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Sex, Nov

UEM, UEL, UEPG e Unioeste estão entre as melhores; estudo avaliou quase 1,4 mil universidades em 92 países.

Universidades foram classificadas entre as melhores da América Latina — Foto: Jaelson Lucas/AEN

Quatro das sete universidades estaduais do Paraná foram classificadas entre as 100 melhores da América Latina, segundo um levantamento da revista britânica Times Higher Education (THE).

São elas: Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

O estudo foi feito pelo World University Rankings 2020, que avaliou quase 1,4 mil universidades em 92 países através de 13 indicadores sobre o desempenho das instituições em ensino.

As instituições paranaenses se destacaram nos quesitos de ensino, indústria e influência em pesquisas.

A UEL, por exemplo, se destacou em relação ao ensino e ficou classificada entre as 70 melhores universidades da América Latina e entre as 37 melhores do Brasil.

Nesse quesito, a Unioeste também se destacou e ficou entre as melhores universidades aparecendo na 28ª posição.

A UEM também ficou classificada na 36ª posição nacional alcançou a 90ª colocação na América Latina com relação a indústria, que mede a capacidade da universidade criar inovações e invenções para o setor produtivo.

A categoria indica o grau de intenção das empresas em pagar por pesquisas e a capacidade de uma universidade atrair financiamentos.

O destaque da UEPG foi em relação à influência em pesquisas. A universidade ficou entre as 12 melhores universidades em citações do país e em 91ª na América Latina.

https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2019/09/12/estudo-britanico-aponta-universidades-estaduais-do-parana-entre-as-melhores-do-mundo.ghtml

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi multada em R$ 10 mil por ter utilizado cães da raça beagle em pesquisas do curso de odontologia. A multa foi aplicada pelo Conselho Nacional de Controle de Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência e Tecnologia. A decisão é de segunda-feira (2).

A situação de maus-tratos contra os animais foi denunciada ao Ministério Público do Paraná (MP-PR) em 2011 por meio de um abaixo-assinado com cerca de seis mil assinaturas.

Até 2011, beagles eram utilizados em experimentos do curso de odontologia na UEM — Foto: Reprodução/RPC Curtas e rápidas

 https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2019/09/04/parana-quarta-feira-4-de-setembro-de-2019.ghtml

Aprovação foi feita após acordo entre reitores e membros do governo para esclarecer pagamentos feitos no primeiro semestre de 2019. Anúncio foi feito durante reunião nesta segunda-feira (29).

UEM teve 18 mil horas disponibilizadas pelo Governo do Paraná, a maior quantia entre as sete universidades estaduais — Foto: UEM/Divulgação

O Governo do Paraná autorizou a contratação de horas para professores temporários de cinco universidades estaduais. O anúncio da aprovação foi feito na noite desta segunda-feira (29) durante reunião com reitores, em Curitiba.

No dia 18 de julho, o governo havia dito que não iria autorizar a contratação de professores temporários para o segundo semestre das cinco universidades estaduais. À época, o governo disse que as instituições tiveram gastos demais com horas extras e sem autorização.

Parte das universidades argumentaram que, sem os professores temporários, alguns cursos ficariam sem aulas.

Na semana passada, os reitores das universidades fecharam um acordo com representantes do governo e se comprometeram a apresentar esclarecimentos sobre os pagamentos feitos no primeiro semestre de 2019.

De acordo com Superintendência Geral de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), as seguintes universidades receberam autorização:

Universidade Estadual de Maringá (UEM): 18.000 horas;

Universidade Estadual de Londrina (UEL): 8.366 horas;

Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG): 7.500 horas;

Universidade Estadual do Paraná (Unespar): 10.500 horas;

Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste): 8.435 horas.

A Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro) e a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) já haviam recebido a aprovação para contratação de horas.

O que dizem as universidades

Universidade Estadual de Maringá

A UEM informou que as 18 mil horas semanais de trabalho autorizadas permitem a renovação dos contratos de 104 docentes que vencem no dia 31 de julho, além da manutenção dos temporários até o final do ano letivo.

