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Sex, Nov

Oito pesquisadores da UEM estão entre os cientistas mais influentes do mundo, de acordo com um estudo publicado no periódico PLOS Biology.

 

Trabalho no Nupélia fez o docente Angelo Antonio Agostinho ser o brasileiro mais influente em Ciências Pesqueiras/ Divulgação UEM

Entre os doutores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), o destaque maior é para o docente Angelo Antonio Agostinho, o brasileiro mais influente em Ciências Pesqueiras.

De acordo com o reitor da UEM, Julio César Damasceno, “estes resultados demonstram o nível de excelência destes pesquisadores, com uma história de empenho, de entrega e de responsabilidade, e também a qualidade da UEM”.

 

A partir de levantamento minucioso feito na base de dados da Scopus, os autores do artigo publicado no PLOS Biology encontraram 600 brasileiros com

relevantes produções científicas entre os anos de 1960 e 2019.

 

Neste seleto grupo estão cinco docentes da UEM: Agostinho, Celso Vataru Nakamura, Jesuí Vergílio Visentainer, Marcelo Moreira Cavalcanti e Maurício Guimarães Araújo. “Eles exercem liderança de pesquisa e contribuem para a formação de alunos, que acabam disseminando esse comportamento para outros cantos do Paraná e do nosso país”, frisa o reitor.

 

Ainda no artigo publicado no PLOS Biology, há outra lista, desta vez específica sobre o desempenho científico somente no ano de 2019. Nela aparecem 853 brasileiros, contando os cinco pesquisadores mencionados acima e mais dois professores da UEM: Benedito Prado Dias Filho e Marcos Luciano Bruschi.

 

Além deles, está listado o químico André Luiz Cazetta, egresso de graduação e pós da UEM. Os dados apresentados ajudam a atestar, na visão do reitor, “a consolidação da UEM como uma das principais universidades do país, com reconhecimento internacional e impacto regional na formação de pessoas, realização de pesquisas, produção de conhecimentos e prestação de serviços de alta qualidade”.

 

O artigo com o levantamento de pesquisadores de destaque do mundo todo foi escrito por autores vinculados à Universidade de Stanford (EUA), à Inteligência em Pesquisa da Elsevier (Holanda) e à SciTech Strategies (EUA). Para acessar as tabelas anexas ao artigo clique aqui.

 

Damasceno aproveita para lembrar que a UEM tem diversos pesquisadores que são referências em suas áreas e que lideram grupos. Além disso, ressalta que a junção de professores e técnicos de qualidade profissional elevada “trazem impactos positivos em todas avaliações e todos rankings em que a UEM aparece”.

 

Conheça melhor os pesquisadores da UEM

Clique nos links disponíveis em cada sobrenome abaixo para poder conhecer melhor os perfis profissionais e as produções científicas dos respectivos pesquisadores:

 

Agostinho é aposentado do Departamento de Biologia (DBI-UEM) e docente voluntário no Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais (PEA-UEM). Foi coordenador científico do Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura (Nupélia) por 28 anos;

 

Araújo é professor do Departamento de Odontologia (DOD-UEM) e do Programa de Pós-Graduação em Odontologia Integrada (PGO). Ele é o autor brasileiro do artigo da área de Odontologia mais citado no mundo, como é possível comprovar nesta pesquisa;

 

Bruschi é professor do Departamento de Farmácia (DFA-UEM) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PCF-UEM) e membro do conselho técnico do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT-UEM);

 

Cavalcanti é professor do Departamento de Matemática (DMA-UEM) e do Programa de Pós-Graduação em Matemática (PMA-UEM);

 

Cazetta realizou pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Química (PQU-UEM), tendo concluído em março de 2020;

 

 

Dias Filho é professor do Departamento de Ciências Básicas da Saúde (DBS-UEM), coordenador-adjunto do PCF-UEM e coordenador da Central de Produtos Naturais do Complexo de Centrais de Apoio à Pesquisa (Comcap-UEM);

 

Nakamura é professor aposentado do DBS-UEM e docente voluntário do PCF-UEM e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (PBC-UEM);

 

Visentainer é professor aposentado do Departamento de Química (DQI-UEM) e docente voluntário do PQU-UEM e do Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos (PPC-UEM).

Vista aérea do Hospital Universitário da UEM / Divullgação

No Guia da Faculdade 2020, avaliação organizada pelo Grupo Estadão e pela Quero Educação, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) recebeu estrelas em 47 dos cursos presenciais de graduação oferecidos.

