Sidebar

22
Seg, Abr

O Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM) concluiu o processo de implantação do prontuário eletrônico. A plataforma vai funcionar dentro de um sistema de gerenciamento do Governo do Paraná, chamado de GSUS. Com a informatização em 100% das atividades, todos os atendimentos ficarão registrados e terão acesso online.

Servidor do Núcleo de Informática do HUM, João Carlos Torquetti Rodrigues, explica que o GSUS é um gerenciador hospitalar foi criado pela Companhia de Informática do Paraná (Celepar) para informatizar todos os hospitais estaduais.

“É um sistema web, que permite ao Estado o gerenciamento e o acesso às informações dos pacientes atendidos em todos os hospitais participantes”, diz. Ele cita, como exemplo, que um paciente que foi atendido em Ponta Grossa poderá ter suas informações vistas pelos profissionais médicos do HUM por meio do sistema.

Mas o GSUS não se resume ao prontuário. Este é apenas um módulo do sistema, que inclui os exames de laboratório, farmácia e outros. Para o HUM, o prontuário eletrônico vai reunir as informações e as evoluções acerca de todos os pacientes.

A implantação foi iniciada nas enfermarias e nas Unidades de Tratamento Intensivo (UTI). Depois, chegou ao Pronto Atendimento e, agora, para fechar o ciclo, faz parte da rotina do Ambulatório de Especialidades.

Isso permite, por exemplo, que um paciente que sofreu uma internação na enfermaria e, posteriormente, foi atendido no ambulatório, tenha suas informações de internamento recuperadas pelo médico que fará o atendimento recorrente.

Os médicos do HUM também vão conseguir recuperar todas as informações registradas por médicos de Ponta Grossa e outros hospitais dentro do GSUS. O profissional vai ter acesso aos exames que foram feitos, medicações prescritas e as evoluções do paciente durante o tratamento.

Sistema de prontuário eletrônico garante privacidade

“Dentro do sistema, existe todo um complexo de segurança, com níveis de permissão de acesso definidos pelas chefias. Cada funcionário tem um perfil e, de acordo com ele, são definidas as permissões”, destaca Rodrigues.

Ele lembra que a plataforma foi desenvolvida pela Celepar, que administra o sistema do Detran, Judiciário, a Nota Fiscal Paranaense, emissão de carteiras de identidade e habilitação. “A segurança é inegável”, ressalta o servidor.

A equipe responsável por implantar esse sistema no HUM é composta por João Carlos Torquetti Rodrigues e Gilmar Antonio Beal, ambos gestores do sistema.

Eles também implantaram o sistema no Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises  Clínicas da Universidade Estadual de Maringá (Lepac/UEM), no ambulatório da UEM e no Sesmit, que é o serviço de segurança de trabalho da Universidade.

Além da implantação, o Núcleo de Informática do HUM disponibilizou um tutorial para o uso do GSUS. Segundo Torquetti, é necessário o entendimento para registrar corretamente as informações no sistema.

“Estamos falando das informações do tratamento da enfermidade da pessoa. O médico precisa saber como inserir essas informações, como fazer a evolução do paciente, como definir o tratamento dele, como requisitar exames de laboratório e exames de imagem”, afirma.

Os tutoriais estão disponíveis para os funcionários no site do HUM, onde é possível acessar e repetir o conteúdo quantas vezes forem necessárias.”É importante para os médicos, para os alunos de medicina, internos e residentes que atuam no Hospital”, diz Torquetti.

A residente de reumatologia, Sueny Monarim, afirmou que ainda está pegando o jeito do GSUS. “A maior dificuldade que encontrei foi na anexação dos exames externos, que poderiam ser escaneados e colocados no prontuário eletrônico”.

Interna do 6º ano de medicina da Universidade Estadual de Maringá, Paula Guerra, avalia que alguns médicos e internos já usavam o GSUS em outros setores do hospital. “É complicado porque quem faz o programa não é quem usa, mas estamos nos ajustando e trabalhando juntos para melhorar o atendimento aos nossos pacientes”, avalia.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/06/05/hospital-universitario-de-maringa-conclui-implantacao-de-prontuario-eletronico-servico-vai-facilitar-avaliacao-de-historico-e-evolucao-dos-pacientes/

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi fundada oficialmente em 28 de janeiro de 1970, quando o então governador Paulo Pimentel assinou a Lei Estadual, baseado em um decreto estadual, publicado em novembro de 1969.

