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Seg, Abr

As universidades estaduais de Maringá (UEM) e de Londrina (UEL) estão entre as 30 instituições que mais produzem pesquisa científica no Brasil, segundo estudo divulgado pelo jornal da Universidade de São Paulo (USP).

Os dados foram retirados da base Web of Science, plataforma referencial de citações científicas, no período de 2014 a 2018. A plataforma também aponta que o professor Daniel Granato da estadual de Ponta Grossa (UEPG) está entre os professores mais citados do mundo.

Segundo o diretor-geral da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, o resultado do ranking é o reconhecimento do trabalho das universidades. “Temos grandes pesquisadores nas nossas universidades e institutos de pesquisa, por isso ganhamos destaque nas avaliações nacionais e internacionais. O resultado é decorrente do apoio do Governo e do excelente trabalho desenvolvido nas instituições estaduais”.

Das 50 instituições que mais publicaram trabalhos científicos no Brasil nos últimos cinco anos, 36 são universidades federais, 7 estaduais, 1 particular, 5 institutos de pesquisa ligados ao Governo Federal, além de 1 instituto federal de ensino técnico.

A USP é a universidade que lidera o levantamento, com participação em mais de 20% das pesquisas publicadas no país. A pesquisa também destaca que, segundo Indicadores Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação, 80% dos pesquisadores do país estão nas universidades.

A UEM ocupa a 25ª posição da tabela com 3.656 documentos produzidos no período, logo em seguida aparece a UEL na 29ª colocação com 3.168 documentos. As duas universidades, juntas, representam 3% da produção científica total do país.

As duas universidades juntas possuem 106 programas de pós-graduação, 638 grupos de pesquisa e cerca de 1,5 mil bolsistas divididos em professores doutores pesquisadores, bolsistas de pós-graduação e estudantes de graduação que contribuem para a produção científica do Paraná e do Brasil.

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UEM, Clóves Cabreira Jobim, destacou a importância do ranking. “O resultado é reflexo dos trabalhos que os pesquisadores da UEM têm desenvolvido na instituição e que são divulgados em periódicos científicos de qualidade”.

Para o pró-reitor em exercício de pesquisa e pós-graduação da UEL, Arthur Mesas, a universidade possui um alto padrão de qualidade em sua produção científica. “Temos um grupo de 118 professores que são bolsistas de Produtividade em Pesquisa e 11 que são bolsistas em Desenvolvimento Tecnológico do CNPq, reconhecidos por sua produção científica. A quantidade e a qualidade dessas produções colocam a universidade em posição de destaque”.

PROFESSOR DA UEPG - Entre os 12 pesquisadores brasileiros mais citados em todo o mundo está o professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Daniel Granato. O professor, que atua no Departamento de Engenharia de Alimentos, é o 3º pesquisador mais produtivo do Brasil e o 271º do mundo na área de Ciências Agrárias, além de ter publicado 12 artigos que estão entre os mais citados da história da Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Granato aparece no ranking Highly Cited Researchers, que classifica os pesquisadores de acordo com as citações dos artigos científicos produzidos por ele.

Este ranking é um dos mais utilizados para avaliar a relevância e proeminência científica e é organizado pela empresa americana de análise de dados Clarivate Analytics com base na plataforma de dados Web of Science. Em 2018, o professor recebeu também o Tanner Award, que reconhece os artigos mais citados da revista Journal of Food Science.

A UEPG também é a melhor universidade brasileira em ‘Educação de Qualidade’, segundo o ranking de impacto universitário do mundo, produzido pela revista Times Higher Education (THE).

A universidade obteve a posição 48º dentre mais de 301 instituições que participaram do processo. A UEPG possui 35 programas de pós-graduação, 194 grupos de pesquisa e 991 bolsistas em atividade.

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A Universidade Estadual de Maringá (UEM) abriu nesta segunda-feira (8) o prazo de inscrição para o Vestibular de Inverno. As inscrições são on-line e devem ser feitas pelo endereço www.vestibular.uem.br. As provas serão aplicadas nos dias 14 e 15 de julho em onze cidades paranaenses, incluindo Cascavel.

