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Ter, Abr

          Prazo começou nesta segunda-feira (8) e segue até 8 de maio. Provas serão realizadas nos dias 14 e 15 de julho.

UEM abre inscrições para Vestibular de Inverno 2019; oferta é de quase 1,5 mil vagas — Foto: UEM/Divulgação
A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, abriu nesta segunda-feira (8) o período de inscrições para o Vestibular de Inverno de 2019, que oferta 1.494 vagas em cursos de graduação. Serão 1.206 vagas para não cotistas e 288 vagas para cotistas.
Os interessados podem se inscrever até 8 de maio, diretamente no site da instituição. A taxa é de R$ 156 e pode ser paga até 10 de maio. O período para pedidos de isenção da taxa de inscrição também começa nesta segunda e termina no dia 16 de abril.
Cronograma
As inscrições homologadas serão divulgadas em 24 de maio, no site da UEM. Já os locais de prova serão publicados no dia 13 de junho.
As provas estão previstas para os dias 14 e 15 de julho e serão realizadas em Maringá, Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Cidade Gaúcha, Curitiba, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama.
Segundo o edital, a lista de aprovados será divulgada em 16 de agosto.
Mudanças no vestibular
No Vestibular de Inverno 2019, a seleção será feita em dois dias, com até cinco horas para os candidatos responderem as questões. Até o Vestibular de Verão 2018, os processos seletivos tinham três dias de duração - com quatro horas cada para as provas.
Outra mudança é que as provas serão realizadas no período da tarde, em vez da manhã. No primeiro dia de vestibular haverá a prova de conhecimentos gerais, com 40 questões, e a redação.
No segundo dia, serão aplicadas as provas objetivas de língua portuguesa, língua estrangeira, literatura e conhecimentos específicos, somando 50 questões.
Conforme a universidade, as mudanças buscam aumentar a participação de candidatos no processo, reduzir custos de logística e permitir maior alinhamento com outros processos de ingresso em cursos de graduação no país.
https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2019/04/08/uem-abre-inscricoes-para-vestibular-de-inverno-2019-oferta-e-de-quase-15-mil-vagas.ghtml

Evento segue até a próxima sexta-feira (5), em Guajará-Mirim. Mesas de debate envolvem temas como inclusão social, educação ambiental, sustentabilidade cultural, política e economia.

Congresso começou na última terça-feira (2) em Guajará-Mirim e se estende até a próxima sexta-feira (5). — Foto: Fabiano do Carmo/G1

Começou, na última terça-feira (2), o I Congresso de Formação Docente: Diálogos entre a pós-graduação e a graduação, em Guajará-Mirim (RO), município a pouco mais de 330 quilômetros de Porto Velho. O evento se estende até a próxima sexta-feira (5) e é realizado pela Universidade Federal de Rondônia (Unir), em parceria com a Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Segundo Maurício Silva de Souza, coordenador do evento, o congresso busca a integração com a comunidade de Guajará-Mirim a partir da capacitação dos professores, além de aproximar os docentes da região com os programas de capacitação.

"Um dos nossos objetivos é fazer com que Guajará-Mirim entre no mapa de um lugar para pesquisas e também implementar politicas públicas de capacitação e fortalecimento dos professores do ensino fundamental, médio e superior", explicou Maurício Silva.

As mesas temáticas foram elaboradas com vários temas: desde a inclusão social até a questão da educação ambiental, sustentabilidade cultural, política e economia. Essa metodologia é usada à inclusão e capacitação dos educadores.

"Todo professor na formação inicial nem sempre tem contato com temáticas que vão além do currículo. Tanto o professor que está no processo de formação em pedagogia ou em outras licenciaturas, quanto os professores que já estão atuando, precisam de uma formação", comentou Solange Franci Raimundo Yaegashi, coordenadora do Programa de Pós-graduação da UEM.

Mestres e doutores da Universidade Federal do Pará (UFPA), da Universidade de Taubaté (Unitau), da Universidade Estadual de Maringá e da Unir abordam temas sobre educação ambiental, relação família e escola, questões de sexualidade, ensino religioso, políticas públicas e outros assuntos.

Programação

O evento teve início no Centro de Treinamento São José com a presença de autoridades locais e deve seguir até a próxima sexta-feira. Desde terça, o congresso tem início todos os dias, às 8h, no campus de Guajará-Mirim da Unir.

Ao longo do congresso ocorrem cursos, exposições, conferências como discussões sobre gênero, sexualidade e diversidades no espaço. Inclusive mesas temáticas, tais como:

Quinta-feira (4), às 19h – A Unir na perspectiva de formação para estudantes indígenas: conquistas, desafios e demandas atuais

Sexta-feira (5), às 19h – Formação docente: Diálogos entre a pós-graduação e a graduação

Parceria entre Unir e UEM

Segundo a Coordenadora do Programa de Pós-graduação da Universidade da UEM, Solange Franci Raimundo Yaegashi, o evento também tem como objetivo o estreitamento das relações entre a UEM com a Unir.