 

A graduação em Farmácia atingiu a pontuação máxima, de 5 estrelas e ficou entre os cinco mais bem ranqueados cursos para a formação de farmacêuticos do país. Vale lembrar que o Conceito Preliminar do Curso do Ministério da Educação (MEC) é o indicador oficial de qualidade das graduações brasileiras.

 

“Este ranking parece expressar que nossos cursos foram bem avaliados. No entanto, precisamos entender com mais profundidade os critérios estabelecidos para esse ranqueamento”, declara Alexandra de Oliveira Abdala Cousin, pró-reitora de Ensino da UEM.

 

Ela informa que os coordenadores não são obrigados a responder o Guia da Faculdade, bem como reforça que não se trata de avaliação do MEC, como é o caso do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), que tem “critérios muito bem definidos, objetivos e no qual tivemos excelentes notas.”

 

Márcia Marcondes Altimari Samed, pesquisadora institucional da UEM, aponta que “este ranking traduz de forma coerente o que de fato é realizado pela instituição, uma vez que leva em consideração as avaliações da qualidade do projeto pedagógico, do corpo docente e da infraestrutura”.

 

Lançado em 2019, o Guia da Faculdade “substituiu o Guia do Estudante, da Editora Abril, que durante algumas décadas representou um dos principais norteadores para a decisão por um curso de graduação pelos estudantes do ensino médio no país”.

 

Para Samed “o Guia da Faculdade herda, além da reputação, a metodologia adotada pelo Guia do Estudante, que consiste na avaliação por pares”. De acordo com o Guia da Faculdade, mais de 9 mil coordenadores de cursos superiores e professores universitários avaliaram mais de 14 mil cursos de graduação presenciais e a distância de instituições públicas e privadas brasileiras, em critérios de projeto pedagógico, corpo docente e infraestrutura.

 

O catálogo impresso do Guia da Faculdade 2020 foi encartado na edição do dia 25 de outubro do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Veja as estrelas da UEM no Guia da Faculdade

Cinco estrelas (1 curso): Farmácia

 

“Esta avaliação é o resultado de um trabalho contínuo, árduo e incansável

em atingir um ensino de qualidade pelos nossos docentes”, aponta Nelson

Yoshio Uesu, coordenador da graduação em Farmácia da UEM.

Ele frisa que os professores mantêm-se atualizados, inclusive realizando pós-doutorado, e

participam ativamente de projetos de pesquisa, ensino e extensão, além de

fazerem parte de corpo docente de Programas de Pós-Graduação.

 

“Noss projeto pedagógico está passando por reestruturação para melhorar ainda mais a qualidade do ensino, potencializando a participação discente nos projetos, em entidades estudantis, entre outros”.

 

Quatro estrelas (37 cursos):

 

Administração; Agronomia (observação: nota máxima no Enade); Agronomia (Umuarama-PR); Artes Cênicas; Bioquímica; Ciência da Computação; Ciências (Goioerê-PR); Ciências Contábeis (Cianorte-PR); Ciências Econômicas; Comunicação e Multimeios; Direito; Educação Física – Bacharelado; Educação Física – Licenciatura; Educação Física – Licenciatura (Ivaiporã-PR); Engenharia Agrícola (Cidade Gaúcha-PR); Engenharia Civil

(observação: nota máxima no Enade); Engenharia de Alimentos; Engenharia de Alimentos (Umuarama-PR); Engenharia de Produção; Engenharia de Produção (Goioerê-PR); Engenharia Mecânica; Engenharia Química; Engenharia Têxtil (Goioerê-PR); Estatística; Filosofia; Geografia; História; Informática; Letras: Inglês – Licenciatura em Tradução; Matemática; Medicina (observação: nota máxima no Enade); Medicina Veterinária (Umuarama-PR); Odontologia; Pedagogia (Cianorte-PR); Química; Serviço Social (Ivaiporã-PR); e Zootecnia.

 

Três estrelas (9 cursos):

 

Arquitetura e Urbanismo (observação: nota máxima no Enade); Biomedicina; Design (Cianorte-PR); Engenharia Civil (Umuarama-PR; observação: nota máxima no Enade); Engenharia Elétrica; Física (Goioerê-PR); Moda (Cianorte-PR); Psicologia; e Secretariado Executivo Trilíngue.

Museu Dinâmico Interdisciplinar da UEM | Fonte: http://www.mudi.uem.br/

O Museu Dinâmico Interdisciplinar da Universidade Estadual de Maringá (Mudi/UEM), em conjunto com a Associação de Amigos do Mudi (Amudi), promove um novo cronograma de atividades até 30 de outubro. As palestras serão online com exibição no Canal dos Amigos do Mudi. 

