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Ter, Jul

 O comando de greve da UEM lacrou os ambulatórios de especialidades do Hospital Universitário (HU) na manhã de ontem. Como as cirurgias eletivas e demais atendimentos já haviam sido interrompidos, a unidade está funcionando somente para casos de urgência e emergência, incluindo a ala de maternidade, assim como os hospitais universitários de Cascavel e Londrina.
 De acordo com o superintendente do HU, Maurício Chaves, no primeiro dia de fechamento dos ambulatórios não foi possível saber qual será o impacto para a população. "Nós já comunicamos o comando de greve que temos pacientes dos ambulatórios que precisam de medicação contínua e nos informaram que vão avaliar os casos", diz.
 Segundo ele, os municípios que integram a 15ª Regional de Saúde (RS) de Maringá foram comunicados para que não levassem os pacientes de especialidades para o HU. "A maior parte desses atendimentos são para pacientes da região", pontua Chaves.
 O chefe da 15ª RS de Maringá, Kazumichi Koga, explica que os pacientes de especialidades estão sendo direcionados ao Cisamusep. "A situação ainda não está nos preocupando. Estamos aguardando os próximos dias para avaliar", afirma.
 

 Professores e funcionários querem a retirada completa dos itens do "pacotaço" enviado à Alep. Comando do movimento diz que, a partir de agora, só negocia diretamente com o governador.
 Continua, por tempo indeterminado, a greve dos professores e servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e do Hospital Universitário (HU) deflagrada há 18 dias. A decisão ocorreu, ontem à tarde, em assembleia geral da categoria realizada no auditório do hospital com a presença de 600 pessoas. O movimento iniciado por causa das medidas de austeridade enviadas, neste mês, pelo governador Beto Richa (PSDB) à Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) não concorda com a retomada da discussão de parte dos projetos do "pacotaço", prometida para a próxima semana e pede a retirada completa de todos os itens.

 De acordo com o presidente do Sindicato dos    Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), Celso Aparecido do Nascimento, a partir de agora, só se volta a convocar assembleia quando o governador atender as entidades sindicais para retomar as negociações. "Não se admite mais que Richa fale em retirar direitos, negociar Paranaprevidência ou discutir projetos de autonomia universitária da forma como ele quer. Ele faz o contrário do que a gente combina com os secretários", destaca. Nascimento diz que a categoria demonstrou indignação e que não confia nas promessas do governador de retirada das medidas.Quanto à discussão da autonomia universitária, para a qual o governo estadual criou uma equipe de trabalho para debater o assunto, o presidente do Sinteemar esclarece que o movimento é contra a proposta de Richa. "Não admitimos qualquer menção acerca da autonomia. Queremos que fique do jeito que está. 

 Radicalizamos de vez e se o governo insistir não voltamos ao trabalho", ressalta. Segundo ele, o modelo utilizado em São Paulo e que o governador quer implantar no Paraná não é bom para UEM. O comando de greve do HU definiu que, a partir de agora, os servidores do local vão trabalhar com o sistema de escalas e que muitos setores serão afetados. Estima-se que serão mantidos apenas 30% da capacidade de atendimento da unidade. Alguns serviços já foram suspensos no início da greve, como agendamento de cirurgias eletivas, exames ambulatoriais e internamento de pacientes oriundos de laboratórios. Na semana que vem, deverão ser divulgados quais atendimentos serão interrompidos. A última greve de servidores da UEM e do HU havia sido entre setembro de 2001 e março de 2002.INDIGNAÇÃO
"Não se admite mais que Richa fale em retirar direitos, negociar previdência ou discutir autonomia como ele quer." CELSO APARECIDO DO NASCIMENTO- Presidente do Sinteemar

Em janeiro de 2013, com sintomas de infecção de garganta, Marcelo Augusto Silva, 16 anos, descobriu que estava com leucemia. A mãe do adolescente, Maria Edileuza Ferreira da Silva, conta que, feitos os exames, constatou-se que a doença estava em um nível avançado. Desde então, o garoto passa por sessões de quimioterapia.

Ela conta que, há oito meses, a rotina de Marcelo é passar uma semana em casa e outra no hospital. Se houver alguma complicação, no entanto, aumenta o tempo de internação. Em junho do ano passado, o menino passou quinze dias na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).

Com a experiência de quem conviveu com a doença na família - a mãe dela conseguiu se curar de um câncer de pele, há alguns anos - Edileuza destaca que acompanhar o tratamento de Marcelo é difícil. "Tenho que ser forte. Mas, é meu filho. Minha carne. Ele faz parte de mim", ressalta.

O drama de Marcelo é compartilhado por outras 16 pessoas, entre três e 81 anos, atendidas pelo setor de Oncologia da Unimed Maringá. Todos vivem à expectativa de encontrarem doadores de medula compatíveis.

