Sidebar

24
Seg, Jun

As universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste) estão entre as melhores instituições de ensino, segundo o “Latin America University Rankings 2019” da revista inglesa Times Higher Education (THE), publicado nesta terça-feira (18). As universidades melhoraram seus desempenhos em todos os indicadores analisados pela THE.

A classificação utiliza 13 indicadores de desempenho que são aplicados no “THE World University Rankings”. São avaliados critérios de ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectivas internacionais.

O Brasil é o país mais representado na tabela, conquistando mais de um terço de todos os lugares e seis dos dez primeiros colocados. No total foram 52 universidades avaliadas, 9 a mais do que em 2018.

Segundo o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, o ranking demonstra a consolidação do trabalho desenvolvido nas universidades. “As universidades estaduais são polos geradores de conhecimento por meio do ensino, pesquisa e das atividades de extensão. A classificação alcançada no ranking projeta as instituições entre as melhores da América Latina”.

A UEL é a universidade mais bem classificada do Estado, saltando da posição 48ª em 2018 para 39ª neste ano. A universidade também se destacou nos critérios de pesquisa e ensino, ficando entre as 29 melhores da América Latina.

A instituição também está presente entre as 800 melhores universidades do mundo, segundo o QS World University Rankings, também divulgado nesta terça-feira pela consultoria britânica especializada em ensino superior Quacquarelli Symonds.

Para a diretora de Avaliação e Informação Institucional, da Pró-Reitoria de Planejamento da UEL, Elisa Emi Tanaka Carloto, a melhoria da avaliação da UEL é reflexo do esforço da comunidade universitária na geração de conhecimento, formação de recursos humanos de alto nível acadêmico e no desenvolvimento de tecnologias.

A UEM ficou classificada entre a posição 71ª e 80ª na classificação geral e entre as 55 mais bem avaliadas no quesito ensino. Para a coordenadora de Planos e Informações da UEM, Márcia Samed, os resultados dos rankings proporcionam um entendimento sistêmico da instituição, “pois apontam os caminhos em que conseguimos alguns avanços e sinalizam as insuficiências que precisam ser corrigidas".

A UEPG está entre as 58 melhores instituições no quesito ensino e entre as 66 melhores em número de citações. As citações refletem a influência da universidade na disseminação de conhecimento pelo mundo.

Ao todo o ranking avaliou mais de 62 milhões de citações em 12 milhões de artigos de periódicos, anais de congressos e capítulos de livros publicados ao longo de cinco anos. Os dados incluem as 23 mil revistas acadêmicas indexadas pelo banco de dados Scopus da Elsevier e todas as publicações indexadas entre 2012 e 2016.

No ranking geral a universidade ganhou 10 posições e está entre as 80 melhores da América Latina. Segundo o reitor da UEPG, Miguel Sanches Neto, a universidade tem se dedicado a fornecer os dados para o ranking com o objetivo de dimensionar a qualidade das atividades desenvolvidas. “A atual administração tem focado na alimentação de todos os dados fornecidos à revista THE para mensurar a real dimensão da universidade. Acreditamos que vamos continuar subindo nos rankings com os investimentos estratégicos que estamos realizando”.

Em comparação com o ranking de 2018, a Unioeste avançou nos tópicos de “relação com a indústria”, ensino e pesquisa. A universidade ocupa a 84ª posição em inovação e oferta de soluções para a iniciativa privada. Essa categoria avalia a transferência de conhecimento observando a receita de pesquisas que uma instituição obtém da indústria.

A categoria indica quanto as empresas estão dispostas a pagar pela pesquisa produzida por uma universidade e a capacidade de atrair financiamento no mercado comercial. Nas demais avaliações a universidade ficou entre as 100 melhores da América Latina.

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=102621&tit=Universidades-estaduais-estaoentre-as-melhores-da-America-Latina

 

 

 

 

As universidades estaduais de Maringá (UEM) e de Londrina (UEL) estão entre as 30 instituições que mais produzem pesquisa científica no Brasil, segundo estudo divulgado pelo jornal da Universidade de São Paulo (USP).

Os dados foram retirados da base Web of Science, plataforma referencial de citações científicas, no período de 2014 a 2018. A plataforma também aponta que o professor Daniel Granato da estadual de Ponta Grossa (UEPG) está entre os professores mais citados do mundo.

Segundo o diretor-geral da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, o resultado do ranking é o reconhecimento do trabalho das universidades. “Temos grandes pesquisadores nas nossas universidades e institutos de pesquisa, por isso ganhamos destaque nas avaliações nacionais e internacionais. O resultado é decorrente do apoio do Governo e do excelente trabalho desenvolvido nas instituições estaduais”.

Das 50 instituições que mais publicaram trabalhos científicos no Brasil nos últimos cinco anos, 36 são universidades federais, 7 estaduais, 1 particular, 5 institutos de pesquisa ligados ao Governo Federal, além de 1 instituto federal de ensino técnico.