O tema central será os conhecimentos de ciência, arte, filosofia e religiões na formação para a cidadania. A inscrição é gratuita e pode ser feita por meio de um formulário online (acesse o formulário aqui). O cronograma, que está passando por modificações, será informado por meio dos emails cadastrados no formulário de inscrição do evento. 

 

Para o coordenador do Museu e professor do Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá (DCM/UEM), Marcílio Hubner de Miranda Neto, o objetivo desse novo ciclo é debater temas que reúnam as bases vitais da cultura humana.

 

A próxima palestra com cronograma confirmado é “Efeito Inverno Triste e Depressão Sazonal; Será que eu tenho isso?!”. A palestra será ministrada pelo professor Marcílio Hubner, na próxima quarta-feira (26/8), às 20h, no Canal do Amudi.

 

No dia 14 de setembro, às 19h30, será realizada mesa redonda sobre “O que fazer para sincronizar os ritmos biológicos com as atividades remotas em com as demandas de casa, do trabalho, das escolas e das universidades?”, com a participação dos professores Débora de Mello, Marcílio Hubner, Isabel Chagas e Marcelo Henrique Galdioli.

 

 

Cinco atividades, sem data até o momento, estão confirmadas. Confira quais são:

 

“Arte, Religiões, Filosofia e Ciência enquanto pilares de sustentação da Cultura Humana”, ministrada pelo professor Marcílio Hubner de Miranda Neto da UEM, em conjunto com o Grupo Abaecatu;

“As Religiões de Origem Abraâmicas”, com a professora Débora de Mello Gonçales Sant’Ana da UEM;

“Espiritismo, o atual estado da arte frente às questões morais e doutrinárias”, ministrada pela professora Jussara Rocha Ferreira da UNB;

“As Religiões Afrobrasileiras”, com a professora Vanda Serafin da UEM;

“A Ética do Gênero Humano”, com a professora Jussara Rocha Ferreira da UNB.

O ciclo de palestras começou em 12 de agosto com a palestra “O retorno às aulas e a necessidade de ressincronização dos ritmos biológicos”, ministrada pelo professor Marcílio e a professora do Departamento de Ciências Morfológicas e pró-reitora de Extensão e Cultura da UEM, Débora de Mello Gonçales Sant’Ana. 

 

 

No dia 14 de agosto, foi ministrada a palestra “Ciência e consciência no combate à pandemia”, apresentada por de quatro professores doutores que fazem parte do Grupo de Estudo de Evidências Científicas em Covid-19, da UEM.

Os acadêmicos que necessitam de dispositivos de transmissão de dados ou equipamentos para acesso às aulas remotas deverão formalizar o pedido até segunda-feira (10/8) / Foto: Divulgação

Alunos da Universidade Estadual de Maringá (UEM) que não têm acesso às tecnologias digitais da informação e comunicação podem se inscrever até segunda-feira (10/8) para requerer o empréstimo de equipamentos ou a concessão de dispositivo de transmissão de dados em banda larga.

 

A medida é uma ação desenvolvida pela Universidade para atender aos acadêmicos em situação de vulnerabilidade econômica na retomada do calendário acadêmico, a partir de 17 de agosto, com aulas remotas.

 

Além de estar regularmente matriculado em um dos cursos de graduação presencial da UEM, assim como em disciplinas que serão ofertadas remotamente, o aluno precisa ter renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio para ter direito ao benefício, após se candidatar no edital.

 

A inscrição é online e poderá ser feita até segunda-feira (10/8). Para se inscrever é necessário preencher o formulário do Google Forms “Inscrição Inclusão Digital”, utilizando, exclusivamente, o e-mail institucional da UEM.

 

Além de preencher os campos, é necessário anexar, no próprio formulário, cópias do RG, CPF e comprovante de matrícula do acadêmico e do quadro de composição familiar, devidamente preenchido, assinado e digitalizado. Assim como as declarações exigidas. O modelo do quadro e das declarações estão disponíveis nos anexos do Edital 01/2020-PEN/PRH-DCT.

 

 

Mediante agendamento prévio, a Universidade  vai disponibilizar equipamentos no câmpus sede e nas secretarias dos câmpus regionais para efetuar a inscrição. Os agendamentos serão aceitos só até sexta-feira (7/8), com horários diferenciados em cada câmpus. A UEM reforça que o uso de máscara será obrigatório durante a permanência no câmpus e que o atendimento será realizado conforme as regras sanitárias.

 

O resultado da solicitação, com as inscrições homologadas, será publicado na quarta-feira (12/8). O documento estará disponível para consulta no site da instituição.

 

Na retirada do equipamento ou dispositivo de transmissão de dados em banda larga, o aluno que teve sua inscrição homologada deverá entregar os originais assinados das declarações e formulário de inscrição, assim como cópias dos documentos comprobatórios de renda familiar especificados no Edital.

