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Sex, Set

Os núcleos Maria da Penha (Numape) ligados às universidades estaduais do Paraná atingiram nessa semana a marca de 21 mil atendimentos em um ano. A data, 22 de julho, coincidiu com o Dia Estadual de Combate ao Feminicídio no Paraná, instituído pela Lei 19.873/19, em homenagem a advogada Tatiane Spitzner.

A Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), por meio do Programa Universidade Sem Fronteiras, investiu nesse período R$ 1,2 milhão na expansão e manutenção dos 10 núcleos presentes nas universidades. Os núcleos estão distribuídos nas cidades de Londrina, Maringá, Jacarezinho, Ponta Grossa, Paranavaí, Guarapuava, Irati, Francisco Beltrão, Marechal Cândido Rondon e Toledo.

Segundo a coordenadora do Programa Universidade Sem Fronteiras, Sandra Cristina Ferreira, a superintendência já investiu cerca de R$ 3 milhões em políticas de combate à violência contra mulher.

“O Numape é um programa fundamental que, com o trabalho desenvolvido por diversos profissionais das universidades, proporciona acolhimento e atendimento gratuito às mulheres que estejam em situação de violência”, desta Sandra. A superintendência mantém a publicação de novos editais que garantem a continuidade dos atendimentos.

Desde 2018, os núcleos somaram 7.298 atendimentos na área pedagógica, 3.468 atendimentos jurídicos e 2.712 psicológicos, além de aproximadamente 2 mil audiências. Também foram promovidas cerca de 1, 6 mil ações socioeducativas, 1,3 mil atendimentos na área social, 422 ações ajuizadas e 161 medidas cautelares.

Segundo o Atlas da Violência 2018, produzido pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública, o Paraná apresentou, no período de 2012 a 2016, uma queda de 26% no número de homicídios de mulheres.

NA PRÁTICA - No programa, as universidades atuam em conjunto com as demais instituições e órgãos governamentais que integram e rede de proteção à mulher no Estado, prestando atendimento jurídico, psicológico, psicopedagógico e social. São realizados trabalhos em rede diretamente ligados às delegacias da mulher, às secretarias municipais da mulher, aos Centros de Referência de Assistência Social (Cras) e Centro de Atenção Psicossocial (Caps).

Dados da Secretaria de Estado da Segurança Pública mostram que no primeiro semestre deste ano foram registrados, em todo o Estado, 38 feminicídios. Desde 2015 essa modalidade de crime foi aprovada na legislação brasileira. Os núcleos do Numape trabalham para que esses casos sejam, cada vez, mais relatados e apurados.

TRABALHO PRECURSOR – O primeiro núcleo ligado a uma universidade foi criado em 2013, na estadual de Londrina (UEL), pela professora Claudete Canezin. O projeto tinha o objetivo de atender a alta demanda de mulheres vítimas de violência na cidade. Em 2017 a superintendência transformou a iniciativa em programa vinculado ao Universidade Sem Fronteiras, publicando um edital de financiamento e contratação de profissionais das áreas do direito, psicologia, serviço social e pedagogia.

Segundo a coordenadora do projeto, o trabalho contribuiu consideravelmente no combate a violência contra as mulheres. “Identificamos a necessidade de um núcleo específico para prestar apoio nessas situações. Com isso, foi possível reduzir essa demanda reprimida de atendimentos com o trabalho em diferentes frentes de atuação”, disse.

Com a eficiência do programa, a superintendência incorporou o Núcleo Maria da Penha ao Universidade sem Fronteiras, possibilitando sua expansão em diferentes regiões do Paraná.

AJUDA - A Lei Maria da Penha classifica os tipos de abuso contra a mulher nas categorias violência patrimonial, sexual, física, moral e psicológica. Confira a lista de Núcleos Maria da Penha nas universidades estaduais:

Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Endereço: Rua Brasil, 742 - Centro, Londrina

Telefone: (43) 3344-0929

Horário de atendimento: das 8h30 às 17h00

Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Endereço: Avenida Colombo, 5790 - Bloco 5, Sala 3, Campus da Universidade Estadual de Maringá

Telefone: (44) 3011-5104

Horário de atendimento: das 8h às 12h, e das 13h às 17h30.

Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

Endereço: Av. Maria Perpétua da Cruz, s/n, Ponta Grossa

Telefone: (42) 2102-8614/ 2102-8615/ 3220-347

Horário de atendimento: segunda a sexta das 8h às 17h

Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste)

Marechal Cândido Rondon

Endereço: Rua Pernambuco, 1777

Telefone: (45) 3284-7938

Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira das 9h30 às 11h30 e das 13h às17h

Francisco Beltrão

Endereço: Rua Maringá, 1200, Centro de Pesquisa, bloco 1, sala 4

Telefone: (46) 350-4861

Horário de atendimento: 08:00 às 12:00, 13:30 às 17:30

Toledo

Endereço: Rua da Faculdade, 645

Telefone: (45) 3379-4099

Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às18h

Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro)

Irati

Endereço: PR 153, km 7, Riozinho, Bloco principal sala 103.

Telefone: (42) 3421-3086 / 9 9904-1423

Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às18h

E mail: http://Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Guarapuava

Endereço: Alameda Élio Antonio Dallavecchia, 838, Vila Carli

Telefone: (4) 3629-8158 / 8399

Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira das 12h às 18h

Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp)

Endereço: Avenida Manoel Ribas 711, Centro, Jacarezinho

Telefone: (43) 3525-0862

Horário de atendimento: de segunda a sexta-feira das 8h às 12h e das 13h às17h

Universidade Estadual do Paraná (Unespar)

Paranavaí

Endereço: Av. Gabriel Esperidião, s/no, sala 17

Telefone: (44) 3424-0100

E-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.

Horário de atendimento: de segunda à sexta-feira, das 9:00 às 17:00 horas

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=103053

A cidadania fiscal e a formação de cidadãos mais conscientes são o foco do 18º Seminário Paranaense de Educação Fiscal, realizado nesta quinta-feira (25) e sexta-feira (26) em Paiçandu, no Noroeste do Estado.

Mais de 550 professores da rede municipal de cidades da região estão reunidos para receber capacitação de incentivo à participação democrática na gestão pública.

Promoção da Secretaria de Estado da Fazenda, da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e vários parceiros, o encontro oferece palestras, debates e inúmeras atividades culturais, entre elas uma peça teatral e um show musical, sempre com temas relacionados à cidadania fiscal.

“A proposta é levar a reflexão também por meio da arte, um caminho mais imediato e efetivo de despertar o interesse das pessoas”, diz a auditora fiscal Rosa Fátima dos Santos, coordenadora de Educação Fiscal no Paraná, lotada na Delegacia da Receita Estadual de Maringá.

O programa de Educação Fiscal do Paraná, também desenvolvido pela Escola Fazendária, parte de duas premissas – a importância social do tributo, do qual depende a manutenção dos serviços públicos, como educação e saúde; e a necessidade de controle social exercido pela população.

“Num país onde as estatísticas mostram que 80% das crianças e adolescentes dependem da escola pública para ter acesso à educação, é enorme a importância dos tributos e, mais ainda, que a sociedade compreenda seu papel, não apenas como contribuinte de impostos mas também como participante das decisões”, afirma a auditora fiscal.

Para os alunos da rede pública, os professores levam o conhecimento e o incentivo para que participem do Concurso de Redação e do Concurso de Frases e Desenhos sobre Cidadania Fiscal que estão em andamento, envolvendo os 25 municípios vinculados ao Núcleo Regional de Educação de Maringá. Os vencedores recebem prêmios como videogames e eletrônicos.

