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Sex, Jun

Apresentação de “Vozes em Festa” vai ser realizada na ADUEM / Divulgação UEM

Para comemorar os 15 anos de existência do projeto de extensão “Corais da Universidade Estadual de Maringá (UEM)”, vai ser apresentado o espetáculo Vozes em Festa. O evento, com entrada gratuita, vai ser realizado nesta quarta-feira (11/12), às 20h no Auditório Nadir Cancian, na Associação dos Docentes da UEM, a ADUEM.

O espetáculo vai contar com apresentações dos coros Universitário, Coro Infantojuvenil, Oficina Coral e Coro Feminino. Dentre os coros, o Universitário, ou Coro Escola, foi o primeiro coral do projeto, que começou com uma parceria com a Escola de Música da UEM.

Durante os 15 anos de história, os Corais da UEM fizeram mais de 380 apresentações públicas. Dentre os eventos na universidade foram seis Encontros Corais, um Festival de Corais, duas Mostras e dois Saraus de Corais.

Em setembro de 2019, três grupos que participam do projeto Corais da Universidade chegaram a se apresentar no Festival Internacional de Corais de Maringá. Inclusive, um dos corais participantes foi o Coral Infantojuvenil, regido pelo maestro Paulo Lopes.

Segundo a coordenadora do projeto, Andréia Anhezini, o “Corais da Universidade” tem grande importância para os alunos da escola de música da UEM.

“O projeto também funciona como projeto-escola para os acadêmicos de música. Eles aprendem habilidades da regência e preparação de coro. Atendemos cerca de 40 acadêmicos como estagiários”, destaca a coordenadora.

Além da importância para os alunos de música, o projeto recebe anualmente mais de 150 coralistas. Os participantes se dividem entre alunos da própria comunidade universitária, quanto da sociedade em geral.

O endereço da apresentação do espetáculo Vozes em Festa é Rua Professor Itamar Orlando Soares, 305, no Jardim Universitário.

https://maringapost.com.br/light/2019/12/10/corais-da-uem-apresentam-o-espetaculo-vozes-em-festa-nesta-quarta-entrada-e-gratuita/

Candidatos realizaram provas de Redação e Conhecimentos Gerais no domingo (9/12) / UEM

O assunto da redação do Vestibular de Verão 2019 da Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi a proibição do uso de canudos plásticos. Por se tratar de uma temática atual, abordada com frequência pelos meios de comunicação e, em alguns casos discutida nas salas de aula, professores ouvidos pelo Maringá Post afirmam que os alunos não devem ter encontrado dificuldade para realizar a prova.  

Apesar do assunto geral da redação ser a proibição do uso de canudos plásticos, o comando da prova trouxe informações que definiram qual caminho os candidatos deveriam seguir para produzir o texto.

A proposta pedia que o candidato se posicionasse como morador da cidade fictícia chamada Mundolândia, onde a Câmara Municipal discute o projeto de lei “Canudo Zero”, que proíbe o uso de canudos plásticos em estabelecimentos como lanchonetes e bares.    

O candidato deveria se posicionar como um estudante consciente das questões ambientais e redigir uma carta aberta, destinada aos vereadores da cidade. No texto, ele precisava dizer se era contra ou a favor do projeto de lei que proíbe o uso de canudos plásticos.

A carta aberta seria publicada no jornal Folha de Mundolândia e o objetivo do texto era influenciar a decisão da Câmara e a opinião pública da cidade sobre o assunto.

O primeiro texto de apoio do vestibular foi adaptado do site da Revista Exame e traz a notícia de que o Rio de Janeiro foi a primeira capital brasileira a proibir canudos plásticos. O segundo texto também é jornalístico e foi retirado do site do jornal Estado de S. Paulo. A notícia apresenta opiniões de especialistas sobre o tema.

Por último, o comando apresenta uma charge que ironiza o comportamento de quem não usa canudo, mas continua consumindo plástico. As provas de Redação e Conhecimentos Gerais foram aplicadas no domingo (8/11). Nesta segunda-feira (9/12), os candidatos realizam as provas de Língua Portuguesa, Literaturas em Língua Portuguesa, Língua Estrangeira e Conhecimentos Específicos.  

Professores ouvidos pelo Maringá Post afirmam que a questão ambiental abordada no vestibular da UEM não está distante do que foi discutido no cenário nacional em 2019. Além disso, o assunto meio ambiente apareceu na terceira fase do Processo de Avaliação Seriada (PAS) da UEM deste ano, que trazia como temática geral o uso de agrotóxicos. 

