Sidebar

28
Dom, Fev

Projeto de Extensão “Capoeira em apoio à infância e juventude”, proposto pela Pró-Reitoria de Extensão e Cultura, da Universidade Estadual de Maringá (PEC/UEM), foi contemplado com recursos da Fundação Araucária e do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). A proposta faz parte do programa “Artes marciais e inclusão social nas escolas do Paraná”, que será lançado na próxima segunda-feira, dia 1º de março, por meio de um evento on-line.

A partir de uma ação conjunta entre o CNPq e Fundação Araucária, foi firmado um convênio para criar formas de fomento à pesquisa, voltadas para a “geração de conhecimento, novas tecnologias, produtos e processos inovadores”, conforme a Emenda Parlamentar nº 39150012, do deputado federal Aroldo Martins (Republicanos-PR), a qual permitiu os recursos para a iniciativa.

A proposta parlamentar tem como foco “constituir um programa de extensão de incentivo à prática de lutas, artes marciais, esporte de combate e inclusão social nas escolas do Paraná”. O suporte financeiro prevê a concessão de bolsas e aquisição de material para implantação e desenvolvimento de aulas de lutas, artes marciais e esporte de combate para estudantes do Ensino Fundamental II e Ensino Médio em situação de vulnerabilidade social, matriculados nas escolas e nos colégios estaduais do Estado.

“Todas as Instituições de Ensino Superior (IES) do Paraná foram convidadas a submeter projetos ao edital do programa e nós fomos contemplados com R$ 111 mil”, explica a pró-reitora de Extensão, Débora de Mello Gonçales Sant’ Ana, que faz parte da equipe executora.

UEM – Segundo o coordenador do Projeto, o professor Felipe de Oliveira Matos, há duas modalidades de luta genuinamente brasileiras e difundidas no país e no mundo. O Jiu-jitsu, que possui suas raízes em lutas japonesas, e a Capoeira, criada pelos negros escravizados que lutaram pela libertação nos tempos do Brasil colônia, mas que também pode ser considerada uma arte marcial, porque foi utilizada durante a Guerra do Paraguai.

“Além disso, damos prioridade à capoeira, porque ela foi considerada patrimônio imaterial da cultura brasileira pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), em 2008, e patrimônio imaterial da humanidade, pela Unesco, em 2014. Esse projeto é uma oportunidade para difusão da capoeira como prática corporal de luta, perpassando por todos os ensinamentos pertinentes às artes marciais e modalidades de combate, mas também para fazer um resgate da nossa cultura e essência nacional”, explica o coordenador.

Campus sede da UEM em Maringá / Divulgação

As universidades estaduais do Paraná estão entre as melhores da América Latina, segundo a classificação do Webometrics Ranking of World Universities, divulgado na terça-feira (9/2). A Universidade Estadual de Maringá (UEM) conquistou a 66ª colocação, seguida pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), em 92ª.

O ranking é elaborado pelo Cybermetrics Lab, grupo de pesquisa pertencente ao Conselho Superior de Investigações Científicas (CSIC). O órgão é referência em pesquisa científica na Espanha. A UEL e a UEL ficaram à frente de instituições que são referência nacional, como o Instituto Tecnológico da Aeronáutica (ITA), Universidade Federal de Fortaleza (Unifor) e a Universidade Federal do ABC.

Em 2020, a UEM foi destaque no Times Higher Education (THE), um dos principais rankings de avaliação educacional do mundo. A instituição ficou em 81º lugar no levantamento. A edição do ranking reuniu 166 universidades de 13 países.

As universidades estaduais de Ponta Grossa (UEPG), do Centro-Oeste (Unicentro) e do Oeste do Paraná (Unioeste) estão entre as 200 melhores universidades da América Latina. A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) aparece em 370ª e a Universidade Estadual do Paraná (Unespar) em 437ª.

“Essa é a maior avaliação de exercício científico do mundo e ver nossas Universidades Estaduais como protagonistas na América Latina nos orgulha muito, pelo trabalho científico, de extensão e de internacionalização que é desenvolvido em diferentes regiões do Estado”, destaca o coordenador de Relações Internacionais da Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Luis Mascarenhas.

