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Qua, Jun

O curso de Medicina da Universidade Estadual Maringá (UEM) foi o escolhido por 34,3% do total de candidatos ao Vestibular de Inverno de 2019. Foram 6.178 inscritos de um total de 18.008 vestibulandos.

São apenas 16 vagas e a disputa é recorde. São 413,7 candidatos na disputa por cada uma das 13 vagas entre os não cotistas e 266,7 que competem por cada uma das três vagas destinadas aos cotistas.

O segundo curso mais disputado é o de Odontologia (41,5 entre não cotistas e 41,0 entre cotistas), seguido de Arquitetura e Urbanismo (37,5 entre não cotistas e 24,7 entre cotistas), Psicologia (34,8 entre não cotistas e 24,0 entre cotistas) e Direito matutino (32,1 entre não cotistas e 17,0 entre cotistas).

A universidade oferece cotas sociais a estudantes de escolas públicas. Entre os inscritos, a maioria dos candidatos, 52,59%, cursou todo o ensino médio em escola particular.

O concurso vai ter 69,97% de candidatos do Paraná, 17,75% de São Paulo e 5,93% de outros estados.

As informações são da Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU). Mais detalhes podem ser acessados aqui.

Os 18.008 candidatos inscritos para o concurso, dos quais 15.414 pelo sistema universal e 2.594 por cotas sociais, farão as provas do Vestibular nos dias 14 e 15 de julho, das 13h50 às 19 horas, em Maringá e mais dez municípios.

Os demais municípios são os de Curitiba, Cascavel, Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama. São 1.494 vagas oferecidas em cerca de 70 cursos de graduação.

https://maringapost.com.br/sala3/2019/05/26/curso-de-medicina-atrai-343-do-total-de-candidatos-ao-vestibular-da-uem/

A equipe do projeto Raízes e Asas durante as gravações das videoaulas / Divulgação

O projeto Raízes e Asas, que reúne estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM), ensina a Língua Portuguesa para haitianos que moram na cidade desde 2017. As aulas, que antes eram presenciais e ficavam restritas aos imigrantes que vivem em Maringá, agora foram disponibilizadas de forma gratuita na plataforma online do projeto na internet.

A plataforma foi lançada em 18 de maio, data que os haitianos celebram o Dia da Bandeira do Haiti, símbolo da luta pela independência do país.

A ideia dos estudantes é que os haitianos aprendam, em vídeos curtos, conteúdos que possam ser usados no cotidiano. É possível assistir a aula pelo celular, no transporte coletivo indo para o trabalho, por exemplo, em apenas cinco minutos.

“A ideia das videoaulas não é só ensinar Português ou gramática, mas apresentar conteúdos do dia a dia, vocabulário sobre mercado, hospital e farmácia”, explicou o gerente do projeto e estudante de Engenharia de Alimentos na UEM, Guilherme Nascimento dos Santos, de 21 anos.

O Raízes e Asas faz parte da Enactus, uma organização estudantil sem fins lucrativos presente em todo o mundo. Em Maringá, a Enactus é formada por estudantes de diversos cursos da UEM e foi fundada em 2013. Atualmente, cerca de nove estudantes estão envolvidos com a iniciativa que ensina Português para haitianos.

Para colocar a ideia em prática, o grupo teve auxilio de um haitiano que ajudou a selecionar os conteúdos que seriam abordados nas videoaulas. Os roteiros foram revisados pela professora do departamento de Letras da UEM, Wilselene Gatto. Além dos vídeos, o grupo também elaborou perguntas para que no final de cada aula o imigrante possa reforçar o que aprendeu.

O curso do projeto Raízes e Asas é dividido em três níveis: básico, intermediário e avançado. As aulas abordam desde alfabeto, palavras comuns para o cotidiano, até futebol, culinária e música brasileira. No momento, estão disponíveis 11 vídeos que foram gravados em parceria com a UEM-TV. Até junho, o grupo planeja ter 30 videoaulas disponíveis.

A ideia de ensinar a Língua Portuguesa para haitianos surgiu em 2016. Porém, a iniciativa começou em 2017 com aulas presenciais e, ao final daquele ano, foram entregues 40 certificados para os participantes.

