Sidebar

15
Seg, Out

A posse do novo reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Júlio Damasceno, será nesta quarta-feira (10/10), no Restaurante Universitário, a partir das 14h. Eleito para a gestão de 2018 a 2022, Damasceno já anunciou mudanças na maioria do primeiro escalão da universidade e revelou 12 nomes de pró-reitores e assessores.

Damasceno também vai trocar, temporariamente, o superintendente do Hospital Universitário (HU), que deve responder pela unidade até a eleição para o cargo do hospital. Disse que a eleição está prevista para ocorrer nos próximos meses e que ainda está estudando os nomes para as diretorias das pró-reitorias e coordenadores das assessorias.

Entre os nomes do primeiro escalão, Damasceno optou por manter o pró-reitor de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários, o prefeito do campus, o assessor de Comunicação e assessora da Central do Vestibular. Os novos pró-reitores serão nomeados e tomarão posse na quarta-feira (11/10). Confira quem são:

Chefe de Gabinete: José Antonio Martins

Pró-Reitoria de Administração: Antonio Marcos Flauzino dos Santos

Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação: Clóves Cabreira Jobim

Pró-Reitoria de Extensão e Cultura: Débora de Mello Gonçales Sant’Ana

Pró-Reitoria de Ensino: Leila Pessôa da Costa

Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários: Luis Otávio de Oliveira Goulart

Prefeitura do Campus Universitário: Carlos Augusto de Melo Tamanini

Assessoria de Planejamento: João Marcelo Crubellate

Assessoria de Comunicação Social: Elias Gomes de Paula

Assessoria Especial da Central do Vestibular: Maria Raquel Marçal Natali

Assessoria Especial do Escritório de Cooperação Internacional: Sandra Mara Schiavi Bankuti

Superintendente Hospital Universitário: Vicente Massaji Kira

Completar a equipe é prioridade

Segundo Júlio Damasceno, a nomeação da equipe é uma das principais prioridades neste início da gestão.“O primeiro passo é inovação, colocar a estrutura administrativa para que seja integrada, planejada e com base em alcance de metas, para que os projetos defendidos na campanha sejam colocados em prática”.

Ele pretende, em 15 dias, fazer uma reunião com os pró-reitores nomeados para traçar um diagnóstico dos setores e projetar metas de trabalho dentro de cada área. Damasceno disse ainda que outra ação imediata será conseguir a recomposição do quadro de servidores da UEM. “Também vamos dar uma atenção muito forte ao ensino, mas de forma integrada à pesquisa, extensão e internacionalização”, afirmou.

O reitor informou que ainda estuda quem ocupará os cargos que não foram preenchidos. Ele disse que preferiu manter alguns nomes da atual gestão em setores especiais para evitar “uma maior vulnerabilidade”, mas que a mudança deve ocorrer na maioria dos cargos.

Professor do Departamento de Zootecnia, Júlio Damasceno era vice-reitor ao lado de Mauro Baesso na gestão que se encerra nesta terça-feira. Ele venceu o professor Roberto Cuman no segundo turno das eleições com 5.008 votos, sendo o mais votado entre os estudantes e professores. Porém, recebeu a menor votação entre os técnicos.

De acordo com o reitor, independentemente da quantidade de votos, todos os setores serão representados na gestão. “Nós vamos acomodar todas as demandas que recebemos para que a gente possa melhorar a nossa relação e ter os técnicos do nosso lado. Acho que isso vai acontecer e não vai demorar muito”, disse.

Governadora não confirmou presença

Reitores de universidades da região, políticos e o secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Décio Sperandio, confirmaram presença na cerimônia de posse. De acordo com a assessoria de imprensa da UEM, a governadora Cida Borghetti (PP) foi convidada, mas até esta terça-feira (9/10) não havia confirmado presença.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/10/09/reitor-da-uem-que-sera-empossado-nesta-terca-feira-julio-damasceno-muda-o-primeiro-escalao-e-ja-nomeou-12-pro-reitores-e-assessores/

Palestrante do evento, Jorge Vicente Lopes é responsável por programas de tecnologia 3D voltados para a medicina (Imagem/impresso3dprinter.com.br)

Com o avanço tecnológico, o que deve mudar na Medicina? E na relação entre médico e paciente? Essas e outras questões serão discutidas no I Congresso do Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM) e no Congresso Médico de Maringá.

