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Dom, Jul

Reitor da UEM continua em Curitiba

Enquanto o dia de paralisação atinge 100% dos docentes da UEM, a instituição informa que o reitor Júlio Santiago Prates Filho permanece em Curitiba para dar continuidade ao processo de negociação com o governo do Estado, já que, ontem, o governador Beto Richa ouviu as reivindicações das instituições de ensino superior em relação à contratação de professores e pessoal técnico, suplementação orçamentária e reposição salarial do corpo docente. Richa assinou decreto autorizando, de imediato, a nomeação de professores, agentes hospitalares e agentes universitários para a rede de ensino superior do Estado.

A partir dessas nomeações, o governo retomará o fluxo continuo de reposição de recursos humanos nas IES, nos casos de aposentadorias e exonerações. Richa ainda assegurou que apontará uma solução para efetuar a contratação de novos técnicos para as universidades.

De acordo com o reitor Júlio Santiago Prates Filho, em release distribuído pela UEM, estas nomeações e o atendimento a itens da pauta de reivindicações das IES são fruto de vários encontros e conversas com o vice-governador e secretário estadual da Educação, Flávio Arns, e com os secretários de Estado Alípio Leal Neto, da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior; e Luiz Eduardo Sebastiani, da Administração e Previdência. O governador também garantiu a suplementação do orçamento para o custeio das IES em 2012 e a continuidade do repasse anual dos recursos financeiros para investimentos nas universidades, que a UEM tem aplicado em obras. O terceiro ponto debatido na reunião entre reitores e o governador Beto Richa foi a equiparação salarial dos professores. Também nesse item, o governo acenou positivamente, com possibilidade de apresentar uma proposta de recomposição dos salários já no início da próxima semana.

Ele determinou a formação de uma comissão de trabalho integrada pelos secretários da Administração e Previdência, do Planejamento e Coordenação Geral, da Fazenda e da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, para reunir dados sobre o quadro docente das universidades e apresentar um relatório sobre a situação salarial da categoria até o final desta semana, impreterivelmente.

Ontem mesmo, o reitor da UEM convocou a pró-reitora de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários, Sônia Molinari, para reuniões em Curitiba, com o objetivo de realizar a análise dos dados sobre a folha de pagamento junto ao grupo de trabalho. Júlio Prates Filho disse que reconhece a reivindicação dos professores e agentes universitários e que as conquistas que surgirem fazem parte de uma conjuntura maior que é a valorização do servidores, uma vez que, conforme o reitor, o capital humano é o que existe de mais importante na universidade.

http://www.folhademaringa.com.br/reitor-da-uem-continua-em-curitiba/ 

 

publicado em 31/08/11 às 16:11

No começo desta tarde os estudantes que ocupam a reitoria desde quinta-feira (25) religaram a Rádio Universitária FM.

Por ordem da reitoria, os cabos que ligavam energia à emissora foram cortados, ocasionando também a paralisação no fornecimento de energia elétrica aos estudantes por algumas horas, além da suspensão da internet e do telefone do prédio da reitoria, deixando.

A ação resultou também na suspensão da comunicação interna do departamento de segurança da universidade, já que a fiação que ligava também o sistema de rádios portáteis da vigilância da UEM, que ficou sem o serviço durante toda a noite.

Um funcionário da UEM enquanto cumpria as ordens da reitoria para cortar os cabos de energia e foi encaminhado para o pronto atendimento.

Segundo informações da Comissão de Comunicação da Reitoria Ocupada, os acadêmicos haviam negociado com a reitoria a religação da internet e do telefone no prédio, como não houve o reestabelecimento da comunicação, conforme prometera um representante da reitoria, os estudantes retomaram as atividades da Universitária FM, 106,9, para que informes internos possam ser repassados à comunidade.


 

publicado em 31/08/11 às 21:36

O reitor da UEM, Júlio Santiago Prates Filho, dará uma entrevista coletiva, amanhã, às 8h30, na Fadec, câmpus universitário.

Ele falará sobre a ocupação da Reitoria e seus desdobramentos. Hoje à tarde, diante do fato de os alunos terem religado a Rádio UEM FM e voltado a utilizá-la, o reitor informou a eles que comunicará o Ministério das Comunicações e a Polícia Federal sobre a utilização indevida da UEM FM. Segundo o reitor, trata-se de uma medida para preservar a emissora, uma vez que a rádio passa por um processo de renovação de outorga e elevação da potência.

Além disso, toda a programação veiculada pelos estudantes deixa de ser responsabilidade dos responsáveis legais pela emissora.


 

publicado em 31/08/11 às 17:31

Com certeza, a reitoria da UEM tem todo o interesse em buscar mais recursos!

Os servidores da UEM estão empenhados em fazer o seu trabalho – OU SEJA – PRODUZIR PROJETOS E BUSCAR OS RECURSOS.

O Trabalho dos servidores e do reitor da UEM é um trabalho técnico e não se pode acusá-los de não lutar ou de não fazerem o seu trabalho, pois a equipe têm buscado, com muita frequência, audiências para solicitar mais investimentos para a UEM! “eles são servidores – nossos amigos – mexeu com eles mexeu comigo!”

