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Seg, Set

As atividades para as crianças são compartilhadas nas páginas do Instagram e do facebook da PET Pedagogia/ Foto: Divulgação

Por conta da pandemia do novo coronavírus muitas pessoas estão isoladas dentro de casa. Pensando na energia das crianças e na saúde dos idosos, programas da Universidade Estadual de Maringá (UEM), prepararam atividades para que os dois grupos se mantenham entretidos e ativos durante a quarentena.

As atividades para as crianças foram desenvolvidas por alunos do Programa de Educação Tutorial (PET) do Curso de Pedagogia da UEM. As brincadeiras e atividades educativas são postadas no Instagram e no Facebook do projeto.

“Tínhamos pensando em propor atividades apenas para as crianças que são nosso objeto de estudo. No entanto, entendemos que todos os membros familiares precisam de atividades diferenciadas para superarem de modo menos doloroso este isolamento social”, explica a tutora do PET, Heloísa Saito.

Heloísa conta que as atividades foram planejadas para que todos os membros da família pudessem se unir para realiza-las. Além das brincadeiras, o programa oferece sugestão de filmes, séries, música e literatura.

Lucinéia Selini Bortolato é mãe de duas crianças e graças ao programa relembrou nesse período de quarentena algumas atividades que há muito tempo ela não brincava.

“Sempre acompanho e faço com meus filhos as atividades do PET. Esses tempos brincamos de ‘Mamba’. Vi atividade no site, e escolhemos fazer. Até meu esposo entrou na roda, e as crianças adoraram” conta Lucinéia.

As atividades para os idosos são feitas pelos estudantes bolsistas do Programa de Educação Tutorial (PET) do curso de Educação Física. No total, seis vídeos orientam especialmente aos idosos sobre como fazer atividades físicas em casa.

O material é voltado para os idosos que fazem parte da Universidade Aberta à Terceira Idade (Unati) da UEM. Duas vezes por semana, os alunos do projeto vão postar um vídeo sobre o exercício no site “UEM contra o Coronavírus (Covid-19)”.

Em toda a coletânea de vídeos vão ser ensinadas sequências de exercícios físicos, alongamentos, com ou sem objetos, utilizando materiais encontrados em casa, como cadeira, toalha de banho ou saquinho de alimento, como feijão.

Os vídeos também ensinam o básico de danças, dicas de lazer, alimentação e indicação de filmes. Com estas atividades, o PET Educação Física busca ampliar o acolhimento das pessoas idosas da Unati da UEM e da comunidade.

https://maringapost.com.br/cidade/2020/05/02/programas-da-uem-divulgam-videos-para-publico-idoso-e-atividades-para-criancas-na-quarentena/

Decisão não é definitiva e pode ser aceita ou reformulada pelos conselheiros do CEP na quinta-feira (30/4) / UEM

A Câmara de Graduação e Extensão aprovou na terça-feira (28/4) proposta que suspende atividades curriculares presenciais da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Pela proposta, apenas atividades de pesquisa, extensão e extracurriculares podem ser realizadas de forma remota. As aulas seriam suspensas por tempo indeterminado.

“A proposta suspende todo tipo de aula presencial ou não presencial da universidade, mas permite que atividades acadêmicas como cursos livres e palestras possam ser feitas. Essas atividades não valeriam como aula dada, mas como atividades complementares”, explicou o presidente da Câmara de Graduação e Extensão, Ricardo Gardiolo.

A proposta será avaliada pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP) nesta quinta-feira (30/4). Os conselheiros vão se reunir de forma remota e podem aceitar ou formular uma nova proposta.

As aulas presenciais do ano letivo de 2020 da UEM estavam previstas para começar em 6 de abril. No entanto, em atendimento ao decreto estadual que determinou a suspensão das aulas na rede pública e privada, a universidade suspendeu o início das atividades presenciais de ensino.

Na terça-feira (28/4), a Câmara de Graduação e Extensão avaliou duas propostas. Em uma delas, a universidade poderia ofertar atividades de ensino não presenciais aos alunos, medida que foi autorizada pelo Conselho Estadual de Educação. No entanto, a proposta recebeu apenas 31 votos.

Outra proposta, que foi aprovada por 45 votos e vai seguir para o CEP, permite que apenas as atividades extracurriculares sejam ofertadas de forma remota. Segundo o presidente da Câmara de Graduação, Ricardo Gardiolo, a maioria dos conselheiros entendeu que há um acesso desigual dos alunos às tecnologias digitais.

“Muitos alunos moram em regiões que não têm acesso adequado à internet. Então, a decisão foi no sentido de que poderia haver uma dificuldade em garantir que todos os alunos tivessem acesso às aulas”, disse Gardiolo. No entanto, a decisão não é definitiva e pode ser aceita ou reformulada pelo CEP.