A USP é a universidade que lidera o levantamento, com participação em mais de 20% das pesquisas publicadas no país. A pesquisa também destaca que, segundo Indicadores Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação, 80% dos pesquisadores do país estão nas universidades.

A UEM ocupa a 25ª posição da tabela com 3.656 documentos produzidos no período, logo em seguida aparece a UEL na 29ª colocação com 3.168 documentos. As duas universidades, juntas, representam 3% da produção científica total do país.

As duas universidades juntas possuem 106 programas de pós-graduação, 638 grupos de pesquisa e cerca de 1,5 mil bolsistas divididos em professores doutores pesquisadores, bolsistas de pós-graduação e estudantes de graduação que contribuem para a produção científica do Paraná e do Brasil.

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UEM, Clóves Cabreira Jobim, destacou a importância do ranking. “O resultado é reflexo dos trabalhos que os pesquisadores da UEM têm desenvolvido na instituição e que são divulgados em periódicos científicos de qualidade”.

Para o pró-reitor em exercício de pesquisa e pós-graduação da UEL, Arthur Mesas, a universidade possui um alto padrão de qualidade em sua produção científica. “Temos um grupo de 118 professores que são bolsistas de Produtividade em Pesquisa e 11 que são bolsistas em Desenvolvimento Tecnológico do CNPq, reconhecidos por sua produção científica. A quantidade e a qualidade dessas produções colocam a universidade em posição de destaque”.

PROFESSOR DA UEPG - Entre os 12 pesquisadores brasileiros mais citados em todo o mundo está o professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Daniel Granato. O professor, que atua no Departamento de Engenharia de Alimentos, é o 3º pesquisador mais produtivo do Brasil e o 271º do mundo na área de Ciências Agrárias, além de ter publicado 12 artigos que estão entre os mais citados da história da Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Granato aparece no ranking Highly Cited Researchers, que classifica os pesquisadores de acordo com as citações dos artigos científicos produzidos por ele.

Este ranking é um dos mais utilizados para avaliar a relevância e proeminência científica e é organizado pela empresa americana de análise de dados Clarivate Analytics com base na plataforma de dados Web of Science. Em 2018, o professor recebeu também o Tanner Award, que reconhece os artigos mais citados da revista Journal of Food Science.

A UEPG também é a melhor universidade brasileira em ‘Educação de Qualidade’, segundo o ranking de impacto universitário do mundo, produzido pela revista Times Higher Education (THE).

A universidade obteve a posição 48º dentre mais de 301 instituições que participaram do processo. A UEPG possui 35 programas de pós-graduação, 194 grupos de pesquisa e 991 bolsistas em atividade.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:

http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=101809

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) abriu nesta segunda-feira (8) o prazo de inscrição para o Vestibular de Inverno. As inscrições são on-line e devem ser feitas pelo endereço www.vestibular.uem.br. As provas serão aplicadas nos dias 14 e 15 de julho em onze cidades paranaenses, incluindo Cascavel.

Para este concurso a UEM oferece 1.494 vagas, em cerca de 70 cursos de graduação. Do total de vagas 20% são reservadas para o sistema de cotas sociais, que beneficia estudantes de baixa renda.

Os candidatos terão até o dia 8 de maio para se inscrever no concurso. A taxa, no valor de R$ 156, pode ser paga até 10 de maio. A UEM aceita pedidos de isenção da taxa, mas para isso o interessado deve estar regularmente cadastrado no CadÚnico para Programas Sociais do Governo Federal. As solicitações devem ser feitas de 8 a 16 de abril pela internet.

No ato da inscrição o candidato deve fazer a opção pelo local onde fará o exame. Além de Cascavel, a UEM realiza o concurso em Maringá, Curitiba, Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama.

SOBRE AS PROVAS - Nos dois dias de vestibular as provas ocorrem no período da tarde, das13h50 às 19h. No domingo, dia 14 de julho, os candidatos responderão as questões de conhecimentos gerais e mais a redação com a exigência de apenas um gênero textual.

Na segunda-feira, 15 de julho, serão aplicadas as provas de Língua Portuguesa e Literaturas em Língua Portuguesa e Língua Estrangeira. Além da prova de Conhecimentos Específicos cujas disciplinas estão relacionadas com o curso escolhido.

Para entrar em sala de prova será necessário apresentar um documento de identificação original e com foto. Fotocópias, versões digitalizadas ou documentos sem foto não serão aceitos. O resultado do Vestibular de Inverno 2019 será publicado no dia 16 de agosto. Quem for aprovado garantirá vaga na UEM para o letivo em 2020.

Outras informações pelo telefone 44 3011-4450. O atendimento é feito de segunda a sexta das 7h40 às 11h40 e 13h30 às 17h30. Informações também no Manual do Candidato.

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=101766&tit=UEM-recebe-inscricoes-para-o-Vestibular-de-Inverno

A governadora Cida Borghetti irá a Maringá nesta sexta-feira (30) e anuncia investimentos de cerca de R$ 100 milhões para a região. A solenidade será na Associação Comercial e Industrial de Maringá (Acim), com início às 14h30.

