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Sex, Abr

Decisão foi assinada pelo reitor e anunciada nesta terça-feira (31). Inscrições começariam na próxima segunda-feira (6), e provas seriam realizadas em julho.

Vestibular de Inverno da UEM está suspenso — Foto: Divulgação/UEM

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) suspendeu a realização do Vestibular de Inverno 2020.

A decisão, assinada pelo reitor Julio César Damasceno, foi anunciada nesta terça-feira (31). De acordo com a UEM, a medida foi tomada por causa da pandemia de coronavírus.

As inscrições para o vestibular estavam previstas para iniciar na próxima segunda-feira (06). As provas ocorreriam nos dias 12 e 13 de julho, de acordo com o calendário acadêmico da universidade.

As novas datas para inscrições e provas não foram definidas pela Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU).

Aulas suspensas

Também por causa do coronavírus, a UEM está com as atividades suspensas desde o dia 16 de março. Como as aulas dos cursos de graduação deste ano começariam no dia 4 de abril, apenas os estudantes de pós-graduação foram atingidos inicialmente pela medida.

A universidade também suspendeu todo e qualquer tipo de evento com reunião de pessoas. Um comitê de crise foi criado para avaliar diariamente como a doença está evoluindo.

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2020/03/31/universidade-estadual-de-maringa-suspende-vestibular-de-inverno-de-2020-por-causa-do-coronavirus.ghtml

Na UEM, medida vai atingir 3.700 alunos da pós-graduação. Já na Unespar, aulas serão suspensas a partir desta terça-feira (17) e impactará mais de 12 mil estudantes.

UEM suspende aulas da pós-graduação — Foto: UEM/Divulgação

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a Universidade Estadual do Paraná (Unespar) suspenderam as aulas presenciais por tempo indeterminado para evitar uma possível proliferação de casos do coronavírus.

No Paraná há 80 casos suspeitos da doença, de acordo com o Ministério da Saúde. O número de confirmações, no entanto, se mantém o mesmo: seis, sendo cinco deles em Curitiba e um em Cianorte, na região noroeste do estado.

UEM

Na UEM, como as aulas dos cursos de graduação deste ano não começaram, conforme o calendário acadêmico o ano letivo só retorna no dia 4 de abril, apenas os estudantes de pós-graduação serão atingidos pela medida.

De acordo com a universidade, 3.700 pessoas terão as atividades acadêmicas suspensas a partir desta segunda-feira (16).

A universidade também suspendeu todo e qualquer tipo de evento com reunião de pessoas. Um comitê de crise foi criado para avaliar diariamente como a doença está evoluindo.

 

Unespar

Unespar suspende aulas para 12 mil alunos — Foto: Reprodução/RPC

Já a Unespar decidiu suspender as aulas da graduação e da pós-graduação em todos os campi universitários a partir desta terça-feira (17). A medida deve impactar mais de 12 mil estudantes.

Assim como na UEM, eventos, simpósios, colações de grau, cursos e outras atividades com aglomerações de pessoas também foram suspensos. Apenas atividades administrativas estão mantidas na instituição.

Nas duas universidades estaduais não há data definida para o retorno das ações.

 

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2020/03/16/por-causa-do-coronavirus-uem-e-unespar-suspendem-aulas.ghtml

Pena é de R$ 1 mil por dia de descumprimento da decisão, que é desta quinta-feira (9)

O departamento de odontologia da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, foi proibido de utilizar animais em experimentos.

A decisão é do juiz Fabiano Rodrigo de Souza, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Maringá, e foi publicada nesta quinta-feira (9). A UEM ainda não comentou o assunto.

A sentença atende uma ação proposta pelo Ministério Público do Paraná (MP-PR), em 2011.

O MP-PR denunciou que cães – a maioria da raça beagle – eram submetidos a experimentos dolorosos e eram mantidos em ambientes inadequados.

Conforme os autos, as pesquisas com cães do Departamento de Odontologia começaram na década de 1980.

A UEM fica obrigada, conforme a sentença, a "abster-se, por seu departamento de odontologia, de utilizar cães ou quaisquer outros animais em procedimentos experimentais que lhes causem lesões físicas, dor, sofrimento ou morte, ainda que anestesiados, bem como de criar cães de qualquer raça ou sem raça identificada ou de apanhá-los e mantê-los com a sua liberdade cerceada em seu biotério central, sem que haja respeito e cuidados especiais aos animais".

Até 2011, beagles eram utilizados em experimentos do curso de odontologia na UEM — Foto: Reprodução/RPC

Pena de R$ 1 mil por dia

A pena é de R$ 1 mil por dia de descumprimento da decisão.

Uma liminar da 1ª Vara da Fazenda Pública, na mesma ação, já impedia a universidade de utilizar cães nas pesquisas odontológicas.

De acordo com o juiz, na sentença, "as pesquisas científicas em questão, além de não terem se mostrado adequadas, porque envolveram maus-tratos dos animais a elas submetidas", também não tiveram "comprovação que a aplicação de suas conclusões em humanos apresente os mesmos efeitos do que nos cães".