Em 2019, o projeto Raízes e Asas recebeu o Prêmio Ozires Silva de Empreendedorismo Sustentável pelo trabalho realizado. A iniciativa ganhou o primeiro lugar na categoria Social da premiação que reuniu projetos de todo o Brasil.

A partir de agora, para atender mais imigrantes o grupo não vai realizar aulas presenciais. O objetivo é focar na produção de conteúdos para atualizar a plataforma online. Para ter acesso aos vídeos é necessário apenas um cadastro inicial no site.

“A nossa ideia é ajudar, mostrar para eles que se estão sem tempo de frequentar aulas presenciais, podem acabar vendo as videoaulas”, contou o gerente do Raízes e Asas, Guilherme Nascimento.

Associação de estrangeiros foi declarada de utilidade pública

Outra entidade que encaminha estrangeiros para cursos de capacitação, vagas de empregos, obtenção de documentos e outras atividades é a Associação de Estrangeiros Residentes na Região de Maringá (AERM). Na terça-feira (21/5), a Câmara de Maringá aprovou, em segunda discussão, o projeto de lei de autoria do vereador Carlos Mariucci (PT) que declara de utilidade pública a associação.

Criada há mais de um ano, a AERM já realizou aproximadamente mil atendimentos. Em parceria com a Associação de Reflexão e Ação Social (ARAS) Caritas, a AERM também desenvolve projeto em que disponibiliza intérprete para auxiliar nos atendimentos dos órgãos públicos de Maringá, Sarandi, Marialva, Mandaguari e Paiçandu.

Para o presidente da AERM, Ronelson Furtado Balde, a aprovação do projeto traz benefícios para a associação e contribuiu para que a entidade amplie as atividades ofertadas paras os imigrantes. A estimativa da AERM é que mais de 7 mil estrangeiros vivem em Maringá.

“O projeto aprovado na Câmara muda bastante em relação as parcerias que o município pode fazer com a associação. Você consegue ter mais chances de fazer parcerias, ser contemplado em convênios e desenvolver projetos com apoio do município”, explicou Ronelson Balde.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/05/23/projeto-que-ensina-portugues-para-haitianos-raizes-e-asas-lanca-plataforma-online-com-videoaulas/

Equipe da Cocamar faz apresentação do desafio aos estudantes da UEM / Divulgação

O que fazer com as cinzas das caldeiras geradas na Cocamar? Este é o desafio ambiental apresentado aos estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) na segunda edição do projeto Direto do Campus. A busca é por uma resposta com viabilidade em termos de logística, mercado, custos e dentro da legislação.

A proposta foi levada aos universitários nesta segunda-feira (20/5), dentro do projeto organizado pela Cocamar em parceria com a UEM e o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Na hora da inscrição, os acadêmicos dos cursos de gestão, agrárias e engenharias da UEM não sabiam qual seria o desafio específico, apenas que seria uma solução ambiental para o descarte de resíduos industriais.

Agora, receberam a notícia de que precisam pensar nas cinzas das caldeiras. Agora, até a primeira semana de julho, os estudantes vão receber mentorias nas áreas de mercado e negócios, processos e insumos, e legislação ambiental. A apresentação final dos projetos, para uma banca avaliadora, está prevista para ocorrer em 23 de julho.

“Toda indústria, todo processo produtivo, acaba por gerar resíduos e impactar o meio ambiente. Se encontrarmos uma solução, através dos alunos da UEM, podemos criar um produto, inclusive um mercado, quem sabe gerando empregos e renda para a nossa região”, espera a coordenadora ambiental na Cocamar, Natália Cavalini Paganini.

Estudante do 3º ano de Engenharia Ambiental, Paula Leão, viajou de Umuarama para Maringá com os amigos da empresa júnior Preservare para participar do desafio.

“É muito interessante as empresas virem atrás da universidade, colocar a gente para entrar no mercado de trabalho e pôr em prática o que aprendemos”, aponta. A problemática das cinzas industriais é algo que ela diz ver muito durante as aulas, o que pode ajudar seu time. “Queremos ir bem longe nesse desafio.”

