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Sex, Set

Professores e técnicos da Universidade Estadual de Maringá (UEM) com campus em sete cidades do noroeste do Paraná, entre elas Umuarama, devem cruzar os braços nesta terça-feira (12). Ligados ao Sinteemar (Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá) os profissionais pretendem realizar um grande movimento com a intenção de pressionar o governo a atender uma série de reivindicações da classe entre elas a liberação de mais recursos para instituição e a melhoria das condições de trabalho da classe. Caso as negociações não avancem, medidas radicais, como uma greve, não estão descartadas.

A decisão de paralisar as atividades por um dia foi tomada numa assembleia realizada na última terça-feira (5) ― data em que a classe esperava a apresentação de uma proposta concreta do Governo do Estado sobre o Plano de Carreira, Cargos e Salários (PCCS) dos técnicos da UEM ― que foi adiada. Descontentes, os profissionais decidiram paralisar as atividades e organizar um grande ato no campus central da UEM em Maringá onde serão discutidas as reivindicações da categoria como questões trabalhistas, contratações e melhorias salariais.

Presidente do Sinteemar, Éder Rossato confirmou que o movimento que suspenderá as aulas na unidade central da UEM deve afetar todas as extensões da universidade. "Estamos disponibilizando transporte para que os professores e técnicos das extensões venham a Maringá nessa data para um grande ato que estamos organizando. Nesse dia vamos nos reunir com a reitoria da Universidade para expor dificuldades externas como contratações, orçamento, construções que são necessária e o cotidiano da administração", aponta.

Reivindicações

Segundo o presidente do Sinteemar, Éder Rossato o movimento integrado pelos professores e técnicos da instituição de ensino defendem muito além do que os interesses da própria categoria, mas sim que a UEM continuem sendo uma das melhores universidades da América Latina. "A UEM conquistou títulos importantes como a 10ª melhor universidade da América Latina, a 12 ª do País e a melhor universidade pública do Paraná. Se ela chegou a esse nível é por que possuí técnicos e docentes qualificados. Se não tivermos orçamento para bancar a rotina da instituição desde o papel higiênico até o reagente mais caro esses profissionais acabarão migrando para outras instituições. Nós defendemos que a UEM continue sendo uma instituição autônoma livre a terceirização”, aponta.

Rossato destaca ainda a importância da universidade não só para os servidores e alunos, mas para as cidades onde os campus estão instalados. "Vale ressaltar quanto desenvolvimento a UEM trouxe não só para Maringá, mas para as cidades onde suas sete extensões estão instaladas como Umuarama por exemplo. Ela movimento direta e indiretamente centenas de empregos na sociedade onde realiza pesquisas importantes. Os governantes passam a universidade fica. Por isso ela não pode parar e precisa crescer", conclui.

http://www.gazetanoroeste.com.br/index.php/diversos/4993-professores-e-tecnicos-da-uem-paralisam-atividades-terca-feira 

 

Foi realizada nesta semana, no auditório da Associação Comercial e Industrial de Paranavaí (Aciap), uma reunião técnica sobre o Banco do Empreendedor, que deverá ser implantado em junho em Paranavaí. O encontro aconteceu quase duas semanas depois da visita do secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Joaquim Aurélio da Conceição (Shiroff), e do gerente da Agência do Trabalhador, Carlos Henrique Scarabelli (Kaká), a Curitiba, quando foi feita a solicitação ao Governo do Estado para a implantação do banco no município. “O Banco do Empreendedor é um programa do Governo do Estado que visa a liberação de crédito para pequenos e microempresários a juros mais baixos. O valor do empréstimo varia de R$ 1 mil a R$ 300 mil, com taxas de juros entre 0,58% e 1,10% ao mês”, detalhou Kaká.

De acordo com ele, durante a reunião foi realizada a explanação técnica sobre o Banco do Empreendedor, esclarecidas dúvidas sobre juros e vantagens, e apresentado um termo de cooperação para que o município faça a adesão ao programa juntamente com as entidades parceiras.

Segundo o gerente da Agência do Trabalhador, o Banco do Empreendedor já funciona em outras cidades do Paraná e uma das suas grandes vantagens é a capacitação oferecida às empresas que aderem ao programa, através de cursos ministrados pela Universidade Estadual de Maringá (UEM).