Pesquisa realizada pela Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá (Aduem) mostrou que a maioria dos professores, 57,9%, é a favor da manutenção do calendário acadêmico da UEM, enquanto 42,1% é contra.

Sobre a implantação de aulas e atividades a distância, 37,7% dos docentes responderam que são a favor, 28,3% são contrários e 34% disseram que depende. Dos 1.777 professores e associados da Aduem, 321 responderam o questionário.

Segundo Ricardo Gardiolo, o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão também vai precisar confirmar ou não na quinta-feira a decisão da reitoria que cancela o Vestibular de Inverno da UEM. O CEP emitiu parecer favorável ao cancelamento do vestibular.

Apesar disso, ainda não foi definido se o processo seletivo vai ocorrer em outra data ou se as vagas serão incorporadas ao Vestibular de Verão. A deliberação sobre o vestibular deve ser tomada após o retorno das atividades presenciais da UEM.

https://maringapost.com.br/cidade/2020/04/29/camara-de-graduacao-e-extensao-da-uem-aprova-proposta-que-suspende-aulas-presenciais/

Prefeitura adquire 5 mil exames para ampliar testagem em casos suspeitos / Reprodução

O boletim sobre coronavírus da Prefeitura de Maringá divulgado no final da tarde desta quarta-feira (29/4) traz mais quatro confirmações da doença na comparação com a terça-feira (28/4). Agora, são 79 casos de coronavírus confirmados na cidade desde o início da série histórica.

Deste total, 56 pessoas venceram a Covid-19 e tem 4 pacientes internados, três em UTIs e um em enfermaria, além de 14 casos com as pessoas isoladas em casa. Os óbitos por complicação do coronavírus permanecem em 5.

São 421 casos suspeitos em acompanhamento pela Secretaria de Saúde. As equipes também monitoram outros 22 casos suspeitos internados, 21 adultos, 17 deles em  enfermarias e 4 em UTIs, além de uma 1 criança internada em enfermaria.

Os casos encerrados somam 1.647. O número se refere a pacientes que foram monitorados por 14 dias por terem apresentado sintomas compatíveis com a Covid-19, mas que o quadro não evoluiu.

Nesta quarta-feira, a Prefeitura de Maringá também informou que vai conseguir ampliar a testagem do novo coronavírus na cidade.

O trabalho já foi iniciado pela Secretaria de Saúde. Vão ser usados exames rápidos tipo PCR adquiridos com recursos próprios. Maringá vai saltar de 50 exames semanais realizados pelo Lacen (laboratório do estado) para 40 diários, a partir do diagnóstico local.

Serão 5 mil testes adquiridos na primeira fase – 4 mil comprados de laboratório privado e mil a partir de convênio com o Laboratório de Ensino e Pesquisa e Análises Clínicas (Lepac) da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Os novos exames vão agilizar o diagnóstico de pacientes que alegarem sintomas compatíveis com a COVID-19 nas unidades sentinelas do município.

Os exames rápidos adquiridos pela Prefeitura de Maringá contemplarão pacientes que buscarem unidades sentinelas, instaladas nas entradas de estabelecimentos municipais de saúde, alegando sintomas compatíveis com COVID-19 ou “síndrome gripal”.

Até a aquisição dos exames, estes pacientes não eram considerados graves e permaneciam em isolamento domiciliar por 14 dias. Caso o quadro não evoluísse, eram considerados descartados. Eles são identificados como “Casos descartados” no boletim diário sobre coronavírus da Prefeitura de Maringá.

A coleta de PCR já no primeiro atendimento vai permitir o diagnóstico de 24h a 48 horas. Assim o paciente poderá se tratar com precisão caso for positivado ou voltar à rotina normal, sem apresentar riscos à família e comunidade.

Antes da aquisição, eram realizados, em média, 50 exames por semana em pacientes da rede municipal de Maringá. Agora serão 40 por dia.

Profissionais de saúde farão coleta de secreções com swab (equipamento similar a uma haste flexível com algodão na ponta) e encaminharão para os laboratórios de referência.

Até o resultado do exame, que ocorrerá em 24h, o paciente deverá manter o isolamento social ou permanecer internado na unidade de saúde (caso apresente quadro agravado).

Até a manhã desta quarta (29/4) apenas o laboratório privado estava recolhendo as amostras porque o Lepac ainda não havia recebido os exames.

A partir da coleta do exame o paciente será monitorado pelo Centro de Informação em Estratégia em Saúde (CIEVS) da Secretaria de Saúde de Maringá.

Caso o paciente não seja diagnosticado com coronavírus, ele será liberado da quarentena e receberá orientações para que no futuro o diagnóstico não se confirme.

