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Ter, Out

A novidade foi criada em Sobral por pesquisadores da UVA. Comparados ao carvão ativado, hidrogéis biodegradáveis devem ser solução mais eficaz e barata para retirar poluentes da água.

Com o retorno dos hidrogéis na última década, as aplicações foram melhoradas. É o caso do uso no tratamento de efluentes na indústria química, removendo corantes e metais pesados para possibilidade de reúso da água. Versão biodegradável dos polímeros foi criada por pesquisadores da Universidade Estadual Vale do Acaraú (UVA), em Sobral (região Norte do Estado). 

Sobre o assunto

Por falta de verba, 750 bolsas acadêmicas não são renovadas no Ceará.

Coordenador do projeto, o professor Francisco Helder Rodrigues, do Departamento de Química da UVA, explica que com os hidrogéis, a remoção de resíduos da água usada na indústria ficaria mais barata e mais eficaz, se comparada ao uso de carvão ativado. “Com o carbono, é difícil separá-lo do contaminante, mas ainda é a técnica de purificação mais usada, devido a sua estrutura porosa, alta eficiência e capacidade de adsorção para alguns contaminantes”, explica Helder. 

A pesquisa atende a preocupação mundial, de acordo com o professor, já que os efluentes industriais têm alto grau de toxidade e, segundo a Unesco, o descarte sem tratamento tem impacto nos recursos hídricos, na saúde humana e no meio ambiente. Porém, após o tratamento da água, conforme Helder, é possível reutilizar a água na própria indústria, o que traz benefícios financeiros ao reduzir custos de produção.

Os hidrogéis (também usados em fraldas descartáveis) são formados por redes tridimensionais de polímeros capazes de absorver e reter moléculas de água e contaminante - que, na indústria química, são íons metálicos e/ou corantes iônicos. Além de outros materiais, os polímeros naturais biodegradáveis, podem ser retirados da carapaça de crustáceos como caranguejo e camarão (de onde é retirada a quitosana). 

Pesquisa

Os estudos continuam para determinar viabilidade do uso dos hidrogéis em grande escala. A expectativa é de competitividade no mercado de tratamento de efluentes industriais. O projeto é financiado pela Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap) através do edital da Bolsa de Produtividade em Pesquisa e Estímulo à Interiorização. São parceiras a Universidade Estadual de Maringá, a Universidade Federal de Pelotas e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná.

Saiba Mais

De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA), o Brasil gerou 1.065 m³/s de águas residuais, divididos entre abastecimento humano urbano (402 m³/s), irrigação (340 m³/s), indústria (277 m³/s), pecuária (27 m³/s) e abastecimento humano rural (19 m³/s).

Já a quantidade de águas residuais que passam por tratamento é pequena. Segundo o Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento dos Recursos Hídricos 2017, 80% dessas águas voltam para a natureza sem serem tratadas. No Brasil, a Resolução 430/2011 do Conselho Nacional do Meio Ambiente (Conama) prevê que o lançamento de efluentes nas águas de rios ou no solo só pode ser feito mediante tratamento.

https://www.opovo.com.br/noticias/ceara/sobral/2017/12/material-biodegradavel-e-desenvolvido-para-tratamento-de-agua-na-indus.html

De 46 construções iniciais, 12 já foram finalizadas, três estão em execução, cinco são projetos menores e seis já abriram ou estão abrindo licitação este mês.

Atualmente, seis obras estão em andamento na Universidade Estadual de Maringá (UEM) – juntas, elas representam quase 17 mil m² de construção e mais de R$ 22 milhões em investimentos. A previsão, segundo o prefeito do campus, Carlos Augusto Tamanini, é que elas sejam concluídas até o final de 2018. Algumas devem ser entregues já no primeiro semestre do ano.

“Quando assumimos a reitoria havia o ônus de 46 obras paradas e alguns problemas sérios a resolver”, explica o reitor Mauro Baesso. Ele se refere aos blocos executados em etapas que, em alguns casos, apresentaram desconformidade com o projeto original, problemas estruturais, pagamento indevido ou falta de recursos para finalizar as construções.