A universidade informou ainda que irá convocar o Conselho de Ensino e Pesquisa (CEP) da universidade para discutir a retomada do calendário acadêmico, já que as contratações e renovações não podem ocorrer com o calendário suspenso.

Universidade Estadual de Londrina

A UEL afirmou que as horas renovadas vão garantir a manutenção dos contratos de cerca de 360 professores temporários a partir do dia 1º de agosto. Segundo a universidade, a carga horária autorizada deve suprir as atividades acadêmicas do segundo semestre.

Universidade Estadual de Ponta Grossa

A UEPG disse que os contratos com professores serão assinados o quanto antes para viabilizar a permanência ou ingresso de docentes na instituição. Na semana passada, a instituição já havia retomado o calendário acadêmico.

Universidade Estadual do Paraná

A Unespar informou que a autorização das 10.500 horas já é um número que havia sido pedido no final de 2018, mas não havia sido atendido. De acordo com a instituição, as horas autorizadas possibilitam administrar os processos da universidade.

O G1 tenta contato com a Unioeste.

https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2019/07/30/governo-autoriza-contratacao-de-professores-temporarios-em-universidades-estaduais-do-parana.ghtml

Processo seletivo teve mais de 18 mil estudantes inscritos. Nos dois dias, provas serão aplicadas das 14h às 19h.

UEM — Foto: Divulgação/UEM

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, aplica as provas do vestibular de inverno neste domingo (14) e segunda-feira (15). Os testes serão realizados nos dois dias das 14h às 19h. Os portões serão fechados às 13h50.

Nesta edição,mais de 18 mil candidatos concorrem a 1.494 vagas em 70 cursos de graduação. O curso mais concorrido é o de Medicina que teve 413,7 candidatos por vaga.

Nos dois dias será exigida a apresentação de documento de identificação original impresso, com foto e em bom estado de conservação.

No domingo será aplicada a prova de Conhecimentos Gerais e Redação. Na segunda-feira, serão aplicadas as provas de Língua Portuguesa, Literatura, Língua Estrangeira e Conhecimentos Específicos.

As provas serão aplicadas em Maringá, Curitiba, Cascavel, Apucarana,Campo Mourão, Goioerê, Paranavaí, Cidade Gaúcha, Cianorte, Umuarama e Ivaiporã.

Lei Seca

Por causa do vestibular, está proibida a venda ou o consumo de bebidas alcoólicas na região da universidade a partir das 20h desta sexta-feira (12). A Polícia Militar vai intensificar a atuação e fiscalização da Lei Seca a partir desse horário nos entornos da UEM e dos locais onde as provas serão aplicadas.

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2019/07/12/vestibular-de-inverno-da-uem-sera-realizado-neste-domingo-e-segunda.ghtml

Vestibular de Verão da UEM começa neste domingo — Foto: Divulgação/UEM

Em assembleia realizada nesta quarta-feira (26), 80% dos servidores decidiram paralisar as atividades.

Os servidores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) decidiram entrar em greve por tempo indeterminado nesta quarta-feira (26). A decisão foi tomada durante uma assembleia realizada no Restaurante Universitário.

De acordo com o presidente do sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá, José Maria Marques, com a decisão dos servidores será formado o comando de greve, que deve determinar o fechamento dos portões e das salas de aula da universidade.

Ainda de acordo com o presidente do sindicato, cerca de 80% dos presentes na assembleia aprovaram o início da greve a partir desta quarta.

Os servidores querem reposição imediata de 4,94%, que seria referente à inflação do último ano, além da reposição de perdas salarias de 2015 pra cá.

Por meio de nota, a Reitoria da UEM reconheceu a legitimidade das reivindicações dos docentes e agentes universitários e se solidarizou com o movimento. A Reitoria disse que, neste momento, a preocupação é manter as atividades essenciais em funcionamento, mantendo o acesso à universidade. A administração da universidade pretende dialogar com o comando de greve para encontrar uma solução possível.

O Governo ainda não se manifestou.

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2019/06/26/servidores-da-universidade-estadual-de-maringa-decidem-entrar-em-greve.ghtml

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