Sidebar

21
Dom, Jul

Servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) vão avaliar a proposta do governo do Paraná de implantação da data-base com o pagamento de um reajuste de 5,08%.

A assembleia está marcada para quarta-feira (17). Na semana passada, com a confirmação da proposta, o governo explicou que a primeira parcela de 2% será liberada em janeiro de 2020.

A proposta já foi avaliada pelos professores da rede estadual de ensino, que decidiram suspender a paralisação e marcaram uma nova assembleia para o dia 10 de agosto. A greve afetou principalmente as escolas estaduais. A reposição das aulas deverá ser durante o recesso escolar e caso não haja reposição, as faltas serão aplicadas e os dias parados serão descontados da folha de pagamento. Essa é a informação da Agência Estadual de Notícias.

Já a APP Sindicato diz que a reposição das aulas paradas será negociada com a Secretaria de Educação do Paraná (Seed). Ainda de acordo com a APP, os funcionários da educação básica retornam ao trabalho nesta segunda-feira (15), mas os professores só voltam depois do recesso escolar.

O governo do estado também confirmou a realização de concursos públicos para a seleção de 2.560 policiais militares, 400 policiais civis, 96 peritos e médicos para a Polícia Científica, 1.269 agentes de cadeia, 400 profissionais da Saúde, 80 para a Agência de Defesa Agropecuária e 988 professores.

A CBN Maringá pediu uma entrevista para a Seed, para saber como exatamente fica a reposição das aulas.

Na UEM, esta segunda-feira é dia de vestibular. Os servidores da universidade vão se reunir em assembleia na quarta-feira (17), às 14h30, no Restaurante Universitário, para avaliar a proposta do governo e decidir sobre a greve.

Foto: Divulgação/Assessoria de Imprensa

https://gmconline.com.br/noticias/cidade/greve-servidores-da-uem-avaliam-proposta-do-governo

Conheça o Vespersaurus paranaensis – carnívoro pequeno e ágil que caçava no oeste do Estado na época em que a região era desértica.

Há 90 milhões de anos, no auge do período Cretáceo, um carnívoro caçava na paisagem repleta de areia e dunas do interior do Paraná – que, na época, era um local árido. Era um dinossauro não muito maior que uma motocicleta: tinha 0,8 metro de altura e 1,5 metro de comprimento, com pescoço e rabo compridos. A descrição da ossada recém-descoberta acaba de ser publicada no periódico Scientific Reports, em um artigo assinado por uma equipe de dez pessoas que inclui o paleontólogo Max Langer.

O Vespersaurus paranaensis, como foi batizado, se assemelhava ligeiramente a um velociraptor – o gênero de répteis magrelos com dentinhos afiados que faz par com o personagem de Chris Pratt nos novos filmes da franquia Jurassic Park.

A comparação, porém, serve só para fins ilustrativos. Os dinos do gênero Velociraptor (são conhecidas duas espécies) viveram nos atuais territórios da China e da Mongólia há algo entre 75 e 71 milhões de anos atrás – 20 milhões de anos depois do brasileiro recém-descoberto. Ou seja: os dois são distantes um do outro no tempo e no espaço. O período Cretáceo acaba há 66 milhões de anos – com o famoso evento de extinção em massa desencadeado pelo impacto de um asteroide. Você pode entender melhor a cronologia do Mesozóico – a era dos dinossauros – nesta reportagem.

O representante inédito da pré-história paranaense – do qual foram encontrados, entre outros ossos, fêmur, patas dianteiras e traseiras, vértebras do pescoço e da cauda – foi desenterrado na cidade de Cruzeiro do Oeste, a mais de 500 quilômetros de Curitiba, capital do Estado. Daí vem seu nome: vesper, em latim, significa “oeste” – e essa é a origem da palavra “vespertino”. Sua descoberta foi anunciada em uma coletiva de imprensa na Universidade Estadual de Maringá (UEM), razoavelmente próxima do sítio paleontológico.

No vídeo abaixo, do paleoartista Rodolfo Nogueira, vê-se uma reconstituição do animal.