O objetivo da classificação é incentivar as universidades a divulgarem o conhecimento gerado pelas instituições. São considerados três indicadores no ranking: visibilidade e impacto do conteúdo na internet; excelência; e transparência.

Oito pesquisadores da UEM estão entre os cientistas mais influentes do mundo, de acordo com um estudo publicado no periódico PLOS Biology.

 

Trabalho no Nupélia fez o docente Angelo Antonio Agostinho ser o brasileiro mais influente em Ciências Pesqueiras/ Divulgação UEM

Entre os doutores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), o destaque maior é para o docente Angelo Antonio Agostinho, o brasileiro mais influente em Ciências Pesqueiras.

De acordo com o reitor da UEM, Julio César Damasceno, “estes resultados demonstram o nível de excelência destes pesquisadores, com uma história de empenho, de entrega e de responsabilidade, e também a qualidade da UEM”.

 

A partir de levantamento minucioso feito na base de dados da Scopus, os autores do artigo publicado no PLOS Biology encontraram 600 brasileiros com

relevantes produções científicas entre os anos de 1960 e 2019.

 

Neste seleto grupo estão cinco docentes da UEM: Agostinho, Celso Vataru Nakamura, Jesuí Vergílio Visentainer, Marcelo Moreira Cavalcanti e Maurício Guimarães Araújo. “Eles exercem liderança de pesquisa e contribuem para a formação de alunos, que acabam disseminando esse comportamento para outros cantos do Paraná e do nosso país”, frisa o reitor.

 

Ainda no artigo publicado no PLOS Biology, há outra lista, desta vez específica sobre o desempenho científico somente no ano de 2019. Nela aparecem 853 brasileiros, contando os cinco pesquisadores mencionados acima e mais dois professores da UEM: Benedito Prado Dias Filho e Marcos Luciano Bruschi.

 

Além deles, está listado o químico André Luiz Cazetta, egresso de graduação e pós da UEM. Os dados apresentados ajudam a atestar, na visão do reitor, “a consolidação da UEM como uma das principais universidades do país, com reconhecimento internacional e impacto regional na formação de pessoas, realização de pesquisas, produção de conhecimentos e prestação de serviços de alta qualidade”.

 

O artigo com o levantamento de pesquisadores de destaque do mundo todo foi escrito por autores vinculados à Universidade de Stanford (EUA), à Inteligência em Pesquisa da Elsevier (Holanda) e à SciTech Strategies (EUA). Para acessar as tabelas anexas ao artigo clique aqui.

 

Damasceno aproveita para lembrar que a UEM tem diversos pesquisadores que são referências em suas áreas e que lideram grupos. Além disso, ressalta que a junção de professores e técnicos de qualidade profissional elevada “trazem impactos positivos em todas avaliações e todos rankings em que a UEM aparece”.

 

Conheça melhor os pesquisadores da UEM

Clique nos links disponíveis em cada sobrenome abaixo para poder conhecer melhor os perfis profissionais e as produções científicas dos respectivos pesquisadores:

 

Agostinho é aposentado do Departamento de Biologia (DBI-UEM) e docente voluntário no Programa de Pós-Graduação em Ecologia de Ambientes Aquáticos Continentais (PEA-UEM). Foi coordenador científico do Núcleo de Pesquisas em Limnologia, Ictiologia e Aquicultura (Nupélia) por 28 anos;

 

Araújo é professor do Departamento de Odontologia (DOD-UEM) e do Programa de Pós-Graduação em Odontologia Integrada (PGO). Ele é o autor brasileiro do artigo da área de Odontologia mais citado no mundo, como é possível comprovar nesta pesquisa;

 

Bruschi é professor do Departamento de Farmácia (DFA-UEM) e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Farmacêuticas (PCF-UEM) e membro do conselho técnico do Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT-UEM);

 

Cavalcanti é professor do Departamento de Matemática (DMA-UEM) e do Programa de Pós-Graduação em Matemática (PMA-UEM);

 

Cazetta realizou pós-doutorado no Programa de Pós-Graduação em Química (PQU-UEM), tendo concluído em março de 2020;