Na primeira edição do Direto do Campus, no segundo semestre de 2018, os alunos de Engenharia de Alimentos da UEM foram desafiados a desenvolver uma bebida vegetal, um néctar ou um fermentado não alcoólico com matérias-primas produzidas por cooperados.

Para isso, receberam uma caixa, na qual pelo menos um ingrediente deveria ser usado. No fim, demonstraram o produto pronto, incluindo sugestão de embalagem, com informações como tabela nutricional. O vencedor foi um “suco bronzeador”, com cenoura e beterraba na receita.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/05/21/estudantes-da-uem-conhecem-desafio-ambiental-da-cocamar-o-que-fazer-com-as-cinzas-das-caldeiras/

O prazo das inscrições do Vestibular de Inverno da UEM de 2019 termina nesta quarta-feira (8/5) às 23h59. A inscrição é aceita apenas pela internet e o pagamento da taxa de R$ 156,00 para fazer o concurso pode ser feito até sexta-feira (10/5).

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) oferece um total de 1.494 vagas em cerca de 70 cursos de graduação. Do total de vagas, 20% são reservadas pelas cotas sociais, voltadas a estudantes de baixa renda.

O Vestibular de Inverno da UEM tem novidades. Vai ser realizado em apenas dois dias, entre 14 e 15 de julho, e não mais três. As provas vão ser aplicadas à tarde e não mais de manhã. Veja mais detalhes nesta reportagem.

Além disso, os candidatos podem escolher entre fazer o concurso em Maringá e outras dez cidades. Curitiba, Cascavel, Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama.

Mais informações no site oficial do Vestibular de Inverno da UEM ou no Manual do Candidato. A consulta aos locais de prova vai ser liberada no dia 14 de junho. A lista dos aprovados vai ser divulgada no dia 16 de agosto. 

https://maringapost.com.br/sala3/2019/05/07/inscricao-do-vestibular-de-inverno-da-uem-termina-nesta-quarta/

Planta industrial da Cocamar, em Maringá / Divulgação

A Cooperativa Agroindustrial de Maringá (Cocamar), em parceria com a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e o Sebrae, lançaram a 2ª edição do Desafio Direto do Campus. A ideia é que os estudantes universitários participantes trabalhem em busca de novas soluções para o descarte de resíduos.

Nesta edição, a proposta é encontrar soluções ambientais sustentáveis para o descarte industrial gerado dentro da cooperativa de Maringá. Os detalhes só vão ser conhecidos pelos estudantes depois de confirmada a participação.

O Desafio Direto do Campus é aberto para acadêmicos dos cursos de Administração, Economia, Química, Engenharia Química, Agronomia, Engenharia Ambiental e Engenharia de Produção da UEM. A participação também será aberta a alunos de outros cursos da Universidade, que poderão fazer parte das equipes desde que cumpra os requisitos propostos no regulamento.

As equipes que irão competir no Desafio precisam ser compostas por até três alunos, que podem ser de cursos distintos. Todos os membros precisam estar cursando, pelo menos, o terceiro ano da graduação. Para inscrever a equipe precisa acessar este link. O prazo das inscrições termina no dia 15 de maio.

No dia 20 de maio, na UEM, com a presença das equipes participantes, vai ser feito o lançamento oficial do Desafio Direto do Campus e a apresentação do problema ambiental a ser trabalhado nesta edição. 

Depois, reunidos, os participantes vão estudar as possibilidades de produtos, serviços ou destinações ambientais sustentáveis para os materiais e resíduos gerados pela cooperativa.

As equipes vão ter à disposição, para o desenvolvimento do programa, mentorias em processos e insumos, mercado e negócios e também em MVP, com o objetivo de serem desenvolvidos e terem as ideias potencializadas por meio do conhecimento prévio sobre o que vão desenvolver. 

A apresentação final do projeto para a banca avaliadora está agendada para o dia 17 de julho. Todas as informações, regulamento e link de inscrição podem ser conferidos aqui.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/05/06/uem-cocamar-e-sebrae-lancam-desafio-a-estudantes-buscar-novas-solucoes-para-o-descarte-de-residuos/

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