Os casos positivos serão orientados a manter o isolamento domiciliar ou internamento em leito hospitalar, de acordo com a gravidade. Até se recuperar, o paciente será monitorado diariamente pelo CIEVS.

A prefeitura de Maringá elaborou um manual para orientar as boas práticas para quem apresentar leve manifestação da doença e puder se recuperar em casa, clique para conferir. Em caso de agravo, o paciente deverá buscar imediatamente o médico.

Os 4 mil exames adquiridos pela rede privada já estão sendo realizados. O investimento neste pacote foi de R$ 840 mil. Cada exame saiu por R$ 210, menor valor de mercado encontrado pelo município.

A compra ocorreu por meio de licitação, na modalidade “Dispensa de Licitação”, e elencou outros dois orçamentos com valores superiores, R$260 e R$280. O processo está detalhado no Órgão Oficial do Município e Portal da Transparência.

Na rede privada de Maringá, o exame para paciente comum custa cerca de R$500. Os mil exames que serão realizados pelo Lepac ainda não chegaram na instituição.

https://maringapost.com.br/cidade/2020/04/29/com-mais-4-confirmacoes-chega-a-79-o-numero-de-casos-de-coronavirus-em-maringa-prefeitura-vai-ampliar-testagem/

O mapeamento dos casos do novo coronavírus que vem sendo feito em Maringá, e divulgado na forma de mapas pelo Boletim Epidemiológico, é um trabalho que tem a participação da UEM (Universidade Estadual de Maringá) e constitui uma das ações do Grupo de Estudos e Pesquisa Ambiente, Sociedade e Geotecnologias (Gepag).

Há pouco mais de um mês, os pesquisadores integram uma rede de cientistas e laboratórios de geografia da saúde de todo o país, que hoje formam uma força tarefa para acompanhar e analisar a difusão da covid-19 pelo território brasileiro

“A rede da qual os pesquisadores da UEM fazem parte conta com geógrafos de todas as unidades da federação e de vários países da América Latina, além de Portugal. Os resultados do trabalho desse coletivo têm ajudado a pensar as estratégicas de contenção do vírus”, afirma Oseias da Silva Martinuci, professor do Departamento de Geografia da UEM e coordenador da pesquisa em Maringá.

Segundo Martinuci, várias análises têm sido feitas na escala nacional e na escala dos estados. Falando sobre a difusão da doença pelo interior do Paraná, o coordenador da pesquisa diz que os dados levantados até agora causam preocupações.

Ele cita, por exemplo, que na comparação com o estado de São Paulo, a velocidade de difusão do vírus pelos municípios do Paraná está sendo notadamente maior. “Na quarta semana, contada a partir do primeiro caso confirmado, o estado do Paraná teve quatro vezes mais municípios infectados que o estado de São Paulo. Em São Paulo foram 21 casos, enquanto o Paraná teve 84” , afirma Martinuci.

“Na macrorregião de saúde do Noroeste do estado, em particular, temos a segunda maior taxa de contaminação dos municípios (51%), atrás apenas da macrorregião Leste (60%).”, continua o professor.

A macrorregião Noroeste também apresenta taxas de letalidade mais altas (relação entre o número de óbitos e os casos confirmados). Em 12 de abril, esta relação chegou a 12,35%, quase o dobro da macrorregião Norte, onde está localizada Londrina, que registrou a segunda maior taxa, com índices de 6,93%, segundo o pesquisador. Na macrorregião Leste, que compreende Curitiba, o índice foi de 2,29%”.

Propagação do vírus

Considerando que a covid-19 se dispersa condicionada por estruturas de organização do território, Martinuci lembra que, basicamente, a circulação de pessoas constitui a variável fundamental da velocidade de contaminação.

Assim, os grandes centros, além de serem os mais atingidos nos primeiros momentos, também constituem portas de entrada do vírus para as regiões do interior do país e, portanto, para os pequenos municípios. Assim, o que for feito nas chamadas cidades polo determinará de maneira significativa o que acontecerá, logo em seguida, na região de influência.

O levantamento feito pelo Gepag aponta que, depois de Curitiba, as cidades onde o vírus foi introduzido mais rapidamente foram exatamente as cidades polo, especialmente, Londrina, Cascavel, Maringá e Foz do Iguaçu. “As informações divulgadas pelas secretarias de saúde desses municípios dão conta de que os primeiros casos foram importados. Só posteriormente teve início a fase de transmissão comunitária”, reforça o pesquisador.

Além disso, a modelagem espacial dos dados da covid-19 do estado do Paraná, tomando como referência o período 12 de março a 12 de abril, sugeriu a conformação de um eixo ao longo da Rodovia do Café, a BR-376, que liga Curitiba à região de Londrina e Maringá.

Através do mapa apresentado pelo grupo é possível acompanhar como está se comportando a propagação do vírus nas diferentes regiões do Estado.