Voltados para estudantes e profissionais da área, os dois eventos ocorrem simultaneamente entre quinta-feira (11/10) e o próximo sábado (13) no Vivaro Eventos. Serão mais de 30 palestras com médicos do Brasil e de outros países que falarão sobre “A Medicina do Futuro”, tema dos eventos.

Entre os assuntos abordados no congresso estão o uso de inteligência artificial na medicina, nanotecnologia, uso da realidade virtual estendida, construção de órgãos em impressora 3D e medicina humanitária e de catástrofe.

Organizado por estudantes do Centro Acadêmico de Medicina de Maringá (Camem) e o HUM, em parceria com a Uningá e Unicesumar, o congresso comemora os 30 anos do curso de Medicina da Universidade Estadual de Maringá e do Hospital Universitário de Maringá.

Os ingressos do primeiro lote custam R$ 190 para estudante de graduação, R$ 230 para estudante de pós graduação ou residentes e R$ 310 para profissionais. As inscrições podem ser feitas no site do evento.

Para a estudante do terceiro ano de Medicina e presidente do Centro Acadêmico, Beatriz Kaway, o congresso é uma oportunidade para os futuros profissionais da área conhecerem as novidades tecnológicas da medicina que não são abordadas durante a graduação.

“É importante estar sempre se atualizando e conhecendo temas diferentes que, muitas vezes, não tem na nossa carga horária. É uma coisa a mais, que pode acrescentar no nosso currículo, além de ser uma oportunidade de integração com outros alunos e compartilhar experiências”, disse a estudante.

Para Beatriz, o impacto da tecnologia na medicina não é totalmente ruim.“Nessa questão, tem dois lados: o primeiro é que tem muita coisa boa de avanço nas tecnologias que trazem muitos benefícios. Um ponto negativo é que os pacientes com muito acesso a informação pesquisam no Google antes de ir na consulta.”

Aos 20 anos, Beatriz arriscou um palpite de como será a medicina no futuro e como deverá pautar o trabalho quando se tornar médica. “Acho que a medicina será de muitos desafios, principalmente em aliar tecnologia e relação com o paciente. Outro ponto, é estar sempre atualizado com as novas técnicas sem se esquecer do cuidado e da relação com o paciente, que é tão importante”, disse.

Impressão de Órgãos é um dos temas do evento

Doutor em Engenharia Elétrica pela Universidade Federal de Uberlândia (UFU) Ezequiel Zorzal tentará relacionar a área em que trabalha com a medicina. O professor adjunto no Instituto de Ciência e Tecnologia da Universidade Federal de São Paulo (ICT/Unifesp) falará sobre realidade virtual e realidade estendida.

A realidade virtual é a imersão do ser humano no mundo virtual por meio de ferramentas computacionais enquanto a aumentada permite a interação entre mundo físico e virtual. Durante a graduação, esses sistemas podem ajudar os alunos na análise das estruturas do corpo humano.

Na prática médica, estes métodos podem ser utilizados no tratamento de fobias. Com a realidade estendida, por exemplo, o paciente pode ser exposto aos ambientes que tem algum tipo de medo, sem oferecer risco.

Outro palestrante de engenharia elétrica é Jorge Vicente Lopes, fundador da área de tecnologias 3D do Centro de Tecnologia da Informação (CTI) Renato Archer. No CTI Lopes desenvolveu programas relacionados a tecnologia 3D na área médica e indústria científica. Na palestra ele irá discutir a possibilidade da medicina ter órgãos impressos.

Na área da saúde, as impressoras 3D são usadas na impressão de próteses, cirurgias de reconstrução facial e para a impressão de modelos de estruturas humanas, dispensando os cadáveres dos cursos de medicina. As impressoras também trabalham na impressão de pele artificial para testes de cosméticos, o que já aumenta e expectativa que os órgãos impressos podem estar próximos de se tornarem realidade.