Para tentar ampliar as chances de transplantes bem-sucedidos, a Unimed realiza uma campanha para encontrar novos doadores. "O tratamento de primeira linha é a quimioterapia. O transplante é indicado aos que não respondem ao tratamento ou têm recidiva, que é quando a doença volta", explica a oncopediatra Alessandra Borges.

No caso de Marcelo, dois irmãos dele e outros familiares já passaram por exames de compatibilidade, mas os resultados foram frustrantes. "Só vamos conseguir levar adiante esta batalha, se encontrarmos um doador", frisa Edileuza.

Qualquer pessoa, entre 18 e 54 anos, com boa saúde pode doar medula óssea. Para se cadastrar, basta ir até o hemocentro mais próximo. Em Maringá, a unidade fica na Avenida Mandacaru, ao lado do Hospital Universitário. O horário de funcionamento é de segunda a sexta-feira, das sete às 18h30. Aos sábados, das sete às 12h30.

É necessário levar um documento com foto (RG ou carteira de motorista), o CPF e, caso o doador tenha, o cartão do Sistema Único de Saúde (SUS). 

 

http://digital.odiario.com/geral/noticia/1222303/doacao-de-medula-ossea-e-esperanca-para-marcelo/ 

Dois homens foram baleados na tarde de ontem, em Maringá. Os crimes ocorreram em locais distintos e com intervalo poucos minutos. O primeiro caso foi registrado no Conjunto Santa Felicidade, zona sul. O segundo crime ocorreu na Vila Santo Antônio, zona norte.

O ex-agente de cadeia André Luis Santana, 26 anos, foi baleado por volta das 16 horas quando passava pela Rua Pioneiro João José Queiroz, ao lado da praça Zumbi dos Palmares. Ele foi atingido com tiros na cabeça, face e mão. Santana foi socorrido pelo Siate e encaminhado em estado grave para a Santa Casa.

Investigadores da Delegacia de Homicídios (DH) identificaram o autor com sendo um ex-presidiário conhecido como "Lemãozinho". A polícia confirmou que a vítima já teria prestado serviço na Casa de Custódia de Maringá (CCM).

Na Vila Santo Antônio, a vítima foi baleada às 16h15 após deixar uma agência bancária na Avenida Pedro Taques. Segundo a polícia, Hegno Marcelo de Oliveira Fonseca, 37 anos, estava acompanhado da esposa e foi abordado pelo assaltante quando retornava para pegar o carro, estacionado na Rua São Silvestre.

Segundo a polícia, o ladrão exigiu que a vítima entregasse a aliança e disparou. O tiro atingiu a boca da vítima e alojou no maxilar. Funcionários da Sanepar ainda tentaram pegar o atirador, mas recuaram após o homem ameaçá-los com a arma. Mesmo ferida, a vítima caminhou até uma autopeças para pedir ajuda. Ele foi socorrido pelo Siate e levado para o Hospital Universitário (HU), sem risco de morrer.


CRIME. Homem de 37 anos é atendido por socorristas após ser baleado ao sair do banco, na Vila Santo Antônio. —FOTO: RICARDO LOPES

 

http://digital.odiario.com/cidades/noticia/1224076/em-15-minutos-duas-pessoas-sao-baleadas/

ivulgação/Twitter do Graer

Helicóptero do Graer pousou no campo do Tiro de Guerra

Um bebê de apenas sete meses, que estava internado no Hospital Universitário de Maringá (HUM), foi transferido para Londrina na tarde desta sexta-feira (7). O transporte da paciente foi feito pelo Grupamento Aeropolicial e Resgate Aéreo (Graer), da Secretaria de Segurança Pública do Paraná.

 

O helicóptero do Graer, batizado de Falcão 3, pousou no campo do Tiro de Guerra, que fica próximo do HU, pouco antes das 16h30. O voo até Londrina urou cerca de 20 minutos e, segundo o Major Ramos, foi tranquilo. O pouso foi feito no Moringão, onde uma ambulância aguardava para levar a paciente para o Hospital Infantil de Londrina, referência em cirurgia cardíaca,

A garotinha de sete meses estava internada desde o último dia 19 de setembro na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HU. De acordo com o hospital, a paciente apresenta um quadro de insuficiência cardíaca congênita e deve passar por um procedimento cirúrgico. A transferência não foi realizada antes por conta do quadro instável e frágil da bebê.

Por volta das 18h, a equipe do Graer se preparava para pousar novamente no Tiro de Guerra, em Maringá, para fazer o transporte de mais um paciente, também uma criança, porém a idade e o quadro clínico ainda não tinham sido informados. O destino também seria o Hospital Infantil de Londrina.

 

http://maringa.odiario.com/maringa/noticia/1226056/helicoptero-do-graer-transporta-paciente-do-hu-para-londrina/

 

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