O reitor explica que seriam necessários mais de R$ 45 milhões para finalizar todas as construções, recursos indisponíveis no momento. Para a retomada de uma obra é necessário que haja garantia de verba e conclusão dos respectivos Processos Administrativos de Apuração de Responsabilidades (PAAR).

Com uma perspectiva otimista, Carlos Augusto Tamanini acredita que em um ano mais de 50% das obras paralisadas ganharão status de concluído. A conta é simples: daquelas 46 construções iniciais, 12 já foram finalizadas – algumas com recursos da UEM, a exemplo do Restaurante Universitário, reinaugurado em março de 2016. Outras três estão em execução, cinco são projetos menores devem ser concluídos até setembro próximo, também com recursos próprios, e seis já abriram ou estão abrindo licitação neste mês. “Se nosso cronograma se confirmar serão 26 obras finalizadas”, enumera.

O infográfico representa o quadro revelado após análise da situação física e financeira das obras, feita através de PAAR. No total, 11 já estão concluídos, há outros dois instaurados e mais o pedido de abertura de seis novos processos.

Para mais informações, acesse o site da UEM.

https://www.diario24h.com/parana/maringa/uem-estima-que-obras-paralisadas-sejam-concluidas/

Evento é realizado pelos acadêmicos do curso de Educação Física da UEM

O 4º Festival Paralímpico do Vale do Ivaí, organizado pelo curso de Educação Física da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Campus Regional do Vale do Ivaí, na modalidade de atletismo, através da disciplina de Organização, Administração e Gestão de Eventos, acontece no dia 30 de agosto, no Complexo Esportivo UEM Sapecadão/Estádio Manoel Fernandes Silva, com abertura às 08h30, e expectativa de receber aproximadamente 500 alunos de Apaes de vários municípios do Estado, além da presença do atleta paralímpico Edevaldo Pereira da Silva, que reside em Dinizópolis, distrito de Cruzmaltina. O evento conta com apoio da Prefeitura de Ivaiporã, Núcleo Regional de Educação de Ivaiporã, Sesc e Secretaria de Estado do Esporte e do Turismo (Seet).

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As três universidades estaduais que se recusaram a aderir ao Meta4, o sistema de gestão de folha de pagamento do governo do Estado, UEL, UEM e Unioeste, por entender que a medida fere a autonomia universitária, sofreram uma retaliação do governo paranaense. A retaliação aconteceu no final da tarde de ontem, com o bloqueio das verbas de custeio das três universidades – só na UEL foram R$ 6,058 milhões –, no mesmo dia em que o governo confirmou o pagamento dos salários (havia o temor de que o governo faria a retaliação com o corte dos salários, ameaça feita quando foi imposto o repasse das informações para o Meta4). O boicote foi informado oficialmente hoje à tarde, no site da UEL, mas as contas estão bloqueadas desde as 18h de ontem. A resistência das universidades ao Meta4 ocorreu porque a medida limitaria a administração de recursos humanos, interferindo nos mínimos detalhes, até na concessão de licenças para a participação em cursos, como doutorado e pós-doutoramento.Na prática, o governo ganharia superpoderes, podendo determinar o que pode e o que não pode ser pesquisado nas universidades. A autonomia universitária é garantida pela Constituição de 1988 e pela Constituição do Paraná.

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MassaNews

Durante um assalto na noite de quarta-feira (28), um rapaz de 29 anos foi baleado pelo ladrão na Zona 6 de Maringá. O crime mobilizou socorristas do Siate e uma equipe da Polícia Militar até a Avenida Brasil.

Por volta das 19h45, Raphael Moreira dos Santos estava próximo a um ponto de ônibus quando foi surpreendido pela chegada de um ladrão. Armado, o criminoso ordenou que o rapaz entregasse o celular, mas ele se negou.

Diante da reação da vítima, o bandido atirou em sua perna e fugiu. Mesmo ferido, Santos correu até um carrinho de lanches onde pediu socorro e recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros.

Com lesões leves, ele foi encaminhado ao Hospital Universitário de Maringá.

Colaboração Rogério Morais da Rede Massa

 http://massanews.com/noticias/plantao/em-assalto-rapaz-se-nega-a-entregar-celular-e-acaba-atingido-por-tiro-em-maringa-15975.html

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