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Sáb, Set

Alunos em situação de vulnerabilidade social devem fazer o pedido até o dia 10. Saiba como conseguir o benefício.

Universidade Estadual de Maringá (UEM) — Foto: Divulgação/UEM

 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, abriu inscrições para empréstimo de computadores que serão utilizados nas aulas remotas que começarão no dia 17 de agosto.

 

De acordo com a universidade, os alunos que precisarem de dispositivos de transmissão de dados ou equipamentos para acessar às aulas deverão formalizar o pedido até o dia 10 pelo site.

 

Para ter direito ao benefício, o estudante deve estar regularmente matriculado em um dos cursos de graduação presenciais da UEM, assim como em disciplinas que serão ofertadas remotamente, e comprovar renda familiar de até um salário mínimo e meio.

 

Para se inscrever é necessário preencher o formulário utilizando exclusivamente o e-mail institucional da UEM.

Também é necessário anexar, no próprio formulário, cópias do RG, CPF, comprovante de matrícula e do quadro de composição familiar. Veja os modelos do quadro e das declarações.

 

Homologação

 

A universidade vai publicar, no dia 12 de agosto, um edital com as inscrições homologadas. O documento estará disponível para consulta no site.

 

Alunos aprovados por meio do sistema de cotas sociais, nos anos de 2020 e 2019, e que tiveram acesso ao auxílio alimentação, em 2019, não precisam apresentar a documentação referente a renda.

 

Outras informações podem ser obtidas pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (44) 3011-4480 (biblioteca central), de segunda a sexta-feira, das 8h30h às 12h30.

 

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2020/08/04/uem-abre-inscricoes-para-emprestimos-de-equipamentos-que-serao-utilizados-em-aulas-remotas.ghtml

Capacete-respirador criado na UEM é mais barato do que os equipamentos estrangeiros — Foto: Reprodução/RPC

 

Equipamento custa cerca de 25% do valor dos capacetes-respiradores importados.

 

Alunos e pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá, no norte do Paraná, desenvolveram um capacete-respirador para tratamento de pacientes com Covid-19.

 

De acordo com os responsáveis pelo projeto, o equipamento desenvolvido na universidade custa cerca de 25% do valor dos capacetes-respiradores importados.

Além disso, o modelo desenvolvido na UEM pode ser reutilizado, enquanto os equipamentos estrangeiros são descartáveis.

 

Para produzir o aparelho com custos mais baixos, os pesquisadores produziram algumas peças com impressoras 3D.

Três protótipos estão sendo usados no Hospital Universitário de Maringá

 

De acordo com o professor Edson Arpini Miguel, o capacete pode ser usado em pacientes de casos moderados da Covid-19. "O mais importante aqui é garantir o maior conforto para o paciente e melhor oferta de oxigênio", afirmou.

 

Os alunos e pesquisadores também estão desenvolvendo um ventilador mecânico totalmente produzido dentro da universidade. No momento, o aparelho está em fase de testes. A expectativa é que ele seja concluído em seis meses.

 

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2020/07/17/alunos-e-pesquisadores-da-uem-desenvolvem-capacete-respirador-para-tratar-pacientes-com-covid-19.ghtml

Provas dos concursos das sete instituições serão em 2021 por causa da pandemia do novo coronavírus, mas apenas três têm definição sobre a data até esta quarta-feira (15).

Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) é uma das instituições que definiram a data do vestibular — Foto: Bruna Bronoski/RPC Ponta Grossa

 

As sete universidades estaduais do Paraná decidiram adiar os vestibulares e processos seletivos seriados para 2021 por causa da pandemia do novo coronavírus. Em três das sete instituições, as datas dos vestibulares foram marcadas. São os casos da UEPG, Unicentro e Unioeste.

 

No restante, ainda falta uma definição. Na UEM e na UEL há uma previsão de datas que ainda serão confirmadas oficialmente. Na UENP e na Unespar, os processos não têm data, mas serão no início do ano que vem. Veja mais abaixo.

 

Além do adiamento dos vestibulares, a UEM e a UEPG optaram por fazer apenas um, em vez de dois processos seletivos.