A parceria entra as duas universidades começou através de um DINTER, onde a UEM ofertou 16 vagas de cursos de doutorado em educação à Universidade Federal de Rondônia e desde então as instituições buscam melhor interação.

Ainda de acordo com Solange Yaegashi, esse é o primeiro evento entre as duas instituições e, ao longo do tempo, outros projetos serão realizados com a proposta de capacitar cada vez mais os professores da região.

https://g1.globo.com/ro/guajara-mirim-regiao/noticia/2019/04/03/unir-e-uem-realizam-congresso-para-capacitacao-de-professores-em-ro.ghtml

Lua Lamberti de Abreu defendeu a dissertação de mestrado montada de Galathea X, a drag queen dela — Foto: Lua Lamberti de Abreu/Arquivo pessoal

 

Primeira travesti a conquistar o título de mestra pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, Lua Lamberti de Abreu, de 24 anos, usou na pesquisa a figura da drag queen para discutir uma educação mais receptiva às diferenças.

Em uma defesa de dissertação performática, na última sexta-feira (22), Lua foi montada de Galathea X, a drag queen dela. A jovem concluiu o mestrado do Programa de Pós-Graduação em Educação da UEM.

Formada em artes cênicas, Lua disse que considerou em sua pesquisa o fato de as pessoas trans não serem bem-vindas aos espaços da educação e abordou a inclusão ao invés da exclusão desses estudantes.

“É um fato que as pessoas trans não são bem-vindas nesses espaços educacionais. Nem na escola, nem na universidade, nem na pós-graduação. O fato de eu ser a primeira já ilustra isso. Porque não fui eu que inventei o mestrado, não fui eu que inventei ser travesti, portanto, onde estavam as outras?”, pontua.

Segundo a jovem, ela pensou na figura da drag queen, como alguém que usa a arte para agregar elementos externos e se “transformar” em uma pessoa diferente. Esta foi a forma encontrada pela pesquisadora para abordar uma possível transformação também na pedagogia, que chamou de “Pe-Drag-Ogia”.

“É pensar em formas inventivas de fazer uma pedagogia que seja convidativa e não violenta, que seja plural e não diferenciada – no sentido de diferenciar pessoas, no sentido de respeitar e positivar essas diferenças”, afirma.

Lua após a defesa da dissertação, na sexta-feira (22). Da esquerda pra direita: doutora Megg Rayara de Oliveira; mestra Lua Lamberti de Abreu; doutora Cássia Furlan; doutora Eliane Maio (orientadora); doutora Roberta Stubs (coorientadora) — Foto: Isabella Souza/Arquivo pessoal

A professora Eliane Maio, orientadora de Lua, explica que essa exclusão social, que pode começar na escola e levar as pessoas trans para as ruas, contribui para uma triste estatística: a estimativa média de vida de travestis é de 35 anos no Brasil, enquanto, segundo ela, a estimativa média de vida da população em geral chega a 80 anos.

“Como a escola vê essa pessoa drag? Como que se aprende a ser drag? Quem ensina e quem expulsa? Então o olhar do trabalho da Lua é isso: é dizer-se uma pessoa drag. E o que a escola tem feito nesse contexto? Atrapalhado, acolhido, expulsado?”, questiona.

De acordo com Eliane, há seis anos, ela colaborou com a criação de uma portaria na UEM, que possibilita o uso do nome social por estudantes trans. A professora destaca ainda que, até hoje, quatro travestis e um homem trans concluíram a graduação.

Lua, que iniciou o processo de transição para travesti justamente durante a graduação, afirma foi privilegiada porque recebeu muito apoio.

“Tive uma família que não me violentou, que me entende e que me aceita. São acessos que, infelizmente, nem todas as pessoas trans têm”, afirma.

Eliane destaca ainda a importância de dar visibilidade para as pessoas trans, e a luta dela para que as pessoas ocupem o lugar que querem ocupar.

“Quanto mais visibilidade, a gente vai rompendo estereótipos, preconceitos, paradigmas. A gente abre os olhos contra os preconceitos, isso é o mais importante”, disse.

E foi rompendo paradigmas que Lua usou na pesquisa dela uma metodologia feminista, na qual optou por autoras mulheres que discutem os temas abordados. Ela ainda convidou para a banca avaliadora da dissertação a doutora Megg Rayara Gomes de Oliveira, a primeira travesti negra conquistar o título de doutora na Universidade Federal do Paraná (UFPR), em 2017.

“Ser diferente não é um problema – então a gente precisa entender as diferenças e não anulá-las e não normalizá-las. As pessoas não precisam ser corrigidas, elas precisam ser ensinadas, e para isso funciona a educação”, conclui Lua.