LEIGOS – A população em geral dos municípios não foi esquecida. Para os interessados, o programa de Educação Fiscal apresenta a mesma peça – “O Auto da Barca do Fisco” – em teatros da região. Sábado à noite, a sessão será na Casa de Cultura de Porecatu, às 20 horas.

No domingo (28), a apresentação será em Palotina, também às 20 horas, na Casa de Cultura local. “Queremos levar a reflexão para a comunidade a respeito da cidadania fiscal por meio da arte”, diz Rosa dos Santos.

COMÉDIA – A peça “O Auto da Barca do Fisco” está em cartaz desde 2004. Trata-se de uma comédia sobre cidadania encenada por funcionários públicos da UEM, Receita Federal, Receita Estadual e Núcleo de Educação de Maringá.

Foi escrita pelo professor Marcílio Hubner de Miranda Neto, inspirada no “Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente (autor português), e no “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna. Já foi apresentada em muitas cidades do Paraná, São Paulo, Minas Gerais, Brasília, Rio de Janeiro e Santa Catarina.

O show musical “Música e Poesia para falar de cidadania” é apresentado por funcionários da Universidade Estadual de Maringá.

O próximo seminário será realizado em Assis Chateaubriand, na próxima terça-feira (30).

PARCEIROS – O Seminário de Educação Fiscal é realizado em parceria com a prefeitura e a Secretaria de Educação do município em questão, neste caso, Paiçandu; com o Sindicato dos Auditores do Paraná e a Receita Federal.

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=103041&tit=Estado-promove-seminario-sobre-cidadania-fiscal-entre-as-criancas

As universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste) estão entre as melhores instituições de ensino, segundo o “Latin America University Rankings 2019” da revista inglesa Times Higher Education (THE), publicado nesta terça-feira (18). As universidades melhoraram seus desempenhos em todos os indicadores analisados pela THE.

A classificação utiliza 13 indicadores de desempenho que são aplicados no “THE World University Rankings”. São avaliados critérios de ensino, pesquisa, transferência de conhecimento e perspectivas internacionais.

O Brasil é o país mais representado na tabela, conquistando mais de um terço de todos os lugares e seis dos dez primeiros colocados. No total foram 52 universidades avaliadas, 9 a mais do que em 2018.

Segundo o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona, o ranking demonstra a consolidação do trabalho desenvolvido nas universidades. “As universidades estaduais são polos geradores de conhecimento por meio do ensino, pesquisa e das atividades de extensão. A classificação alcançada no ranking projeta as instituições entre as melhores da América Latina”.

A UEL é a universidade mais bem classificada do Estado, saltando da posição 48ª em 2018 para 39ª neste ano. A universidade também se destacou nos critérios de pesquisa e ensino, ficando entre as 29 melhores da América Latina.

A instituição também está presente entre as 800 melhores universidades do mundo, segundo o QS World University Rankings, também divulgado nesta terça-feira pela consultoria britânica especializada em ensino superior Quacquarelli Symonds.

Para a diretora de Avaliação e Informação Institucional, da Pró-Reitoria de Planejamento da UEL, Elisa Emi Tanaka Carloto, a melhoria da avaliação da UEL é reflexo do esforço da comunidade universitária na geração de conhecimento, formação de recursos humanos de alto nível acadêmico e no desenvolvimento de tecnologias.

A UEM ficou classificada entre a posição 71ª e 80ª na classificação geral e entre as 55 mais bem avaliadas no quesito ensino. Para a coordenadora de Planos e Informações da UEM, Márcia Samed, os resultados dos rankings proporcionam um entendimento sistêmico da instituição, “pois apontam os caminhos em que conseguimos alguns avanços e sinalizam as insuficiências que precisam ser corrigidas".

A UEPG está entre as 58 melhores instituições no quesito ensino e entre as 66 melhores em número de citações. As citações refletem a influência da universidade na disseminação de conhecimento pelo mundo.

