Sidebar

18
Qui, Jul

Edição de 2017 do EnTenda Economia de Maringá / Divulgação Corecon/PR

Na segunda-feira (13/8) tem dicas sobre dinheiro na Praça Raposo Tavares. Das 10 horas às 16 horas, economistas, professores e acadêmicos participam da 9ª edição do EnTenda de Economia e vão atender gratuitamente à população.

Serão oferecidas orientações para a negociação de dívidas, informações sobre os melhores investimentos, entre outros serviços. Terá auxílio para elaboração de currículos, sorteio de bolsas de estudo, divulgação de vagas de estágio e emprego, simulação de financiamentos e esclarecimentos sobre a abertura e impostos do Microempreendedor Individual (MEI).

Durante o evento, o Programa Bom Negócio Paraná vai abrir uma turma com curso de qualificação gratuita entre os participantes. Quem quiser, também poderá aproveitar para fazer uma consulta gratuita ao SPC e vai ter esclarecimentos sobre o Programa Nota Paraná, de restituição de crédito em compras com notas fiscais.

O evento é organizado pela Delegacia Regional do Conselho Regional de Economia do Paraná (Corecon/PR) e marca a comemoração do Dia do Economista.

Haverá a participação de economistas, professores e acadêmicos dos cursos de economia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Faculdade Cidade Verde e UniCesumar.

Para incentivar o consumo consciente e o melhor controle das finanças pessoais, vão ser distribuídas gratuitamente de 3.000 cartilhas do projeto “EnTenda de Economia: dicas para o consumo consciente”.

O cartilha traz dicas sobre o orçamento doméstico, renegociação de dívidas e investimentos. O impresso foi elaborado pelos alunos e professores de economia da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em parceria com o (CORECON/PR), em 2009.

O Procon vai prestar atendimento e orientações para pessoas endividadas e com problemas para negociar com bancos, que poderão ter o apoio do órgão como intermediador.

Os empresários e pessoas físicas também poderão consultar linhas de créditos e opções de investimentos com entidades de crédito como a Noroeste Garantias, Sicredi e Coopercred.

Veja abaixo a relação de participantes

Corecon Paraná – Conselho Regional de Economia do Paraná

UEM – Universidade Estadual de Maringá

FCV – Faculdade Cidade Verde

UniCesumar / EAD UniCesumar

Secretaria de Educação do Estado

Programa Bom Negócio Paraná – UEM

Codem Maringá – Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá

ACIM – Associação Comercial e Empresarial de Maringá

Noroeste Garantias – Sociedade de Garantia de Crédito

Proe Estágios

Agência do Trabalhador

Receita Estadual (Nota Paraná)

CAIXA AQUI (Minha Casa, Minha Vida)

Procon Maringá

Sicredi União PR/SP

Cooper Card

ABRH PR Regional Noroeste

Bv Financeira

Sala do Empreendedor Maringá

SEBRAE/PR

Prefeitura de Maringá

Secretaria de Serviços Públicos

Secretaria Municipal de Inovação e Desenvolvimento Econômico – SEIDE

Sanepar

https://maringapost.com.br/cidade/2018/08/11/segunda-feira-com-dicas-sobre-dinheiro-na-praca-raposo-tavares-orientacoes-sobre-dividas-e-investimentos-marcam-o-dia-do-economista/

Pica-pau da cabeça amarela no Parque do Ingá / Divulgação

Pesquisadores e acadêmicos de Biologia vão acompanhar visitantes em passeios para a observação de aves do Parque do Ingá. As pessoas que se inscreverem no circuito terão a oportunidade de conhecer características físicas, hábitos alimentares, distribuição geográfica e outras informações sobre as aves.

O projeto é chamado de 1º Passaringá. O evento, criado com o objetivo de sensibilizar a comunidade para a preservação em área urbanas, será realizado no domingo (19/8), das 8 horas às 12 horas. O percurso será feito em grupos de até 20 visitantes e terá duração de 30 minutos.

Entre as aves que habitam o Parque do Ingá e que poderão ser encontradas no passeio, tem o sabiá-laranjeira, gralha-picaça, garça-branca, juruva, pica-pau da cabeça amarela, alma-de-gato, andorinha do rio e diversas outras espécies.

A doutoranda em Biologia Comparada da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Priscila Esclarski, cita uma outra espécie importante, a coruja do mato, que se encontra na lista de espécies ameaçadas de extinção no Paraná.

