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Sex, Nov

Sede da antiga Incubadora Tecnológica de Maringá em antigo barracão do IBC / Divulgação

A Incubadora Tecnológica de Maringá (ITM) foi eleita pelo terceiro ano consecutivo como a melhor incubadora do Paraná. A congratulação é concedida pela Rede Paranaense de Incubadoras e Aceleradoras de Empreendimentos Inovadores (Re-Inova).

O reconhecimento foi anunciado nesta segunda-feira (11/11) durante o Fórum Paranaense de Incubadoras e Aceleradoras, realizado na 4ª Feira de Ciência, Tecnologia e Inovação (Inventum), em Pato Branco (PR).

A Incubadora Tecnológica de Maringá foi criada na Universidade Estadual de Maringá (UEM). A instituição mantém até hoje a parceria e também abriga uma das sedes da ITM no câmpus de Maringá.

Segundo o vice-presidente da Re-Inova, Ricardo Mânica, para chegar ao resultado final foram considerados o número de empreendimentos incubados, de empregos gerados e seus faturamentos, além do total de investimento externo captado e o número de marcas e patentes.

Os representantes maringaenses não participaram da solenidade, mas vão receber o certificado e um voucher de R$ 1 mil para usarem em eventos durante 2020.

O professor da UEM e coordenador estratégico da Incubadora Tecnológica de Maringá, Marcelo Farid Pereira, destaca que esta instituição tem excelente infraestrutura.

A ITM também realiza cursos e treinamentos constantemente e oferece apoio total às empresas incubadas e em parcerias com investidores. “Temos o melhor ambiente para se estruturar negócios de base tecnológica no Estado”, afirma.

https://maringapost.com.br/negocios/2019/11/12/incubadora-tecnologica-de-maringa-e-eleita-a-melhor-do-parana-pelo-3o-ano-consecutivo-pela-re-inova/

Fachada da Reitoria da UEM / Chuniti Kawamura/ANPr

A Chapa 1- Acelera Uem nega envolvimento em qualquer ato de transfobia e racismo durante o primeiro debate para as eleições do DCE, o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM), realizado na quarta-feira (23/10).

Segundo relatos da estudante trans, os deboches e cochichos teriam começado no momento em que o nome da jovem foi anunciado.

No vídeo gravado por um estudante, é possível ver a acadêmica de filosofia, Caroline Ferreira da Silva, andando até o microfone para fazer a pergunta sobre cotas raciais. Durante o começo do vídeo pode-se escutar fortes aplausos e gritos de pessoas ao lado esquerdo do auditório.

Alguns membros da Acelera Uem, que estavam de camiseta azul do lado direito, não batem palmas, e também não fazem “cochichos” e “deboches”.

O vídeo apresentado pelos membros da Chapa 1 não contempla o anuncio do nome social da estudante, que seria o momento exato da denuncia. “O momento que o vídeo se inicia, a aluna ainda nem tinha levantado, e os aplausos da plateia, que se iniciaram logo após a chamada de seu nome estavam ecoando forte.”

A Acelera Uem afirma que esse fato comprova que o vídeo começado segundos depois do nome ter sido anunciado, já que “a estudante nem tinha chegado ao corredor” e, segundo eles, “os aplausos por si só corroboram pra essa afirmação”.

A chapa declara não ter em domínio quaisquer outras imagens relacionadas a este momento do debate, porém afirmam ser os mais interessados no esclarecimento dos fatos.

Segundo a Acelera Uem, se o ato de transfobia ou racismo fosse comprovado de fato, a chapa assumiria a postura de expulsar o membro praticante de tal conduta que eles condenam “radicalmente”.

A chapa também lembra que as acusações são serias e possuem consequências jurídicas, além disso, ressaltam que o ônus da prova é de responsabilidade de quem acusa.

O debate também foi transmitido por uma live da Comissão Eleitoral das eleições do DCE, mas que foi retirada do ar. Em nota, a Chapa Acelera Uem afirma ter solicitado a gravação e foi informa que a Comissão Eleitoral faz uma análise nas imagens.

Integrante da Acelera Uem foi hostilizada

Momentos antes da suposta ação transfóbica no debate, a estudante de direito Carollina Valério, integrante da Acelera Uem, também foi sorteada a fazer uma pergunta.

A estudante disse que encontrou dificuldades em se fazer escutar. No vídeo encaminhado por ela ao Maringá Post, os cochichos de participantes e apoiadores de outras chapas começaram a se intensificar no momento em que fazia a pergunta.

