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Dom, Mai

O prazo das inscrições do Vestibular de Inverno da UEM de 2019 termina nesta quarta-feira (8/5) às 23h59. A inscrição é aceita apenas pela internet e o pagamento da taxa de R$ 156,00 para fazer o concurso pode ser feito até sexta-feira (10/5).

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) oferece um total de 1.494 vagas em cerca de 70 cursos de graduação. Do total de vagas, 20% são reservadas pelas cotas sociais, voltadas a estudantes de baixa renda.

O Vestibular de Inverno da UEM tem novidades. Vai ser realizado em apenas dois dias, entre 14 e 15 de julho, e não mais três. As provas vão ser aplicadas à tarde e não mais de manhã. Veja mais detalhes nesta reportagem.

Além disso, os candidatos podem escolher entre fazer o concurso em Maringá e outras dez cidades. Curitiba, Cascavel, Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama.

Mais informações no site oficial do Vestibular de Inverno da UEM ou no Manual do Candidato. A consulta aos locais de prova vai ser liberada no dia 14 de junho. A lista dos aprovados vai ser divulgada no dia 16 de agosto. 

https://maringapost.com.br/sala3/2019/05/07/inscricao-do-vestibular-de-inverno-da-uem-termina-nesta-quarta/

Planta industrial da Cocamar, em Maringá / Divulgação

A Cooperativa Agroindustrial de Maringá (Cocamar), em parceria com a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e o Sebrae, lançaram a 2ª edição do Desafio Direto do Campus. A ideia é que os estudantes universitários participantes trabalhem em busca de novas soluções para o descarte de resíduos.

Nesta edição, a proposta é encontrar soluções ambientais sustentáveis para o descarte industrial gerado dentro da cooperativa de Maringá. Os detalhes só vão ser conhecidos pelos estudantes depois de confirmada a participação.

O Desafio Direto do Campus é aberto para acadêmicos dos cursos de Administração, Economia, Química, Engenharia Química, Agronomia, Engenharia Ambiental e Engenharia de Produção da UEM. A participação também será aberta a alunos de outros cursos da Universidade, que poderão fazer parte das equipes desde que cumpra os requisitos propostos no regulamento.

As equipes que irão competir no Desafio precisam ser compostas por até três alunos, que podem ser de cursos distintos. Todos os membros precisam estar cursando, pelo menos, o terceiro ano da graduação. Para inscrever a equipe precisa acessar este link. O prazo das inscrições termina no dia 15 de maio.

No dia 20 de maio, na UEM, com a presença das equipes participantes, vai ser feito o lançamento oficial do Desafio Direto do Campus e a apresentação do problema ambiental a ser trabalhado nesta edição. 

Depois, reunidos, os participantes vão estudar as possibilidades de produtos, serviços ou destinações ambientais sustentáveis para os materiais e resíduos gerados pela cooperativa.

As equipes vão ter à disposição, para o desenvolvimento do programa, mentorias em processos e insumos, mercado e negócios e também em MVP, com o objetivo de serem desenvolvidos e terem as ideias potencializadas por meio do conhecimento prévio sobre o que vão desenvolver. 

A apresentação final do projeto para a banca avaliadora está agendada para o dia 17 de julho. Todas as informações, regulamento e link de inscrição podem ser conferidos aqui.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/05/06/uem-cocamar-e-sebrae-lancam-desafio-a-estudantes-buscar-novas-solucoes-para-o-descarte-de-residuos/

Lepac atende mais de 100 municípios da macro-região noroeste do Paraná / UEM

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) vive um momento difícil. Com a Desvinculação de Receitas de Estados e Municípios (DREM), o Governo do Estado retém 30% dos rendimentos próprios das universidades estaduais, o que causa forte impacto financeiro e compromete serviços prestados pela instituição, principalmente na área da saúde.

O Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas, o Lepac da UEM, por exemplo, informa que corre o risco de paralisar as atividades, já que os recursos retidos eram utilizados para manutenção dos serviços.

“Caso os recursos não sejam liberados, tenho estoque para garantir que o laboratório funcione no máximo por dois meses, dependendo do volume de exames”, afirma o chefe do departamento de Análises Clínicas e Biomedicina da UEM, Dennis Armando Bertolini.

