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Prédio da Reitoria da Universidade Estadual de Maringá / Divulgação UEM

Em três quesitos nominados “Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)”, adotados para compor o levantamento de 2020, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) está entre as 50 melhores instituições de ensino superior do mundo no ranking internacional THE Impact Ranking, divulgado nesta quarta-feira (22/4).

O tradicional ranking de universidades feito pela revista Times Higher Education lançou no ano passado uma nova metodologia baseada nos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável da ONU, como uma forma de estimular o impacto positivo das universidades de todo o planeta. Para saber mais sobre os ODS clique aqui.

Se for levado em conta o quesito mais importante na contribuição para o desempenho geral no THE Impact Ranking, a UEM se sobressaiu melhor no ODS-17, onde foram analisadas as “Parcerias para o Desenvolvimento”.

Tópico de avaliação obrigatória, ele teve, portanto, a participação de todas as universidades ranqueadas, atribuindo para a UEM a 41ª no mundo, a segunda posição do Brasil, à frente inclusive da Universidade de São Paulo (USP), instituição brasileira melhor avaliada, e também o primeiro lugar do Estado.

Outro ótimo desempenho da Universidade Estadual de Maringá foi no ODS-2 (Fome Zero e Agricultura Sustentável), onde ocupa a primeira colocação do Paraná e a quarta do Brasil.

Na classificação geral, somando os 17 ODS avaliados, a UEM se situou na posição 101-200 entre todas as universidades do mundo, atingindo, em relação às demais IES do País, o empate em terceiro lugar com a Universidade Estadual Paulista (Unesp), a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e UFES (Universidade Federal do Espírito Santo). No Paraná, ocupa a segunda colocação.

O ranking estabelece uma classificação ordinária entre as 100 primeiras pontuadas e define os agrupamentos em faixas a partir da centésima primeira melhor conceituada.  A classificação da Universidade Estadual de Maringá pode ser verificada aqui.

Ainda nos ítens ODS-8 (Trabalho Digno e Crescimento Econômico) e ODS-15 (Vida Terrestre), a instituição apresentou resultados expressivos, obtendo, respectivamente, o sexto lugar do Brasil e o segundo do Paraná e o terceiro lugar do País e o segundo do Estado.

Ao fazer as considerações sobre o desempenho da UEM, o pró-reitor de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PLD), João Marcelo Crubellate, entende que a instituição “teve um desempenho de destaque mundial no THE Impact Ranking, se classificando entre as 50 melhores universidades do mundo em três ODS. No ranking geral, a UEM está entre as 200 melhores instituições do mundo e em terceiro lugar entre as IES do País”.

Para ele, é importante destacar que o bom desempenho em alguns ODS está também relacionado à concorrência, ou seja, ao desempenho relativo das demais universidades. “Isso pode ser observado pelo escore do ODS 16 “Paz e Justiça” (72,5), maior que o ODS2, mas deixando a UEM entre 101-200 no ranking”, sintetiza.

Como a metodologia de análise do ranking é subjetiva e qualitativa, não é possível afirmar claramente quais os pontos fortes e pontos fracos da UEM em relação às demais instituições.

As análises técnicas sobre a performance da UEM foram feitas pelo chefe da Divisão de Planos e Informações da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional, Bruno Montanari Razza.

As informações foram divulgadas pela Assessoria de Comunicação da UEM.

https://maringapost.com.br/cidade/2020/04/23/uem-esta-entre-as-50-melhores-instituicoes-do-mundo-em-tres-quesitos-de-ranking-ingles/

O projeto de Educação Financeira Sustentável busca oferecer um equilíbrio entre ganhos e gastos/ Divulgação UEM

O curso de Economia da Universidade Estadual de Maringá (UEM) está oferecendo de forma gratuita ajuda no planejamento da economia familiar. Em meio à pandemia do coronavírus, muitas famílias foram abaladas economicamente devido às medidas do isolamento social.