Os investimentos se destinam a uma nova unidade do Tecpar, à Universidade Estadual de Maringá (UEM), além de melhoria em escolas estaduais da região e infraestrutura. Também serão assinados protocolos com empresas dentro do programa Paraná competitivo.

SERVIÇO

Data: sexta-feira (30.11)

Horário: 14h30

Local: Associação Comercial e Industrial de Maringá

Rua Vereador Basílio Sautchuk, 388 – Zona 01

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:

http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=99703&tit=PAUTA-DIA-30-14H30-EM-MARINGA-CIDA-CONFIRMA-INVESTIMENTOS-DE-R-100-MILHOES-NA-REGIAO

Governadora participou do Congresso Estadual de Secretarias Municipais de Saúde, em Maringá. Ela anunciou um heliponto e recursos para Clínica Odontológica do HU.

A governadora Cida Borghetti participou nesta terça-feira (20) da abertura do Congresso Estadual de Secretarias Municipais de Saúde, em Maringá, e destacou os avanços nos serviços e atendimento à população nesta área, nos últimos anos.

Cida também anunciou a construção do heliponto do Hospital Universitário de Maringá e o repasse de R$ 2 milhões para a Clínica Odontológica do HU.

“Deixamos um legado inquestionável, de inegável valor, com avanços significativos em programas, serviços e estrutura de atendimento à saúde dos paranaenses. O Paraná alcança hoje posição de destaque nacional em diversos indicadores da saúde”, afirmou a governadora.

A governadora lembra que o Estado tem investido mais saúde do que prevê a legislação, alcançando 12,18% da receita de impostos. “Isso significa mais qualidade de vida e mais confiança das famílias quanto ao atendimento, próximo de casa, eficiente e humano”, disse ela.

O secretário de Estado da Saúde, Antônio Carlos Nardi, ressaltou que o governo estadual mantém uma parceria constante com os municípios, o que é fortalecido em congressos como este. “Anualmente, este encontro serve para trocar experiências e traz temas de suma importância para as políticas de saúde que serão executadas nos próximos anos”, disse Nardi.

METAS DE QUALIDADE — Na solenidade, houve a entrega de um cheque simbólico, no valor R$ 1,7 bilhão, referente ao valor total dos contratos com prestadores de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná sob a gestão do Estado. Os recursos são do Ministério da Saúde e do Fundo Estadual da Saúde.

“O Paraná é um dos únicos estados do País que ajuda financeira e tecnicamente os hospitais conveniados ao SUS e outras ações dos municípios nas áreas de vigilância e atenção básica”, afirmou Cristiane Pantaleão, presidente do Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) e secretária de Ubiratã.

De acordo com ela, o recurso repassado aos prestadores de serviços vai garantir a continuidade do atendimento à população dos 399 municípios paranaenses. “Esse dinheiro é vinculado a um contrato que estabelece metas de qualidade do atendimento. Mais uma vez o Estado demonstra o quanto é parceiro dos municípios para proporcionar um atendimento de qualidade”, salientou.

HOSPITAL DA CRIANÇA - O prefeito de Maringá, Ulisses Maia lembrou que uma das parcerias entre o município e o Governo do Estado é o Hospital da Criança de Maringá. “A governadora entregou os contêineres com os equipamentos do hospital, que começará a funcionar em 2019 e tem recursos do Governo do Estado, governo federal e da Organização Mundial da Família”, disse ele.

AVANÇOS - Diversos índices confirmam o avanço do Paraná em saúde. A mortalidade materna e infantil foi reduzida a índices nunca vistos na história do Estado, graças à Rede Mãe Paranaense, hoje presente nos 399 municípios. A mortalidade materna recuou 50% e a mortalidade infantil 15,5%.

A implantação de Samus regionais, do transporte aeromédico e o fortalecimento dos prontos-socorros reduziu a mortalidade por AVC, infarto e por acidentes e ampliou em mais de 300% o número de transplantes de órgãos. O Paraná passou do nono para o primeiro lugar do país em número de doações efetivas de órgãos para transplantes.

HOSPITAIS — Pelo programa HospSus, são repassados recursos para custeio, obras e equipamentos a hospitais públicos e filantrópicos que atendem pelo SUS. Em oito anos, serão totalizados mais de R$ 1,1 bilhão a esses hospitais.

Em oito anos, o Governo do Estado destinou R$ 182 milhões destinados aos municípios para o fortalecer controle da dengue. Mais de 70 mil cidadãos paranaenses foram beneficiados pelo mutirão paranaense de cirurgias.

PRESENÇAS — Participaram da solenidade os presidentes do Conselho Estadual de Saúde, Rangel da Silva; do Conselho Regional de Enfermagem; Simone Peruzzo; e do Conselho Municipal de Saúde, Carlos Roberto Rodrigues; e o reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Júlio César Damasceno.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:
http:///www.facebook.com/governopr e www.pr.gov.br

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=99569&tit=Legado-do-Governo-em-saude-beneficia-toda-a-populacao-diz-Cida

Mais Artigos...

Página 1 de 2