há mais dois em Foz do Iguaçu, um em Corbélia, um em Ponta Grossa e seis em Curitiba.

No total, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, há 49 suspeitas de Covid-19 em análise no Paraná. No entanto, a reportagem do Maringá Post conseguiu apurar que uma das suspeitas de Covid-19, investigada em Maringá, já foi descartada.

O caso descartado é de uma criança de 2 anos com relato de viagem aos Estados Unidos, que passou a ser tratado como suspeita na quinta-feira (5/3).

Em Maringá, o primeiro caso considerado suspeito foi o de um jovem de 24 anos que buscou atendimento na Unidade Pronto Atendimento (UPA) da Zona Sul com problemas respiratórios, náuseas e diarreia.

O paciente aguardou resultado de exames em casa, em condição de isolamento, mas sob acompanhamento médico para avaliar evolução de eventuais sintomas. Ele apresentou os primeiros sintomas na quinta-feira (27/2), quando houve a coleta para os exames.

O segundo caso suspeito descartado é de uma mulher de 39 anos que viajou a Itália. Ela apresentou os primeiros sintomas na quarta-feira (26/2) e os exames foram realizados na sexta-feira (28/2). Ela foi atendida na rede privada de saúde.

As duas suspeitas foram descartadas após análise no Laboratório de Pesquisa e Ensino, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), que não identificou a presença do vírus.

Ainda não houve nenhum caso confirmado no Paraná.

No Brasil, o Ministério da Saúde confirmou nesta terça-feira (10/3) mais nove casos de coronavírus: 3 em São Paulo, 1 no Rio Grande do Sul e 5 no Rio de Janeiro. Desses casos, 7 casos são importados e dois são de transmissão local, ambos no estado de São Paulo.

Ao todo, são 34 casos confirmados em no país, 6 por transmissão local, 5 em São Paulo e 1 na Bahia, e 28 casos importados.

Atualmente, são monitorados 893 casos suspeitos e outros 780 já foram descartados. Os dados foram repassados pelas Secretarias Estaduais de Saúde.

Para evitar a proliferação do vírus, o Ministério da Saúde recomenda medidas básicas de higiene, como lavar as mãos com água e sabão, utilizar lenço descartável para higiene nasal, cobrir o nariz e a boca com um lenço de papel quando espirrar ou tossir e jogá-lo no lixo. Evitar tocar olhos, nariz e boca sem que as mãos estejam limpas.

 

https://maringapost.com.br/cidade/2020/03/10/maringa-registra-mais-tres-suspeitas-de-covid-19-outras-tres-suspeitas-foram-descartadas/

As professoras doutoras, Débora Sant’ana e Linnyer Beatrys Ruiz Aylon, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), foram homenageadas em comemoração ao Dia da Mulher, em virtude aos diversos trabalhos desenvolvidos na área educacional e contribuição no âmbito da ciência.

O reconhecimento foi realizado pela EducaInova Hub Educacional, e também tem por natureza política a reflexão do papel da mulher e os desafios que enfrentam.

Segundo Dâmires Ferreira, Coordenadora do EducaInova, as professoras Débora e Linnyer foram homenageadas por serem mulheres de relevância na ciência e na área educacional.

“São pessoas que nos inspiram, que se destacam e que são protagonistas de suas próprias histórias. A intenção não é apenas a homenagem, mas permitir também que as demais mulheres reflitam sobre o seu papel e os desafios que enfrentamos”.

Para Linnyer Beatrys Ruiz Aylon, professora cientista, Diretora da Sociedade Brasileira de Microeletrônica e Coordenadora do Programa de Pós-Graduação em Ciência da Computação, as homenagens são honrarias que ela recebe com alegria.

“Esta, em particular, vem acompanhada de muita responsabilidade porque estamos assumindo o compromisso de inspirar outras mulheres, de mostrar que embora improváveis aos olhos de muitos, nós somos possíveis. Contudo, jovens e suas famílias passam a enxergar novas possibilidades e assim, contribuímos para o surgimento de uma nova geração de mulheres na ciência”, afirma Linnyer.

“Estou muito feliz! Nós mulheres somos batalhadoras, organizadas e a educação é uma área que tem uma presença feminina muito forte e esse reconhecimento é muito importante”, afirma a Prof. Dra. Débora Sant’ana, pesquisadora e Pró-reitora de Extensão e Cultura da UEM.

Ela foi homenageada por sua participação à frente ao Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI) e dos projetos de formação continuada para professores da educação básica sobre iniciação científica da produção do conhecimento.

A EducaInova Hub Educacional é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 2019, que tem por objetivo contribuir para a discussão sobre inovações em processos e serviços das escolas públicas e privadas, fomentando,produzindo e estimulando a melhoria da educação e aprendizagem.