Ao todo o ranking avaliou mais de 62 milhões de citações em 12 milhões de artigos de periódicos, anais de congressos e capítulos de livros publicados ao longo de cinco anos. Os dados incluem as 23 mil revistas acadêmicas indexadas pelo banco de dados Scopus da Elsevier e todas as publicações indexadas entre 2012 e 2016.

No ranking geral a universidade ganhou 10 posições e está entre as 80 melhores da América Latina. Segundo o reitor da UEPG, Miguel Sanches Neto, a universidade tem se dedicado a fornecer os dados para o ranking com o objetivo de dimensionar a qualidade das atividades desenvolvidas. “A atual administração tem focado na alimentação de todos os dados fornecidos à revista THE para mensurar a real dimensão da universidade. Acreditamos que vamos continuar subindo nos rankings com os investimentos estratégicos que estamos realizando”.

Em comparação com o ranking de 2018, a Unioeste avançou nos tópicos de “relação com a indústria”, ensino e pesquisa. A universidade ocupa a 84ª posição em inovação e oferta de soluções para a iniciativa privada. Essa categoria avalia a transferência de conhecimento observando a receita de pesquisas que uma instituição obtém da indústria.

A categoria indica quanto as empresas estão dispostas a pagar pela pesquisa produzida por uma universidade e a capacidade de atrair financiamento no mercado comercial. Nas demais avaliações a universidade ficou entre as 100 melhores da América Latina.

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=102621&tit=Universidades-estaduais-estaoentre-as-melhores-da-America-Latina

 

 

 

 

As universidades estaduais de Maringá (UEM) e de Londrina (UEL) estão entre as 30 instituições que mais produzem pesquisa científica no Brasil, segundo estudo divulgado pelo jornal da Universidade de São Paulo (USP).

Os dados foram retirados da base Web of Science, plataforma referencial de citações científicas, no período de 2014 a 2018. A plataforma também aponta que o professor Daniel Granato da estadual de Ponta Grossa (UEPG) está entre os professores mais citados do mundo.

Segundo o diretor-geral da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Nelson Bona, o resultado do ranking é o reconhecimento do trabalho das universidades. “Temos grandes pesquisadores nas nossas universidades e institutos de pesquisa, por isso ganhamos destaque nas avaliações nacionais e internacionais. O resultado é decorrente do apoio do Governo e do excelente trabalho desenvolvido nas instituições estaduais”.

Das 50 instituições que mais publicaram trabalhos científicos no Brasil nos últimos cinco anos, 36 são universidades federais, 7 estaduais, 1 particular, 5 institutos de pesquisa ligados ao Governo Federal, além de 1 instituto federal de ensino técnico.

A USP é a universidade que lidera o levantamento, com participação em mais de 20% das pesquisas publicadas no país. A pesquisa também destaca que, segundo Indicadores Nacionais de Ciência, Tecnologia e Inovação, 80% dos pesquisadores do país estão nas universidades.

A UEM ocupa a 25ª posição da tabela com 3.656 documentos produzidos no período, logo em seguida aparece a UEL na 29ª colocação com 3.168 documentos. As duas universidades, juntas, representam 3% da produção científica total do país.

As duas universidades juntas possuem 106 programas de pós-graduação, 638 grupos de pesquisa e cerca de 1,5 mil bolsistas divididos em professores doutores pesquisadores, bolsistas de pós-graduação e estudantes de graduação que contribuem para a produção científica do Paraná e do Brasil.

O pró-reitor de Pesquisa e Pós-Graduação da UEM, Clóves Cabreira Jobim, destacou a importância do ranking. “O resultado é reflexo dos trabalhos que os pesquisadores da UEM têm desenvolvido na instituição e que são divulgados em periódicos científicos de qualidade”.

Para o pró-reitor em exercício de pesquisa e pós-graduação da UEL, Arthur Mesas, a universidade possui um alto padrão de qualidade em sua produção científica. “Temos um grupo de 118 professores que são bolsistas de Produtividade em Pesquisa e 11 que são bolsistas em Desenvolvimento Tecnológico do CNPq, reconhecidos por sua produção científica. A quantidade e a qualidade dessas produções colocam a universidade em posição de destaque”.