 

 

CONFIRA A SITUAÇÃO DE CADA UNIVERSIDADE:

 

Universidade Estadual de Londrina (UEL)

 

  • previsão é de que o vestibular seja em janeiro 2021. A proposta ainda deverá ser submetida à aprovação por parte do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (Cepe).

 

Universidade Estadual de Maringá (UEM)

 

  • o vestibular 2020 deve acontecer nos dias 7 e 8 de fevereiro de 2021. A universidade afirmou que ainda vai divulgar a data para abertura das inscrições.

 

 

Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

 

  • haverá apenas uma edição do concurso nos dias 7 e 8 de março de 2021. As inscrições devem ser feitas pela internet, entre 1º de setembro e 29 de outubro de 2020.

 

Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro)

 

  • as provas do vestibular serão nos dias 21 e 22 de março. As inscrições ocorrem entre os dia 4 de janeiro e 4 de fevereiro de 2021.

 

Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste)

 

  • o vestibular de 2021 ficou para o dia 30 de maio. A previsão é de as inscrições sejam entre os meses de fevereiro e abril.

 

Universidades Estadual do Paraná (Unespar) e Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP)

 

  • estudam uma nova data. A previsão é que os processos seletivos também ocorram no início de 2021.

https://g1.globo.com/pr/parana/educacao/noticia/2020/07/15/veja-a-situacao-dos-vestibulares-das-universidades-estaduais-do-parana-apos-adiamentos.ghtml

No estado, dentre as instituições que anunciaram mudanças no calendário de provas estão UEPG, UEM e UFPR.

 

Otávio estuda para conseguir uma vaga no curso de Educação Física da UEPG — Foto: Arquivo pessoal

Com o objetivo de conquistar uma vaga no curso de Educação Física, o estudante Otávio Santi Cavalli diz ter sentido um baque ao saber que o vestibular de inverno da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), nos Campos Gerais do Paraná, foi cancelado.

A instituição é uma dentre tantas outras pelo Brasil que alteraram a programação de provas por causa da pandemia do novo coronavírus. A UEPG resolveu promover apenas o vestibular de verão neste ano.

 

Candidatos falam em sonhos suspensos e adaptação

 

A prova será o primeiro vestibular de Otávio que vê sinais positivos e negativos na decisão da universidade de cancelar a seleção de inverno.

 

“Já estava nervoso com o vestibular de inverno. Mas dá para ver um lado bom nisso: vou ter mais tempo para estudar, revisar os conteúdos. Ao mesmo tempo fico nervoso por ter mais candidatos concorrendo comigo”, diz ele.

 

Por conta da pandemia, o estudante também precisou criar uma nova rotina de estudos. Ele frequentava um cursinho voluntário de uma paróquia de Ponta Grossa, mas as aulas foram suspensas pela pandemia.

Mesmo sem as aulas presenciais, agora o Otávio foca nos conteúdos que os professores disponibilizam pela internet.

“Apesar dessa mudança e de já ter me adaptado ao estudo online, tem uma diferença grande. A aula presencial é bem melhor. Mas não dá para desistir e eu continuo estudando”, afirmou.

Estudantes estão recorrendo à internet para manter rotina de aprendizados — Foto: Divulgação

Cancelamento das provas

 

Além da UEPG, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR), anunciaram mudanças nos vestibulares.

 

Prepara RPC: veja dicas para o vestibular da UEPG

 

A UEPG recebeu, em sua edição do vestibular de inverno, 10,8 mil inscrições, que disputaram 786 vagas em 38 cursos de graduação.

Com o cancelamento por causa da pandemia, a UEPG vai ofertar de uma vez 1.453 vagas, em provas que estão programas para os dias 6 e 7 de dezembro, no vestibular de verão.

 

A estudante de Curitiba Ana Clara Andruszewicz, de 18 anos, estava se preparando para vestibulares de medicina em diversas instituições, como a UEPG e a UFPR. Com o cancelamento, ela disse ter se sentido frustrada.

 

"Agora já não sei como vai ser no final do ano. Mas estou tentando tirar uma lição disso, que eles estão adiando por um bem maior, que é a nossa proteção e de todos que vão estar presentes no dia do vestibular", contou.