 

https://maringapost.com.br/cidade/2020/03/09/professoras-da-uem-sao-homenageadas-por-trabalhos-no-ambito-da-ciencia/

Estudo convida mulheres obesas para avaliações e atividades físicas na UEM / Asc/UEM

Qual o melhor tipo de atividade física para a saúde cardiovascular de mulheres obesas? Essa é uma questão que pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), ligados ao Grupo de Pesquisa em Hipertensão Arterial Sistêmica, Rigidez Arterial e Envelhecimento Vascular, vão investigar a partir de avaliação de mulheres obesas com idade entre 18 e 35 anos.

Para isso, os pesquisadores abriram o cadastro às interessadas em participar do estudo. Além da faixa etária, é preciso que as mulheres apresentem um quadro de obesidade de acordo com a classificação proposta pela Organização Mundial da Saúde, ou seja Índice de Massa Corporal maior ou igual a 30 kg/m² e menor que 40 kg/m².

As voluntárias não podem ser portadoras de cardiopatias, doenças endócrinas, diabetes ou hipertensão e nem ser fumantes. Outras condições são o peso corporal estabilizado há pelo menos 12 semanas, não ter participado de programas para redução de peso nos últimos seis meses e não fazer uso de medicamentos que possam alterar os sistemas cardiorrespiratório e neuromuscular.

Também é necessário ter disponibilidade para participar das avaliações e intervenções que vão ser realizadas às segundas, quartas e sextas-feiras em dois horários: das 18h30 às 19h30 e das 19h30 às 20h30.

Durante dezesseis semanas as voluntárias vão passar por avaliação médica, exames cardiológicos, avaliação nutricional, exames sanguíneos, teste de esforço físico, avaliação corporal e antropométrica, além do programa de treinamento físico supervisionado por profissionais de Educação Física.

A participação é totalmente gratuita. Para fazer o pré-cadastro, basta clicar aqui.

O grupo de pesquisa em Hipertensão Arterial Sistêmica, Rigidez Arterial e Envelhecimento Vascular foi criado oficialmente em 2018 e desde então atua em temas emergentes e atuais com foco na hipertensão arterial sistêmica, rigidez arterial e envelhecimento vascular, eventos cardiovasculares e intervenções farmacológicas e não-farmacológicas em diferentes populações.

O estudo a ser realizado em 2020 tem como tema “Efeitos do Treinamento Intervalado de Alta Intensidade sobre os parâmetros metabólicos, inflamatórios, rigidez arterial e deformação miocárdica em mulheres obesas: um ensaio clínico randomizado”.

O grupo está vinculado aos Departamentos de Medicina e Educação Física e ao Hospital Universitário da UEM. Para outras informações clique aqui e acesse o site do projeto.

https://maringapost.com.br/cidade/2020/03/03/projeto-da-uem-convida-mulheres-obesas-para-estudo-sobre-saude-cardiovascular-e-atividade-fisica/

Universidade caiu da 351ª posição em 2018 para 401ª neste ano no ranking internacional / UEM

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) perdeu 50 posições no Ranking das Universidades de Economias Emergentes divulgado pela consultoria britânica de educação superior Times Higher Education (THE).

No ano passado, a UEM estava na 351ª posição. Em 2020, a instituição ocupa a 401ª posição de um total de 533 universidades de 47 países.

No ranking mundial, estão empatadas com a UEM outras instituições do Estado como a Universidade Federal do Paraná (UFPR), Universidade Estadual de Londrina (UEL) e Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

A universidade brasileira melhor posicionada no ranking é a Universidade de São Paulo (USP) que ocupa a 14ª posição.

Desde o primeiro ano que participou do estudo, em 2017, a UEM tem perdido posições no ranking. Em 2017, a universidade ocupava a 251ª posição e nos dois anos seguintes, em 2018 e 2019, ficou em 351ª.

No entanto, o número de instituições participantes também aumentou a cada edição do ranking. Em 2017 eram 300 e agora são 533 universidades participantes.

A classificação utiliza 13 indicadores agrupados em cinco categorias: ambiente de ensino, parceria com indústrias, internacionalização, pesquisa (volume, investimento e reputação) e citações (influência da pesquisa).

Em comparação com a edição anterior do ranking, a UEM só perdeu pontos na categoria ensino. A universidade obteve 20,7 pontos no ano passado e 19,6 neste ano.

Na categoria citações, a pontuação da UEM melhorou e foi de 6,4 pontos em 2019 para 8,8 pontos em 2020. Em internacionalização, a UEM obteve 16,0 pontos no ano passado e 17,3 em 2020.

No critério parcerias com indústrias, a universidade teve uma pequena melhora e foi de 34,4 pontos em 2018 para 34,7 pontos neste ano. Na categoria pesquisa, a instituição manteve a pontuação e ficou com 10,0 pontos nos dois anos.

