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Ter, Jul


O médico José Carlos Amador não é mais superintendente do Hospital Universitário Regional de Maringá. Na manhã de ontem ele pediu exoneração de seu cargo ao reitor da Universidade Estadual de Maringpa (UEM), Julio Santiago Prates Filho.

O reitor participou de uma reunião com sua equipe para escolher o sucessor de Amador no cargo, uma vez que ele havia sido eleito para um mandato de quatro anos e renunciou sem ter chegado à metade do tempo.

Especulações deram conta de que a saída deu-se por pressão política, que viria inclusive da Secretaria de Saúde do Paraná, comandada por Michelle Caputo Neto. Porém, em nota a instituição deu algumas informações.

“O médico José Carlos Amador deixou a superintendência do hospital universitário da UEM. Ele estava no cargo desde 2007, eleito por professores, funcionários e alunos ligados ao HU. Amador pediu exoneração e está saindo de férias para tratar de problemas de ordem pessoal. Com a saída do ex-superintendente, a Reitoria da UEM decidirá as providências a serem tomadas em relação à vacância do cargo”, estava escrito no pronunciamento.

http://www.maringamais.com.br/?pag=noticias_maislidas&id=11899 

Na Universidade Estadual de Maringá, nunca a frase de Ricardo Barros a Leopoldo Fiewski, por telefone, foi tão levada a sério: o pessoal não gosta de amador – neste caso, do Amador. Corre que o secretário de Saúde do Paraná, o ex-aluno da UEM Michele Caputo Neto, teria dito ao reitor Julio Santiago Prates Filho que gostaria de ver a professora Magda Lúcia Félix de Oliveira substituindo o médico José Carlos Amador na superintendência do Hospital Universitário Regional de Maringá (ontem ele renunciou ao cargo, para o qual foi eleito). Magda foi diretora de Enfermagem do HUM e hoje é chefe de gabinete do reitor, que pediu tempo para pensar.
Para ajudar a pensar mais rapidamente (o pessoal do governo já conhece bem a turma daqui), o reitor foi lembrado que o Hospial Universitário é o único setor da UEM que vem recebendo a parte que lhe cabe no orçamento do estado -via Secretaria da Saúde, e não Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior.

http://angelorigon.com.br/2012/08/09/a-nova-superintendente-do-hu/ 

 


O médico José Carlos Amador não é mais superintendente do Hospital Universitário Regional de Maringá. Hoje pela manhã ele pediu exoneração de seu cargo ao reitor da UEM, Julio Santiago Prates Filho. Neste momento, o reitor participa de reunião com sua equipe para ver quem sucederá Amador no cargo, já que ele havia sido eleito para um mandato de quatro anos e renunciou sem ter chegado à metade do tempo. O blog soube que a saída deu-se por pressão política, que viria inclusive da Secretaria de Saúde do Paraná, que é comandada por um ex-aluno da UEM, Michelle Caputo Neto, que há alguns meses, na mídia, repreendeu o ex-superintendente do HU.
Amador, que é secretário adjunto do diretório municipal do PMDB, diz que sua saída acontece porque já “não aguentava mais”, que realmente havia “encheção política”, mas que “saiu na boa” e que continua fazendo parte do grupo do reitor Julio e da vice-reitora Neusa Altoé.

http://angelorigon.com.br/2012/08/08/amador-pede-exoneracao-do-hu/ 

 

Nesta quarta-feira (20) foi realizada em Curitiba uma audiência entre o secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, e representantes das instituições estaduais de ensino superior que têm nas suas estruturas hospitais universitários e veterinários. O objetivo foi debater as demandas de infraestrutura e equipamentos dos hospitais.

"Existe uma expectativa de investimentos, vamos agilizar o que for preciso para avançar. Somos parceiros", garantiu o secretário. As instituições, que trabalham com propostas coletivas, devem apresentar um modelo de gestão para os hospitais.

Na ocasião surgiu a informação de que o Hospital Universitário de Londrina terá a contratação de 13 médicos para a nova UTI de adultos, denominada de número 3.

As instituições estaduais de ensino superior que contam com hospitais universitários em suas estruturas são a Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) e Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp).

http://www.nota10.com.br/noticia-detalhe/7120_Reuniao-na-Seti-debate-estrutura-dos-hospitais-universitarios 

 

 

Sareh atende a mil estudantes em cinco anos em Maringá




Criança estuda na sala do Sareh, no HUM Enquanto organiza o mural com fotos de cinco anos do programa de acompanhamento escolar de pacientes do HUM, o Sareh, a pedagoga Ângela Ramalho se dá conta de que alguns já se foram. “Nós estamos no limite entre a vida e a morte aqui, mas a gente foca nosso trabalho na vida", diz. “Faz parte”, repete ela, longe de expressar qualquer frieza — pelo contrário: a memória dos cerca de mil alunos atendidos desde 2007 traz alegria demais para ficar guardada e virou exposição no corredor do hospital na semana de aniversário do Sareh. Ela é quem sai à caça de pacientes em idade escolar (5 a 18 anos) no hospital. Vasculha o sistema online em busca de nomes e oferece o “tratamento educacional” de leito em leito. 

Não é obrigatório, mas quem se nega acaba contagiado pelo colega de enfermaria que aceita. As aulas, em grupo ou individuais, seguem o mesmo conteúdo da escola. “Já tive alunos fazendo prova aqui enquanto a turma dele fazia lá na escola”, conta Ângela Ramalho. Sua equipe não dá notas, apenas informa como o aluno se saiu durante a internação ao colégio, que se encarrega da avaliação formal. A maioria é de escola pública.


A pedagoga Ângela Ramalho e seus alunos do Sareh

O aluno/paciente recordista esteve por quase quatro meses sob os olhos dos professores do Sareh. Tão difícil de curar quanto o politraumatismo do rapaz de 17 anos foi encorajá-lo a estudar. “A autoestima dele estava muito baixa”, lembra a pedagoga. “Seu rosto estava muito machucado, ele estava sem dentes, e repetia ‘eu sou burro, não consigo aprender nada’”. O remédio foi conquistá-lo aos poucos, explica a professora Maria Emília Passos Simões da Silva. Quando ele recebeu “alta” do Sareh, estava mais preparado para encarar a escola. “Não é fácil, é um trabalho pedagógico muito intenso”, diz Maria Emília.

Segundo Ângela, a injeção de autoestima nos alunos “é a grande sacada do Sareh”. Como seu conteúdo também contempla a Educação de Jovens e Adultos (EJA), não há limite de idade para aprender — até mãe de paciente já foi atendida. Hoje, sete estudantes são orientados pelos três professores do programa. Lotados em escolas estaduais, eles fizeram seleção interna para o projeto.


Celebração

O Sareh fará cinco anos no HUM na sexta-feira (8). Oficialmente, existe há alguns dias a mais. Para comemorar, a equipe do projeto preparou atividades até 15 de junho. No corredor de acesso ao Pronto Atendimento, estarão fotos que retratam o período. 

Na porta de entrada, um painel simboliza os 12 hospitais que abrigam o projeto, mantido pelo Governo do Estado. Em Maringá, ele é fruto de parceria entre UEM e Secretaria de Estado de Saúde. 

O aniversário também foi marcado pelas oficinas literárias, de jogos, de preservação do meio ambiente e de pintura em cavaletes. No último dia da festa, um café colonial receberá convidados, a partir das 15h30, na sala do programa.  


*As fotos desta matéria são do blog www.sarehmga.blogspot.com, sobre o dia a dia da equipe do HUM.

http://edumeduem.blogspot.com.br/2012/06/pedagogia-hospitalar.html 

 

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