Uma das características distintivas do paranaensis são suas patas. Elas possuem três dedos principais. Apesar disso, só o dedo central, mais comprido, ficava apoiado no chão. Os dois laterais, mais curtos, mantinham-se apontados ligeiramente para o alto – e eram usados como lâminas para dilacerar a carne de presas ou se defender.

Essa história de correr apoiado em um dedo só, feito uma bailarina, parece exótica, mas não é: cavalos, burros e zebras evoluíram todos de um ancestral com três dedos – mas, com o tempo, abandonaram os dígitos laterais e adotaram um imenso dedo do meio, reforçado por uma unha extra grande, o famoso casco. Leia mais detalhes aqui.

O paranaensis era um terópodo – o mesmo grupo a que pertencem outros monstros bípedes de bracinhos curtos, como os já mencionados velociraptors e o célebre T. Rex. São eles que dariam origem às aves atuais. Exatamente como um pombo contemporâneo, o mais recente dinossauro brasileiro tem ossos ocos em alguns pontos, que diminuem um pouco sua massa corporal.

A formação geológica onde o novo terópoda foi encontrado não é tão prolífica em dinossauros quanto outras formações geológicas brasileiras – como a Marília, por exemplo, que já revelou dezenas de saurópodes (os pescoçudos herbívoros grandes e dóceis, com patas que parecem pilares) nos arredores da cidade de Uberaba (MG). A cidade de Cruzeiro do Oeste já havia revelado, porém, outros animais que foram contemporâneos deles – como lagarto Gueragama sulamericana e o pterossauro Caiuajara dobruskii.

Ele é o 48º dinossauro descoberto em território brasileiro – que, a cada dia que passa, revela mais segredos pré-históricos.

https://super.abril.com.br/ciencia/o-primeiro-dinossauro-descoberto-no-parana-andava-em-um-dedo-so/

A Seleção é destinada à contratação de Professor Temporário.

 

O Pró-Reitor de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários da Universidade Estadual de Maringá - UEM, anuncia realização de Processo Seletivo que visa à contratação de Professor Temporário.

O Professor Auxiliar deve possuir Graduação ou Especialização, bem como o Professor Assistente e Adjunto, devem portar os Títulos de Mestre ou Doutor. A estes profissionais será pago remuneração mensal que alterna entre R$ 1.622,91 à R$ 8.208,59, de acordo com titulação e a carga horária cumprida que varia entre 20 a 40 horas semanais.

Os contratados irão ministrar aulas nas seguinte disciplinas: Bioquímica Molecular (1); Anatomia e Histologia Humanas (1); Serviço Social (1); Ensino de História (3); Língua Portuguesa (2); Toxicologia (1); Neurologia (1); Pediatria (1); Semiologia Médica (1); Marketing, Gestão da Produção do Vestuário, Administração e Finanças Empresariais (1); Modelagem Plana, Tridimensional e Automatizada (1); Prototipagem e Aplicação dos Materiais (1) e Fenômenos de Transporte (1).

Os candidatos devem portar Graduação, Pós-Graduação, Especialização, Mestrado ou Doutorado, de acordo com o que estabelece á área de atuação pretendida.

As inscrições devem ser efetuadas no período compreendido entre os dias 10 e 24 de abril de 2019, no endereço eletrônico www.uem.br/concurso. Esta etapa será integralmente por meio eletrônico, inclusive apresentação do currículo documentado e da Cédula de Identidade (RG). A taxa de participação tem valor de R$ 153,00 e deve ser recolhida até a data de 25 de abril de 2019, em qualquer agência bancária.

Na data provável de 10 de maio de 2019, será divulgado o local de realização da prova escrita no endereço eletrônico da UEM.

A Seleção consistirá de Prova Escrita, Prova Didática e Avaliação de Títulos e Currículo. A Prova Escrita será aplicada na data provável de 26 de maio de 2019, bem como a prova Didática no qual será realizada no período de 10 a 14 de junho de 2019, no entanto, a data horário e local do sorteio da ordem de submissão dos candidatos serão definidos posteriormente.

A avaliação de títulos e currículo será aplicada apenas aos candidatos aprovados nas provas escrita, didática e prática e em sessão reservada. O contrato poderá ter prazo máximo de dois anos, já considerando as prorrogações.