Dia Nacional do Orgulho Gay

Nesta segunda-feira (25), é comemorado o Dia Nacional do Orgulho Gay. Para Lua, mais que comemorar as conquistas, o dia é uma forma de honrar as pessoas que morreram justamente por fazerem parte de grupos minoritários, seja da comunidade LGBT, de movimentos feministas e antirracistas.

“É sempre uma luta de muita dor. A gente não faz movimento de orgulho porque a gente acha muito bonito ser quem a gente é. A gente faz porque a gente ainda acha importante ser quem a gente é, mesmo que as pessoas queiram a gente mortas por isso. Então, isso é político, isso é importante”, declarou a mestra.

Lua ainda pontua que é feita uma comemoração em um sentido mais carnavalesco para positivar as outras vidas e demonstrar que, mesmo com todas as dificuldades, ninguém vai desistir de lutar.

Para a jovem, o fato de a defesa da dissertação de Lua ter acontecido perto do Dia Nacional do Orgulho Gay e no momento político atual, também teve um peso.

“Quer dizer que com todas essas investidas contra os direitos humanos, contra a questão LGBT, contra o estudo de gênero de maneira geral, a gente ainda assim faz um esforço de estar lá, de existir e de afirmar nossa presença, nosso lugar, nossa competência, nossa produção de ciência”, destaca.

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2019/03/25/primeira-travesti-mestra-pela-uem-usa-figura-da-drag-queen-para-discutir-educacao-mais-receptiva-as-diferencas.ghtml

Documento divulgado nesta segunda-feira (18) tem previsão de três chamadas: candidatos da UEM, candidatos do Enem e refugiados e imigrantes em situação de vulnerabilidade.

UEM publica edital para processo de aproveitamento de vagas ociosas — Foto: UEM/Divulgação

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, publicou nesta segunda-feira (18) o edital para o processo de aproveitamento de vagas ociosas para graduação, que será realizado em três etapas com inscrições gratuitas. A primeira fase tem 445 vagas.

Confira abaixo as etapas:

Candidatos da UEM: classificados dos Concursos Vestibular de Inverno 2018, Vestibular de Verão 2018 e do PAS 2018 que ainda não conseguiram vaga efetiva (não efetuaram matrícula). As inscrições podem ser feitas no site da Diretoria de Assuntos Acadêmicos (DAA) da universidade, das 14h às 23h50 desta terça-feira (19). Acesse aqui o edital da primeira etapa;

Candidatos do Enem: estudantes que realizaram o Enem nos últimos três anos anteriores à data de publicação do edital e que tiveram resultado igual ou superior a 400 na média das cinco provas, incluindo a redação. O edital de vagas será publicado em 7 de março na página do DAA, e o prazo das inscrições será estipulado no documento;

Candidatos refugiados e imigrantes em situação de vulnerabilidade: o edital com as vagas e prazo para inscrições será publicado no site do DAA em 22 de março.

Outras informações podem ser obtidas no site da UEM.

UEM tem mais de 1,7 mil vagas ociosas em cursos de graduação presenciais

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2019/02/18/uem-publica-edital-para-processo-de-aproveitamento-de-vagas-ociosas-para-graduacao.ghtml

Lista de aprovados do Processo de Avaliação Seriada (PAS) também foi publicada às 10h.

UEM divulga resultado do Vestibular de Verão 2018 nesta quarta-feira (30) — Foto: UEM/Divulgação

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, divulgou nesta quarta-feira (30), às 10h, os resultados do Vestibular de Verão 2018 e da terceira etapa do Processo de Avaliação Seriada (PAS). A relação de aprovados foi publicada no site da instituição.

O vestibular ofertou 1.518 vagas em mais de 60 cursos de graduação. As provas foram aplicadas em dezembro, para mais de 10,6 mil candidatos.

Matrículas

Os aprovados em primeira chamada deverão fazer a matrícula, pela internet, nos dias 31 de janeiro e 1º de fevereiro de 2019. Segundo a UEM, os aprovados no Vestibular de Inverno 2018 fazem a matrícula no mesmo dia.

A segunda chamada está prevista para 11 de fevereiro. Já o ano letivo começa em 7 de março.

Vestibular Indígena

Os candidatos classificados no XVIII Vestibular dos Povos Indígenas devem fazer matrícula em 7 de fevereiro. O recebimento e análise da documentação será no auditório dos Conselhos Superiores, no Bloco Q 03, entre 9h e 11h.

No período da tarde, das 14h às 17h, será feita a efetivação do registro e matrícula no setor de Protocolo Acadêmico, na Diretoria de Assuntos Acadêmicos (DAA).

No site da UEM é possível acessar o edital que informa a documentação exigida.

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2019/01/30/uem-divulga-resultado-do-vestibular-de-verao-2018-nesta-quarta-feira-30.ghtml

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