Não é essa a palavra de ordem?

…A direção do Movimento tem o dever em permitir a manifestação de todos os que apoiam a luta. Não podem “tentar calar” outras correntes e outras interpretações e opiniões divergentes sobre “os métodos utilizados na condução das manifestações e na luta pela qualidade e gratuidade do ensino publico”! Contra a “privataria neoliberal”.

Atitudes assim buscam evitar a livre expressão e evitam o debate democrático e enfraquece o movimento! Atitudes que inclusive refutam declarações de apoio de outras correntes de pensamento, evitando e monopolizado o acesso ao microfone durante o ato, que deve ser livre! Mas não foi o que aconteceu no ato!

O caso específico do corte do sinal da rádio da UEM e o fato da reitoria solicitar a desocupação, a direção do movimento tem o dever deve-se informar que a legislação atribui ao reitor a responsabilidade pela instituição, com a sua responsabilização jurídica como gestor, ou seja, independe da vontade política!

Acredito que a Rádio da UEM não se recusaria a abrir espaços na sua programação para debates a respeito das questões levantadas! Mas isso tem que propor e buscar com o diálogo – sem deixar de ocupar a reitoria – sem deixar de pressionar – sem ser levianos e sem referirem-se as decisões da reitoria, em que ela é obrigada tomá-las, de forma pejorativa, levando-os à ridicularização – com fosse uma atitude autoritária apenas! Pois Não é!

E preciso ter responsabilidade e consequência enquanto direção política da vontade dos estudantes!

O MOVIMENTO DEVE TER O FOCO NA PARALISIA DA GESTÃO DO BETO RICHA – PSDB! Verdadeiro responsável pelo corte de 38% e pelo não atendimento das reivindicações dos estudantes! Porém, alguns partidários ocupam microfone para criticar principalmente o Governo Federal pois NÃO É atribuição do Governo Federal atender as reivindicações para as melhorias na UEM. Não somos contrários aos partidos, mas não se deve utilizar o movimento e a vontade de lutar dos estudantes, tirando o foco da luta dos mais dos 2 mil manifestantes na UEM! A LUTA É JUSTA! APOIAMOS A LUTA! MAS OS MÉTODOS DEVEM SER DEMOCRÁTICOS!


 

publicado em 31/08/11 às 08:59

O secretário da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Alípio Leal, reuniu-se nesta terça-feira (30) em Curitiba com uma comissão de quatro representantes do Movimento Estudantil da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Durante o encontro, que durou cerca de cinco horas, foram debatidos os itens da pauta de reivindicações encaminhada ao governador em exercício Flávio Arns no último dia 26. Desde o dia 25, um grupo de manifestantes ocupa a Reitoria da universidade.

O secretário foi acompanhado pelo reitor da UEM, Júlio Santiago Prates Filho; pelo pró-reitor de Administração, Marcelo Santini Rodrigues; pelo assessor de Planejamento do Ensino Superior da secretaria, Décio Sperandio; e pelo diretor geral Sérgio Vieira. Eles discutiram todos os itens, analisaram a possibilidade de atender as necessidades apresentadas e pediram a desocupação da Reitoria. Nesta quarta-feira (31), os estudantes apresentarão as respostas obtidas na reunião a toda comunidade universitária. Em seguida, decidem, em assembleia, se deixam ou não o prédio.

Um dos itens relacionados na pauta encaminhada pelos alunos defende justamente a não criminalização em função da ocupação. Segundo Prates Filho, a partir do momento em que as negociações baseadas no diálogo não surtirem efeito e a universidade passar a ter prejuízos – como a perda de recursos, pareceres e soluções que dependam da Reitoria – será preciso uma ação que garanta a reintegração de posse. “Como gestor, sou responsável pelo andamento de todas essas questões. Por isso, devo ter ética, moral e lealdade aos princípios da administração pública”, afirmou.

Para Leal, o diálogo permanente com os representantes das universidades é fundamental para que o governo consiga melhorar, cada vez mais, a educação no Estado. Ele se dispôs a receber os estudantes de todas as universidades periodicamente e destacou a ideia de implantar o sistema estadual de educação com uma política unificada para todos os níveis de ensino.

CASA DO ESTUDANTE E RESTAURANTE – De acordo com Leal, a política da secretaria com relação a obras já iniciadas nas universidades é garantir recursos para concluí-las, incluindo as etapas da Casa do Estudante. Em relação aos pedidos relacionados ao Restaurante Universitário, ficou estabelecido que a estrutura atual será ampliada em 2012. Nos demais campi, a alimentação será providenciada por meio de um processo licitatório para entrega de “quentinhas”.

O secretário e o reitor destacaram que o andamento de questões diretamente ligadas aos conselhos superiores da universidade serão resolvidas internamente – ou seja, o encaminhamento será realizado para deliberação dos próprios conselhos. Eles afirmaram também que apóiam integralmente a reivindicação em nível nacional de 10% do Produto Interno Bruto (PIB) para a educação.

 

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