O Processo Seletivo tem validade de 24 meses a contar da data da homologação do resultado final, sem prorrogação. Para mais informações, consulte Edital disponível em nosso site.


Jornalista: Bruna Evelyn Pereira

https://www.pciconcursos.com.br/noticias/uem-promove-novo-processo-seletivo-para-nivel-superior

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) tem mais de 1,7 mil vagas ociosas, em 45 cursos de graduação presenciais, e outras 959 em seis cursos de ensino a distância (EaD), segundo edital para transferências externas, que recebeu inscrições até quarta-feira (23).

A soma das vagas (2.728) equivale a aproximadamente 15% das cadeiras ocupadas na universidade em 2018, quando 18,2 mil estudantes estavam matriculados nas duas modalidades de ensino superior, presencial e EaD.

A oferta para transferências externas é maior que a do último Vestibular de Verão, que tinha 1.518 vagas.

Veja abaixo os 10 cursos com o maior número de vagas ociosas* na UEM e o campus em que são ofertadas engenharia têxtil, Goioerê: 98 vagas; matemática, Maringá: 94 vagas; engenharia agrícola, Cidade Gaúcha: 84 vagas; licenciatura plena em ciências, Goioerê: 80 vagas; engenharia de alimentos, Umuarama: 74 vagas; tecnologia em construção civil, Umuarama: 71 vagas; estatística, Maringá: 67 vagas; serviço social, Ivaiporã: 58 vagas; engenharia ambiental, Umuarama: 57 vagas; física, Goioerê: 57 vagas.

*Os números acima apresentam a soma das vagas em cada curso, que são distribuídas entre o 2º, o 3º e o 4º anos da graduação.

A pró-reitora de Ensino da UEM Leila Pessoa Da Costa explicou que, apesar de o número de vagas ociosas parecer assustador, em termos percentuais está abaixo do que se observa nas universidades públicas do país.

Em 2018, ao todo, mais de 5,1 mil estudantes ingressaram na UEM pelos diferentes processos seletivos para anos iniciais, segundo a universidade.

Dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) – que acompanhou a trajetória dos universitários entre 2010 e 2015 com base no Censo da Educação Superior – mostram que quase 56% dos alunos que entraram na faculdade em 2010 não se formaram com os colegas do curso de graduação no qual se matricularam. Entre os que desistiram, 16,6% eram da rede pública.

Procurada, a Secretaria Estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) informou apenas que universidades têm autonomia nas decisões.

Anos anteriores

Em 2018 e 2017 a UEM teve números parecidos de vagas ociosas para a graduação presencial, que ofertados para transferências externas.

Nos dois processos anteriores, não houve selecionados para cinco dos dez cursos que possuem o maior número de vagas para 2019: engenharia têxtil, licenciatura plena em ciências, tecnologia em construção civil, serviço social e engenharia ambiental.

Mapeamento

Leila, que assumiu a Pró-Reitoria de Ensino em outubro de 2018, explicou que a universidade está fazendo um mapeamento de alunos para pensar em ações pontuais, que possam ajudar a evitar a evasão, considerando o fator que está desencadeando a desistência atualmente.

“A questão da evasão ocorre em função de um determinado período que nós vivemos, ora por questões sociais, ora por questões econômicas, ora por questões culturais. Então, obviamente em função de qual seja o desencadeante disso, a gente implementa ações neste sentido”, explicou.

Estrutura

A pró-reitora também destaca a característica multicampi da UEM: atualmente são sete campi em cidades das regiões norte e noroeste do Paraná.

Segundo ela, a abertura de um curso é sempre precedida por uma série de estudos, que considera as necessidades regionais.

No entanto, estudantes reclamam da infraestrutura da universidade. Em Umuarama, estudantes de engenharia ambiental citaram a falta de equipamentos e insumos para os laboratórios e a demora para conclusão da obra do Restaurante Universitário (RU), que deveria estar pronto há cerca de 5 anos.

Matheus Haddad Nudi, de 21 anos, vai cursar o 4º ano do curso em 2019, e afirma que o curso tem uma boa grade curricular, mas peca um pouco na infraestrutura.

Segundo o jovem, a turma dele, que começou com cerca de 35 estudantes, tem atualmente entre 15 e 20 alunos. Ele lista os motivos mais variados para as desistências, desde alunos que não gostaram do curso, até aqueles que pararam de estudar para trabalhar.