“Ao cobrar como temática a proibição do uso de canudos plásticos, a banca elaboradora da UEM trouxe para o vestibular uma discussão sobre essa questão ambiental tão atual, contextualizada com a realidade do candidato, o que, certamente, contribuiu para uma execução tranquila da redação”, avalia a professora de redação do ensino médio e do curso pré-vestibular do Colégio Integral, Franciele Falavigna.

Segundo a professora, além de cumprir o gênero textual e não fugir do tema, o aluno precisava se atentar a outros aspectos como o uso do município fictício e a assinatura no texto. A proposta de redação não exigia assinatura, mas se desejasse, o candidato só poderia assinar como Custódio ou Custódia. Outro ponto que pode ter causado dúvida entre os candidatos é o interlocutor.

“O gênero textual cobrado, carta aberta, apontava como destinatários os vereadores da cidade Mundolândia e solicitava o posicionamento do emissor em relação ao projeto de lei “Canudo Zero” a fim de influenciar a decisão da Câmara. Por ser uma carta veiculada publicamente, no jornal Folha de Mundolândia, e tratar de um assunto de interesse comum, [precisa influenciar] a opinião pública também”, explica.

O professor de redação do ensino médio do Colégio Dom Bosco, Gelson Martins de Souza, diz que a temática escolhida é relevante para o atual contexto social e que o comando foi acessível para os alunos.

“No geral, o tema não foi difícil, foi um tema que já tem discussões sociais sobre isso. Mas, às vezes, as pessoas podem ter passado pela temática e não deram uma importância significativa a ela”.

A professora do Colégio Platão, Lu Oliveira, também afirma que o comando e os textos de apoio foram bem elaborados, o que ajuda o aluno a entender melhor a finalidade do texto. Ela avalia que a proposta foi “acessível” para os candidatos, mas explica que os alunos precisam ter interpretado bem o comando para não fugir da temática.

“A carta aberta é um gênero argumentativo, em que ele tem que se posicionar sobre o tema. Os textos de apoio trazem abordagens distintas, mas ele precisa se posicionar contra ou a favor do projeto de lei. Não é sobre o uso de canudos de plástico, ele precisa se posicionar em relação ao projeto de lei que proíbe o uso de canudos plásticos onde mora”, diz a professora.

Lu Oliveira explica como o candidato poderia ter se posicionado durante o texto. “O estudante poderia usar o argumento que mesmo [que a proibição do uso de canudos plásticos] não seja um fator decisivo, é preciso começar. Além da aprovação do projeto, o município tem que continuar com outras ações para preservar o meio ambiente”.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/12/09/tema-da-redacao-do-vestibular-da-uem-sobre-uso-de-canudos-plastico-e-acessivel-e-atual-avaliam-professores/

Candidato faz prova em Vestibular da UEM / Divulgação

O Vestibular de Verão 2019 da Universidade Estadual de Maringá (UEM) vai ser realizado no domingo (8/12) e segunda-feira (9/12). A prova vai ser aplicada Maringá e outras dez cidades paranaenses. O total de inscritos no Vestibular de Verão 2019 chegou a 13.118, o que representa um aumento de 2,7% em relação ao Vestibular de Verão 2018.

Os portões se fecham às 13h50. A orientação geral é que os candidatos cheguem aos locais de prova com pelo menos uma hora de antecedência. A presidente da Comissão Central do Vestibular (CVU), Maria Raquel Marçal Natali, recomenda que os candidatos conferiram com antecedência o trajeto até o local onde vão fazer as provas.

Segundo a presidente da CVU, errar a localização ou perder o horário de entrada são problemas recorrentes em todos os vestibulares. Visitar o local de prova na véspera do vestibular, quando as salas já estão sendo etiquetadas, pode fazer a diferença tanto em logística quanto em ir mais calmo para o local de prova.

Para Lucas Eugênio de Lima Borsato de 19 anos, que quer cursar medicina, o vestibular é uma luta interior. “Acho que não é questão de provar pra todo mundo que você pode. Eu quero provar pra mim mesmo a minha capacidade, provar que todas as horas de estudo realmente valeram a pena”, conta.

O jovem diz que durante os dois dias de prova os candidatos devem lutar contra um inimigo nada fácil de vencer, eles mesmos.

