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Sex, Set

Na sessão da Câmara de Maringá desta quinta (7) o vereador Carlos Mariucci criticou o andamento da Audiência Pública realizada hoje de manhã. Mariucci também repudiou o Procurador Geral do Município de Maringá, Luiz Carlos Manzato, que teria chamado os representantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) de recalcados.

Leia a íntegra:

Hoje a administração municipal cometeu mais uma atitude antidemocrática na Audiência Pública que propunha alteração de diretrizes viárias do município de Maringá.

Em muitos momentos o secretário de planejamento tentou impedir e chegou a interromper a fala de integrantes da comunidade acadêmica da Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Audiência Pública que, conforme convocação, suprime, altera e cria diretrizes viárias, sendo que a legislação em vigor diz que supressão de diretrizes viárias só pode ser feita em conferência.

Sendo assim, já adianto que o Ministério Público está sendo acionado com o objetivo de cancelar essa audiência. Então peço que os senhores vereadores já se atentem para quando esse projeto do Executivo chegar a essa casa, para a possibilidade dele estar em desacordo com a lei.

Repudio as palavras do senhor procurador do município que desafiou os companheiros da UEM, tratando-os de forma desrespeitosa e dizendo “esse pessoal da UEM é recalcado”.

Parabenizo o ótimo trabalho realizado pelo Observatório das Metrópoles, em nome da professora Ana Lúcia Rodrigues, que realizou um estudo e mostrou quais irregularidades estavam sendo propostas pelo Executivo.

E peço que os nobres pares tenham a seriedade que o Executivo não teve para tratar das alterações viárias de Maringá e principalmente sobre a absurda proposta do Executivo de transpor a UEM.

Precisamos estudar melhor as possibilidades e fazer dessa casa um espaço contínuo de diálogo. Se a Prefeitura não quer conversar com a UEM sobre esse assunto, que a Câmara chame a comunidade acadêmica e respeite suas ideias e propostas e rediscuta o tema.

http://www.folhademaringa.com.br/mariucci-repudia-manzato-por-chamar-representantes-da-uem-de-recalcados/ 

 

O Vestibular de Verão deste ano da Universidade Estadual de Maringá (UEM), que será realizado de 9 a 11 de dezembro, tem 16.903 inscritos, pouco mais que o concurso do ano passado, que teve 16.634 candidatos. Deste total, 3.353 candidatos são cotistas (estudantes de escolas públicas que têm renda familiar per capita de até um salário e meio). O curso mais concorrido, como de costume, é o de Medicina, com 156,8 candidatos por vaga (101,3 cotistas) — aumento de quase 14% em relação ao ano passado (137,6).

Na Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), são mais de 9,4 mil os candidatos, que vão disputar 739 vagas. A proporção é de 12,7 candidatos por vaga, conforme estatística divulgada pela Comissão Permanente de Seleção (CPS). As provas serão aplicadas nos dia 16 e 17 de dezembro, em Ponta Grossa, Apucarana, Cascavel, Castro, Guarapuava, Irati, Jacarezinho, Maringá, Palmeira, Paranaguá, Rio Negro, São Mateus do Sul, Telêmaco Borba e Umuarama.

Já a Universidade Estadual de Londrina (UEL) realiza a segunda fase do vestibular neste domingo (dia 2) em onze locais diferentes. Participam 8.544 candidatos aprovados na primeira fase. Nesta etapa, os candidatos terão questões objetivas de Língua Portuguesa, redação, além da prova de conhecimentos específicos, com 12 questões discursivas. Pelo menos 704 candidatos inscritos nos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Design Gráfico, Design de Moda e Artes Visuais fazem as provas de habilidades específicas na terça-feira (4).

A Universidade Estadual do Centro Oeste do Paraná (Unicentro) ainda está com inscrições para o vestibular deste ano, até o dia 7 de dezembro. As provas ocorrem em 13 e 14 de janeiro. Ao todo são 934 vagas – 233 destinadas às cotas sociais para estudantes oriundos de escolas públicas.

MARINGÁ – Os candidatos da UEM vão disputar 1.536 vagas em cerca de 60 cursos nos campi de Maringá (PR), Cianorte, Umuarama, Cidade Gaúcha, Goioerê e Ivaiporã. Há reserva de 20% de lugares para cotistas. O segundo curso mais concorrido é Arquitetura e Urbanismo, com 64,5 concorrentes por vaga. Engenharia Civil (38,6), Direito noturno (37,3) e Engenharia Mecânica (35,8) vêm em seguida. A concorrência completa está no endereço http://www.cvu.uem.br/concorrencia.html.

