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Qui, Jul

Pesquisador do INPI em palestra no NIT/UEM / Divulgação

Nesta terça-feira (25/9), o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) comemora dez anos. Para celebrar, vai ser feita a entrega simbólica de mais quarto cartas-patentes e dez registros de computador obtidos nos últimos meses.

Com os novos registros emitidos pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que é o órgão responsável pela gestão do sistema brasileiro de concessão e garantia de direitos de propriedade intelectual para a indústria, a UEM chega a 14 cartas-patentes.

Além disso, a instituição aguarda a avaliação pelo INPI de outros 101 pedidos de patente. Em relação aos programas de computador, a UEM eleva para 23 a quantidade de registros concedidos.

O evento será nesta terça (25/9), no auditório do NIT/UEM, ao lado do Bloco B09, a partir das 15h30. A cerimônia vai contar com a presença dos inventores e autores agraciados, dos membros do Conselho Técnico do NIT, dos professores e outras autoridades.

Para Graciette Matioli, assessora especial do NIT/UEM, a entrega das cartas-patentes e certificados ligados à propriedade industrial é de muita importância para a universidade.

“É uma oportunidade para comemorarmos os dez anos de existência do NIT/UEM e, também, homenagearmos nossos pesquisadores”, diz.

Gracietti destaca o esforço de todos os envolvidos nas conquistas. “A união de todos tem colaborado muito para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras em nossa instituição. Além disso, é um momento especial para partilharmos com nossos docentes a necessidade e importância da transferência dessas tecnologias para o setor produtivo”, afirma Matioli.

No mês de junho, o NIT/UEM lançou um Catálogo de Propriedade Intelectual. O documento apresenta doze cartas-patentes concedidas pelo INPI e descreve 94 pedidos que aguardam análise. O catálogo pode ser acessado aqui.

O NIT/UEM foi criado em 2008. É vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PPG) e tem como finalidade principal a gestão da política institucional de inovação e propriedade intelectual, bem como a inserção da UEM no processo de inovação nacional. Acesse aqui a página do NIT/UEM na internet.

https://maringapost.com.br/negocios/2018/09/24/nucleo-de-inovacao-tecnologica-da-uem-comemora-dez-anos-evento-marca-conquista-de-mais-quatro-cartas-patentes-e-dez-certificados-de-registro-de-programa-de-computador/

Moradores de rua concentrados próximo à esquina com a Rua Fernão Dias, considerado ponto seguro pela proximidade de serviços assistenciais / Murilo Gatti

A quarta pesquisa sobre os moradores de rua de Maringá, organizada pelo Observatório das Metrópoles da Universidade Estadual de Maringá (UEM), começa a ser realizada nesta segunda-feira (24/9).

Durante a semana, nos períodos da manhã e tarde, a pesquisa vai ser feita nas entidades assistenciais e, nas noites de terça e quarta-feira, nas ruas do município.

A coleta de dados começa na segunda de manhã no Centro Pop Rua e segue a partir das 11 horas no Albergue Santa Luzia de Marillac. As duas entidades ficam na Rua Fernão Dias, o que atrai muitos moradores de rua para esta região da cidade.

A concentração é alvo de reclamações constantes e o caso é acompanhado de perto pelas autoridades desde o começo do ano.

O objetivo principal da investigação é identificar a quantidade e o perfil da população em situação de rua em Maringá. Todos os dados e informações geradas serão sistematizadas num relatório final comparativo (2015 a 2018), que será entregue ao poder público local para subsidiar ações em favor destas pessoas, e também será disponibilizado a todos os interessados.

Na pesquisa sobre os moradores de rua de Maringá realizada no ano passado, houve um aumento em comparação com o ano anterior. O Observatório contou 177 moradores de rua em Maringá, número bem superior aos 117 encontrados em 2016 e bem próximo dos 160 entrevistados em 2015.

No ano passado, de todos os moradores de rua entrevistados pelo Observatório das Metrópoles, 92,9% afirmaram que gostariam de sair das ruas. Para isto, colocam como necessidade básica um emprego e moradia.

“Estas são as grandes políticas públicas que precisam estar associadas, além do tratamento de saúde. A única forma de resolver é com ações que deem condições, continuidade e acompanhamento. É preciso aportar muito dinheiro público. Se não, não adianta”, diz a professora coordenadora do Observatório das Metrópoles, Ana Lúcia Rodrigues.

A Pesquisa Sobre População em Situação de Rua em Maringá tem o apoio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SASC), Centro de Referência Especializado para População de Rua (Centro Pop Rua), Ministério Público, além da participação de colaboradores de entidades e voluntários.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/09/23/quarta-pesquisa-sobre-os-moradores-de-rua-de-maringa-comeca-a-ser-feita-nesta-segunda-com-coleta-de-dados-no-centro-pop-rua-e-no-albergue/

 

 

 

A situação dos moradores de rua em Maringá vai ser verificada em nova pesquisa. No ano de 2017, foram identificados 177 moradores de rua na cidade, número bem superior aos 117 encontrados em 2016 e bem próximo dos 160 entrevistados em 2015.