“Esses dois dias testam os nossos limites e nos colocam de frente com uma prova feita pra nos derrubar. Esses dois dias são como as olimpíadas para os atletas, ou a copa pros jogadores da seleção”, compara o estudante.

Nos dois dias de exame, os candidatos precisam apresentar um documento original com foto. Não são aceitas cópias digitais ou autenticadas. Além disso, cada candidato precisa levar a própria caneta de cor azul, com corpo transparente, lápis, lapiseira e borracha.

As provas dos dois dias têm duração máxima de cinco horas. Lucas conta que está mais focado na prova de domingo (9/12). Nesse dia os candidatos farão vão responder 40 questões objetivas de conhecimentos gerais, além da redação.

Na segunda-feira (10/12), são dez questões objetivas de Língua Portuguesa, cinco de literaturas em Língua Portuguesa, cinco de Língua Estrangeira e trinta de conhecimentos específicos, que variam conforme o curso escolhido.

A Reitoria da UEM informou que trabalha para que a greve aprovada

pelos sindicatos de professores e servidores da Universidade não prejudique a realização do vestibular. O resultado do Vestibular de Verão 2019 vai ser divulgado no dia 17 de janeiro.

Para os candidatos que quiserem receber mais informações ou orientações a respeito do vestibular, no próximo sábado (7/12) tem plantão de véspera na CVU. O plantão vai ser no Bloco 28 do câmpus sede da UEM. O atendimento é das 8 às 18 horas, com intervalo para almoço das 11h30 às 13h30.

Aulão para o Vestibular de Verão de 2019

Organizado pela Prefeitura de Maringá, o aulão preparatório para o Vestibular de Verão da Universidade Estadual de Maringá (UEM) vai ser realizado no sábado (7/12) no Colégio Anglo Maringá, das 8h às 17h30. As inscrições precisam ser feitas antecipadamente por meio deste link aqui.

No dia da aula é necessário que o estudante leve 1 kg de alimento não perecível. As doações vão ser repassadas ao Provopar e posteriormente entregues às entidades assistenciais do município.

Vão ser abordados temas das disciplinas de História, Arte, Geografia, Filosofia, Sociologia, Matemática, Química, Física, Gramática, Literatura e Redação.

Numero de vagas para o vestibular

Neste ano a Universidade Estadual de Maringá (UEM) abriu vagas em 70 cursos de graduação. No total são 1.519 vagas para o Vestibular de Verão 2019 e 287 são destinadas para cotas sociais, que beneficiam estudantes de baixa renda.

As cotas para negros, aprovadas no Dia da Consciência Negra pela universidade, passam a valer a partir do Vestibular de Inverno de 2020.

Cinco cursos concentram 44,5% dos candidatos

Apenas cinco cursos da Universidade Estadual de Maringá (UEM) concentram 44,5% do total de candidatos ao Vestibular de Verão 2019.

Medicina, Odontologia, Psicologia, Arquitetura e Urbanismo e Direito noturno aparecem entre os cursos mais concorridos. No caso de Medicina foram registrados 209,8 candidatos por vaga, com um total de 2.727 inscritos. Entre os cotistas são 154 candidatos por vaga, com 462 inscritos.

Para consultar a concorrência completa do Vestibular de Verão basta clicar aqui.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/12/04/vestibular-de-verao-2019-da-uem-comeca-no-domingo-sao-13-118-candidatos-para-1-519-vagas/

Assembleia que aprovou a greve nas escolas no dia 23 de novembro / João Paulo Vieira/APP-Sindicato

Um ato público convocado para as 10 horas desta segunda-feira (2/12) em frente ao Núcleo Regional de Educação de Maringá, na Avenida Carneiro de Leão, marca o início da nova greve nas escolas estaduais.

A paralisação foi aprovada em assembleia estadual da APP-Sindicato no sábado (23/11). Não é possível afirmar qual vai ser a adesão em Maringá. A orientação do sindicato é que professores e servidores fechem as instituições para fortalecer a nova greve nas escolas estaduais.

A mobilização se deve a proposta de reforma na previdência estadual, aos moldes do que foi aprovado pelo Congresso Nacional. O texto se encontra em tramitação na Assembleia Legislativa do Paraná (Alep).