PROFESSOR DA UEPG - Entre os 12 pesquisadores brasileiros mais citados em todo o mundo está o professor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Daniel Granato. O professor, que atua no Departamento de Engenharia de Alimentos, é o 3º pesquisador mais produtivo do Brasil e o 271º do mundo na área de Ciências Agrárias, além de ter publicado 12 artigos que estão entre os mais citados da história da Ciência e Tecnologia de Alimentos.

Granato aparece no ranking Highly Cited Researchers, que classifica os pesquisadores de acordo com as citações dos artigos científicos produzidos por ele.

Este ranking é um dos mais utilizados para avaliar a relevância e proeminência científica e é organizado pela empresa americana de análise de dados Clarivate Analytics com base na plataforma de dados Web of Science. Em 2018, o professor recebeu também o Tanner Award, que reconhece os artigos mais citados da revista Journal of Food Science.

A UEPG também é a melhor universidade brasileira em ‘Educação de Qualidade’, segundo o ranking de impacto universitário do mundo, produzido pela revista Times Higher Education (THE).

A universidade obteve a posição 48º dentre mais de 301 instituições que participaram do processo. A UEPG possui 35 programas de pós-graduação, 194 grupos de pesquisa e 991 bolsistas em atividade.

Saiba mais sobre o trabalho do Governo do Estado em:

http:///www.facebook.com/governoparana e www.pr.gov.br

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=101809

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) abriu nesta segunda-feira (8) o prazo de inscrição para o Vestibular de Inverno. As inscrições são on-line e devem ser feitas pelo endereço www.vestibular.uem.br. As provas serão aplicadas nos dias 14 e 15 de julho em onze cidades paranaenses, incluindo Cascavel.

Para este concurso a UEM oferece 1.494 vagas, em cerca de 70 cursos de graduação. Do total de vagas 20% são reservadas para o sistema de cotas sociais, que beneficia estudantes de baixa renda.

Os candidatos terão até o dia 8 de maio para se inscrever no concurso. A taxa, no valor de R$ 156, pode ser paga até 10 de maio. A UEM aceita pedidos de isenção da taxa, mas para isso o interessado deve estar regularmente cadastrado no CadÚnico para Programas Sociais do Governo Federal. As solicitações devem ser feitas de 8 a 16 de abril pela internet.

No ato da inscrição o candidato deve fazer a opção pelo local onde fará o exame. Além de Cascavel, a UEM realiza o concurso em Maringá, Curitiba, Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama.

SOBRE AS PROVAS - Nos dois dias de vestibular as provas ocorrem no período da tarde, das13h50 às 19h. No domingo, dia 14 de julho, os candidatos responderão as questões de conhecimentos gerais e mais a redação com a exigência de apenas um gênero textual.

Na segunda-feira, 15 de julho, serão aplicadas as provas de Língua Portuguesa e Literaturas em Língua Portuguesa e Língua Estrangeira. Além da prova de Conhecimentos Específicos cujas disciplinas estão relacionadas com o curso escolhido.

Para entrar em sala de prova será necessário apresentar um documento de identificação original e com foto. Fotocópias, versões digitalizadas ou documentos sem foto não serão aceitos. O resultado do Vestibular de Inverno 2019 será publicado no dia 16 de agosto. Quem for aprovado garantirá vaga na UEM para o letivo em 2020.

Outras informações pelo telefone 44 3011-4450. O atendimento é feito de segunda a sexta das 7h40 às 11h40 e 13h30 às 17h30. Informações também no Manual do Candidato.

http://www.aen.pr.gov.br/modules/noticias/article.php?storyid=101766&tit=UEM-recebe-inscricoes-para-o-Vestibular-de-Inverno

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