“É uma ave noturna de grande porte, predadora de espécies de pássaros menores e de roedores, com isso, a coruja do mato desempenha um importante papel para o controle populacional do parque”, explica.

Durante o evento, também vai ser discutida a importância da preservação da arborização urbana e de corredores de ligação entre as áreas verdes remanescentes da cidade para a sobrevivência de aves e outras espécies da fauna.

“Muitos estrangeiros vêm ao Brasil para observação das aves. O evento no Parque do Ingá despertará a curiosidade e estimulará a atividade que é mais intensa fora do país”, explica a doutoranda.

No 1º Passaringá, os participantes realizarão um pequeno percurso no interior do parque, em pontos estratégicos escolhidos pelos pesquisadores. A sugestão dos organizadores é o uso de roupas e sapatos confortáveis, de passar repelente e de levar, se possível, câmeras fotográficas e binóculos para observar os animais.

O evento para a observação das aves do Parque do Ingá é aberto a todas as idades e as vagas são limitadas. Menores de 12 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis. As inscrições são gratuitas e são feitas por meio deste link. É pedida a doação de um quilo de alimento não-perecível, no dia do evento, para a distribuição entre entidades assistenciais.

A organização é uma parceria da Secretaria Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema), por meio da Gerência do Parque do Ingá, do Programa de Pós-Graduação em Biologia Comparada da Universidade Estadual de Maringá e da graduação do Unicesumar.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/08/10/pesquisadores-e-academicos-vao-acompanhar-visitantes-em-observacoes-de-aves-do-parque-do-inga-saiba-como-participar-do-percurso/

Fonte: Revista Veja

Na manhã desta segunda-feira (23/7), aconteceu o segundo dia de provas do vestibular da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Foi o dia da redação e o tema foi a amizade e os desafios que os diferentes posicionamentos ideológicos e políticos trazem às relações.

Para auxiliar os estudantes, foram apresentados dois textos sobre a amizade. O primeiro é um artigo de opinião de uma blogueira do site Universa, Luiza Sahd, intitulado “Amizade que termina por causa de política era amizade mesmo?”. O artigo trata sobre o “discutir política” em grupos de amigos.

“(…)Já aconteceu com todo mundo: seu amigo manifesta uma opinião sobre partidos ou políticas públicas na internet e você entra em uma espiral de choque, decepção, repugnância e tristeza por pensar exatamente o oposto do que ele defende com tanta paixão. Sabe por quê? Você não está sabendo observar e escutar esse amigo. Todos os dias, ele te dá pistas concretas de que ele é tudo isso aí que você leu no Face dele mesmo(…)”

O segundo texto expôs um trecho da música “Amigo”, de Roberto Carlos. A letra conta a história de amor e companheirismo de dois amigos e a dedicação de um com o outro.

“Você meu amigo de fé, meu irmão camarada

Amigo de tantos caminhos e tantas jornadas

(…)

Às vezes em certos momentos difíceis da vida

em que precisamos de alguém pra ajudar na saída

A sua palavra de força, de fé e de carinho

Me dá a certeza de que eu nunca estive sozinho

(…)

Você me diz as verdades com frases abertas

Amigo, você é o mais certo das horas incertas

(…)

Não preciso nem dizer tudo isso que eu lhe digo,

Mas é muito bom saber que eu tenho um grande amigo.”

Dada as duas referências, os estudantes tinham que redigir dois textos. Um, uma carta pessoal para um amigo com o qual o aluno teria tido um desentendimento por uma divergência de opinião e sentindo falta, tinha que tentar restabelecer a amizade.

O outro, um artigo de opinião sobre a amizade entre amigos que seguiram caminhos diferentes na vida e que assumem gestos políticos opostos diante da sociedade. Ambos deveriam ter no mínimo 10 linhas e no máximo 15.

A Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU) explica que o tema da redação, bem como toda a prova do vestibular, é elaborada por um trio de docentes da UEM, sendo dois elaboradores e um revisor.

O assunto parece ter agradado os professores. Eles entendem que, apesar da aparência  fácil, o tema exige conhecimento teórico e linguístico dos estudantes.

A professora de redação do colégio Platão, Lu Oliveira explica que conversa muito com seus alunos sobre a diferença entre os temas de redação do vestibular da UEM em relação a outras universidades públicas e do ENEM.