Além de abordar tecnologia e corrupção, o congresso também discute a saúde mental dos estudantes e profissionais da área. Um dos palestrantes é o coordenador do Ambulatório de Psiquiatria do Centro Integrado de Atendimento à Vítimas de Acidentes do Hospital Universitário de Santa Maria, Vitor Crestani Calegaro. Ele é um dos responsáveis pelo atendimento das vítimas do incêndio da boate Kiss em 2013.

Serviço

O que: Congresso Médico de Maringá e 1º Congresso do HURM

Quando: 11, 12 e 13 de outubro

Onde: Vivaro – Avenida Virgílio Manilia, 21784 – Jardim Ouro Cola – Maringá

https://maringapost.com.br/cidade/2018/10/09/congresso-medico-de-maringa-discute-o-uso-da-tecnologia-na-medicina-serao-mais-de-30-palestras-entre-11-e-13-de-outubro-sobre-impressao-de-orgaos-realidade-virtual-e-outros-temas/

Central de Monitoramento Inteligente da UEM, que será inaugurada nesta terça-feira

Nesta terça-feira (9/10), começa o “Big Brother” na Universidade Estadual de Maringá. Durante 24 horas por dia, todos os dias, 159 câmeras de alta definição passarão a operar conectadas com a Central de Monitoramento Eletrônico da UEM, onde foram instalados nove monitores de 49 polegadas e três mesas operadoras com software de gerenciamento.

A necessidade de melhorar a segurança no campus vem sendo discutida desde 2008, quando foram instaladas as primeiras câmeras, mas que não gravavam e tampouco eram ligadas a uma central. Em 2014, com o auxílio da Polícia Militar, foi desenvolvido um projeto para a instalação de um sistema mais moderno e identificado as áreas de risco.

A execução do projeto foi licitada, arrematada por R$ 2,046 milhões e a ordem de serviço se deu em maio passado. As cinco guaritas de vigilância existentes no campus também receberão as imagens das câmeras instaladas nas áreas próximas, cerca de 16 cada uma. Na Central, os agentes farão turnos de 8 horas, pelo menos dois por turno.

“As imagens poderão ser vistas pelos agentes e serão gravadas, mas o acesso às gravações, que ficarão armazenadas por 30 dias, é restrito e só serão disponibilizadas pelo Núcleo de Processamento de Dados mediante solicitação formal”, disse a diretora de Serviços e Manutenção, Ezeni Claro da Silva. As câmaras estão em teste há uma semana.

A grande maioria das câmeras está instalada em áreas externas do campus, à exceção de uma pequena parte que está localizada em oito blocos didáticos, como são chamados os prédios onde só existem salas de aula. Os agentes que farão o monitoramento passarão por um treinamento para assimilar os recursos das mesas operadoras.

Serviço

O que: Inauguração da Central de Monitoramento Eletrônico da UEM

Onde: Bloco B-10, onde fica a Central

Quando: Nesta terça (9/10), às 10h30

https://maringapost.com.br/cidade/2018/10/08/comeca-o-big-brother-na-uem-com-159-cameras-de-alta-definicao-24-horas-do-por-dia/

A Universidade Estadual de Londrina (UEL) e a Universidade Estadual de Maringá (UEM) estão “coladas” no Ranking Universitário Folha (RUF) 2018, que volta a ser liderado pela Universidade de São Paulo (USP). A UEL ocupa a 24ª posição geral, a UEM a 25ª colocação e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) a 46ª.

O RUF, divulgado nesta segunda-feira (1/10), avaliou 196 universidades brasileiras públicas e particulares – a última colocada é a Universidade do Tocantins (Unitis). Além da posição geral, as instituições também são classificadas por Ensino, Pesquisa, Mercado, Inovação e Internacionalização, recebendo uma nota geral para o ranqueamento.

A UEL teve nota 82,20 e a UEM 82,16. Apenas 0,04 separam as duas principais instituições estaduais do Paraná. A paranaense melhor colocada é a Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 7ª posição geral e com nota 92,29. A nota geral da USP, a primeira do RUF, foi 97,52 e a da  Unitis, a última, foi 3,41.

Em relação ao Ensino, a UEL ficou em 19º lugar e a UEM em 23º. Quanto à Pesquisa, a UEL perdeu para a UEM: ficaram em 29º e 24º, respectivamente. A UEL vence em Mercado (29º e 32º), Inovação (37º e 50º) e Internacionalização (50º e 59º). Entre as universidades estaduais brasileiras, a UEL fica em quinto e a UEM em sexto.