“A vinda de crédito para Paranavaí irá ajudar o empreendedor a expandir seus negócios, melhorar a renda de seus funcionários, da família e até mesmo da economia local. É interessante porque o empresário investe, mas com orientação de especialistas, o que reduz a possibilidade de prejuízos financeiros”, observou Scarabelli.

Participaram do encontro o assessor de projetos estratégicos da Coordenadoria da Universidade sem Fronteiras, Mário Antone, o representante da Agência de Fomento do Estado, Valério Silva, o presidente da ACIAP, Guto Costa, além de representantes da Associação dos Micro Empresários da Região Noroeste do Paraná (Micropar), das cooperativas SICOOB e Sicredi, do Sesi e do Sesc. 

http://www.diariodonoroeste.com.br/novo/noticia_det.php?cdnoticia=52839 

Os professores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) dos campi de Umuarama decidiram não cruzar os braços ontem (20), como fizeram quase todos os outros professores da instituição no Paraná, que organizaram uma nova paralisação por reajuste de salários. Os 1,7 mil estudantes da cidade – tanto dos cursos presenciais como a distância – não ficarão sem aula, por os docentes decidiram que vão aguardar uma proposta do governo do Estado.

De acordo com Osvaldo Joaquim dos Santos, diretor da UEM em Umuarama, a decisão pela não-paralização partiu dos próprios professores. “A justificativa para eles não terem aderido ao movimento é a de que eles não queriam prejudicar os alunos. Todos os docentes de Umuarama confiam que o governo estadual vai fazer a sua parte e dar uma resposta positiva para a situação”, disse.

Ele informou também que os professores vão aguardar uma reunião entre o sindicato da categoria e representantes do governo, que deve acontecer nos próximos dias. “A intenção é a de que um bom acordo seja firmado entre as partes e, dessa maneira, nenhum aluno sofra as consequências”, informou Santos.

ESTADUAL

Em todo Paraná são cerca de 20 mil estudantes sem aula pela terceira vez no mês, por causa das reivindicações dos docentes. A Seção Sindical dos Docentes da UEM (Sesduem), que reúne mais de 2 mil professores da instituição, organizou a nova paralisação. O presidente da Sesduem, Cid Marcos Gonçalves Andrade, disse que caso o estado mantenha o reajuste proposto no ano passado, os docentes devem aceitar a proposta, evitando, assim, uma greve por tempo indeterminado.

O estopim do descontentamento dos professores aconteceu no início de fevereiro, quando o governo confirmou que não seria possível dar um aumento de 9,62% em três parcelas que seriam pagas em 2012, 2013 e 2014, conforme negociação em novembro do ano passado. O acréscimo anularia a defasagem de 31,73% que existe entre os salários dos docentes e dos técnicos administrativos de nível superior que trabalham nas instituições de ensino superior do estado.

http://www.gazetanoroeste.com.br/index.php/diversos/4105-professores-da-uem-umuarama-nao-aderem-a-greve-estadual 

 

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Paralisação contou com uma passeata com cerca de 500 pessoas, segundo estimativa da Secretaria de Trânsito

O governador Beto Richa se comprometeu nesta quarta-feira (7) a apresentar até o dia 20 de março uma proposta de reajuste salarial para os professores das instituições de ensino superior do Estado. O anúncio foi feito pelo secretário de estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Alípio Leal, após paralisação dos docentes realizada em todo o Estado.

A mobilização afetou alunos das sete universidades estaduais do Paraná. De acordo com os sindicatos, cerca de 8 mil docentes pararam, 90% da categoria no Estado. A decisão foi comunicada em uma reunião nesta manhã com representantes dos docentes que vieram a Curitiba. Leal se comprometeu também, segundo informações dos sindicalistas, a rever o corte nas verbas de custeio das universidades e a retomar o fluxo de reposição de pessoal com a contratação de novos professores.