As áreas mais avermelhadas correspondem aos municípios em que a transmissão comunitária dos vírus já está em processo.

Em verde, são as regiões onde a introdução do vírus se fará ou está se fazendo por importação, dependendo, portanto, do trânsito entre cidades polo e municípios menores. Amarelo e laranja são as áreas em “fase de transição”, que correspondem às regiões com municípios que registraram recentemente o primeiro caso ou que são vizinhas a municípios com circulação viral.

“O levantamento reforça o entendimento de que as decisões tomadas nas cidades situadas nas machas vermelhas do mapa, onde já temos a transmissão comunitária, influenciarão fortemente a velocidade da difusão não somente dentro cidade, mas também em toda a região”, afirma o professor da UEM.

Martinuci destaca ainda a necessidade de atenção com as três regiões em que a vulnerabilidade ao contágio pelo vírus é maior.

Umas delas se dá em eixo, ao longo da Rodovia do Café, outra com concentração de vários pontos com transmissão comunitária em processo, no Noroeste do estado, e a outra no Leste do estado, região de Cascavel, Foz do Iguaçu e Guaíra.

De acordo com o professor da UEM, a ampliação da circulação nas cidades de dinamismo econômico mais intenso, como são Maringá, Londrina, Ponta Grossa, Cascavel, Guarapuava e Foz do Iguaçu vai, invariavelmente, influenciar a circulação regional, criando condições para a chegada mais rápida do vírus aos pequenos municípios que poderão ter dificuldade em ter as demandas de saúde atendidas.

Há que lembrar que na macrorregião de Maringá, 77,87% dos municípios não contam com UTIs.

“Portanto, neste momento, a manutenção do isolamento social pode garantir maior segurança aos habitantes dos polos regionais e proteger os pequenos municípios que possuem taxas de envelhecimento mais elevadas associadas a estruturas de saúde mais frágeis”, conclui o pesquisador.

https://maringapost.com.br/cidade/2020/04/27/pesquisadores-analisam-propagacao-do-novo-coronavirus-pelos-municipios-do-parana/

Governador oficializou o repasse de recursos para o HUM na manhã desta sexta-feira (24/4) / Divulgação

O governador Ratinho Junior (PSD) formalizou nesta sexta-feira (24/4) o repasse de R$ 15,3 milhões para ativação dos 108 leitos do Hospital Universitário de Maringá (HUM). A autorização do repasse financeiro foi assinada na manhã desta sexta, durante visita técnica do governador ao HUM.

Serão repassados R$ 7,8 milhões, para o período de seis meses, para criação e manutenção de 20 leitos de UTI e 88 de enfermaria. O Governo do Estado também vai investir R$ 7,5 milhões em equipamentos, mobiliário e materiais médicos para que a estrutura do HUM possa atuar no enfrentamento da Covid-19.

Ratinho Junior afirmou que não se trata de um hospital de campanha. O investimento na estrutura do HUM vai permitir o funcionamento definitivo para pacientes em geral após a pandemia de coronavírus. Neste momento, os leitos serão exclusivamente para o atendimento de pacientes com Covid-19.

“Um hospital de campanha é quando você monta e depois desmonta ele, tem um tempo programado. Esse investimento vai ficar de ativo para a UEM, a comunidade de Maringá e de toda a região, vamos ampliar o atendimento do HU. Passando essa pandemia, vamos sentar com os dirigentes das universidades e diretores do HU para fazermos um planejamento orçamentário”, disse o governador.

Durante entrevista coletiva, o secretário estadual de Saúde, Beto Preto, explicou que os leitos de UTI estão instalados, 10 do governo estadual e 10 do governo federal, mas faltam os leitos de enfermaria. Segundo o secretário, com a liberação dos recursos, o HUM vai poder adquirir os equipamentos necessários em licitações de registro de preço que já foram realizadas.

A inauguração dos 108 leitos do bloco S-05 do HUM ocorreu em 2018, no apagar das luzes do governo Cida Borghetti (PP), mas o prédio foi entregue vazio. Dois anos depois, os leitos ainda continuam desocupados. Segundo a universidade, faltavam recursos para aquisição de equipamentos e mobiliário, além da urgência na liberação para contratar mais médicos, enfermeiros e pessoal de apoio.

Durante entrevista coletiva, a superintendente do HUM, Elisabete Kobayashi, afirmou que para o funcionamento de todos os leitos é necessário a contratação de 400 a 500 funcionários. No entanto, neste primeiro momento, as contratações serão escalonadas, a partir da criação dos leitos, e por meio de credenciamento

https://maringapost.com.br/cidade/2020/04/24/em-maringa-ratinho-junior-anuncia-repasse-de-r-153-milhoes-para-ativacao-dos-108-leitos-do-hospital-universitario/

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