Para este concurso a UEM oferece 1.494 vagas, em cerca de 70 cursos de graduação. Do total de vagas 20% são reservadas para o sistema de cotas sociais, que beneficia estudantes de baixa renda.

Os candidatos terão até o dia 8 de maio para se inscrever no concurso. A taxa, no valor de R$ 156, pode ser paga até 10 de maio. A UEM aceita pedidos de isenção da taxa, mas para isso o interessado deve estar regularmente cadastrado no CadÚnico para Programas Sociais do Governo Federal. As solicitações devem ser feitas de 8 a 16 de abril pela internet.

No ato da inscrição o candidato deve fazer a opção pelo local onde fará o exame. Além de Cascavel, a UEM realiza o concurso em Maringá, Curitiba, Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama.

SOBRE AS PROVAS - Nos dois dias de vestibular as provas ocorrem no período da tarde, das13h50 às 19h. No domingo, dia 14 de julho, os candidatos responderão as questões de conhecimentos gerais e mais a redação com a exigência de apenas um gênero textual.

Na segunda-feira, 15 de julho, serão aplicadas as provas de Língua Portuguesa e Literaturas em Língua Portuguesa e Língua Estrangeira. Além da prova de Conhecimentos Específicos cujas disciplinas estão relacionadas com o curso escolhido.

Para entrar em sala de prova será necessário apresentar um documento de identificação original e com foto. Fotocópias, versões digitalizadas ou documentos sem foto não serão aceitos. O resultado do Vestibular de Inverno 2019 será publicado no dia 16 de agosto. Quem for aprovado garantirá vaga na UEM para o letivo em 2020.

Outras informações pelo telefone 44 3011-4450. O atendimento é feito de segunda a sexta das 7h40 às 11h40 e 13h30 às 17h30. Informações também no Manual do Candidato.

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A governadora Cida Borghetti irá a Maringá nesta sexta-feira (30) e anuncia investimentos de cerca de R$ 100 milhões para a região. A solenidade será na Associação Comercial e Industrial de Maringá (Acim), com início às 14h30.

Os investimentos se destinam a uma nova unidade do Tecpar, à Universidade Estadual de Maringá (UEM), além de melhoria em escolas estaduais da região e infraestrutura. Também serão assinados protocolos com empresas dentro do programa Paraná competitivo.

SERVIÇO

Data: sexta-feira (30.11)

Horário: 14h30

Local: Associação Comercial e Industrial de Maringá

Rua Vereador Basílio Sautchuk, 388 – Zona 01

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Governadora participou do Congresso Estadual de Secretarias Municipais de Saúde, em Maringá. Ela anunciou um heliponto e recursos para Clínica Odontológica do HU.

A governadora Cida Borghetti participou nesta terça-feira (20) da abertura do Congresso Estadual de Secretarias Municipais de Saúde, em Maringá, e destacou os avanços nos serviços e atendimento à população nesta área, nos últimos anos.

Cida também anunciou a construção do heliponto do Hospital Universitário de Maringá e o repasse de R$ 2 milhões para a Clínica Odontológica do HU.

“Deixamos um legado inquestionável, de inegável valor, com avanços significativos em programas, serviços e estrutura de atendimento à saúde dos paranaenses. O Paraná alcança hoje posição de destaque nacional em diversos indicadores da saúde”, afirmou a governadora.

A governadora lembra que o Estado tem investido mais saúde do que prevê a legislação, alcançando 12,18% da receita de impostos. “Isso significa mais qualidade de vida e mais confiança das famílias quanto ao atendimento, próximo de casa, eficiente e humano”, disse ela.

O secretário de Estado da Saúde, Antônio Carlos Nardi, ressaltou que o governo estadual mantém uma parceria constante com os municípios, o que é fortalecido em congressos como este. “Anualmente, este encontro serve para trocar experiências e traz temas de suma importância para as políticas de saúde que serão executadas nos próximos anos”, disse Nardi.