 

 

Dias Filho é professor do Departamento de Ciências Básicas da Saúde (DBS-UEM), coordenador-adjunto do PCF-UEM e coordenador da Central de Produtos Naturais do Complexo de Centrais de Apoio à Pesquisa (Comcap-UEM);

 

Nakamura é professor aposentado do DBS-UEM e docente voluntário do PCF-UEM e do Programa de Pós-Graduação em Ciências Biológicas (PBC-UEM);

 

Visentainer é professor aposentado do Departamento de Química (DQI-UEM) e docente voluntário do PQU-UEM e do Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos (PPC-UEM).

Vista aérea do Hospital Universitário da UEM / Divullgação

No Guia da Faculdade 2020, avaliação organizada pelo Grupo Estadão e pela Quero Educação, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) recebeu estrelas em 47 dos cursos presenciais de graduação oferecidos.

 

A graduação em Farmácia atingiu a pontuação máxima, de 5 estrelas e ficou entre os cinco mais bem ranqueados cursos para a formação de farmacêuticos do país. Vale lembrar que o Conceito Preliminar do Curso do Ministério da Educação (MEC) é o indicador oficial de qualidade das graduações brasileiras.

 

“Este ranking parece expressar que nossos cursos foram bem avaliados. No entanto, precisamos entender com mais profundidade os critérios estabelecidos para esse ranqueamento”, declara Alexandra de Oliveira Abdala Cousin, pró-reitora de Ensino da UEM.

 

Ela informa que os coordenadores não são obrigados a responder o Guia da Faculdade, bem como reforça que não se trata de avaliação do MEC, como é o caso do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade), que tem “critérios muito bem definidos, objetivos e no qual tivemos excelentes notas.”

 

Márcia Marcondes Altimari Samed, pesquisadora institucional da UEM, aponta que “este ranking traduz de forma coerente o que de fato é realizado pela instituição, uma vez que leva em consideração as avaliações da qualidade do projeto pedagógico, do corpo docente e da infraestrutura”.

 

Lançado em 2019, o Guia da Faculdade “substituiu o Guia do Estudante, da Editora Abril, que durante algumas décadas representou um dos principais norteadores para a decisão por um curso de graduação pelos estudantes do ensino médio no país”.

 

Para Samed “o Guia da Faculdade herda, além da reputação, a metodologia adotada pelo Guia do Estudante, que consiste na avaliação por pares”. De acordo com o Guia da Faculdade, mais de 9 mil coordenadores de cursos superiores e professores universitários avaliaram mais de 14 mil cursos de graduação presenciais e a distância de instituições públicas e privadas brasileiras, em critérios de projeto pedagógico, corpo docente e infraestrutura.

 

O catálogo impresso do Guia da Faculdade 2020 foi encartado na edição do dia 25 de outubro do jornal O Estado de S. Paulo.

 

Veja as estrelas da UEM no Guia da Faculdade

Cinco estrelas (1 curso): Farmácia

 

“Esta avaliação é o resultado de um trabalho contínuo, árduo e incansável

em atingir um ensino de qualidade pelos nossos docentes”, aponta Nelson

Yoshio Uesu, coordenador da graduação em Farmácia da UEM.

Ele frisa que os professores mantêm-se atualizados, inclusive realizando pós-doutorado, e

participam ativamente de projetos de pesquisa, ensino e extensão, além de

fazerem parte de corpo docente de Programas de Pós-Graduação.

 

“Noss projeto pedagógico está passando por reestruturação para melhorar ainda mais a qualidade do ensino, potencializando a participação discente nos projetos, em entidades estudantis, entre outros”.