Mas foi só em 11 de maio de 1976 que a universidade obteve o reconhecimento oficial do Ministério da Educação (MEC). Nesse mesmo ano, 122 estudantes se formaram no primeiro semestre. E no segundo semestre, outros 184 concluíram a graduação na universidade.

Antes do decreto federal n° 77.583 que reconheceu a universidade como uma instituição de nível superior, a UEM estava apenas criada.

Faziam parte da instituição a Faculdade Estadual de Ciências Econômicas, a Faculdade Estadual de Direito e a Fundação Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras. E até esta data, os diplomas dos estudantes traziam o nome dessas instituições.

Juntas, essas faculdades ofereciam sete cursos: Ciências Econômicas, Direito, História, Geografia, Ciências do 1º Grau, Letras Anglo-Portuguesas e Letras Franco-Portuguesas.

Quando saiu o reconhecimento do MEC, em 1976, outros 15 cursos de graduação já tinham sido criados, como o de Educação Física, em 1973.

Da primeira turma de formandos de Educação Física, Aldi César Mertz, lembra dos primeiros anos da instituição.

“Mudei de Rondon para Maringá, em 1973, e entrei na primeira turma de Educação Física. No começo quase não tinha estrutura, mas o empenho dos professores e o entusiasmo dos alunos fizeram a faculdade crescer”.

Mertz diz que sempre acreditou que “a universidade tinha, desde o começo, o destino de ser grande. Tanto que transformou Maringá em um pólo educacional e criou um sentimento de orgulho nos moradores por ter a faculdade aqui”, afirmou.

Aos poucos, a instituição ocupou o campus sede e novos cursos foram criados:

Psicologia, em 1979;

Enfermagem e Obstetrícia, em 1981;

Bacharelado em Química, em 1984;

Bacharelado em Geografia, em 1987;

Bacharelados em Física e Ciências Biológicas, em 1988.

A década de 1980 também foi marcada pela abertura da primeira extensão, na cidade de Cianorte, no ano de 1986. Outro marco importante foi a criação dos cursos de Medicina e Odontologia, em 1988.

Foi o início da implantação do complexo de saúde formado pelo hospital, clínica odontológica e a unidade de psicologia aplicada, além do hemocentro. Leia mais sobre a história na reportagem publicada pela UEM.

Primeiros formandos da UEM no 1º semestre de 1976

Primeiros formandos da UEM no 2º semestre de 1976

https://maringapost.com.br/cidade/2018/05/12/universidade-estadual-de-maringa-completa-42-anos-de-reconhecimento-pelo-mec-veja-a-lista-completa-dos-primeiros-formandos-da-uem-de-1976/

Casos de assédio sexual com o envolvimento de professores e queixas de estudantes vítimas de assédio em festas da faculdade motivaram a organização da 1ª Semana de Conscientização Contra o Abuso e o Assédio.

A iniciativa partiu das acadêmicas do curso de Economia da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O evento será realizado de 21 a 25 de maio, e tem um extra no sábado (26/5), quando será ofertada uma aula de defesa pessoal às mulheres.

“Acho que estamos fazendo uma semana de conscientização, para as pessoas pensarem e refletirem nas suas posturas perante à sociedade”, afirma a estudante Gabriela Garbi, uma das organizadoras do evento.

Embora o nome da universidade tenha sido envolvido recentemente em casos de assédio sexual, as discussões durante o evento promete ir além. “O Assédio não é só o sexual. Pode estar em pequenas ações do dia a dia que, às vezes, as pessoas nem se dão conta”, pondera Gabriela.

O evento terá participação de membros do projeto de Extensão sobre a Lei Maria da Penha da Universidade Estadual de Maringá (NUMAPE), que promove assistência jurídica gratuita a mulheres em situação de violência.

Durante a 1ª Semana de Conscientização Contra o Abuso e o Assédio, vai acontecer o lançamento oficial do projeto “Somos todas Fridas”. Formado por acadêmicas da UEM, o objetivo é reunir um grupo de estudantes que possam, durante as festas universitárias, apoiar e orientar pessoas vítimas de assédio.

Mais informações podem ser obtidas na página oficial do evento no Facebook.