 

Apenas os alunos aprovados por meio do sistema de Cotas Sociais, nos anos de 2020 e 2019, e que tiveram acesso ao Auxílio Alimentação, em 2019, não precisam apresentar a documentação referente à renda.

 

 

Para outras informações consulte o Edital ou encaminhe suas dúvidas para o seguinte e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. Informações adicionais também podem ser obtidas pelo fone (44) 3011-4480, de segunda a sexta-feira, das 8h30h às 12h30.

 

Agendamento para atendimento presencial nos câmpus da UEM

 

O agendamento prévio para quem vai fazer inscrição dentro de um dos câmpus da UEM deve ser feito via telefone. Confira os contatos e horários de atendimento

Câmpus sede: (44) 3011-4480, no período das 8h30 às 12h30.
Câmpus de Ivaiporã: (43) 3472-5950, das 13h30 às 17h30.
Câmpus de Cidade Gaúcha: (44) 3675-8260 ou (44) 99928-7285, das 7h30 às 11h30.
Câmpus de Cianorte: (44) 3619-4000, das 8h às 12h.
Câmpus de Goioerê: (44) 3521-8700, das 8h às 12h e das 13h30 às 17h.
Câmpus de Umuarama: (44) 3621-9401, (44) 3621-9301 (44) 3621-9316 ou (44) 99738-2688, das 7h30 às 11h30 e das 13h30 às 17h.

 

https://maringapost.com.br/cidade/2020/08/06/uem-abre-inscricao-para-emprestimo-de-equipamentos-eletronicos-para-aulas-remotas/

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) deve publicar nesta sexta-feira (31/7) o edital que autoriza o empréstimo de smartphones aos alunos da instituição.

Os smartphones emprestados serão de responsabilidade do aluno/ Foto: Divulgação

0s aparelhos vão ser destinados aos estudantes que não têm internet ou equipamento técnico para assistir às aulas remotas, aprovadas pelo Conselho de Ensino e Pesquisa (CEP).

 

Segundo o Diretor de Assuntos Acadêmicos (DAA), Carlos Humberto Martins, para se candidatar ao edital dos smartphones o aluno deve seguir uma série de requisitos. É necessário ter uma renda familiar per capita de até um salário mínimo e meio, estar regularmente matriculado na instituição, além de seguir o cronograma das disciplinas quevão ser oferecidas de modo remoto.

 

Além dos aparelhos, Martins ressalta que todos os smartphones vão ter um chip com acesso à internet banda larga para quem ainda não tem acesso. Sobre a possível operadora dos aparelhos, o diretor do DAA falou que ainda não tem uma escolha mas que deve ser uma das quatro grandes operadoras do mercado.

“Vale ressaltar que esses alunos vão assinar um termo de depósito, isso significa que eles ficam responsáveis por esses equipamentos, tanto pela guarda quanto pelo bom uso dos aparelhos”, destaca

 

A respeito da quantidade de aparelhos ofertadas pelo edital, Martins diz que não é possível dizer ao certo, já que a instituição vai buscar suprir a falta de internet ou de aparelhos técnicos a todos aqueles que se inscreverem.

 

O ensino remoto emergencial (ERE), começa no dia 17 de agosto para os alunos da graduação da universidade. Segundo o diretor do DAA, antes dessa data todos os alunos que precisam do aparelhos já devem ter recebido os smartphones.

 

Recentemente, um levantamento feito com cerca de 7 mil alunos da instituição revelou que menos de 200 não têm um aparelho para assistir às aulas ou têm dificuldades para acessar à internet. Este número pode ser maior, visto que a universidade tem uma média de 15 mil estudantes só nos cursos de graduação presencial.

 

O ano letivo de 2020, que estava previsto para começar em abril de 2020, ainda não teve início devido à pandemia do novo coronavírus. A aprovação para retornar às aulas de forma remota teve debates acalorados.

 

Por um lado, alguns estudantes não queriam a aprovação do ERE, chegando até mesmo a fazerem manifestações contra o ensino remoto, já por outro, um grupo de alunos e professores lançaram uma campanha na internet favorável ao ensino remoto.

 

Durante a reunião do CEP, em que professores e alunos debatiam a retomada do calendário acadêmico, uma professora chegou a ofender um aluno chamando ele de “bicha”. Veja mais desse caso clicando aqui.

https://maringapost.com.br/cidade/2020/07/29/edital-para-emprestar-smartphones-aos-alunos-da-uem-sai-nesta-semana-veja-quem-tem-direito-aos-celulares/

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