“Enquanto algumas trazem temas políticos, econômicos ou de manchetes de jornais, a UEM tem trazido nos últimos anos assuntos mais relacionados ao comportamento e relações humanas”, explica a professora Lu Oliveira.

“Não é um tema de grande relevância, mas tem a ver com o comportamento. Isso que é bacana, mostrar o quanto é possível ter uma relação com alguém”, afirma a professora.

Ela ressalta, ainda, que “mandar o estudante fazer um artigo de opinião ajuda a mensurar a capacidade linguística de alguém que quer entrar na universidade, ele precisa mostrar seu poder de argumentação. Já a carta parece um gênero fácil, porém o desafio está em atender o comando de produção exigido na prova”.

Para o professor universitário com pós-doutorado em literatura pela USP, Sílvio Ruiz Paradiso, o tema tem muito a ver com o momento político e social do Brasil.

“Desde as últimas eleições houve uma certa polarização política no Brasil e essa polarização trouxe bastante hostilidade nas relações entre as pessoas, que passaram a perceber que relações de amizade poderiam ser destruídas por posicionamentos políticos e ideológicos”.

Ele explica que um tema como esse é uma via de mão dupla. “A palavra amigo vem do latim, amicum. Tem sua raiz no verbo amar, portanto ser amigo é amar além dessas diferenças. Por outro lado, ser amigo é pertencer a um grupo social, onde estão as afinidades. O aluno tem que saber balancear os dois olhares”.

O vestibular de inverno 2018 da UEM termina nesta terça-feira (24/7) com a prova de conhecimentos específicos de cada área. A lista dos aprovados será divulgada no dia 30 de agosto.

O tema do vestibular de verão de 2017 foi o uso do celular e a influência em suas relações interpessoais.

13,6% desistem do vestibular de inverno da UEM

O índice de desistência no primeiro dia do vestibular foi de 13,1%. No segundo dia, o índice subiu para 13,6%. “Isso é sempre esperado. Amanhã (quarta-feira) vai ser um pouco mais elevado. Esse dado é histórico, o candidato vem no primeiro dia e dependendo do desempenho que ele acredita que teve, ele já não vem no segundo, nem no terceiro”, afirma a professora e coordenadora do CVU, Maria Raquel.

Ainda segundo dados da comissão, as provas têm acontecido de forma bem tranquila e com pouco registro de atrasos. “Graças ao aplicativo que fizemos e o plantão no sábado, houve pouquíssimas ocorrências de atraso. Se aconteceu, não foi nada significativo”, diz.

Se inscreveram no vestibular de inverno da UEM 15.940 estudantes de diversos locais do Brasil, para concorrer a 1.492 vagas. O curso mais concorrido no vestibular de inverno da UEM é Medicina, com relação de 336.9 candidato/vaga para não cotista e 206.3 para cotistas. Veja aqui a concorrência de todos os cursos.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/07/23/tema-do-vestibular-de-inverno-da-uem-foi-a-amizade-e-os-desafios-que-os-diferentes-posicionamentos-ideologicos-e-politicos-trazem-as-relacoes/

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) desenvolveu um aplicativo para a 12ª Mostra de Profissões. Para a edição de 2018, haverá apenas uma versão para Android. O App Profissões UEM já pode ser baixado na loja do Google Play.

Com a tecnologia, os estudantes terão condições de acessar pelo celular o resumo dos curso, o tempo de conclusão, o objetivo e informações sobre a atuação profissional. Quem for visitar a mostra de profissões também terá acesso aos mapas dos locais de realização do evento.

Até 2017, o material de divulgação do evento era impresso e tinha o formato de livreto. Segundo a UEM, o uso do aplicativo para a 12ª Mostra de Profissões permitiu a economia de R$ 15 mil em serviços gráficos, além de reduzir o impacto ambiental.

O aplicativo foi desenvolvido dentro da universidade e a expectativa é que a novidade atrai mais o interesse dos jovens, antenados em novas tecnologias. “A informação está muito mais atrativa, intuitiva e interativa”, destaca o analista de informática da Comissão de Vestibular Unificado (CVU/UEM), Giancarlo Lucca, que desenvolveu o App.

“A identidade visual da Mostra de Profissões foi mantida. O aplicativo entrega todas as informações que os visitantes precisam e respeita a política ambiental da UEM”, ressalta André Scarate, coordenador de promoção e relações públicas da Universidade.