METAS DE QUALIDADE — Na solenidade, houve a entrega de um cheque simbólico, no valor R$ 1,7 bilhão, referente ao valor total dos contratos com prestadores de serviços do Sistema Único de Saúde (SUS) no Paraná sob a gestão do Estado. Os recursos são do Ministério da Saúde e do Fundo Estadual da Saúde.

“O Paraná é um dos únicos estados do País que ajuda financeira e tecnicamente os hospitais conveniados ao SUS e outras ações dos municípios nas áreas de vigilância e atenção básica”, afirmou Cristiane Pantaleão, presidente do Conselho Estadual de Secretários Municipais de Saúde (Cosems) e secretária de Ubiratã.

De acordo com ela, o recurso repassado aos prestadores de serviços vai garantir a continuidade do atendimento à população dos 399 municípios paranaenses. “Esse dinheiro é vinculado a um contrato que estabelece metas de qualidade do atendimento. Mais uma vez o Estado demonstra o quanto é parceiro dos municípios para proporcionar um atendimento de qualidade”, salientou.

HOSPITAL DA CRIANÇA - O prefeito de Maringá, Ulisses Maia lembrou que uma das parcerias entre o município e o Governo do Estado é o Hospital da Criança de Maringá. “A governadora entregou os contêineres com os equipamentos do hospital, que começará a funcionar em 2019 e tem recursos do Governo do Estado, governo federal e da Organização Mundial da Família”, disse ele.

AVANÇOS - Diversos índices confirmam o avanço do Paraná em saúde. A mortalidade materna e infantil foi reduzida a índices nunca vistos na história do Estado, graças à Rede Mãe Paranaense, hoje presente nos 399 municípios. A mortalidade materna recuou 50% e a mortalidade infantil 15,5%.

A implantação de Samus regionais, do transporte aeromédico e o fortalecimento dos prontos-socorros reduziu a mortalidade por AVC, infarto e por acidentes e ampliou em mais de 300% o número de transplantes de órgãos. O Paraná passou do nono para o primeiro lugar do país em número de doações efetivas de órgãos para transplantes.

HOSPITAIS — Pelo programa HospSus, são repassados recursos para custeio, obras e equipamentos a hospitais públicos e filantrópicos que atendem pelo SUS. Em oito anos, serão totalizados mais de R$ 1,1 bilhão a esses hospitais.

Em oito anos, o Governo do Estado destinou R$ 182 milhões destinados aos municípios para o fortalecer controle da dengue. Mais de 70 mil cidadãos paranaenses foram beneficiados pelo mutirão paranaense de cirurgias.

PRESENÇAS — Participaram da solenidade os presidentes do Conselho Estadual de Saúde, Rangel da Silva; do Conselho Regional de Enfermagem; Simone Peruzzo; e do Conselho Municipal de Saúde, Carlos Roberto Rodrigues; e o reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Júlio César Damasceno.

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O objetivo do exame é avaliar o conhecimento dos estudantes do último ano dos cursos de graduação sobre o conteúdo programático, suas habilidades e competências. 

Os resultados das provas do Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) 2017 apontam que os cursos de graduação avaliados nas sete universidades estaduais continuam registrando ótimos índices. Dentre os 221 cursos avaliados pelo Ministério da Educação, 18 obtiveram a nota máxima 5; e 93 alcançaram o conceito 4.

O objetivo do exame é avaliar o conhecimento dos estudantes do último ano dos cursos de graduação sobre o conteúdo programático, suas habilidades e competências. O conceito do Enade é apresentado em cinco categorias (1 a 5), sendo que 1 é o resultado mais baixo e 5 é o melhor resultado possível, na área.

“Cerca de 90% dos nossos cursos avaliados tiveram um bom resultado no Enade com cursos que se destacam em grande parte das universidades estaduais. Temos um ambiente que favorece a formação de excelência nas nossas instituições e isso vem refletindo nas avaliações do MEC e em outros rankings nacionais e internacionais”, destacou o secretário estadual da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Décio Sperandio.

Sete cursos da Universidade Estadual de Maringá (UEM) conquistaram o conceito máximo 5, de acordo com dados divulgados, esta semana, pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), órgão ligado ao MEC.

