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Ter, Abr

Situação aconteceu na madrugada desta sexta-feira (16).

A fazenda do campus da Universidade Estadual de Maringá (UEM) de Umuarama, no noroeste do Paraná, foi furtada na madrugada desta sexta-feira (16), conforme a direção do campus. Foram levados objetos e até uma ovelha usada para experimentos de criação e reprodução.

Um professor que leciona no local informou que a sala dele foi invadida e que peças de um laboratório foram levadas. Segundo ele, na manhã desta sexta a porta da sala estava aberta e o local revirado.

Na fazenda da UEM de Umuarama funcionam os cursos de Medicina Veterinária, Agronomia e programas de pós-graduação em Ciências Agrárias e Produção Sustentável e Saúde Animal. O Hospital Veterinário da universidade também fica na fazenda.

A direção do campus não contabilizou o total do prejuízo. A fazenda não tem câmeras de monitoramento. A Polícia Civil investiga o caso.

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/ladroes-furtam-objetos-e-ovelha-da-fazenda-da-uem-em-umuarama.ghtml

Processo administrativo tramita em sigilo desde outubro de 2016. Protesto foi durante a colação de grau.

Formandos da UEM protestam contra demora em investigações sobre assédio sexual por professores (Foto: Divulgação)

Formandas da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, protestaram contra a demora nas investigações sobre assédio sexual supostamente cometido por professores da instituição.

Um processo administrativo contra dois professores do Departamento de História (DHI) tramita em sigilo desde outubro de 2016, segundo a UEM. Em agosto de 2017, a universidade informou que a previsão de conclusão do trabalho da comissão era outubro do ano passado.

Os estudantes protestaram durante a colação de grau que foi realizada na última sexta-feira (9), na arena coberta do Parque de Exposições Francisco Feio Ribeiro, em Maringá. Mais de 700 acadêmicos, de 24 cursos de graduação, receberam o diploma na ocasião.

O G1 conversou nesta segunda-feira (12) com uma das manifestantes, que preferiu não ser identificada. Segundo ela, que diz ter sido vítima de assédio de um dos professores, o ato foi organizado coletivamente.

"Não fizemos muita divulgação porque prevíamos boicote. Cada uma levou um cartaz com frase sobre o que aconteceu com a gente e ergueu durante o discurso do reitor. Na plateia também tinham cartazes", explicou.

Ela afirmou que a reação do público na hora foi de não entender o que estava acontecendo. "Nem todo mundo tem ideia do que aconteceu. Muitos até acreditam que isso era desnecessário. Mas isso influenciou na nossa trajetória. Foi um trauma", disse.

A manifestante informou ainda que duas pessoas foram tirar os cartazes delas sem se identificarem. "Não sabemos quem mandou e nem o motivo para tirar", afirmou.

Segundo ela, as manifestantes esperam por justiça. "Se aconteceu com a gente e não forem punidos, vai acontecer com outras pessoas. Hoje eles estão afastados, porém quando retornarem pode acontecer de novo", disse.

Entre as faixas, havia algumas pedindo o resultado do processo. “Dar em cima de alunas não é normal, é assédio”, dizia um dos cartazes.

Um dos formandos carregava um cartaz pedindo a exoneração de professores abusadores: “Lugar de professor abusador é na rua”.

Processo administrativo tramita em sigilo desde outubro de 2016; UEM havia dado previsão apra conclusão em outubro de 2017 (Foto: Divulgação)

 

O que diz a UEM

A reitoria da UEM informou que não vai se pronunciar sobre o processo, mas confirmou o recebimento do relatório final da comissão que investigou o caso.

A direção da universidade alegou que está seguindo as orientações da Procuradoria Jurídica para dar sequência à tramitação do processo administrativo.

Relembre o caso

Embora a investigação tenha começado em 2016, houve desistência por parte de professores nomeados para integrar a comissão. Somente em fevereiro de 2017 o grupo passou a ser composto pelos membros atuais.