O projeto de Educação Financeira Sustentável busca oferecer um equilíbrio entre ganhos e gastos. Os atendimentos serão feitos individualmente, com tutorias a distância, respeitando todas as regras de proteção expressas pela Organização Mundial da Saúde.

Por vídeo, mensagens ou ligações, a pessoa vai expor as dificultantes da família e, a partir daí, será montado um planejamento econômico.

A ajuda se estende tanto para a comunidade interna quanto externa da universidade. A principio, as orientações serão feitas por três professores do curso de Economia e terá como foco a relação do projeto de vida pessoal e noções de investimentos.

“A sociedade em geral entrou nessa crise sem preparo algum, sem ao menos um fundo emergencial. A educação financeira serve para ir se preparando. Ela faz com que as pessoas despertem para a necessidade dos próprios recursos”, explica o coordenador do projeto, Antônio Zotarelli.

As pessoas interessadas devem entrar em contato por meio do WhatsApp 99923-9965 para realizar o agendamento e atendimento.

Com foco em noções de investimento, Zotarelli explica que a economia familiar ajuda o indivíduo a formar patrimônio a longo prazo, criando uma independência do governo.

“Quando você faz um projeto de vida, você planeja algum sonho para o futuro, uma casa na praia, uma chácara de lazer, e isso você só consegue se fizer com planejamento”, diz o economista.

Uma parte importante destacada pelo coordenador do projeto é de que as ações não devem ser engavetadas, mas sim executadas por todos da casa. “Toda a família fazer parte do projeto econômico. Não é só o pai ou a mãe. Toda família tem que ter sua reserva financeira”, conta o especialista.

Zotarelli ainda diz que segundo economistas, essa crise criada pelo coronavírus está longe de acabar. “Especialistas têm expectativas de uma recessão em nível mundial. Alguns acreditam que só voltaremos a se recuperar em 2027 ou 2030.”

Em momentos de crise, a única sai possível é aprender e esperar passar. A falta do hábito de poupar desde criança é o que torna os adultos irresponsáveis financeiramente, acredita o economista.

“Não temos disciplinas que nos ensinem a economizar nas escolas. A crise está deixando alguns ensinamentos, mesmo com um horizonte nublado pela frente”, diz Zotarelli.

O hábito mais comum para quem deseja se estabelecer economicamente é poupar. Em média uma pessoa deve seguir o orçamento mensal e guardar no mínimo 10% do salário. Já para montar um bom fundo emergencial, é essencial que tenha dinheiro para se manter sem trabalhar por até seis meses.

“Muitas vezes as pessoas caem em gastos muito supérfluos. Antes de fazer qualquer compra é necessário um filtro de três perguntas: eu quero? Eu posso? Eu preciso? A partir daí você vê se é uma necessidade ou desnecessário”, recomenda o economista.

Mesmo com o foco do projeto sendo economia familiar, a organização dos gastos familiares pode ajudar até mesmo nos negócios e outros setores da economia.

“O conceito de microempresário e família são papeis que andam lado a lado. Com a sociedade toda poupando, esse dinheiro entra no mercado financeiro. Ajudando os bancos a terem mercado de capital, diversas atividades serão financiadas pelo grupo”, explica  Zotarelli.

https://maringapost.com.br/cidade/2020/04/22/curso-de-economia-da-uem-oferece-orientacoes-financeiras-a-familias-atingidas-pela-crise-do-coronavirus/

Dos 1.777 professores e associados da Aduem, 321 responderam o questionário / UEM

Pesquisa realizada pela Associação dos Docentes da Universidade Estadual de Maringá (Aduem) mostrou que a maioria dos professores, 57,9%, é a favor da manutenção do calendário acadêmico da UEM, enquanto 42,1% é contra.

Os docentes também foram consultados sobre a implementação de aulas e atividades a distância. Nessa questão, as respostas ficaram divididas: 37,7% responderam que são a favor, 28,3% são contrários e 34% disseram que depende. O questionário ficou aberto para que os professores opinassem sobre estratégias pedagógicas que podem ser adotadas durante a pandemia de coronavírus.

