Sidebar

18
Qui, Jul

Mulheres obesas de Maringá e região metropolitana, com idade entre 18 e 35 anos e com Índice de Massa Corporal (IMC) na faixa de 30 kg/m² a 40 kg/m², são convidadas pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) a participar de um estudo científico que tem como objetivo testar o melhor tipo de exercício para a saúde cardiovascular.

As voluntárias que forem selecionadas pela instituição vão receber avaliações clínicas e laboratoriais e vão participar de um programa de treinamento físico com duração de 16 semanas. Todo o trabalho vai ser supervisionado por profissionais da Educação Física e a participação é totalmente gratuita.

O responsável estudo é o Grupo de Pesquisa em Hipertensão Arterial Sistêmica, Rigidez Arterial e Envelhecimento Vascular (GPHARV), vinculado aos Departamentos de Medicina e de Educação Física e ao Hospital Universitário da UEM.

O grupo foi criado oficialmente em 2018 e tem atuado em temas com foco na hipertensão arterial sistêmica, rigidez arterial e envelhecimento vascular, eventos cardiovasculares e intervenções farmacológicas e não-farmacológicas em diferentes populações. Para conhecer mais sobre o trabalho, basta acessar este link do grupo de pesquisa.

Os atendimentos aos participantes do programa vão ser feitos das 18h30 às 19h30 e das 19h30 às 20h30, todas as segundas, quartas e sextas-feiras. Quem tiver interesse em fazer parte do estudo deve preencher um cadastro on-line clicando neste link.

Como calcular o IMC e saber se está obeso

O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma ferramenta usada para detectar casos de obesidade ou desnutrição. O IMC é calculado com a divisão do peso pela altura elevada ao quadrado. O jeito mais fácil de calcular é multiplicar a altura por ela mesma e depois dividir pelo valor do peso. Veja mais informações aqui.

Uma pessoa com 1,70 m e 70 kg fará o seguinte cálculo:

Altura multiplicada por ela mesma: 1,70 x 1,70 = 2,89

Peso dividido pelo quadrado da altura: 70 / 2,89 = 24,22

Resultados obtidos no IMC

Menos do que 18,5 Abaixo do peso

Entre 18,5 e 24,9 Peso normal

Entre 25 e 29,9 Sobrepeso

Entre 30 e 34,9 Obesidade grau 1*

Entre 35 e 39,9 Obesidade grau 2*

Mais do que 40 Obesidade grau 3

* Valores incluídos no estudo que vai ser ofertado pela UEM.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/05/01/uem-abre-selecao-para-mulheres-obesas-de-maringa-e-regiao-participarem-de-estudo-e-treinamento-fisico/

Neste sábado (4/5) e domingo (5/5), na Arena das Artes, tem a oficina oficina “Criação de Corpo Cênico pelo viés da arte drag queen”, com a mestre Lua Lamberti.

Ela é formada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e há poucas semanas ficou conhecida como a primeira travesti a conquistar o título de mestre em Educação na UEM.

A oficina propõe uma vivência com jogos e exercícios corporais e tem como objetivo dilatar e aprofundar as noções cênicas no que tange a construção e criação de um corpo vivo, pulsante e transformista.

A mestre Lua Lamberti pesquisa, performa e experimenta as linguagens artísticas da Drag Queen, do Clown e da Performance Art e desenvolveu a oficina na época da graduação.

“Minha curiosidade era como descobrir ou como criar ou como estudar o corpo de uma drag queen, entendendo que ela é uma performance cênica que exige uma relação artística de tônus de criação, de noção corporal e cênica e não se estuda isso, não se tem pesquisas nessa área. Então eu peguei alguns exercícios de preparação de ator e atriz, de estudos da linguagem do clown e da máscara e condensei para criar uma metodologia bricolada e assim pesquisar o corpo da drag”, explica.

A oficina tem 20 vagas e é direcionada para artistas e pessoas que trabalham com o corpo e que se interessem pela linguagem drag queen. “Quem não faz drag porque não se maquia, não faz cabelo, não faz roupa, não precisa deixar de ser drag. Você pode aprender pelo viés teatral”, comenta.