O Lepac da UEM arrecada recursos com os serviços prestados ao Sistema Único de Saúde (SUS). O dinheiro é utilizado para custear os contratos com fornecedores, compra de reagentes, manutenção de equipamentos e outros serviços necessários para atendimentos dos pacientes. De acordo com Dennis Bertolini, a retenção de 30% dos recursos inviabiliza as atividades.

Maior laboratório do Estado depois do Laboratório Central do Paraná (Lacen), em Curitiba, o Lepac da UEM atende mais de 100 municípios da macro-região noroeste do Paraná. Segundo Bertolini, aproximadamente três mil pessoas são atendidas por mês no laboratório e cerca de 10 mil exames de média e alta complexidade são realizados.

“O Lepac é o único laboratório público na macro-região noroeste que faz diagnóstico de tuberculose, que monitora pacientes com HIV, portadores de hepatite e o único que faz diagnóstico de meningite. São serviços que, alguns deles, você não encontra com facilidade na rede privada por causa da complexidade”, diz o chefe do departamento de Análises Clínicas e Biomedicina.

Todos serviços estão comprometidos, afirma reitor

O reitor da UEM, Júlio Damasceno, diz que a instituição mantém constante diálogo com o Governo do Estado e com políticos locais para que os problemas financeiros da universidade sejam resolvidos. Em visita a Maringá na segunda-feira (29/4), o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto, foi informado da situação enfrentada pelo Lepac.

“Todos demonstraram muita preocupação e acredito que a situação está encaminhada. Esperamos que essa situação seja resolvida e que os recursos sejam revertidos para a universidade de alguma forma, uma vez que praticamos preços públicos e a universidade não realiza nenhuma cobrança que gera lucro”, diz o reitor.

No entanto, Damasceno afirma que, por causa da retenção dos recursos, todos os serviços da instituição estão comprometidos. Segundo ele, no ano passado a UEM teve R$ 12,5 milhões de recursos contingenciados.

“Se não houver uma alternativa, as atividades não só da UEM, mas de outras universidades, vão ser acometidas. Algumas atividades já estão comprometidas, como é o caso do Lepac, mas a gente não consegue manter outras atividades por muito tempo por causa da Desvinculação de Receitas de Estados e Municípios (DREM)”, alerta o reitor da UEM.

Secretaria da Fazenda minimiza problema

A Secretaria de Estado da Fazenda divulgou uma nota sobre a questão do impacto da retenção de recursos em relação à UEM.

“A Desvinculação das Receitas do Estado (DREM) possui amparo constitucional no art. 76-A do Ato das Disposições Constitucionais Transitórias, redação dada pela Emenda Constitucional n° 93/2016. O referido instituto prevê a possibilidade de desvinculação de 30% de receitas vinculadas ressalvadas hipóteses expressamente previstas em artigo. O objetivo da norma é conferir maior liberdade aos Estados para gastarem com maior espaço de discricionariedade recursos anteriormente vinculados.

No caso do Hospital Universitário da Universidade Estadual de Maringá, existe uma relação de caráter contratual de prestação de serviços feito pela Universidade junto ao Município de Maringá, de modo que os recursos recebidos pela instituição com a prestação desse serviço ingressam como receitas de fontes próprias, as quais sofrem o efeito da desvinculação, conforme disposto na norma constitucional.

É importante ressaltar que a desvinculação dessas receitas não impacta a prestação de serviços da UEM ou quanto ao cumprimento dos índices de gastos obrigatórios com saúde, na medida que produz efeito apenas entre o Estado e a Universidade, não alcançando a relação contratual com o Município.

Além disso, a Secretaria de Estado da Fazenda promove destinação de recursos não vinculados no orçamento da instituição visando o pleno funcionamento das respectivas atividades. Evidencia-se, portanto, que não há qualquer prejuízo à UEM, tendo em vista que, mesmo com a desvinculação, a instituição recebe recursos suficientes para atender a finalidade originalmente pretendida.”

https://maringapost.com.br/poder/2019/05/02/lepac-da-uem-tem-condicoes-para-funcionar-por-no-maximo-dois-meses-governo-minimiza-prejuizos/

Mulheres obesas de Maringá e região metropolitana, com idade entre 18 e 35 anos e com Índice de Massa Corporal (IMC) na faixa de 30 kg/m² a 40 kg/m², são convidadas pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) a participar de um estudo científico que tem como objetivo testar o melhor tipo de exercício para a saúde cardiovascular.