A atuação da comissão de três docentes – formada por um homem e duas mulheres – é independente da reitoria e dos conselhos universitários.

Os investigados prestaram depoimento na primeira semana de agosto de 2017 e tinham até o fim daquele mês para apresentar a última defesa, por escrito, por meio de advogados.

Pelo menos dois relatos de abusos cometidos por professores da UEM foram publicados em uma página no Facebook em que pessoas de todo o Brasil relatam assédio dentro de universidades.

O relato de uma universitária, de fevereiro de 2016, conta que um dos investigados, denunciado várias vezes na página, a assediou quando era caloura.

"Ele sempre me assediou e eu sempre tive nojo, mas como era caloura fiquei na minha. Hoje, eu cortei qualquer relação com ele, mas falava coisas horríveis para mim, coisas que imaginava fazer comigo', diz um trecho.

A denúncia anônima também afirma que a situação ocorreu com mais estudantes. "Muitas estão em silêncio. Porém, basta. É hora de colocarmos esse cara na rua", relata o texto.

Outras manifestações

As investigações já geraram outros protestos de estudantes. Uma delas foi a mostra fotográfica "Professor abusador: assédio e violência de gênero nas universidades", organizada por duas acadêmicas da UEM.

O trabalho foi apresentado no evento 13º Mundo de Mulheres e Fazendo Gênero 11, na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), e mostra estudantes segurando quadros com frases de assédio.

Outro protesto, na própria universidade, de autoria anônima, espalhou cartazes em blocos da UEM com fotos de dois professores da instituição sendo "procurados" por terem cometido assédio.

Mostra fotográfica feita por acadêmicas da UEM apresentou estudantes segurando quadros com frases de assédio (Foto: Carol Paes e Júlia Sincero/Divulgação)

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/formandas-da-uem-protestam-contra-demora-em-investigacoes-sobre-assedio-sexual-por-professores.ghtml

Universidade tem quase 15 mil estudantes em cursos de graduação presenciais.

Ano letivo da UEM começa nesta segunda-feira (12) em todos os campi (Foto: Divulgação/UEM)

O ano letivo de 2018 da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, começa nesta segunda-feira (12) com programação para recepcionar os calouros em todos os campi.

A instituição tem quase 15 mil estudantes em cursos presenciais de graduação.

De acordo com a UEM, a Semana de Integração de Calouros, a Calourada 2018, se estende até 16 de março e promove a integração entre os veteranos e os novos acadêmicos.

A programação de cada um dos campi está disponível no site da universidade.

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/aulas-da-uem-comecam-nesta-segunda-feira-12-com-programacao-para-recepcionar-calouros.ghtml

Boa noite! Aqui estão as principais notícias para você terminar o dia bem-informado.

 

O Ministério Público Federal (MPF) pediu pela terceira vez a prisão preventiva do ex-diretor do Departamento de Estradas de Rodagem no Paraná (DER-PR) Nelson Leal Júnior, um dos seis investigados na 48ª fase da Operação Lava Jato.

Batizada de Integração, a atual fase apura crimes como corrupção, fraude a licitações e lavagem de dinheiro na gestão das concessões de rodovias federais no estado.

'Não é vingança', diz Yared

A mãe do jovem Gilmar Rafael Yared, que morreu com um amigo após uma batida em uma avenida de Curitiba, afirmou nesta quinta-feira (1º) que não vai recorrer para pedir o aumento da pena de nove anos e quatro meses em regime fechado estipulada para o ex-deputado Luiz Fernando Ribas Carli Filho foi condenado na quarta-feira (28).

Para Christiane Yared, a condenação serve para que a sociedade compreenda que não pode beber e dirigir e para que haja possibilidade de outras famílias conseguirem justiça. (Foto: RPC/Reprodução) 

"Não é uma questão de vingança, não vamos recorrer para que essa pena aumente e ele [Carli Filho] fique mais tempo", disse Yared.