A consulta ocorreu entre 17 e 20 de abril por meio de um questionário enviado apenas aos docentes ativos e aposentados via e-mail e WhatsApp. Dos 1.777 professores e associados da Aduem, 321 responderam o questionário. A pesquisa tem margem de erro de 4,95% e 95% de confiabilidade.

De acordo com o professor da UEM e um dos coordenadores da pesquisa, Fabrízio Meller da Silva, o objetivo da pesquisa foi produzir informações para o Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão da UEM (CEP). Existe a expectativa de que o órgão se reúna na próxima semana para discutir a continuidade ou não das atividades acadêmicas.

“É uma forma de consolidar algumas informações de maneira institucional e entregar para os verdadeiros tomadores de decisões, que são os conselheiros do CEP”, afirmou Fabrízio da Silva.

As aulas presenciais do ano letivo de 2020 da UEM estavam previstas para começar em 6 de abril. No entanto, em atendimento ao decreto estadual que determinou a suspensão das aulas na rede pública e privada, a universidade suspendeu o início das atividades presenciais de ensino.

Nesta quarta-feira (22/4), às 14h, a Câmara de Graduação, Extensão e Educação Básica e Profissional, que é um órgão de instância inferior ao CEP, vai discutir a alteração do calendário acadêmico e a possibilidade da instituição adotar um regime especial de ensino durante a pandemia de coronavírus.

A UEM também realiza uma consulta online junto aos alunos de graduação e aos professores. A ideia é fazer um levantamento sobre a disponibilidade dos recursos tecnológicos e materiais, assim como o nível de conhecimento da comunidade interna sobre o uso de plataformas digitais.

A partir dos resultados da pesquisa, a Aduem também apresentou um relatório com pontos fortes, pontos fracos, oportunidades e ameaças sobre a adoção de atividades de ensino não presenciais. Entre os pontos fortes, a pesquisa cita o fato da UEM disponibilizar moodle para as disciplinas presenciais, a preocupação com os alunos e outros aspectos.

No entanto, o levantamento também destaca o acesso desigual dos alunos às tecnologias digitais, falta de funcionários e infraestrutura na instituição e a pouca experiência de alguns professores com as tecnologias digitais no processo de ensino-aprendizado.

Para o professor da UEM, Fabrízio Meller da Silva, as aulas remotas podem trazer prejuízos à qualidade de ensino, mas frente à pandemia de coronavírus e a necessidade de isolamento social, a ausência do ensino pode ser mais prejudicial ainda.

“O ensino presencial, o contato dos professores com os alunos em sala de aula, é uma metodologia de melhor padrão de qualidade possível. Mas nesse momento de exceção que vivemos, o que se torna mais prejudicial seria a ausência de ensino. O fato de manter os alunos ativos intelectualmente, de repente, pode contribuir para a saúde emocional”, disse o professor.

https://maringapost.com.br/cidade/2020/04/22/58-dos-professores-sao-a-favor-da-manutencao-do-calendario-academico-da-uem-aponta-pesquisa-da-aduem/

Cultura da soja é uma das predominantes na região /Agência Estadual de Notícias

Oito pesquisadores do Programa de Pós-Graduação em Administração (PPA) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) verificam como a pandemia de covid-19 está trazendo impactos à área de agronegócio e cadeias produtivas, de modo a popularizar essas informações e contribuir com o setor.

Por meio de buscas diárias, os estudiosos levantaram, até o momento, aproximadamente 200 publicações, separadas em seis eixos, para análise e discussão.

Para ter acesso ao andamento da pesquisa, acesse este link aqui.

“Este momento nos leva a buscar entender os diferentes contextos, e compreender como as estratégias são ou devem ser pensadas e repensadas, considerando a vida do trabalhador no campo, dos envolvidos com as agroindústrias, dos distribuidores de alimentos e do consumidor final”, escrevem os pesquisadores.

“Para atender à população de forma continuada e promover a sustentabilidade da atividade, nos diversos caminhos por onde nascem e passam os alimentos, ações emergenciais e de sustentação exigem que informações claras e recorrentes sejam apresentadas”.