Para o reitor Julio Damasceno, o desempenho dos cursos da UEM é o resultado de muito esforço coletivo e investimento. “A UEM possui um quadro de servidores, técnicos e docentes, que se qualificam constantemente e que, na maior parte das vezes, se dedicam integralmente à universidade”, disse.

CURSOS - Os cursos com a nota máxima foram Arquitetura e Urbanismo, Artes Visuais, Ciências da Computação, Ciências Sociais (L), Engenharia Civil, Engenharia de Produção - Agroindústria, e Letras/Inglês. Vale ressaltar que a somatória de 44 cursos avaliados inclui as ênfases de cada graduação, a modalidade (presencial e a distância) e a categoria bacharelado ou licenciatura.

Na Universidade Estadual de Londrina (UEL) o destaque do MEC é para o curso de Música que obteve o melhor desempenho do país. O curso atingiu conceito 5 (nota máxima) e conceito contínuo 4,6031. Dos 24 cursos avaliados da Universidade, referentes às Ciências Exatas, Licenciaturas e Áreas afins, mais de 70% obtiveram conceito 5 e 4.

Segundo a coordenadora do colegiado do curso de Música da UEL, do Centro de Educação, Comunicação e Artes (Ceca), Helena Munari Nicolau Loureiro, a avaliação mostra o resultado do trabalho do corpo docente no sentido de formar os chamados "músico professor".

"Esse profissional é aquele que tem sua competência musical tão consistente quanto a competência pedagógica, buscando a excelência como músico e como professor de música. Ele encara a formação de forma contínua, a partir da base na graduação", afirma.

Além do curso de Música, os cursos com a nota máxima foram Engenharia Elétrica (1º colocado entre as estaduais do país), Educação Física Licenciatura (2º colocado entre as estaduais), e Letras/Inglês (3º colocado entre as estaduais do país).

Na Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) foram 15 cursos com conceitos considerados de excelência, ou seja, com notas 4 ou 5. Obtiveram a nota máxima os cursos de Letras Português/Inglês (licenciatura), Matemática (Licenciatura), Ciências da Computação (Bacharelado) e Letras Português (Licenciatura). Foram avaliados 31 cursos.

A Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) também teve 28 cursos avaliados, com destaque para Pedagogia com nota 5 no exame. Outros 13 cursos obtiveram nota 4. Do total de cursos da instituição que fizeram as provas, dez aumentaram a nota; e 11 mantiveram o conceito. A UEPG tem a maioria de seus cursos avaliados com conceitos 3 e 4.

Já na Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), formandos de 28 cursos de graduação participaram das provas do Enade. Desse total, 19 obtiveram conceitos considerados de excelência – ou seja, notas 4 ou 5. A licenciatura em Letras Português, ofertada no campus de Irati, obteve conceito 5.

O curso de Ciências da Computação (Licenciatura) da Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) atingiu a nota máxima 5 e outros 6 cursos obtiveram conceito 4, dos 18 avaliados. Dos 42 cursos avaliados na Universidade Estadual do Paraná (Unespar), 12 alcançaram conceito 4. Foram 36 com nota satisfatória, o que representa um percentual de 85,72%.

NO PAÍS - Em todo o Brasil, foram avaliados 10.570 cursos, sendo 10.054 presenciais e 516 de EaD, de 1.478 Instituições de Educação Superior. A cada ano o Enade se dedica a um ciclo avaliativo trienal.

O Conceito Enade foi calculado com base no desempenho dos estudantes no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade) 2017. É feito por estudantes ao final dos cursos de graduação para avaliar conhecimentos, competências e habilidades desenvolvidas ao longo do curso. O Enade é componente curricular obrigatório dos cursos de graduação e é composto por uma prova para avaliação individual de desempenho do estudante e um Questionário do Estudante.

Até o final do ano o Inep deve divulgar o Conceito Preliminar do Curso (CPC), que envolve a avaliação de cada curso da instituição. Por fim, será divulgado a nota do Índice Geral de Cursos (IGC), relativa à avaliação da universidade, e que é resultante dos Conceito Enade e CPC, além de outros fatores.

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