“Enquanto eu caminhava do local em que estava para o microfone, algumas pessoas se manifestaram entre si, achando ruim o fato de eu ter sido sorteada”, conta Carollina, que se sentiu mal com toda a situação.

A estudante ainda afirma que não entendeu a motivação dos murmúrios, já que ela tinha sido sorteada como qualquer outro poderia ter sido.

Para controlar o público, uma integrante da Comissão teve que intervir. “Por mais que esteja havendo divergências políticas é uma mulher que esta aqui presente, então por favor”, fala a integrante para restabelecer a ordem.

“Fiquei grata à membra da Comissão que interveio e reforçou meu direito de falar ali naquele momento, como mulher eleitora, e assim eu pude fazer a minha pergunta”.

O assunto ainda repercutiu nas redes sociais. Nesse tweet encaminhado ao Maringá Post, uma estudante satiriza o ocorrido com a integrante da Chapa 1.

Sobre a crítica a ser uma “mina de direita”, Carollina disse que não se intitula como “uma pessoa “de direita”. “Tenho pensamentos liberais, mas isso não é relevante para o debate, pois são opiniões minhas. Eu mereceria ser ouvida se fosse de direita, de esquerda, centro ou liberal”, disse.

Nota de esclarecimento sobre o ocorrido divulgada pela Acelera Uem

Viemos por meio deste elucidar todas as mentiras, calúnias e injúrias que estão sendo endereçadas a nossa chapa, a partir do ocorrido no debate entre as chapas na última quarta-feira (23/10).

Nós, membros da chapa 1, não cometemos nenhuma das condutas tipificadas na lei 7.716/89. O mínimo que se espera de quem acusa de racismo ou de transfobia (que agora, por decisão do STF se equipara ao racismo), é que prove, de maneira sólida, onde está a conduta racista. Racismo e transfobia não é o que é julgado na subjetividade, mas sim o que a lei define como tal. Fazer uma acusação seríssima dessas, sem apresentar provas, é muito grave, inclusive deslegitima as lutas tão necessárias nos dias de hoje.

Foram-nos atribuídos os adjetivos “racistas” e “transfóbicos”. Os motivos para tais acusações partem da última pergunta realizada no debate, justamente por não concordarem com nossa proposta em relação às cotas raciais. Não obstante, acusaram todos os membros de rir e debochar da autora da pergunta, por ela ser uma mulher trans (matéria publicada no site maringapost.com.br).

Em relação a acusação, causa estranhamento qualquer pessoa que se sinta ofendida, sendo protegida pela lei, não tomar as medidas judiciais cabíveis. Como por exemplo registrar boletim de ocorrência ou fazer um requerimento para a Comissão Eleitoral apurar o fato, bem como que eles disponibilizassem as imagens da “live” feita em seu Instagram, a qual não está mais disponível.

Além disso, poderia abrir um processo disciplinar contra os alunos ofensores. Neste momento, nossa chapa é a mais interessada em descobrir quem são os possíveis responsáveis pelo ato criminoso imputado a nós, já que nossas filmagens não mostram ofensa alguma.

Não obstante, no dia de hoje (29/10) fomos surpreendidos com uma nota de repúdio do Centro Acadêmico de Psicologia – CAPSI, que de maneira equivocada confirmou todos os boatos listados acima sem prova alguma. O post força tanto a barra que tenta transformar condutas que nada tem que ver com racismo ou transfobia, como fazer uma filmagem, em conduta racista. Vale lembrar, que a pessoa que estava realizando as filmagens não cometeu ato algum e não pertence a nossa chapa. Assim, repudiamos o que foi exposto no texto.

Gostaríamos de salientar que o CAPSI não tem o direito de ofender qualquer uma das 80 pessoas inscritas na chapa, pois são pessoas íntegras e inocentes, e devem ter seus direitos e dignidade resguardados.

Desde o início da campanha estamos sofrendo ataques antidemocráticos, entre eles:

– Nossas faixas foram arrancadas de seus lugares em atos de vandalismo, sendo que uma delas continua desaparecida.