Agora, o Observatório das Metrópoles da Universidade Estadual de Maringá (UEM) inicia os preparativos da quarta edição da Pesquisa Sobre População em Situação de Rua em Maringá. A primeira reunião preparatória foi realizada na quinta-feira (30/8), quando os pesquisadores e colaboradores começaram a discutir detalhes sobre preparativos e a coleta dos dados.

Segundo a coordenadora do Núcleo UEM/Maringá do Observatório das Metrópoles, Ana Lúcia Rodrigues, a finalidade do encontro foi definir a agenda de treinamento e atividades dos pesquisadores. A estimativa é cumprir no mês de setembro o processo de formação das equipes e, no mês de outubro, serão aplicados os questionários.

O objetivo principal da pesquisa é identificar a quantidade e o perfil da população em situação dos moradores de rua em Maringá. Serão analisados os motivos que levaram tais pessoas a estarem em situação de rua, as relações familiares, o modo como sobrevivem e como essa população percebe a sociedade em relação à pessoa em situação de rua.

Ao final da investigação, os dados e as informações serão sistematizadas num relatório final comparativo (2015 a 2018), que será entregue ao poder público local para subsidiar ações em favor destas pessoas. O resultado também será divulgado à população.

A iniciativa da pesquisa é do Observatório das Metrópoles e a coleta de dados ocorre em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social e Cidadania (SASC), Centro de Referência Especializado para População de Rua (Centro Pop Rua) e Ministério Público.

O trabalho também vai contar com a participação de colaboradores de entidades e voluntários das diferentes áreas de atuação junto a esta população, de outros órgãos municipais, assim como acadêmicos e profissionais das atividades pertinentes à execução do projeto.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/09/02/observatorio-das-metropoles-inicia-os-preparativos-para-a-quarta-pesquisa-sobre-moradores-de-rua-em-maringa/

Rua Deputado Ardinal Ribas, ao lado da UEM, que a prefeitura pretende duplicar / Google Maps

O primeiro passo para a duplicação da Rua Ardinal Ribas, ao lado da Universidade Estadual de Maringá (UEM), foi dado na sessão da Câmara de Vereadores nesta quinta-feira (13/9). O Executivo foi autorizado a fazer uma espécie de permuta com a instituição para viabilizar a obra.

Pelo projeto de lei, o Município vai doar para a UEM dois lotes na Avenida Colombo, que somam 710 m², avaliados em R$ 1,065 milhão. Em troca, posteriormente, a instituição doará à prefeitura por meio de lei estadual uma fração 2 mil m² do campus, avaliada em R$ 1,605 milhão.

A diferença de valores, R$ 539,4 mil, a prefeitura vai recompensar por meio da prestação de serviços, entre os quais a pavimentação asfáltica de 4.146 m² dentro do campus. Na mensagem de lei, o prefeito Ulisses Maia ressalta que a duplicação vai melhorar a mobilidade urbana na região.

A Rua Ardinal Ribas, com acesso pela Avenida Colombo, tem apenas duas quadras, ocupadas basicamente por unidades habitacionais, sendo que 90% delas têm mais de um pavimento. O projeto de lei foi protocolado na Câmara no dia 21 de agosto e aprovado por unanimidade nesta quinta.

No último artigo do projeto, consta que, obrigatoriamente, constará da escritura pública de doação, a cláusula de reversão ao patrimônio público municipal dos imóveis doados, com acessões e benfeitorias, se a UEM não cumprir as obrigações legais e contratuais previstas na lei.

https://maringapost.com.br/poder/2018/09/13/para-viabilizar-duplicacao-da-rua-ardinal-ribas-camara-de-maringa-autoriza-prefeitura-a-doar-710-m%C2%B2-para-a-uem/

Os novos vice-reitor Ricardo Dias e reitor Júlio Damasceno em pronunciamento após a proclamação do resultado das eleições na UEM nesta quarta-feira (5/9)

O atual vice-reitor Júlio Damasceno vence o segundo turno na UEM e é eleito o novo reitor da Universidade Estadual de Maringá. Revertendo o resultado do primeiro turno, a Chapa 3, da situação, superou a oposição por 5.008 a 4.060 votos obtidos pelo diretor do Centro de Ciências Sociais da Saúde, Roberto Cuman, da Chapa 2.

A contagem dos votos, no sistema paritário, foi feita nesta quarta-feira (5/9). A “Chapa 3 – Avançar e Inovar” é formada por Damasceno, professor do Departamento de Zootecnia, e Ricardo Dias Silva, chefe do Departamento de Arquitetura e Urbanismo, o novo vice-reitor. A apuração começou às 9h e terminou às 12h, no auditório do Dacese.