 

Assim como Otávio, Ana Clara está matriculada em um cursinho que teve aulas suspensas por causa da pandemia. A estudante disse que teve certa dificuldade no começo estudando apenas em casa, mas já conseguiu se adaptar.

 

"Com toda essa situação mudou muito. Estou tendo aula à distância desde o começo, então não perdi matéria. No começo, não estava conseguindo ter muita atenção, mas agora está sendo quase como se fosse no presencial", disse.

Ana Clara vai concorrer a uma vaga de medicina em vestibulares de universidades paranaenses — Foto: Arquivo pessoal

Rendimento

 

Há 13 anos, o grupo de estudos da Paróquia Imaculada Conceição de Ponta Grossa oferece aulas de graça a estudantes que não têm condições de pagar um cursinho particular e querem prestar vestibular da UEPG.

 

O grupo de estudos conta com mais de 80 professores voluntários. No último vestibular da UEPG, 65 alunos do curso foram aprovados.

 

Com a pandemia, as aulas presenciais do grupo precisaram ser suspensas.

Rodrigo Milleo, que é coordenador do projeto, disse que os professores continuam atendendo pelas redes sociais e até em aulas transmitidas ao vivo. No entanto, o aproveitamento não tem sido o mesmo.

 

“A gente sabe que o presencial é muito mais absorvido eles. Parece que muitos não estão se interessando em ter aula à distância. Mas, por enquanto, é a opção que tem. Infelizmente, a participação cai para menos da metade”, afirmou.

 

Rodrigo conta que, todos os anos, o grupo abre duas turmas para preparação. Só no primeiro semestre foram 220 vagas.

Por causa do cancelamento do vestibular, os professores vão ampliar o período de atividades do grupo. A previsão é que as aulas presenciais voltem a partir de agosto, mas com a mesma turma do começo do ano.

 

“Isso mexe, acaba atrapalhando. Nós e os professores temos tudo planejado, e como são voluntários, não sabemos se na volta teremos a mesma estrutura e os mesmos professores”, disse.

UEPG vai ofertar 1,4 mil vagas em uma edição única do vestibular 2020 — Foto: Viviane Mallmann/RPC

 

https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2020/05/30/com-vestibulares-adiados-jovens-no-parana-se-adaptam-para-manter-estudos-e-tentar-vaga-no-ensino-superior.ghtml

Dinheiro será utilizado para a compra de equipamentos para ala nova do hospital e contratação de profissionais de saúde. 108 leitos serão ativados de forma escalonada.

O governo estadual anunciou um repasse de R$15,3 milhões ao Hospital Universitário de Maringá, no norte do Paraná, nesta sexta-feira (24).

Conforme o anúncio do governo, o valor será destinado para a compra de equipamentos para uma ala nova do hospital que está pronta, porém desativada. Além disso, parte do dinheiro também será destinado à contratação de profissionais de saúde de forma emergencial.

Até quinta-feira (23), segundo a prefeitura, Maringá havia confirmado 61 casos positivos de Covid-19. Destes, quatro estão internados, seis em isolamento social e cinco mortes. Além disso, 46 pessoas se recuperaram.

A nova ala do HU tem capacidade para 108 leitos. O espaço foi construído há alguns anos, mas por falta de dinheiro, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) não conseguiu coloca-lo em funcionamento.

Com a injeção de recursos, devido à pandemia do novo coronavírus, essa ala será destinada a atender pacientes com Covid-19.

De acordo com o governo, R$ 7,5 milhões serão destinados a compra de equipamentos e o restante para contratação e pagamento de salários dos profissionais. Estes trabalhadores trabalharão por um período de seis meses.

A previsão é de que 20 leitos sejam transformados em UTIs e comecem a funcionar em maio. À medida que os equipamentos forem comprados e os profissionais contratados, os 88 leitos restantes de enfermaria serão liberados.

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2020/04/24/coronavirus-governo-estadual-anuncia-repasse-de-r-153-milhoes-para-hospital-universitario-de-maringa.ghtml

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