Universidade Estadual de Maringá
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No QS Latin America University Rankings 2021, com total de 410 universidades de 20 países latinos, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) sobe de 6ª posição em 2020 para, agora, a de 5ª melhor universidade estadual do Brasil. Isto vai ao encontro da avaliação oficial que norteia o ensino superior brasileiro, ou seja, do Ministério da Educação (MEC), que confirma que a UEM é a 5ª melhor universidade estadual do país.

Voltando ao ranking de 2021 da consultoria britânica Quacquarelli Symonds (QS), divulgado ontem, 11, e com dados relativos a 2018, a UEM ocupa a 23ª colocação dentre as 94 brasileiras (no ano anterior, estava na 25ª). A UEM também está entre as 96 melhores universidades da América Latina (as posições anteriores foram: 92ª em 2020, 99ª em 2019 e 104ª em 2018).

São ranqueadas tanto universidades públicas quanto privadas. “A UEM melhorou em relação à média das instituições de ensino superior do Brasil e caiu ligeiramente em relação à América Latina, acompanhando o movimento de queda da região”, analisa o professor e pesquisador Bruno Montanari Razza, chefe da Divisão de Planos e Informações da Pró-Reitoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional (PLD) da UEM.

O QS, um dos rankings mais respeitados do mundo, tem como critérios de avaliação: reputação acadêmica; reputação entre empregadores; proporção docente/estudante; quantidade de professores doutores; rede de pesquisa internacional; citações em artigos científicos; publicações docentes; e impacto on-line. Razza destaca que a UEM melhorou na reputação acadêmica, na proporção de docente/estudante e nas citações em artigos científicos.

Das universidades paranaenses avaliadas, apenas três estão listadas dentro do time das cem melhores universidades da América Latina, de acordo com o QS Latin America University Rankings 2021: a UEM, a Universidade Estadual de Londrina (UEL) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR). A UEM e a UEL estão empatadas.