Placar final da apuração, que começou às 9h e terminou ao meio dia desta quarta-feira (5/9)

O professor Júlio Damaceno conseguiu 3.450 votos entre os estudantes, 791 entre os professores e 767 entre os agentes universitários. Já o professor Roberto Cuman conquistou 2.410 votos entre os discentes, 543 entre os docentes e 1.107 entre os técnicos. Brancos e nulos somaram 115 votos.

O número de votantes, 10.657, foi maior do que no primeiro turno, quando cerca de 9,2 mil compareceram às urnas. Neste turno, estavam aptos a votar 28.712 eleitores, sendo 24.688 alunos, 2.407 agentes universitários e 1.617 docentes. Votaram 7.379 estudantes, 1.921 técnicos universitários e 1.357 professores.

Considerando que no primeiro turno existiam duas chapas de oposição e uma de situação, e que a “Chapa 1 – Movimento UEM em Frente”, encabeçada por Ana Lúcia Rodrigues, passou a apoiar a Chapa 2, o resultado final reverteu a lógica e surpreendeu, graças a intensificação da campanha nos últimos dias, que elevou o número de votantes.

Cuman havia passado para o segundo turno com mais votos do que Damasceno. No primeiro turno, realizado no dia 21 de setembro, a “Chapa 2 – UEM de Todos”, fez 4.284 votos e a “Chapa 3 – Avançar e Inovar” obteve 3.744. Neste segundo turno, os estudantes fizeram a diferença, votando maciçamente na Chapa 3.

Professor Júlio Damasceno discursa após a proclamação do resultado das eleições: “Estou muito feliz”

Após a proclamação do resultado, o reitor eleito disse que “foi uma vitória difícil, apertada e bonita de ver”. Agradeceu aos concorrentes, que “valorizaram o processo eleitoral”, e afirmou que vai analisar as propostas apresentadas pelas outras chapas e “incorporar as boas ideias”. Disse que estava “muito feliz” e renovou os compromissos assumidos.

O Conselho Universitário se reunirá no dia 10 de setembro para homologar os nomes de Damasceno e Silva, que deverão ser nomeados pela governadora do Paraná, Cida Borghetti. A posse dos novos reitor e vice-reitor da UEM será no dia 10 de outubro, para um mandato de quatro anos, sem possibilidade de reeleição.

Damseceno ocupou a chefia do Departamento de Zootecnia da UEM e coordenou a Fazenda Experimental da UEM (1996-1997). Ingressou na carreira docente na UEM em 1993 e atualmente é Professor Associado C do Departamento de Zootecnia, membro do Programa de Pós-Graduação em Zootecnia e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Agrárias.

O que afirmou durante a campana eleitoral

Durante a campanha, destacou que “a UEM é uma universidade ‘multicampi’, além de Maringá estamos em outros 6 municípios. Isto implica em maior demanda de investimento por parte do governo do Estado, pois além da infraestrutura, esta condição implica maior demanda de servidores técnicos e docentes, ampliação de unidades de gestão para dar conta da maior complexidade dessa configuração e permitir maior autonomia aos campi”.

Lembrou que a atual gestão “promoveu um progresso nas relações da UEM com as lideranças regionais, fato demonstrado em diversos momentos em que defendemos a UEM contra os ataques à sua autonomia, quando a gestão atual reuniu-se diversas vezes com lideranças politicas, empresariais, sindicais, religiosas e comunitárias, resultando em importante apoio”.

Segundo ele, hoje a UEM conta com um déficit de, aproximadamente, 800 servidores técnicos e docentes que se aposentaram, faleceram ou se exoneraram, “sem contar com a necessidade de expansão do quadro para atender os diversos cursos criados na última década”.

Acrescentou que “este cenário compromete profundamente a qualidade dos cursos de graduação e de pós graduação da UEM, não permitindo o avanço dos cursos mais recentes e fragilizando os mais antigos. Quanto aos cursos de pós graduação, essa situação impede que novos programas sejam criados e colocam em risco as pós consolidadas”.

Afirmou que “há casos em que mais de 80% do quadro de professores de determinado programa de pós graduação da UEM se aposentará entre 3 a 5 anos. A qualidade dos serviços à comunidade também é muito prejudicada com essa situação”. Damasceno também lembrou que “embora a atual gestão tenha avançado consideravelmente para a continuidade das obras da UEM, ainda há muita a se fazer.

“Este trabalho precisa ser continuado em algumas obras ainda não inspecionadas. Quanto às obras já avaliadas e prontas para seguirem para os procedimentos licitatórios, realizaremos as ações políticas necessárias para viabilizar os recursos financeiros para a conclusão, que foram interrompidos na última gestão do governo do Estado”, acrescentou o reitor eleito.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/09/05/julio-damasceno-vence-o-segundo-turno-na-uem-e-e-eleito-o-novo-reitor-numero-de-votantes-aumenta-e-situacao-vira-o-jogo/

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