-Tweets de membros de outras chapas e apoiadores, acusando-nos de “preconceituosos de merda”,”nojentos”, “escória da humanidade”, “nazistas”, “branquelos racistas”, entre outros;

Todos esses ocorridos foram notificados para a Comissão Eleitoral, porém ainda nenhuma ação foi realizada.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/10/31/acelera-uem-nega-atos-de-transfobia-e-racismo-em-debate-das-eleicoes-do-dce-nota-fala-em-ataques-antidemocraticos/

Projeto que reúne estudantes da UEM, Raízes e Asas concorre a uma bolsa de R$ 10 mil da Fundação André e Lucia Maggi / UEM

O projeto Raízes e Asas, que reúne estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM), concorre a uma bolsa de R$ 10 mil da Fundação André e Lucia Maggi (Falm). Qualquer pessoa pode ajudar a iniciativa, que ensina Língua Portuguesa para haitianos, a conquistar o incentivo financeiro. Para votar, é necessário localizar o Raízes e Asas no site da fundação (acesse aqui) e clicar no botão votar.

A votação termina na quarta-feira (30/10) e cada pessoa pode votar em duas iniciativas de cada categoria. O projeto da Enactus UEM, uma organização estudantil sem fins lucrativos, concorre na categoria “Germinar” do Desafio Global lançado pela Falm. O objetivo do programa é impulsionar por meio de apoio financeiro, formação e mentorias, grupos de jovens de 12 a 29 anos que realizem projetos de impacto social.

O Desafio Global é divido em duas categorias: Semear para jovens de 13 a 17 anos e Germinar para jovens de 18 a 29 anos. Ao final, os 10 projetos mais votados de cada categoria vão receber o incentivo financeiro. Na categoria Semear, serão distribuídas bolsas de R$ 2 mil e para a categoria Germinar bolsas de R$ 10 mil.

Além do incentivo financeiro, os projetos mais votados participam de uma imersão em Cuiabá (MT) com até três membros da equipe. Iniciativas de vários estados do Brasil participam do Desafio Global da Falm. No Paraná, o edital foi aberto para Maringá e Paranaguá, mas apenas o Raízes e Asas foi inscrito.

O projeto, que ensina Língua Portuguesa para haitianos, surgiu em 2017. No início, as aulas eram presenciais e ficavam restritas aos imigrantes que viviam em Maringá.

Em 18 de maio de 2019, data que os haitianos celebram o Dia da Bandeira do Haiti, símbolo da luta pela independência do país, o Raízes e Asas ganhou uma plataforma online. Agora, as aulas são disponibilizadas de forma gratuita na internet. Para ter acesso aos vídeos é necessário apenas um cadastro inicial no site.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/10/28/projeto-que-ensina-portugues-para-haitianos-em-maringa-raizes-e-asas-concorre-a-bolsa-de-r-10-mil/

“Eu me senti bem humilhada, muito mal. Eu não estava ali fazendo nenhuma piada”, lembra a estudante Caroline Ferreira da Silva. Ela é uma mulher trans, aluna do curso de Filosofia, que conta ter sido vítima de atitudes transfóbicas durante o debate das eleições do DCE, o Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

A queixa tem relação com o momento em que Carolina levantou para fazer uma pergunta durante o debate das três chapas concorrentes ao DCE na quarta-feira (23/10). Os cochichos e deboches teriam começado depois que a mediadora do debate apresentou a estudante com o nome social.

“Quando eu levantei, todos eles que estavam agrupados na direita do auditório e começaram a dar risadas e cochichar. Eu não consegui ouvir direito o que falavam, eu estava muito nervosa e me sentindo muito mal”, contou a jovem.

Ela conseguiu fazer a pergunta sobre cotas raciais com o apoio do resto de auditório. Embora se sinta vítima de transfobia, disse que não tem a intenção de fazer uma denúncia formal na Polícia Civil. De acordo com a estudante e outros alunos presentes, as atitudes transfóbicas teriam partido de membros da Chapa 1 – Acelera UEM.

A reportagem do Maringá Post tentou contato com os representantes da Chapa 1, mas até o momento não obteve retorno.

Procurada, a Comissão Eleitoral do DCE disse que a situação passa por análise e que não vai se pronunciar sobre o caso até que uma decisão seja tomada. As eleições no DCE da UEM vão ser realizadas no dia 21 de novembro.A Chapa 2 – Uem Popular, concorrente, se manifestou nesta segunda-feira (28/10) por meio de nota de repúdio. Eles criticam os supostos comportamentos transfóbicos, mas não acusam diretamente a chapa concorrente.