A versão eletrônica foi idealizada pela Coordenadoria de Promoção e Relações Públicas (CPR), vinculada à Assessoria de Comunicação Social (ASC), e desenvolvido em parceria com a CVU e Diretoria de Ensino de Graduação (DEG) da Pró-Reitoria de Ensino (PEN).

A mostra de profissões é organizada pela DEG e foi criada para divulgar os cursos que são oferecidos pela UEM. Além disso, é uma estratégia para que os jovens façam uma escolha mais consciente do curso universitário, ampliando a visão e as perspectivas em relação à universidade e aos diversos campos profissionais.

UEM espera por 20 mil visitantes nos diferentes campus

A estimativa é que a edição de 2018 receba 20 mil pessoas nos diferentes campus. O evento tem a participação de acadêmicos da UEM, que trabalharam como monitores, coordenadores de cursos, pró-reitores, tutores do PET (Programa Especial de Treinamento) e coordenadores do PIBID (Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência).

“A Mostra de Profissões tem características sociais extremamente relevantes para Maringá e cidades vizinhas, atingindo ainda o interior dos Estados de São Paulo e do Mato Grosso do Sul, dos quais muitos alunos prestam vestibular ou o processo de seleção pelo PAS”, afirma a pró-reitora de Ensino, Ana Obara.

Entre os dias 2 e 24 de agosto, o evento ocorre nos campus regionais de Cianorte, Goioerê, Ivaiporã, Umuarama e Cidade Gaúcha. Em Maringá, a 12ª Mostra de Profissões ocorre nos dias 30 e 31 de agosto no CAP (Colégio de Aplicação Pedagógica da UEM), localizado dentro do campus sede da instituição.

A visita é aberta ao público. Para os colégios e escolas é necessário fazer o agendamento via formulário eletrônico no site do evento.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/07/21/uem-inova-e-desenvolve-aplicativo-para-a-12a-mostra-de-profissoes-tecnologia-reduz-impacto-ambiental-e-se-aproxima-de-jovens/

Provas começam neste domingo 22/7 (Imagem/Reprodução ASC UEM)

Os cinco cursos mais concorridos no vestibular de inverno 2018 da UEM (Universidade Estadual de Maringá), que começa neste domingo (22/7) e termina na terça-feira (24), são exatamente os mesmos dos vestibulares de julho de 2017 e 2016: Medicina, Odontologia, Arquitetura e Urbanismo, Direito e Medicina Veterinária.

Por outro lado, os cursos menos concorridos também permanecem sendo os mesmos, os com habilitação em licenciatura: História, Física, Letras, Filosofia e Química. Os cinco cursos que lideram o ranking tiveram 27.535 inscritos nos últimos três anos enquanto que os cinco voltados à formação de professores tiveram apenas 1.516.

No vestibular desde ano, com 15.940 inscritos para 1.492 vagas, de uma forma geral a concorrência está cerca de 11% menor do que os dois últimos, de 2016 e 2017. E, comparando os números do vestibular de agora com os dois últimos, a redução na procura se dá de forma mais acentuada justamente nos de licenciatura.

Enquanto os cinco mais concorridos sofreram uma queda de 10% no número de inscritos de 2016 para 2018, os cinco menos disputados tiveram uma baixa de 32%. A conclusão a que se chega, por uma infinidade de motivos, que vão desde vocação à realidade sócio-econômica caracterizada por uma desigualdade abissal, é que o jovem prefere ser doutor a professor.

Para possibilitar uma visão mais detalhada sobre as preferências nos vestibulares de inverno da UEM, o Maringá Post produziu um ranking dos três últimos anos, com os cinco cursos mais concorridos e com os cinco menos procurados. Os números não foram divididos por cotas e no curso de Direito, foi somado o número de vagas e de inscritos dos períodos matutino e noturno.

Alguns cursos de graduações oscilaram nas posições do ranking, enquanto outras se mantiveram estáveis. Medicina, por exemplo, se manteve no topo do ranking nos três vestibulares da UEM e Veterinária também esteve o tempo todo na quinta colocação. Os deslocamentos se deram no segundo, terceiro e quarto lugares.