Programação da semana contra o abuso e o assédio

Local: Auditório Ney Marques

 

21 de Maio – Segunda-feira

Violência contra a mulher: reflexões e ações (im)possíveis

Prof. Jaqueline Bordin

19h30 às 22h30

 

22 de Maio – Terça-feira

Abuso Moral e Sexual

Prof. Gisele Mendes

18h às 19h30

 

23 de Maio – Quarta-feira

Violência Contra Mulher

Numape

18h às 19h30

 

24 de Maio – Quinta-feira

Gênero e Sexualidade

Prof. Eliane Rose Maio

18h às 19h30

 

25 de Maio – Sexta-feira

Encerramento

19h30 às 21h

Local: Campo do MUDI/UEM

 

26 de Maio – Sábado

Aula de Defesa Pessoal

10h às 12h

https://maringapost.com.br/cidade/2018/05/10/relatos-de-estudantes-assediadas-na-uem-levam-academicas-a-organizar-semana-contra-o-abuso-e-o-assedio-sera-de-21-a-25-de-maio/

Universidade Estadual de Marinhá. Maringá, 14.05.12. Foto Chuniti Kawamura Agencia de Noticias/ANPr.

Serão instaladas 157 câmeras de segurança no campus da UEM até setembro. A informação dada pela universidade é que as obras devem iniciar no dia 15 de maio e o prazo máximo para conclusão é de quatro meses.

Segundo a universidade, o bloco B-10 será a Central de Monitoramento, de onde serão observadas as imagens geradas pelas câmeras. O prédio vai passar por uma reforma de readequação, que deve durar cerca de 60 dias.

Além da Central, o monitoramento também será feito por equipamentos instalados nas guaritas do campus, que terão um sistema de vigilância com cobertura por área de atuação.

A universidade afirma que a implantação das câmeras é um projeto antigo de reitorias passadas e muito desejada pela comunidade universitária. Divulgou em seu site que o valor total do investimento é de aproximadamente R$ 1,8 milhão.

A diretora de Serviços e Manutenção da UEM, Ezeni Claro da Silva diz que “apesar do baixo índice de violência registrado no campus, a administração pensa ser fundamental investir em um sistema de segurança que proporcione mais proteção àqueles que frequentam a universidade”.

Ainda segundo Ezeni, a maioria dos casos relatados está voltada à assaltos, furtos e depredação do patrimônio público.

Serão vários modelos de câmeras a serem instaladas, de acordo com as especificidades e necessidades de cada área.

A empresa vencedora da licitação também deve fornecer o software de identificação das placas dos veículos que circulam pelo campus, os monitores e os joysticks para acompanhamento das imagens, os servidores para armazenamento de dados, nobreak e demais equipamentos necessários.

Caso algum departamento queira instalar câmeras futuramente, esse sistema, que está sendo implantado, é capaz de integrar mais equipamentos.

Segundo o prefeito do campus, Carlos Augusto Tamanini, todas as entradas de pedestres e veículos serão vigiadas com monitoramento 24 horas por dia.

As câmeras devem ser instaladas nos estacionamentos, blocos didáticos e alguns pontos-chave, considerados pela administração como áreas mais vulneráveis.

Tamanini diz que a implantação do sistema de câmeras vai melhorar significativamente a gestão de segurança do campus, possibilitando também ações preventivas.

UEL amplia número de câmeras, que vai a 340

A UEM não é a primeira universidade estadual paranaense a investir em sistemas de vigilância por câmeras.

A Universidade Estadual de Londrina (UEL) está ampliando o serviço e deverá chegar a 340 câmeras, instaladas em vias internas, blocos com salas de aula e locais de grande movimentação de pessoas.

A Polícia Civil, a Polícia Militar e a Guarda Municipal têm trabalhado em parceria com a UEL para auxiliar nas demandas do campus.

O uso de câmeras de vigilância para melhorar a sensação de segurança tem sido um recurso utilizado também na área urbana de Maringá.

No início do ano, por meio de um acordo entre empresas de segurança privadas, as imagens das 200 câmeras de lojas e residências passaram a ser compartilhadas com as policiais Civil e Federal.

A Prefeitura de Maringá também licitou a adequação das 70 supercâmeras instaladas na cidade. Pelo menos 40 delas estão quebradas.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/05/07/uem-investe-r-18-milhao-na-implantacao-de-sistema-de-vigilancia-com-157-cameras-que-devera-comecar-a-funcionar-em-setembro/

Esquina do Rua Rio Samambaia com a Rua Pioneiro Guarino Augusto Basseto, ponto de encontro deste sábado / Google Street View

O projeto SOS Riachos de Maringá realiza no sábado (21/4) um mutirão de limpeza e ações de conscientização no córrego Samambaia.

A partir das 8h30, além da retirada de entulhos descartados irregularmente, haverá plantio de mudas, Mostra Científica, recreação com crianças e visita aos moradores do bairro para orientar sobre os problemas gerados pelo descarte impróprio de entulhos e lixo em geral.