Durante o debate, a polêmica ganhou mais força após as respostas à pergunta de Carolina. A chapa 2 e a Chapa 3 – A UEM não vai embora, que também disputa as eleições do DCE, se posicionaram favoráveis às cotas raciais.

A chapa 1 não se posicionou nem contra nem a favor. Os representantes responderam que caso ganhassem a eleição, fariam plebiscitos com os representantes, já que a chapa é formada por pessoas de várias ideologias e todas deveriam se posicionar sobre o assunto.

Segundo alguns presentes, o clima esquentou quando estudantes negros tentaram se posicionar contra a reposta da chapa 1. Houve discussões acaloradas entre as chapas e o público presente. A comissão eleitoral precisou encerrar o debate para evitar o risco de violência física no local.

Veja a nota de repúdio divulgada pela chapa 2

“A chapa 2 – UEM Popular concorrendo ao pleito do Diretório Central dos Estudantes da Universidade Estadual de Maringá vem a público repudiar atos opressivos que ocorreram no primeiro debate entre as chapas concorrentes a gestão 2019/2020.Durante o transcorrer do debate, pudemos perceber que os ânimos exaltados acabaram por estimular um ambiente de tensão e de violência, refletidos nas palavras e comportamentos de alguns presentes. Repudiamos toda e qualquer manifestação de transfobia ocorrida durante a manifestação de uma mulher trans, assim como repudiamos a tentativa de silenciamento de uma mulher cis no decorrer da sessão de perguntas do público, sendo necessária intervenção da mediadora do debate.

Repudiamos também atos e comportamentos que culminaram em discussão e violência verbal que não se transformou em violência física porque houve contenção pela comissão eleitoral e pelos demais presentes.

Estes fatos demonstram que apesar de se debater a pauta das opressões na universidade, ainda há um longo caminho para que seja incorporado em nossos comportamentos e atitudes o respeito a qualquer ser humano, independente de classe, gênero, cor e sexualidade.

Ressaltamos que a defesa das cotas raciais é fundamental na nossa universidade como medida de reparação social a essa parcela da população, como forma paliativa de diminuir a desigualdade social existente entre brancos e negros na sociedade brasileira. Sendo assim, consideramos o posicionamento político contrário às cotas raciais como um posicionamento racista, pois legitima o racismo estrutural, refletido na dificuldade de acesso à universidade pela população negra.Em reunião da chapa 2 – UEM popular, não foi declarada, por parte de nenhum presente, nenhuma prova material e/ou concreta de crime de racismo ou de injúria racial durante o debate, referente, respectivamente, ao artigo 20 da lei 7716/89 e/ou ao artigo 140 3° parágrafo do código penal, no entanto, não significa que não possa ter ocorrido.

Repudiamos, portanto, todo e qualquer pronunciamento, atitude, comportamento ou postagem em redes sociais com provocações e que incitam a violência a qualquer pessoa e esperamos que no próximo debate não ocorra tais atitudes, respeitando assim todos e todas presentes, garantindo um debate de ideias e propostas, sem provocações e sem incitação à violência.

Ressaltamos que estimular um ambiente de tensão e de violência entre os estudantes não ajuda em nada na efetivação das propostas que as chapas têm para o diretório central dos estudantes (DCE) da UEM e, que independente do resultado das eleições, precisamos buscar, ainda que seja difícil, a unidade entre os estudantes frente aos ataques massivos dos governos federal e estadual à educação pública, ataques estes que afetam principalmente os grupos sociais mais explorados e excluídos, como no caso da população negra e da comunidade LGBT.

Por fim, queremos destacar nossa solidariedade àqueles e àquelas que se sentiram ofendidos e constrangidos por parte de alguns presentes no debate.”

Arte usada pela Chapa 2- Uem Popular para divulgar a nota de repúdio sobre o caso

https://maringapost.com.br/cidade/2019/10/28/estudante-trans-diz-ter-sido-vitima-de-atitudes-transfobicas-em-debate-das-eleicoes-do-dce-da-uem/

Inscrições para teste seletivo vão do dia 24 de outubro até 6 de novembro / UEM

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) aumentou o número de vagas disponíveis no teste seletivo para contratação de professores temporários. Anteriormente, eram 118 vagas e agora são 124. Houve acréscimo de sete vagas em cinco departamentos e a diminuição de quatro para três vagas no Departamento de Economia.