O prazo para apresentação de emendas termina na terça-feira (3/12). A Proposta de Emenda à Constituição (PEC) estadual foi protocolada pelo Governo do Paraná no mês de novembro. Poucos dias após o projeto chegar à Alep, a APP-Sindicato convocou uma assembleia para aprovar a nova greve nas escolas estaduais.

Entre as mudanças, o governo estadual propõe idade mínima de 62 anos para mulheres e de 65 anos para homens, com pelo menos 25 anos de contribuição. Se a proposta for aprovada, a alíquota de contribuição dos servidores aumenta de 11% para 14%.

Em 2019, a despesa com a previdência do funcionalismo alcança R$ 10,1 bilhões. Atualmente, há uma insuficiência financeira (diferença entre contribuições e pagamentos) de R$ 6,3 bilhões para cobrir os gastos com aposentados e pensionistas do Estado.

Sem a reforma, a previsão é que esta despesa ultrapasse R$ 9 bilhões por ano. Com as mudanças propostas, o deficit deve cair para R$ 2,5 bilhões.

O Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar) e a Seção Sindical dos Docentes da UEM (Sesduem) realizam assembleia na manhã desta segunda-feira (2/12) para analisar se também paralisam as atividades. O indicativo de greve, por causa da reforma da previdência, foi aprovado pelas duas entidades.

Se a paralisação na rede estadual de ensino e na Universidade Estadual de Maringá (UEM) forem confirmadas, vai ser a segunda greve nas escolas estaduais e na universidade no ano de 2019.

Na rede estadual de ensino, parte dos professores e servidores paralisou as atividades no dia 25 de junho e as aulas só foram efetivamente retomadas no dia 22 de julho. O motivo da greve foi o impasse em relação ao reajuste salarial. Devido à suspensão das atividades, várias escolas precisaram repor as aulas durante o segundo semestre.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/12/01/ato-nesta-segunda-no-nucleo-de-educacao-de-maringa-marca-inicio-de-nova-greve-nas-escolas-estaduais/

O Conselho de Entidades Estudantis de Base (CEEB) decidiu cancelar as eleições do DCE, o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O pedido de impugnação veio de recursos apresentados ao CEEB pelas chapas 2 – Uem Popular e 3- A Uem Não Vai Embora.

Com 24 votos a favor e 14 contra, os representantes dos centros acadêmicos (CAs) decidiram pelo cancelamento. Na segunda-feira (2/12), vai ser realizada uma nova reunião com todos os CAs para reavaliar o regimento eleitoral vigente.

Também vai ser convocada uma nova Comissão Eleitoral para atuar na nova campanha de eleições para o DCE.

Antes de pedir a impugnação do processo eleitoral, a Chapa 3 tinha outros dois pedidos em recurso. O primeiro era o de anular a decisão tomada no sábado (23/11). Decisão esta que resultou na abertura de cinco urnas impugnadas dando a vitória à Chapa 1 – Acelera Uem.

O pedido secundário apresentado era para que a Comissão Eleitoral abrisse as urnas de Psicologia e a do campus de Cianorte, que também foram impugnadas. Por fim, o terceiro pedido, assim como o recurso enviado pela Chapa 2, era de que cancelassem todo o processo eleitoral.

Essa não foi a primeira situação calorosa das eleições de 2019 para o DCE. Em um dos debates houve acusações entre chapas e estudantes com acusações de transfobia e racismo, como mostram esta e esta reportagem publicadas pelo Maringá Post.

Outras polêmicas que envolveram o DCE

Durante a eleição de 2013 teve denúncias de “boca de urna” e impugnação de várias urnas por parte da Comissão Eleitoral, além de reclamações sobre participação externa em tumultos dentro da UEM.

Ainda em 2013, estudantes foram agredidos por vigilantes e o DCE pediu a abertura de processo administrativo, que até hoje não foi esclarecido. A motivação alegada pela PM seriam os “saraus” e denúncias de consumo de álcool e drogas dentro da instituição.

Em março de 2017 um perfil no jornal O Diário teve grande repercussão, principalmente entre os estudantes de direito. A então presidente do DCE, na gestão da Acelera, deu declarações contra casamento gay, aborto, sexo antes do casamento e legalização da maconha.

A aluna de direito alega ter sofrido perseguições psicológicas por estudar em um meio de esquerda. A estudante chegou até mesmo a se desligar da UEM para terminar a graduação em uma universidade privada.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/11/28/reviravolta-no-movimento-estudantil-eleicoes-do-dce-da-uem-sao-canceladas/

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