De acordo com a docente Sandra Schiavi, uma das líderes do grupo, os pesquisadores estão compilando trabalhos científicos, reportagens jornalísticas, cartilhas e relatórios técnicos de instituições como o Banco Mundial, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) e a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO, na sigla em inglês).

Os macroassuntos são: 1) Impactos socioeconômicos; 2) O papel do Estado; 3) Trabalho em cadeias produtivas; 4) Saúde e segurança do alimento; 5) Suprimento e segurança alimentar; 6) Incertezas e perspectivas.

“Os seis eixos podem sofrer mudança a depender das demandas externas que chegarem”, explica Sandra Schiavi, também docente do Programa de Pós-Graduação em Ciências Econômicas (PCE).

Para os pesquisadores, é fundamental “oferecer subsídios para ações estratégicas e de suporte ao agronegócio no Estado do Paraná e na região de Maringá, de forma a manter sua capacidade e definir caminhos para o efetivo enfrentamento ao desafio que essa situação gerou”.

Além de Sandra Schiavi, o grupo é liderado pelo professor José Paulo de Souza. Ambos são do PPA da UEM e membros do Grupo de Estudos em Estruturas Coordenadas (GECor) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Estudantes do PPA também participam da pesquisa: Priscila Duarte Malanski (pós- doutorado); Amanda Ferreira Guimarães, Daniel Teixeira dos Santos Braz e Mariana Augusta de Souza (doutorado); Mariela Meira Caunetto e Priscilla Tiara Torrezan Chaves (mestrado).

https://maringapost.com.br/cidade/2020/04/21/pesquisadores-estudam-impactos-da-covid-19-no-agronegocio-e-cadeias-produtivas/

Uso dos novos leitos depende de equipamentos e da contratação de mais profissionais / Divulgação/UEM

O reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM) se reuniu nesta segunda-feira (20/4) com a superintendente do Hospital Universitário (HUM), o prefeito de Maringá e outros representantes de entidades e de cidades da região, para pedir a ativação imediata de 108 leitos do HUM. Os leitos auxiliariam dezenas de municípios da região na luta contra o coronavírus.

A ativação, de 30 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e 78 leitos de enfermaria, depende de liberação do governo estadual. Segundo a universidade, falta recursos para aquisição de equipamentos e mobiliário, além da urgência na liberação para contratar mais médicos, enfermeiros e pessoal de apoio.

Segundo o presidente da Associação de Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep), Romualdo Batista, os prefeitos da região estão preocupados com a liberação desses leitos para que possam receber possíveis pacientes contaminados pela Covid-19 na região.

“O Hospital Universitário é referência de atendimento para todo a região. Nesse sentido, a associação, junto ao governo municipal, busca recursos estaduais, no intuito de auxiliar a estruturação do HUM”, afirma Batista.

No atual cenário vivido por Maringá e regão, devido à pandemia do coronavírus, todas as ações da UEM estão voltadas para área da saúde. Segundo o reitor da universidade Julio Damasceno, esse é um momento de união com a Amusep para realizar a tão aguarda ativação dos 108 leitos.

A inauguração da ala com os 108 novos leitos do HUM se ocorreu em 2018, no governo Cida Borghetti (PP), mas o prédio foi entregue vazio. Dois anos depois, os leitos ainda continuam desocupados.

A nova área do HU foi criada para funcionar como a Clínica para Adultos do hospital. São mais de 8 mil m². A perspectiva é que o espaço possa dobrar a capacidade de atendimento aos pacientes.

A obra teve início em 2016, na gestão do reitor Mauro Baesso, e custou cerca de R$ 18,6 milhões. Os recursos foram disponibilizados pela Secretaria de Estado da Saúde e Fundo Estadual de Saúde.

https://maringapost.com.br/cidade/2020/04/20/uem-amusep-e-prefeitura-de-maringa-cobram-do-governo-do-estado-ativacao-dos-108-leitos-do-hospital-universitario/

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