O reitor da UEM, Mauro Baesso, comemorou a divulgação do ranking e a posição ocupada que, segundo ele, vem consolidando sua posição de liderança entre as instituições de ensino superior do Brasil. “Isso demonstra que a Universidade Estadual de Maringá tem um forte potencial de crescimento”, afirmou o reitor.

Esta é a sétima edição do RUF. A metodologia passou por mudanças no item Inovação e também no recorte temporal da coleta de dados relativos à Pesquisa, que passou de dois para cinco anos. Outra novidade foi a criação de um Conselho Consultivo, composto por oito especialistas em ensino, que analisam criticamente a metodologia adotada.

Há dois produtos principais no RUF: o ranking de universidades e os rankings de cursos. Os dados que compõem os indicadores de avaliação do RUF são coletados nas bases do Censo da Educação Superior do Inep-MEC, Enade, SciELO, Web of Science, Inpi, Capes, CNPq, fundações estaduais de fomento à ciência e em duas pesquisas anuais feitas pelo Datafolha.

Em relação aos 40 cursos avaliados, os melhores são de universidades públicas. Na lista do ranking de cursos estão 32 graduações da UEM. Desses, 12 estão entre a décima e vigésima quinta colocação. Agronomia e Moda foram os melhores avaliados ocupando o nono lugar nacional.

https://maringapost.com.br/cidade/2018/10/01/uel-fica-a-frente-da-uem-por-004-em-nota-geral-do-ranking-universitario-folha-2018-usp-volta-ao-topo-e-ufpr-e-a-melhor-do-parana/

Pesquisador do INPI em palestra no NIT/UEM / Divulgação

Nesta terça-feira (25/9), o Núcleo de Inovação Tecnológica (NIT) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) comemora dez anos. Para celebrar, vai ser feita a entrega simbólica de mais quarto cartas-patentes e dez registros de computador obtidos nos últimos meses.

Com os novos registros emitidos pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), que é o órgão responsável pela gestão do sistema brasileiro de concessão e garantia de direitos de propriedade intelectual para a indústria, a UEM chega a 14 cartas-patentes.

Além disso, a instituição aguarda a avaliação pelo INPI de outros 101 pedidos de patente. Em relação aos programas de computador, a UEM eleva para 23 a quantidade de registros concedidos.

O evento será nesta terça (25/9), no auditório do NIT/UEM, ao lado do Bloco B09, a partir das 15h30. A cerimônia vai contar com a presença dos inventores e autores agraciados, dos membros do Conselho Técnico do NIT, dos professores e outras autoridades.

Para Graciette Matioli, assessora especial do NIT/UEM, a entrega das cartas-patentes e certificados ligados à propriedade industrial é de muita importância para a universidade.

“É uma oportunidade para comemorarmos os dez anos de existência do NIT/UEM e, também, homenagearmos nossos pesquisadores”, diz.

Gracietti destaca o esforço de todos os envolvidos nas conquistas. “A união de todos tem colaborado muito para o desenvolvimento de tecnologias inovadoras em nossa instituição. Além disso, é um momento especial para partilharmos com nossos docentes a necessidade e importância da transferência dessas tecnologias para o setor produtivo”, afirma Matioli.

No mês de junho, o NIT/UEM lançou um Catálogo de Propriedade Intelectual. O documento apresenta doze cartas-patentes concedidas pelo INPI e descreve 94 pedidos que aguardam análise. O catálogo pode ser acessado aqui.

O NIT/UEM foi criado em 2008. É vinculado à Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-Graduação (PPG) e tem como finalidade principal a gestão da política institucional de inovação e propriedade intelectual, bem como a inserção da UEM no processo de inovação nacional. Acesse aqui a página do NIT/UEM na internet.

https://maringapost.com.br/negocios/2018/09/24/nucleo-de-inovacao-tecnologica-da-uem-comemora-dez-anos-evento-marca-conquista-de-mais-quatro-cartas-patentes-e-dez-certificados-de-registro-de-programa-de-computador/

Mais Artigos...