Serviço

Oficina: Criação de corpo cênico pelo viés da arte drag queen

Dias: 4 e 5 de maio

Local: Arena das Artes

Horário: das 14h às 18h

Vagas: 20

Investimento: R$ 50

Formulário de inscrição aqui

https://maringapost.com.br/sala3/2019/05/01/corpo-cenico-pelo-vies-da-arte-drag-em-oficina-da-mestre-lua-lamberti/

A segunda-feira (29/4) vai ser marcada por manifestações em Maringá. Os servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) vão paralisar as atividades, as escolas estaduais também fecham e vai ter protesto pela manhã. Outra categoria que se mobiliza é a dos agentes penitenciários. A reivindicação dos três grupos é o reajuste salarial dos servidores estaduais do Paraná. Os vencimentos estão congelados desde 2016.Os servidores e professores da UEM aprovaram a paralisação em assembleia do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá e Região (Sinteemar). Eles reclamam uma defasagem de 16,24% nos salários e defendem que o estado tem condições de fazer a reposição da inflação.Segundo o Sinteemar, dois ônibus seguem em direção a Curitiba e outros servidores vão se mobilizar na Praça da Prefeitura, onde vão se encontrar com os professores e servidores das escolas estaduais. A reitoria da UEM informou que vai manter o calendário acadêmico.Sobre a paralisação, a UEM informou que é “uma decisão sindical que a universidade respeita, bem como a decisão pessoal de cada servidor em aderir”.Representante dos trabalhadores em escolas estaduais, a APP Sindicato informou que uma grande manifestação vai acontecer em Curitiba, com a participação de caravanas de todos os estados. Na capital, representantes dos servidores fazem um ato pelas ruas de Curitiba, onde é prevista uma reunião das lideranças sindicais com o governo, às 11 horas.Nesta segunda-feira (29/4), os agentes penitenciários vão manter o plantão de atividades para garantir a segurança nas unidades penais, mas as atividades de visita, banho de sol e atendimentos jurídico, social, escola e trabalho dos presos vão ser todas suspensas.A assessoria de imprensa do Governo do Paraná informou que a administração mantém o diálogo com os servidores e busca chegar a um acordo com os servidores. Por meio da assessoria de imprensa, o governo estadual disse que a manifestação dos servidores é direito legítimo da categoria, desde que não prejudique o público e a prestação de serviços essenciais. Sobre a data-base, a assessoria respondeu que aspectos fiscais, financeiros e legais impedem que a reposição seja concedida nesse ano.“O limite fiscal é que o Estado ocupa quase 50% da arrecadação com folha de pagamento e financeiro porque depende da arrecadação e hoje o governo gasta aquilo que a arrecadação permite. O limite legal é da Lei de Responsabilidade Fiscal, que o governo está a um ponto percentual do limite prudencial”, informou a assessoria.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/04/28/vai-ter-paralisacao-na-uem-nas-escolas-estaduais-e-dos-agentes-penitenciarios-atos-em-maringa-vao-ser-no-centro/

 

Paralisação foi decida na manhã desta terça-feira (23/4) em assembleia no Sinteemar / Valdete da Graça

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) vai paralisar as atividades na segunda-feira (29/4), quando está prevista uma mobilização geral dos servidores no Paraná. A paralisação foi decidida em assembleia realizada na manhã desta terça-feira (23/4) no Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar). No entanto, a reitoria da UEM afirmou que vai manter o calendário acadêmico.

A categoria reivindica o pagamento da data-base. Segundo o presidente do Sinteemar, José Maria Marques, os servidores estão sem reajuste inflacionário desde 2016 e os salários acumulam defasagem de 16,24%. Ele afirmou que o governador Ratinho Junior (PSD) não cumpriu a promessa feita durante a campanha eleitoral de reunir as entidades sindicais e fazer um planejamento de reajuste para os próximos quatro anos.

No dia 15 de abril desse ano, durante entrevista coletiva sobre os 100 primeiros dias de gestão, Ratinho Junior afirmou que os servidores não terão reajuste salarial em 2019. O governador disse que, se concedesse o reajuste nesse ano, não poderia garantir que teria dinheiro para folha de pagamento em 2020. No entanto, para o presidente do Sinteemar, não há impedimento para conceder o reajuste.

“O que a gente quer é que o governo cumpra com a palavra dele durante a campanha ou a política dele vai ser a mesma do Beto Richa? Se a política desse governo vai ser a mesma, os trabalhadores vão mostrar que estão mobilizados”, afirmou José Maria Marques.

Além do Sinteemar, outras entidades como o Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública no Paraná (APP-Sindicato), o Sindicato dos Agentes Penitenciários (Sindarspen) e o Sindicato Estadual dos Servidores Públicos da Agricultura, Meio Ambiente, Fundepar e Afins (Sindiseab) também anunciaram que vão paralisar as atividades na segunda-feira.