Para a UEM, a instituição evoluiu na posição relativa do ranking e atingiu a melhor marca desde 2017, primeiro ano que participou do levantamento. Além disso, a UEM destaca a melhora da pontuação isolada das categorias.

Segundo a instituição, como o número de universidades participantes cresce a cada ano, não é possível verificar se a UEM melhorou ou piorou o desempenho com a análise apenas dos dados absolutos.

Para o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, João Marcelo Crubellate, os resultados do ranking mostram que a UEM está no caminho certo, mas que há desafios para serem cumpridos.

Segundo ele, a universidade tem consciência de que não pode ficar parada se quiser melhorar os resultados.

“O ranking mostra que o trabalho da UEM está dando resultado, mas estamos distante do resultado que almejamos que não é apenas a melhoria relativa, mas também absoluta. O resultado absoluto fica ano a ano mais difícil e, se quisermos melhorar nossa posição, vamos ter que intensificar nosso trabalho em cada um desses itens avaliados”, analisa João Crubellate.

Na visão do pró-reitor da UEM, a falta de professores contratados pode ser um dos motivos que levaram a universidade a perder pontos na categoria ensino. “Temos cada vez mais um número maior de professores temporários e no padrão internacional eles são considerados como se apenas dessem aula, o que não é o caso da UEM. Quando a gente fala que tem um parte de professores que só da aula e outra que pesquisa, isso pode estar nos afetando”.

https://maringapost.com.br/cidade/2020/02/19/uem-cai-50-posicoes-e-ocupa-401a-colocacao-em-ranking-de-universidades-de-paises-emergentes/

A pesquisa desenvolvida no programa de Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da Universidade Estadual de Maringá (UEM) ficou em primeiro lugar na 19ª edição do Prêmio Péter Murányi.

A pesquisa, desenvolvida pelos pesquisadores Vanessa Bueno Javera Castanheira e Jesuí Vergílio Visentainer, estuda a conversão do leite pasteurizado em pó.

O ponto que gera mais entusiasmo no trabalho é que mesmo com a conversão do leite pasteurizado em pó, o produto mantém as mesmas propriedades nutritivas e biológicas.

A descoberta amplia a capacidade de oferta do leite, com a mesma qualidade, sabor e propriedades nutricionais com maior tempo de validade.

Para os pesquisadores, o produto em pó tem grandes condições de atender à demanda reprimida dos bancos de leite. Isso permitiria aumentar o número de bebês de até seis meses de idade que se alimentariam com leite materno e não fórmulas infantis.

Atualmente, os bancos de leite materno trabalham com o produto pasteurizado e congelado. O processo, mesmo que muito elogiado pelos pesquisadores da área, torna curta a validade do leite, sem contar a infraestrutura complexa de armazenamento.

Para a presidente da Fundação Péter Murányi, Vera Murányi Kiss, promotora do prêmio, o leite humano em pó pode ser uma opção clínica e social na manutenção e ampliação do aleitamento materno, algo que ela e diversos especialistas consideram de grande importância para a saúde das crianças.

A pesquisa desenvolvida por Vanessa e Visentainer, levou a presidente da fundação a refletir sobre a quantidade bebês não amamentados pelas mães, por distintas razões, e que acabam submetidos a fórmulas infantis de leite.

Intitulado “Leite humano em pó: avaliação e diferentes tecnologias de obtenção em relação aos componentes nutricionais e imunológicos como medida alternativa na rede de bancos de leite humano“, a pesquisa funciona em dois processos, liofilização e atomização.

Na liofilização ocorre um processo de desidratação, onde o leite é congelado sob vácuo e o gelo formado é sublimado, podendo durar até 30 anos. No geral, é utilizado em alimentos que apresentam um alto teor de água.

O processo atomização consiste em submeter o leite a uma corrente controlada de ar quente. O calor pulveriza o produto dentro de uma câmara, o que provoca a evaporação dos solventes, em geral água, que separa de maneira ultra-rápida os sólidos e solúveis.

A pesquisa tende a ajudar bancos de leite que sofrem com a falta de estoque. Neste mês, o Banco de Leite do Hospital Universitário de Maringá comunicou o baixo índice de doações de leite materno. Em janeiro, apenas 180 litros foram doados, de um mínimo de 300 litros por mês para atender à demanda regional.

O prêmio aos dois pesquisadores da UEM vai ser entregue no dia 28 de abril, em São Paulo.

Vanessa Bueno Javera Castanheira é aluna do curso de doutorado da Universidade Estadual de Maringá/ Divulgação UEM
Jesuí Visentainer é orientador de Vanessa e professor do Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos/ Divulgação UEM

https://maringapost.com.br/cidade/2020/02/13/pesquisadores-da-uem-ganham-premio-internacional-eles-estudam-a-conversao-do-leite-materno-em-po/

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