As inscrições para o teste seletivo começaram nesta quinta-feira (24/10) e podem ser feitas pela internet. As novas áreas de conhecimento com vagas abertas são: Cálculo Diferencial e Integral, Geometria Analítica e Álgebra Linear (Goioerê); Audiovisual em Comunicação e Multimeios (Maringá); Dermatologia (Maringá); Engenharia de Produção (Goioerê); Resistência dos Materiais e Desenho Técnico (Umuarama).

O período de inscrição vai até 6 de novembro. O salário base varia entre R$ 1.622,91, para professor auxiliar graduado de 20 horas semanais, e R$ 8.208,59 para professor adjunto doutor de 40 horas semanais. Confira o novo edital aqui.

O processo de seleção envolve prova escrita, prova didática e avaliações de títulos e currículos. A taxa de inscrição custa R$ 153 e pode ser paga até 7 de novembro. Os contratos dos professores temporários têm duração máxima de dois anos.

A prova escrita será aplicada no dia 15 de dezembro no câmpus sede da UEM, em Maringá. Os locais da prova vão ser divulgados no dia 10 de dezembro.

O resultado da prova sai no dia 20 de dezembro. No mesmo dia, a Pró-Reitoria de Recursos Humanos vai divulgar a data, horário e local das provas didáticas que vão ser aplicadas entre os dias 20 e 23 de janeiro.

A etapa de avaliação dos títulos e currículos ocorre entre 31 de janeiro e 4 de fevereiro de 2020. O resultado final do processo é previsto para 17 de fevereiro.

Os conteúdos das provas e os critérios para se candidatar as vagas podem ser conferidos no edital do teste seletivo. Conheça as vagas disponíveis:

Centro de Ciências Agrárias:

Departamento de Agronomia: 3 vagas – Maringá.

Departamento de Ciências Agronômicas: 2 vagas – Umuarama.

Departamento de Engenharia Agrícola: 4 vagas – Cidade Gaúcha.

Departamento de Medicina Veterinária: 4 vagas – Umuarama.

Departamento de Zootecnia: 2 vagas – Maringá.

Centro de Ciências Biológicas:

Departamento de Biologia: 5 vagas – Maringá.

Departamento de Bioquímica: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Biotecnologia, Genética e Biologia Celular: 5 vagas – Maringá.

Departamento de Ciências Fisiológicas: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Ciências Morfológicas: 1 vaga – Maringá.

Centro de Ciências da Saúde:

Departamento de Análises Clínicas e Biomedicina: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Ciências Básicas da Saúde: 2 vagas – Maringá.

Departamento de Enfermagem: 7 vagas – Maringá.

Departamento de Medicina: 10 vagas – Maringá.

Departamento de Odontologia: 6 vagas – Maringá.

Centro de Ciências Exatas:

Departamento de Ciências: 4 vagas – Goioerê.

Departamento de Estatística: 2 vagas – Maringá.

Departamento de Matemática: 5 vagas – Maringá.

Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes:

Departamento de Ciências Sociais: 6 vagas – Maringá.

Departamento de Ciências Sociais: 1 vaga – Ivaiporã.

Departamento de Filosofia: 2 vagas – Cianorte e Maringá.

Departamento de Fundamentos da Educação: 6 vagas – Maringá.

Departamento de Geografia: 2 vagas – Maringá.

Departamento de Música: 3 vagas – Cianorte e Maringá.

Departamento de Pedagogia: 1 vaga – Cianorte.

Departamento de Psicologia: 2 vagas – Maringá.

Departamento de Teoria e Prática da Educação: 2 vagas – Maringá.

Centro de Ciências Sociais Aplicadas:

Departamento de Administração: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Economia: 3 vagas – Maringá.

Departamento de Direito Privado e Processual: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Direito Público: 2 vagas – Maringá.

Centro de Tecnologia:

Departamento de Arquitetura e Urbanismo: 1 vaga – Maringá.

Departamento de Engenharia Civil: 4 vagas – Maringá.

Departamento de Engenharia de Produção: 4 vagas – Maringá.

Departamento de Engenharia Química: 3 vagas – Maringá.

Departamento de Engenharia Têxtil: 3 vagas – Goioerê.

Departamento de Meio Ambiente: 5 vagas – Umuarama.

Departamento de Tecnologia: 7 vagas – Umuarama.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/10/24/uem-amplia-contratacao-de-118-para-124-professores-temporarios-inscricoes-estao-abertas/

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