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Qua, Jul

De 46 construções iniciais, 12 já foram finalizadas, três estão em execução, cinco são projetos menores e seis já abriram ou estão abrindo licitação este mês.

Atualmente, seis obras estão em andamento na Universidade Estadual de Maringá (UEM) – juntas, elas representam quase 17 mil m² de construção e mais de R$ 22 milhões em investimentos. A previsão, segundo o prefeito do campus, Carlos Augusto Tamanini, é que elas sejam concluídas até o final de 2018. Algumas devem ser entregues já no primeiro semestre do ano.

“Quando assumimos a reitoria havia o ônus de 46 obras paradas e alguns problemas sérios a resolver”, explica o reitor Mauro Baesso. Ele se refere aos blocos executados em etapas que, em alguns casos, apresentaram desconformidade com o projeto original, problemas estruturais, pagamento indevido ou falta de recursos para finalizar as construções.

O reitor explica que seriam necessários mais de R$ 45 milhões para finalizar todas as construções, recursos indisponíveis no momento. Para a retomada de uma obra é necessário que haja garantia de verba e conclusão dos respectivos Processos Administrativos de Apuração de Responsabilidades (PAAR).

Com uma perspectiva otimista, Carlos Augusto Tamanini acredita que em um ano mais de 50% das obras paralisadas ganharão status de concluído. A conta é simples: daquelas 46 construções iniciais, 12 já foram finalizadas – algumas com recursos da UEM, a exemplo do Restaurante Universitário, reinaugurado em março de 2016. Outras três estão em execução, cinco são projetos menores devem ser concluídos até setembro próximo, também com recursos próprios, e seis já abriram ou estão abrindo licitação neste mês. “Se nosso cronograma se confirmar serão 26 obras finalizadas”, enumera.

O infográfico representa o quadro revelado após análise da situação física e financeira das obras, feita através de PAAR. No total, 11 já estão concluídos, há outros dois instaurados e mais o pedido de abertura de seis novos processos.

Para mais informações, acesse o site da UEM.

https://www.diario24h.com/parana/maringa/uem-estima-que-obras-paralisadas-sejam-concluidas/

Evento é realizado pelos acadêmicos do curso de Educação Física da UEM

O 4º Festival Paralímpico do Vale do Ivaí, organizado pelo curso de Educação Física da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Campus Regional do Vale do Ivaí, na modalidade de atletismo, através da disciplina de Organização, Administração e Gestão de Eventos, acontece no dia 30 de agosto, no Complexo Esportivo UEM Sapecadão/Estádio Manoel Fernandes Silva, com abertura às 08h30, e expectativa de receber aproximadamente 500 alunos de Apaes de vários municípios do Estado, além da presença do atleta paralímpico Edevaldo Pereira da Silva, que reside em Dinizópolis, distrito de Cruzmaltina. O evento conta com apoio da Prefeitura de Ivaiporã, Núcleo Regional de Educação de Ivaiporã, Sesc e Secretaria de Estado do Esporte e do Turismo (Seet).

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As três universidades estaduais que se recusaram a aderir ao Meta4, o sistema de gestão de folha de pagamento do governo do Estado, UEL, UEM e Unioeste, por entender que a medida fere a autonomia universitária, sofreram uma retaliação do governo paranaense. A retaliação aconteceu no final da tarde de ontem, com o bloqueio das verbas de custeio das três universidades – só na UEL foram R$ 6,058 milhões –, no mesmo dia em que o governo confirmou o pagamento dos salários (havia o temor de que o governo faria a retaliação com o corte dos salários, ameaça feita quando foi imposto o repasse das informações para o Meta4). O boicote foi informado oficialmente hoje à tarde, no site da UEL, mas as contas estão bloqueadas desde as 18h de ontem. A resistência das universidades ao Meta4 ocorreu porque a medida limitaria a administração de recursos humanos, interferindo nos mínimos detalhes, até na concessão de licenças para a participação em cursos, como doutorado e pós-doutoramento.Na prática, o governo ganharia superpoderes, podendo determinar o que pode e o que não pode ser pesquisado nas universidades. A autonomia universitária é garantida pela Constituição de 1988 e pela Constituição do Paraná.

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MassaNews

Durante um assalto na noite de quarta-feira (28), um rapaz de 29 anos foi baleado pelo ladrão na Zona 6 de Maringá. O crime mobilizou socorristas do Siate e uma equipe da Polícia Militar até a Avenida Brasil.

Por volta das 19h45, Raphael Moreira dos Santos estava próximo a um ponto de ônibus quando foi surpreendido pela chegada de um ladrão. Armado, o criminoso ordenou que o rapaz entregasse o celular, mas ele se negou.

Diante da reação da vítima, o bandido atirou em sua perna e fugiu. Mesmo ferido, Santos correu até um carrinho de lanches onde pediu socorro e recebeu atendimento do Corpo de Bombeiros.

Com lesões leves, ele foi encaminhado ao Hospital Universitário de Maringá.

Colaboração Rogério Morais da Rede Massa

 http://massanews.com/noticias/plantao/em-assalto-rapaz-se-nega-a-entregar-celular-e-acaba-atingido-por-tiro-em-maringa-15975.html

Após sofrer um acidente de trânsito, um homem foi encaminhado ao Hospital Universitário para receber atendimento médico. Porém, no local, descobriram que havia um mandado de prisão contra ele e o ferido acabou a noite de domingo (4) na 9ª Subdivisão Policial de Maringá.

Mateus da Silva Rosso, 35 anos, andava de bicicleta pela Rua Venezuela, no Jardim Alvorada, zona norte de Maringá. O cano do veículo quebrou e ele sofreu uma queda, sendo socorrido pelo Corpo de Bombeiros.

Com uma lesão leve na cabeça, ele foi conduzido até o Hospital Universitário. Um vigilante que trabalha no local decidiu consultar o nome do paciente e descobriu que pesava contra ele o mandado.

Policiais militares estavam no HU já fazendo a escolta de um detento e foram avisados do procurado. Assim, após receber alta médica, o homem seguiu para a delegacia.

http://massanews.com/noticias/plantao/com-mandado-em-aberto-ciclista-sofre-queda-vai-para-hu-e-acaba-preso-em-maringa-Bae7n.html

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