Rankings dos cursos mais concorridos na UEM:

Vestibular de Inverno 2016

1º Medicina: 4.488 inscritos e concorrência de 280,5

2º Arquitetura e Urbanismo: 901 inscritos e concorrência de 56,3

3º Odontologia: 743 inscritos e concorrência de 46,4

4º Direito: 2.495 inscritos e concorrência de 46,4

5º Medicina Veterinária: 578 inscritos e concorrência de 36,1

Vestibular de Inverno 2017

1º Medicina: 5.533 inscritos e concorrência de 345,8

2º Odontologia: 831 inscritos e concorrência de 51,9

3º Arquitetura e Urbanismo: 685 inscritos e concorrência de 42,8

4º Direito: 2.559 inscritos e concorrência de 39,9

5º Medicina Veterinária: 504 inscritos e concorrência de 34,8

Vestibular de Inverno 2018

1º Medicina: 4.999 inscritos e concorrência de 312,4

2º Odontologia: 609 inscritos e concorrência de 38,06

3º Direito: 1.767 inscritos e concorrência de 27,6

4º Arquitetura: 437 inscritos e concorrência de 27,3

5º Medicina Veterinária: 406 inscritos e concorrência de 25,3

Concorrência caiu nos cursos de licenciatura

Vestibular de Inverno 2016

1º História: 272 inscritos e concorrência de 8,5

2º Física: 146 inscritos e concorrência de 6

3º Letras: 87 inscritos e concorrência de 5,4

4º Filosofia: 47 inscritos e concorrência de 2,9

5º Química:  51 inscritos e concorrência de 2,8

Vestibular de Inverno 2017

1º História: 225 inscritos e concorrência de 7

2º Letras: 79  inscritos e concorrência de 4,9

3º Física: 108 inscritos e concorrência de 4,5

4º Química: 50 inscritos e concorrência de 2,7

5º Filosofia:  42 inscritos e concorrência de 2,6

Vestibular de Inverno 2018

1º História: 195 inscritos e concorrência de 6

2º Física: 84 inscritos e concorrência de 3,5

3º Letras: 51 inscritos e concorrência de 3,1

4º Química: 43 inscritos e concorrência de 2,3

5º Filosofia: 36 inscritos e concorrência de 2,2

Cursos sofrem desvalorização contínua

A pós-doutora em Educação Escolar, Eliane Maio, é professora há 20 anos nos cursos de licenciatura da UEM e percebe que o número de estudantes vem caindo. Segundo ela, as justificativas dos estudantes para não seguirem na carreira da educação são várias: “Ganha-se pouco” ou “não vamos conseguir aula”.

Eliane afirma que nenhum curso deve ser desvalorizado, mas que em comparação com outras graduações, os cursos de licenciatura sofrem uma “desvalorização contínua”. Para ela, um dos motivos do descrédito de cursos voltados para a educação são os esteriótipos de que determinadas profissões podem trazer sucesso ou dinheiro mais rápido.

“Odonto, por exemplo, é retratado com fotos de pessoas bem vestidas, sempre com um empoderamento que a mídia dá para essas áreas. Os professores são notícia por causa de greves, baixos salários ou que tiveram descontrole em sala de aula. Ainda há por trás esse esteriótipo de que estudantes de cursos concorridos serão profissionais bem sucedidos, mas e as outras profissões? Também podem ser valorizadas.”

De acordo com o Ministério da Educação, apenas 2% dos jovens que saem do ensino médio escolhem ser professores. Segundo Eliane Maio, são necessários mais incentivos na educação, palestras, encontros e mostras de profissões para “fazer com que o jovem se aproxime das licenciaturas por meio de informação”.

Durante as aulas nos cursos de licenciatura, a professora faz um exercício simples e pergunta para os universitários quais as lembranças que eles têm do professor que tiveram no primeiro ano da educação básica:

– A primeira que lembram é o afeto, o carinho. Pouco lembram da parte técnica.

Eliane Maio defende que para os alunos da educação básica tornarem-se futuros profissionais da educação, é necessário incentivo dos próprios professores.

– O que faz o jovem ter a vontade de ser professor seria esse olhar de afeto que os professores tem pela profissão. O jovem termina o ensino médio com 17 anos e está em construção de personalidade e da busca profissional. Ele precisa de modelos positivos que possam trazer um olhar agradável para a licenciatura.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/07/19/vestibulando-da-uem-quer-ser-doutor-e-nao-professor-apesar-da-concorrencia-geral-na-selecao-que-comeca-domingo-ter-caido-nos-cursos-de-licenciatura-queda-foi-maior/

Mais Artigos...