As voluntárias que forem selecionadas pela instituição vão receber avaliações clínicas e laboratoriais e vão participar de um programa de treinamento físico com duração de 16 semanas. Todo o trabalho vai ser supervisionado por profissionais da Educação Física e a participação é totalmente gratuita.

O responsável estudo é o Grupo de Pesquisa em Hipertensão Arterial Sistêmica, Rigidez Arterial e Envelhecimento Vascular (GPHARV), vinculado aos Departamentos de Medicina e de Educação Física e ao Hospital Universitário da UEM.

O grupo foi criado oficialmente em 2018 e tem atuado em temas com foco na hipertensão arterial sistêmica, rigidez arterial e envelhecimento vascular, eventos cardiovasculares e intervenções farmacológicas e não-farmacológicas em diferentes populações. Para conhecer mais sobre o trabalho, basta acessar este link do grupo de pesquisa.

Os atendimentos aos participantes do programa vão ser feitos das 18h30 às 19h30 e das 19h30 às 20h30, todas as segundas, quartas e sextas-feiras. Quem tiver interesse em fazer parte do estudo deve preencher um cadastro on-line clicando neste link.

Como calcular o IMC e saber se está obeso

O Índice de Massa Corporal (IMC) é uma ferramenta usada para detectar casos de obesidade ou desnutrição. O IMC é calculado com a divisão do peso pela altura elevada ao quadrado. O jeito mais fácil de calcular é multiplicar a altura por ela mesma e depois dividir pelo valor do peso. Veja mais informações aqui.

Uma pessoa com 1,70 m e 70 kg fará o seguinte cálculo:

Altura multiplicada por ela mesma: 1,70 x 1,70 = 2,89

Peso dividido pelo quadrado da altura: 70 / 2,89 = 24,22

Resultados obtidos no IMC

Menos do que 18,5 Abaixo do peso

Entre 18,5 e 24,9 Peso normal

Entre 25 e 29,9 Sobrepeso

Entre 30 e 34,9 Obesidade grau 1*

Entre 35 e 39,9 Obesidade grau 2*

Mais do que 40 Obesidade grau 3

* Valores incluídos no estudo que vai ser ofertado pela UEM.

https://maringapost.com.br/cidade/2019/05/01/uem-abre-selecao-para-mulheres-obesas-de-maringa-e-regiao-participarem-de-estudo-e-treinamento-fisico/

Neste sábado (4/5) e domingo (5/5), na Arena das Artes, tem a oficina oficina “Criação de Corpo Cênico pelo viés da arte drag queen”, com a mestre Lua Lamberti.

Ela é formada em Artes Cênicas pela Universidade Estadual de Maringá (UEM) e há poucas semanas ficou conhecida como a primeira travesti a conquistar o título de mestre em Educação na UEM.

A oficina propõe uma vivência com jogos e exercícios corporais e tem como objetivo dilatar e aprofundar as noções cênicas no que tange a construção e criação de um corpo vivo, pulsante e transformista.

A mestre Lua Lamberti pesquisa, performa e experimenta as linguagens artísticas da Drag Queen, do Clown e da Performance Art e desenvolveu a oficina na época da graduação.

“Minha curiosidade era como descobrir ou como criar ou como estudar o corpo de uma drag queen, entendendo que ela é uma performance cênica que exige uma relação artística de tônus de criação, de noção corporal e cênica e não se estuda isso, não se tem pesquisas nessa área. Então eu peguei alguns exercícios de preparação de ator e atriz, de estudos da linguagem do clown e da máscara e condensei para criar uma metodologia bricolada e assim pesquisar o corpo da drag”, explica.

A oficina tem 20 vagas e é direcionada para artistas e pessoas que trabalham com o corpo e que se interessem pela linguagem drag queen. “Quem não faz drag porque não se maquia, não faz cabelo, não faz roupa, não precisa deixar de ser drag. Você pode aprender pelo viés teatral”, comenta.

Serviço

Oficina: Criação de corpo cênico pelo viés da arte drag queen

Dias: 4 e 5 de maio

Local: Arena das Artes

Horário: das 14h às 18h

Vagas: 20

Investimento: R$ 50

Formulário de inscrição aqui

https://maringapost.com.br/sala3/2019/05/01/corpo-cenico-pelo-vies-da-arte-drag-em-oficina-da-mestre-lua-lamberti/

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