 

O estopim do descontentamento dos professores aconteceu no início de fevereiro quando o governo confirmou que não seria possível dar um aumento de 9,62% em três parcelas em 2012, 2013 e 2014, conforme havia sido negociado em 11 de novembro do ano passado. O acréscimo consertaria a defasagem de 31,73% que existe entre os salários dos docentes e dos técnicos administrativos de nível superior que trabalham nas universidades.

PROTESTOS

Em Curitiba, a paralisação contou com uma passeata com cerca de 500 pessoas, segundo estimativa da Secretaria de Trânsito (Setran), que começou às 10h30 da Praça Santos Andrade e terminou no Palácio Iguaçu, no Centro Cívico. Os manifestantes – professores, alunos e funcionários – vieram em dezesseis ônibus provenientes de cidades do interior do Estado para pedir o reajuste salarial e o aumento das verbas de custeio das universidades.

Já em Maringá, a mobilização na UEM consistiu na realização de assembleias para a discussão dos problemas da categoria. "Nenhum professor deu aula. É uma paralisação geral; 12 mil alunos também estão parados", afirmou a vice-presidente do Sesduem, sindicato dos professores da instituição, Marta Bellini. Dois ônibus com 60 professores da UEM se uniram à manifestação realizada em Curitiba.

http://www.gazetanoroeste.com.br/index.php/estadual/3846-governo-vai-apresentar-proposta-de-reajuste-salarial-para-professores 

 

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Leite é produzido em Toledo e vem para Umuarama em caminhões refrigerados e mesmo assim houve contaminação

Após denúncias de consumidores de que havia falhas no transporte e distribuição de uma determinada marca de leite na cidade, o departamento de fiscalização do Procon (Procuradoria Municipal de Defesa do Consumidor) de Umuarama abriu procedimento para verificar a veracidade das informações. Após testes realizados no laboratório da UEM (Universidade Estadual de Maringá) foi constatado que realmente o leite continha um nível de bactérias 600% a mais que o permitido por lei.

Segundo o Procon, o produto é da marca Lactobom, produzido em Toledo e transportado para Umuarama dentro de caminhões refrigerados. “Mesmo assim o leite apresentava problemas em sua fase de distribuição. As entregas realizadas dentro da cidade eram feita em carro comum, sem qualquer tipo de refrigeração, deixando o leite exposto a altas temperaturas por várias horas. Isso levantou suspeitas de consumidores, que denunciaram o caso ao Procon”, relatou o advogado.

Ao ser acionado, o órgão de defesa do consumidor constatou serem reais as irregularidades do transporte local feito de maneira totalmente inadequada para o tipo de produto em questão, comprometendo assim suas recomendações de armazenagem – que exigem uma refrigeração constante de até 7 graus celsius – e de qualidade. “O Procon então colheu amostras do produto em vários pontos de comércio, em embalagens de 1 e 2 litros. As amostras foram encaminhadas aos laboratórios da UEM, que trabalha em parceria conosco, para que testes de qualidade fossem realizados. Os resultados mostraram um nível altíssimo de bactérias presentes no produto, sendo 600 vezes acima do nível permitido”, detalhou Gregório.

NOTIFICAÇÃO

“A empresa já foi notificada e estamos aguardando a resposta deles sobre o problema, pode ser que o sistema de pasteurização tenha sido ineficiente e não tenha eliminado as impurezas”, afirmou o diretor do Procon, Sandro Gregório, que explicou que antes de multar a empresa, outras medidas devem ser tomadas. “A empresa tem o direito de se explicar e essa falha também pode ser decorrente da distribuição malfeita, que precisa ser corrigida com urgência, assim que houver qualquer manifestação iremos dar continuidade ao processo”, detalhou.

Gregório ainda informou que a presença de tais bactérias poderiam, segundo os técnicos da UEM, causar enjoos, vômitos, dores abdominais, desarranjos intestinais e outros problemas de saúde. Ele alertou: “É sempre muito importante ter cuidado ao comprar produtos de vida curta, como o leite in natura, observar bem as datas de validade e se possível ferver o leite em casa antes do consumo”, orientou Gregório. (Cristina Prezzi)

http://www.gazetanoroeste.com.br/index.php/regiao/3669-leite-continha-nivel-de-bacteria-600-a-mais-que-o-permitido 

 

 

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