A ação envolve a paróquia São Mateus Apóstolo, o Grupo de Estudos e Ações Comunitárias (GEAC), o Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais e o Nupélia (Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura) da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

O ponto de encontro da ação será na Rua Rio Samambaia, esquina com a Rua Pioneiro Guarino Augusto Basseto. O local fica próximo à nascente do córrego Samambaia, que nasce perto da esquina da Rua Rio Samambaia com a Avenida Tuiuti.

A ação é aberta a voluntários, que são orientados a levar luvas e botas para ajudar na coleta. 

“Convidamos os paroquianos a contribuírem mais uma vez para os trabalhos de limpeza e toda conscientização sobre as nascentes e fundos de vale, afinal de contas todo este projeto nasceu de reflexões da Campanha da Fraternidade, que gerou excelentes resultados e ações efetivas”, explica o pároco Genivaldo Ubinge.

Nas quatro edições anteriores, realizadas em 2016 e 2017, foram retirados cerca de 25 caminhões de entulhos, contando com uma média de 150 paroquianos em cada etapa.

No ano passado, também foi lançado o livro infantil Geaquinho e os Fundos de Vales, de autoria de Solange Marques Domingos da Silva. A publicação tem sido entregue às crianças das escolas municipais de Maringá.

SOS Riachos de Maringá ganhou força em 2017

A UEM integrou os trabalhos no final de 2017 para apoiar e ampliar as ações desenvolvidas pela comunidade. A partir daí criou-se o SOS Riachos de Maringá, que tem a atuação de servidores e acadêmicos da UEM.

A coordenação é da professora Evanilde Benedito e de Matheus Scoarize que tecem elogios à iniciativa do GEAC que, por intermédio de ações voluntárias e ações criativas, conseguiu bons resultados.

Segundo os coordenadores, a Universidade foi convidada a entrar no projeto para trazer informações científicas e acadêmicas em áreas específicas como a escolha de espécies para o plantio e outras abordagens para sensibilizar a população de outros bairros do município.

“A comunidade tem disposição e sede de informações sobre conservação, nossa participação é suprir essa demanda”, afirmam os coordenadores.

As atividades do projeto iniciaram em fevereiro deste ano e tem programação agendada até janeiro de 2019, incluindo o plantio de espécies nativas da Floresta Estacional Semidecidual (Mata Atlântica) nas imediações de outros riachos do município.

Para a região do córrego Samambaia, a Prefeitura de Maringá, por meio da Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal, projeta o primeiro Parque Linear de Maringá.

O SOS Riachos de Maringá conta com 86 integrantes, divididos em dez equipes que atuam em frentes como produção de materiais didáticos, mutirões de limpeza, além de palestras e cursos com temas ligados à saúde, recursos hídricos, mata ciliar e educação ambiental.

Nas escolas integrais do município há um trabalho específico para atender crianças do 3º. ano do ensino fundamental, a Mostra Científica.

“É dada uma atenção especial às crianças nesse projeto, pois acreditamos que elas têm o poder de difundir o que aprenderam para as pessoas de seu convívio e melhorarem o ambiente urbano de Maringá. Agora e no futuro”, afirma a doutoranda Nicolli Osório, que coordena a equipe que atua nas escolas.

A proposta é levar o conhecimento científico em uma linguagem acessível para as crianças. Até agora, a Mostra já foi levada à sete escolas municipais de Maringá e outras ações estão programadas. 

Durante a Mostra os alunos do ensino fundamental têm a oportunidade de conhecer animais que vivem nos riachos, aprender sobre o funcionamento desses ambientes e qual o impacto da urbanização sobre eles.

Há também uma dinâmica da separação do lixo, para que as crianças aprendam sobre o descarte correto e a reutilização dos resíduos gerados em suas casas, a fim de reduzir a produção de lixo, e assim, impactar menos o meio ambiente.

Acompanhe o projeto SOS Riachos de Maringá no Facebook.

Serviço:

Ação: mutirão no córrego Samambaia

Data e horário: 21 de abril das 8h30 às 12 horas

Local: A concentração será na Rua Rio Samambaia esquina com a Rua Pioneiro Guarino Augusto Basseto.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/04/20/sos-riachos-de-maringa-realiza-acao-de-conscientizacao-e-limpeza-no-corrego-sambambaia-voluntarios-sao-convidados-a-participar-com-luvas-e-botas/

Mais Artigos...