Uma estudante de engenharia de alimentos, também no campus de Umuarama, que preferiu não ser identificada, reclamou da dificuldade para concluir o curso devido à retenção por reprovação.

Segundo ela, os alunos não conseguem adiantar matérias quando há reprovação em determinado número de disciplinas. A coordenação do curso, segundo ela, justifica a retenção pela falta de vagas, mesmo com os alunos sabendo das vagas ociosas.

“No 3º ano tem 5 alunos em sala de aula”, estima a jovem.

Entre os colegas dela que deixaram o curso, ela elenca alguns fatores para a desistência: a retenção por reprovação e as greves que acabam atrasando a formação.

“A maioria trancou o curso e foi fazer faculdade particular. Estão quase todos quase se formando”, afirma.

Questionada sobre uma possível ociosidade dos professores, considerando o alto índice de desistência dos estudantes em alguns cursos, a pró-reitora de Ensino da UEM respondeu que a maioria dos professores é responsável por disciplinas em mais de um curso e tem atividades além da sala de aula.

“O contrato dos professores da UEM implica ensino, extensão e pesquisa”, detalha.

Leila destacou ainda que há um período de consolidação de cursos e que a oferta está sempre em análise para adequações, mas afirma que não há nenhuma discussão, atualmente, para o fechamento de cursos.

“Não há nenhuma discussão no sentido de fechamento de curso, estamos analisando o que está acontecendo em cada curso para sentar e pensar nas alternativas”, garantiu.

Engenharia têxtil

Engenharia têxtil, com maior número de vagas ociosas para 2019, tem 33 vagas para o 2º ano, 39 para o 3º e 26 para o 4º ano, um total de 98 cadeiras. No Vestibular de Verão, a concorrência para não cotistas foi de 0,6 candidatos por vaga.

Leila explicou que a UEM é uma das poucas instituições a oferecer a graduação em engenharia têxtil, que tem sede em Goioerê, no noroeste do estado. O curso, segundo a pró-reitora, foi criado a partir de uma demanda da região e considerando o compromisso da universidade com a formação de profissionais.

“É preciso lembrar que o desenvolvimento de um curso e a manutenção dos alunos em um curso também estão relacionados com as questões econômicas e sociais, além das questões da universidade”, detalhou.

Carla Mayumi, de 21 anos, vai cursar o 5º e último ano de engenharia têxtil na UEM neste ano. A jovem faz parte do Programa de Educação Tutorial (PET), o único de engenharia têxtil no país, e afirma que o principal motivo da baixa procura pelo curso é a falta de conhecimento sobre a graduação.

Com população estimada de 28,9 mil habitantes em 2018, Goioerê já foi um polo têxtil do estado e abriga um dos cursos mais antigos de engenharia têxtil do país.

Carla conta que, desde que entrou na universidade, nunca viu uma turma lotada. De acordo com a estudante, da turma que começou com ela, apenas 10 devem terminar a graduação em 2019. Poucos estão atrasados, e a maioria desistiu.

A jovem atribui o alto índice de desistência a um problema comum dos cursos de engenharia, que é o nível de dificuldade dos anos iniciais.

“Os primeiros anos tem muitas matérias básicas como cálculo, química e física e pouca engenharia têxtil”, pontua.

A falta de contato com a engenharia têxtil nos primeiros anos também pode levar algumas pessoas a desistir do curso, acredita Carla. Outro fator apontado por ela é que o curso é integral, o que levam alguns estudantes a optar por cursos noturnos para poder trabalhar durante o dia.

Para tentar atrair mais estudantes, o PET Engenharia Têxtil faz a divulgação do curso nas escolas da cidade. Neste ano, com a chegada de muitos calouros que não tinham muito conhecimento sobre o curso, o grupo resolveu fazer um trabalho mostrando o trabalho de um engenheiro têxtil na prática, explicando as disciplinas dos últimos anos de graduação e o mercado de trabalho.

“Uns cinco alunos relataram que iam desistir do curso, porque não estavam se identificando, mas depois do que eles conheceram, eles resolveram ficar. Isso para a gente foi extremamente positivo e pretendemos continuar”, relata.