Uma das coordenadoras do Fórum das Entidades Sindicais (FES), Marlei Fernandes, também afirmou que o Estado tem condições de conceder a data-base para os servidores e que o Paraná tem a melhor condição financeira dos últimos 10 anos. “Os servidores cumpriram sua cota de sacrifício, são três anos sem reposição da inflação”.

Segundo cálculos do FES, sem a reposição inflacionária desde 2016, os servidores estão deixando de receber, por ano, o equivalente a dois meses de trabalho. De acordo com Marlei Fernandes, o objetivo da mobilização é retomar o diálogo com o Governo do Estado.

“Sempre agimos de forma institucional. Mudou o governo e nós protocolamos uma pauta e insistimos em reuniões com o governo que não aconteceram. Isso é muito ruim, porque significa o não debate, o não respeito e significa não acontecer o que é um direito dos servidores, que é ter uma mesa de negociação. Nós não queremos retornar a política anterior, o governo precisa mudar sua postura”, disse Marlei.

Nesta terça-feira (23/4), uma audiência pública no Plenarinho da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) vai discutir o pagamento da data-base e a paralisação do dia 29 de abril. Marlei Fernades afirmou que as entidades sindicais esperam a presença de algum representante do governo para discutir a questão.

Governo afirma que existe diálogo com os servidores

Por meio da assessoria de imprensa, o governo estadual disse que a manifestação dos servidores é direito legítimo da categoria, desde que não prejudique o público e a prestação de serviços essenciais. Sobre a data-base, a assessoria respondeu que aspectos fiscais, financeiros e legais impedem que a reposição seja concedida nesse ano.

“O limite fiscal é que o Estado ocupa quase 50% da arrecadação com folha de pagamento e financeiro porque depende da arrecadação e hoje o governo gasta aquilo que a arrecadação permite. O limite legal é da Lei de Responsabilidade Fiscal, que o governo está a um ponto percentual do limite prudencial”, justificou a assessoria de imprensa do governo.

A assessoria de imprensa garantiu que o governo mantem diálogo com os servidores e reforçou o compromisso de chegar a um acordo com a categoria. Segundo a assessoria, o líder do governo, deputado Hussein Bakri (PSD), que faz da equipe do governo, vai estar na audiência pública nesta terça-feira na Alep para discutir a questão.

Reitoria da UEM afirma que vai manter calendário acadêmico

Por meio da assessoria de imprensa, a reitoria da UEM informou que a paralisação dos servidores é “uma decisão sindical que a universidade respeita, bem como a decisão pessoal de cada servidor em aderir”. No entanto, a instituição disse que vai manter o calendário acadêmico.

A UEM reafirmou que o Sinteeemar é o responsável por convocar a mobilização e que a universidade não está a frente da paralisação.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/04/23/uem-paralisa-as-atividades-na-segunda-feira-29-4-dia-mobilizacao-de-outros-servidores-do-parana/

 

 

 

Imagem ilustrativa / Divulgação UEM

Começa nesta quinta-feira (25/4), na Universidade Estadual de Maringá (UEM), o prazo de inscrições para o curso de Capacitação em Meditação Transcendental (MT) para formação de grupo de meditantes na UEM, sob a coordenação do professor Celso Conegero, do Departamento de Ciências Morfológicas (DCM).

Só vão ser aceitas inscrições feitas pela internet. O prazo termina no dia 2 de maio, ou quando atingir o limite de 40 vagas oferecidas. O curso é aberto a qualquer pessoa com 18 anos ou mais e disponibilidade para meditar de 20 a 40 minutos por dia, de segunda a sexta-feira, no câmpus sede da UEM, em Maringá, pelo período de seis meses.

A organização vai exigir a frequência mínima de 75% mediante o controle diário por meio de lista de presença.

Gratuito, o curso, que vai ser ministrado de 2 de maio a 1º de novembro, é promovido pelo projeto de extensão “Terapias Alternativas como Ferramentas para o desenvolvimento do Bem-Estar Individual e Coletivo”, em parceria com a Associação Internacional de Meditação (SIM).

O evento visa capacitar pessoas para formação de grupo de meditantes na UEM e verificar os benefícios que a prática regular da Meditação Transcendental traz para as quatro áreas da vida: potencial mental, saúde, relacionamentos e sociedade.

As atividades serão ministradas pelos professores Indra Karina Zubieta Merubia e Gustavo Cerna Herrera, membros da Associação Internacional de Meditação.

Toda a programação do curso está disponível neste link onde é possível acessar também o link das inscrições. Outras informações no telefone (44) 3011-5988.0

https://maringapost.com.br/sala3/2019/04/24/abrem-inscricoes-para-curso-de-meditacao-transcendental-na-uem/

Mais Artigos...