Outra condenação

O uso de cães em pesquisas resultou em uma multa de R$ 10 mil à UEM em setembro de 2019, aplicada pelo Conselho Nacional de Experimentação Animal (Concea), do Ministério da Ciência e Tecnologia.

A situação de maus-tratos dos animais foi denunciada pelo Ministério Público do Paraná por meio de um abaixo-assinado com 6 mil assinaturas.

Departamento de odontologia da UEM foi condenado a não utilizar animais em experimentos — Foto: UEM/Divulgação

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2020/01/09/justica-condena-odontologia-da-uem-a-nao-usar-animais-em-pesquisa.ghtml

Aprovação da implantação e regulamentação do sistema de cotas raciais foi feita nesta quarta-feira (20), em votação de reunião plenária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão.

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, terá sistema de cotas para negros nos processos seletivos de ingresso na graduação, a partir do Vestibular de Inverno de 2020.

A aprovação da implantação e regulamentação do sistema de cotas raciais foi feita nesta quarta-feira (20), Dia Nacional da Consciência Negra, em votação de reunião plenária do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP).

Ao todo, 109 conselheiros votaram. Foram 98 votos favoráveis, quatro contrários, sete abstenções e 35 estavam ausentes.

Para quem torcia pela aprovação das cotas, a vitória no Dia da Consciência Negra teve ainda mais significado.

"O 20 de novembro é uma data importante para a reflexão. Eu acho que a universidade fez hoje uma reflexão muito importante sobre sua história, sobre sua relação com a comunidade", comemorou o professor Hilton Costa.

De acordo com os relatores do processo, fica estipulado para os futuros editais dos vestibulares de inverno e verão:

60% das vagas serão destinadas à ampla concorrência

20% das vagas serão destinadas às cotas sociais já existentes

20% das vagas serão destinadas às cotas para negros: destas, 3/4 vão para negros de baixa renda; e 1/4 ficam reservadas para negros sem o recorte social.

O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) considera negros as populações preta e parda. Segundo a universidade, não haverá cotas raciais para o Processo de Avaliação Seriada (PAS) da UEM.

Os cotistas não podem ser portadores de diploma de curso superior. Se detectada falsidade na autodeclaração de cor, os candidatos serão eliminados do vestibular e, caso estejam matriculados na UEM, serão desligados da instituição.

Conforme dados da Diretoria de Assuntos Acadêmicos (DAA) da UEM entre os cerca de 17,2 mil estudantes matriculados em cursos de graduação, separados por autodeclaração de cor:

brancos representam 66,01%;

negros 20,37% (17,39% de pardos e 2,98% de pretos);

não declarados 7,93%;

amarelos 5,29%;

indígenas 0,4%.

A primeira tentativa de aprovar as cotas raciais na UEM foi há pouco mais de dez anos. Porém, na época, a proposta foi rejeitada.

"Nós passamos por mais de 300 anos de escravidão e, quando houve a abolição, não teve nenhuma política pública reparatória, voltada para a população negra. Isso se reflete na nossa sociedade e como um obstáculo para entrar na universidade", disse Marivânia Conceição de Araújo, uma das fundadoras do Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afrobrasileiros (Neiab).

No Dia da Consciência Negra, UEM aprova cotas raciais para vestibulares — Foto: Rildo Herrera/RPC

https://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2019/11/20/no-dia-da-consciencia-negra-uem-aprova-cotas-raciais-para-vestibulares.ghtml

UEM, UEL, UEPG e Unioeste estão entre as melhores; estudo avaliou quase 1,4 mil universidades em 92 países.

Universidades foram classificadas entre as melhores da América Latina — Foto: Jaelson Lucas/AEN

Quatro das sete universidades estaduais do Paraná foram classificadas entre as 100 melhores da América Latina, segundo um levantamento da revista britânica Times Higher Education (THE).

São elas: Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) e Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

O estudo foi feito pelo World University Rankings 2020, que avaliou quase 1,4 mil universidades em 92 países através de 13 indicadores sobre o desempenho das instituições em ensino.

As instituições paranaenses se destacaram nos quesitos de ensino, indústria e influência em pesquisas.

A UEL, por exemplo, se destacou em relação ao ensino e ficou classificada entre as 70 melhores universidades da América Latina e entre as 37 melhores do Brasil.

Nesse quesito, a Unioeste também se destacou e ficou entre as melhores universidades aparecendo na 28ª posição.

A UEM também ficou classificada na 36ª posição nacional alcançou a 90ª colocação na América Latina com relação a indústria, que mede a capacidade da universidade criar inovações e invenções para o setor produtivo.

A categoria indica o grau de intenção das empresas em pagar por pesquisas e a capacidade de uma universidade atrair financiamentos.

O destaque da UEPG foi em relação à influência em pesquisas. A universidade ficou entre as 12 melhores universidades em citações do país e em 91ª na América Latina.

https://g1.globo.com/pr/parana/noticia/2019/09/12/estudo-britanico-aponta-universidades-estaduais-do-parana-entre-as-melhores-do-mundo.ghtml

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