Carla também afirma que o curso tem reconhecimento por parte das empresas do setor têxtil e que a realização do estágio pelos estudantes não é problema. Segundo a jovem, tem uma empresa de Fortaleza (CE) chega a enviar profissionais até Goioerê para recrutar alunos.

Vagas ociosas em outras universidades

Outras universidades do norte do Paraná também fazem processos seletivos para preencher as vagas ociosas.

A Universidade Estadual de Londrina (UEL), ofertou 393 vagas em 35 cursos presenciais de graduação para ingresso a partir de 2019. O edital foi publicado em outubro de 2018, e o resultado da seleção ainda não foi divulgado na página da instituição.

A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) também ofertou 585 vagas ociosas, em 20 cursos, para este ano. As inscrições terminaram na terça-feira (22).

https://www.opresente.com.br/geral/uem-tem-mais-de-17-mil-vagas-ociosas-em-cursos-de-graduacao-presenciais/

O Conselho Regional de Medicina (CRM) do Paraná comunicou a superintendência do Hospital Universitário de Maringá (HUM) sobre o indicativo de interdição ética do Pronto Atendimento da unidade, que estabelece prazo de 120 dias para a instituição solucionar os problemas encontrados em vistoria.

Segundo o CRM-PR, o pronto-socorro passou por scalização no início de dezembro, após ser ociado pelos prossionais da instituição a respeito das condições de trabalho a que estão submetidos. Entre as questões levantadas pelo conselho estão o número insuciente de prossionais médicos e de enfermagem, o que gera sobrecarga e impossibilita o correto preenchimento das escalas de trabalho.

Em novembro, o decit de pessoal, sobretudo de médicos, cou evidente e causou preocupação depois que pacientes tiveram de aguardar horas por atendimento médico em ambulâncias. (Aqui a notícia)

Esta é a segunda vez que o pronto-socorro do Hospital Universitário de Maringá recebe o indicativo de interdição ética do CRM-PR. Em dezembro de 2015, após sucessivas denúncias da equipe e a não observância das recomendações originadas de vistorias do CRM para solução dos problemas, a instituição recebeu prazo de 180 dias para fazer adequações na estrutura do pronto-socorro, entre outros itens. O indicativo foi retirado em junho do ano seguinte, após cumpridas as determinações.

O que diz a UEM

Em nota, a Reitoria da Universidade Estadual de Maringá e a superintendência do Hospital Universitário informaram que vão se manifestar sobre o indicativo em coletiva de imprensa, nesta sexta-feira (21), às 9h30, no auditório do HU.

A UEM desconhece os motivos da indicação de interdição ética e armou que o CRM agendou para esta quinta-feira à tarde (20/12), a entrega de um relatório apontando as razões que teriam levado à decisão. "A direção do hospital vai analisar o documento para então se manifestar sobre o assunto." 

https://maringa.odiario.com/maringa/2018/12/crm-emite-indicativo-de-interdicao-etica-do-pronto-atendimento-do-hu/2537216/

Mais Artigos...

Subcategorias

Matérias publicadas no jornal O Diário do Norte do Paraná.

Matérias publicadas no jornal Hoje Maringá. 

Matérias publicadas no jornal Umuarama Ilustrado. 

Matérias publicadas no jornal Tribuna de Cianorte. 

Matérias publicadas no jornal Gazeta do Povo. 

Matérias publicadas no jornal eletrônico Paraná On-line. 

Matérias publicadas no jornal Folha de Londrina. 

Matérias publicadas no jornal Folha de São Paulo

Matérias publicadas no jornal O Globo.

Matérias publicadas no jornal Gazeta Maringá

Matérias publicadas no Portal UOL

Matérias publicas em sites diversos

Matérias publicadas no jornal Folha de Maringá

Matérias publicadas no site da CBN

Matérias publicadas no Portal G1.

Matérias publicadas no jornal Gazeta do Noroeste

Matérias publicadas no Portal R7.

Matérias publicadas no You Tube

Matérias publicadas no jornal Dia-a-dia Mandaguari

Matérias publicadas no jornal Massa News

::cck::1::/cck::
::description::::/description::
Página 1 de 3