Adolescente ‘Severamente agredido'

Um vídeo obtido pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) mostra um adolescente de 17 anos sendo “severamente agredido” por dois policiais militares de Castro, nos Campos Gerais do Paraná, segundo o promotor Antonio Juliano Souza Albanez.

Policiais Militares são acusados de torturar adolescente em Castro

As imagens da agressão, que ocorreu durante uma abordagem policial em fevereiro deste ano, não foram divulgadas porque envolvem um adolescente e, neste caso, ficam sob sigilo.

UEM para de sacrificar animais

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) acatou na quarta-feira (28) uma recomendação do Ministério Público do Paraná (MP-PR) para que os animais abandonados pelos donos no hospital veterinário de Umuarama, no noroeste do estado, não sejam mais sacrificados.

Hospital Veterinário da UEM fica no campus de Umuarama, no noroeste do Paraná. (Foto: UEM/Divulgação)

 

A prática ilegal era adotada na unidade desde o início do funcionamento, em meados de 2000. Porém, conforme a assessoria de imprensa da UEM, são poucos os casos de abandono na clínica. Em 2017, por exemplo, a universidade alega que nenhum foi deixado pelos donos.

Médicos do HU param em Ponta Grossa

Por falta de pagamento, médicos do Hospital Universitário Regional dos Campos Gerais (HU) têm deixado de atender pacientes em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná. Apenas casos urgentes e emergentes estão sendo atendidos.

Algumas áreas do HU de Ponta Grossa estão com atendimento interrompido

A direção do hospital alega que o problema foi provocado por uma falha no sistema de pagamento.

Último vídeo de Isabelly

A mãe da youtuber e modelo Isabelly Cristine Santos, Rosania Domingos dos Santos, publicou nesta quinta-feira (1º) o último vídeo feito pela filha antes de morrer — segundo ela, gravado 30 minutos antes de a jovem ser atingida por um tiro na PR-412, no litoral do Paraná, em 14 de fevereiro.

 

O vídeo, intitulado "O sonhou não acabou", foi publicado no canal de Isabelly, o "Isa Top Show", no qual ela publicava entrevistas com famosos. A última gravação, com o MC Gustta, foi feita uma casa de shows no Balneário de Shangrilá, em Pontal do Paraná.

 

https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/parana-quinta-feira-1-de-marco-de-2018.ghtml

Oportunidades são para cursos presenciais e para modalidade a distância.

UEM tem inscrições abertas para mais de 800 vagas que ainda não foram preenchidas para 2018 (Foto: UEM/Divulgação)

 

 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, tem mais de 800 vagas remanescentes para 2018. As inscrições para a primeira etapa do processo seletivo devem ser feitas pela internet e terminam às 23h50 desta terça-feira (27).

Acesse aqui o edital para a primeira fase do processo de aproveitamento de vagas remanescentes.

As oportunidades são para cursos presenciais e para a modalidade a distância. As vagas são remanescentes dos vestibulares de inverno, verão e Ensino a Distância (EAD) e do Processo de Avaliação Seriada (PAS), realizados em 2017.

Segundo a universidade, o processo será dividido em duas chamadas. A primeira é para candidatos classificados nos vestibulares de inverno e de verão e no PAS 2017, que estão em lista de espera no curso originalmente pretendido no momento da inscrição.

Ao preencher a inscrição neste processo, o sistema vai apontar a nota alcançada, com a qual ele vai concorrer a uma das vagas remanescentes. Esse pedido não elimina seu nome da lista de espera no curso originalmente escolhido.

A lista de classificados será publicada em 28 de fevereiro pela internet, abrindo prazo para realização da matrícula.

Ao fim do prazo para matrículas e, caso ainda existam vagas remanescentes, no dia 16 de março será publicado o edital de segunda chamada, que será direcionado aos candidatos que prestaram Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e tenham obtido, no mínimo, 400 pontos na média das cinco provas do Enem.

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/uem-tem-inscricoes-abertas-para-mais-de-800-vagas-remanescentes-para-2018.ghtml

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