 

Quatro estrelas (37 cursos):

 

Administração; Agronomia (observação: nota máxima no Enade); Agronomia (Umuarama-PR); Artes Cênicas; Bioquímica; Ciência da Computação; Ciências (Goioerê-PR); Ciências Contábeis (Cianorte-PR); Ciências Econômicas; Comunicação e Multimeios; Direito; Educação Física – Bacharelado; Educação Física – Licenciatura; Educação Física – Licenciatura (Ivaiporã-PR); Engenharia Agrícola (Cidade Gaúcha-PR); Engenharia Civil

(observação: nota máxima no Enade); Engenharia de Alimentos; Engenharia de Alimentos (Umuarama-PR); Engenharia de Produção; Engenharia de Produção (Goioerê-PR); Engenharia Mecânica; Engenharia Química; Engenharia Têxtil (Goioerê-PR); Estatística; Filosofia; Geografia; História; Informática; Letras: Inglês – Licenciatura em Tradução; Matemática; Medicina (observação: nota máxima no Enade); Medicina Veterinária (Umuarama-PR); Odontologia; Pedagogia (Cianorte-PR); Química; Serviço Social (Ivaiporã-PR); e Zootecnia.

 

Três estrelas (9 cursos):

 

Arquitetura e Urbanismo (observação: nota máxima no Enade); Biomedicina; Design (Cianorte-PR); Engenharia Civil (Umuarama-PR; observação: nota máxima no Enade); Engenharia Elétrica; Física (Goioerê-PR); Moda (Cianorte-PR); Psicologia; e Secretariado Executivo Trilíngue.

Museu Dinâmico Interdisciplinar da UEM | Fonte: http://www.mudi.uem.br/

O Museu Dinâmico Interdisciplinar da Universidade Estadual de Maringá (Mudi/UEM), em conjunto com a Associação de Amigos do Mudi (Amudi), promove um novo cronograma de atividades até 30 de outubro. As palestras serão online com exibição no Canal dos Amigos do Mudi. 

O tema central será os conhecimentos de ciência, arte, filosofia e religiões na formação para a cidadania. A inscrição é gratuita e pode ser feita por meio de um formulário online (acesse o formulário aqui). O cronograma, que está passando por modificações, será informado por meio dos emails cadastrados no formulário de inscrição do evento. 

 

Para o coordenador do Museu e professor do Departamento de Ciências Morfofisiológicas da Universidade Estadual de Maringá (DCM/UEM), Marcílio Hubner de Miranda Neto, o objetivo desse novo ciclo é debater temas que reúnam as bases vitais da cultura humana.

 

A próxima palestra com cronograma confirmado é “Efeito Inverno Triste e Depressão Sazonal; Será que eu tenho isso?!”. A palestra será ministrada pelo professor Marcílio Hubner, na próxima quarta-feira (26/8), às 20h, no Canal do Amudi.

 

No dia 14 de setembro, às 19h30, será realizada mesa redonda sobre “O que fazer para sincronizar os ritmos biológicos com as atividades remotas em com as demandas de casa, do trabalho, das escolas e das universidades?”, com a participação dos professores Débora de Mello, Marcílio Hubner, Isabel Chagas e Marcelo Henrique Galdioli.

 

 

Cinco atividades, sem data até o momento, estão confirmadas. Confira quais são:

 

“Arte, Religiões, Filosofia e Ciência enquanto pilares de sustentação da Cultura Humana”, ministrada pelo professor Marcílio Hubner de Miranda Neto da UEM, em conjunto com o Grupo Abaecatu;

“As Religiões de Origem Abraâmicas”, com a professora Débora de Mello Gonçales Sant’Ana da UEM;

“Espiritismo, o atual estado da arte frente às questões morais e doutrinárias”, ministrada pela professora Jussara Rocha Ferreira da UNB;

“As Religiões Afrobrasileiras”, com a professora Vanda Serafin da UEM;

“A Ética do Gênero Humano”, com a professora Jussara Rocha Ferreira da UNB.

O ciclo de palestras começou em 12 de agosto com a palestra “O retorno às aulas e a necessidade de ressincronização dos ritmos biológicos”, ministrada pelo professor Marcílio e a professora do Departamento de Ciências Morfológicas e pró-reitora de Extensão e Cultura da UEM, Débora de Mello Gonçales Sant’Ana. 

 

 

No dia 14 de agosto, foi ministrada a palestra “Ciência e consciência no combate à pandemia”, apresentada por de quatro professores doutores que fazem parte do Grupo de Estudo de Evidências Científicas em Covid-19, da UEM.

Mais Artigos...