LONDRINA – Os candidatos que pretendem estudar na UEL devem imprimir o Cartão de Informação do Candidato, disponível no site www.cops.uel.br. O documento traz todas as informações importantes como local, horários e o cronograma de provas. Como na 1ª fase, o candidato deverá afixar uma foto 3×4 e uma fotocópia da Carteira de Identidade no Cartão. No dia da prova o vestibulando deve trazer esse Cartão e um documento original com foto.

Quem for fazer as provas no Campus Universitário deve prestar atenção à logística de trânsito. No domingo e na segunda-feira, a partir das 12 horas, o acesso à UEL será exclusivo pela Avenida Castelo Branco. O retorno será pela Avenida Faria Lima. O objetivo é organizar o tráfego, considerando o grande número de veículos, incluindo o transporte de passageiros, como ônibus e vans.

Como na 1ª fase a UEL atenderá aos vestibulandos que requereram atendimento especial, como cadeirantes e pessoas que necessitam de alguma acessibilidade ou atendimento individual. Esses candidatos serão acomodados em 13 salas localizadas no CCH e no CESA, no Campus Universitário.

No primeiro dia de provas, as questões se referem a Língua Portuguesa e Literaturas em Língua Portuguesa (20 questões objetivas); Língua Estrangeira (10 questões objetivas) e Redação: no mínimo 2 e no máximo 4 propostas para produção em prosa.

No segundo dia, as provas serão de Conhecimentos Específicos: 12 questões discursivas, distribuídas entre três disciplinas do Ensino Médio, segundo as Diretrizes Curriculares da Educação Básica do Estado do Paraná.

No terceiro dia, será realizada a prova de Habilidades Específicas para os candidatos aos cursos de Arquitetura e Urbanismo, Design Gráfico, Design de Moda e Artes Visuais.

PROCESSO – O Processo Seletivo Seriado realizado pela UEPG, no último domingo (25/11), teve 16.057 inscritos; destes, 1.516 não compareceram aos locais de provas. O PSS é uma modalidade alternativa para ingresso no ensino superior, que se desenvolve de maneira gradual, sistemática e cumulativa. O estudante tem seus conhecimentos avaliados ao final de cada série do ensino médio, por meio das provas de Acompanhamento I, II e II, relativas à primeira, segunda e terceira séries do ensino regular. A opção pelos cursos de graduação ofertados pela UEPG se dá na terceira etapa do processo.

O coordenador geral da Comissão Permanente de Seleção (CPS) da UEPG faz uma avaliação positiva do concurso que transcorreu dentro de absoluta tranquilidade. “Apesar da participação de um processo seletivo ser uma novidade para a maioria dos participantes (mais de oito mil candidatos faziam a prova do PSS I, relativa à primeira série do ensino médio), tivemos poucos registros de atrasos e falta de documentação”.

As provas aplicadas no domingo (Acompanhamento I, II e III) estão a disposição dos candidatos no portal do PSS (www.cps.uepg.br/pss). A relação de aprovados em primeira chamada e lista de espera serão divulgadas até 20 de janeiro.

http://www.folhademaringa.com.br/vestibular-da-universidade-estadual-de-maringa-tem-quase-17-mil-candidatos/ 

 

Na tarde desta terça-feira (31) vigilantes municipais da Universidade Estadual de Maringá (UEM) tentaram proibir a pratica do slacklining (esporte de equilíbrio sobre uma fita de nylon).

A tentativa de repressão ao esporte aconteceu próximo do bloco E34 e a justificativa dos guardas foi: “Vocês estão trazendo maconheiro pra cá por causa dessas fitas”.

Depois da afirmação preconceituoso e segundo alunos, sem fundamento pois ninguém estava fumando, começou uma discussão entre os guardas e alunos que estavam praticando o esporte. Os vigilantes ameaçaram chamar a policia e até cortar a fita dos alunos. Veja o vídeo abaixo.

O que é Slackline?

O Slackline é um esporte de equilíbrio sobre uma fita de nylon, estreita e flexível, praticado geralmente a uma altura de 30cm do chão. Sua origem vem da escalada, popularizou-se como treino de equilíbrio, e agora, graças a Gibbon, vem sendo desenvolvido e difundido em todo o mundo.

O Slackline iniciou-se em meados dos anos 80 nos campos de escalada do Vale de Yosemite, EUA. Os escaladores passavam semanas acampando em busca de novas vias de escalada e nos tempos vagos esticavam as suas fitas de escalada, através de equipamentos, para se equilibrar e caminhar. O Slackline, também conhecido como corda bamba, significa “linha folgada” e pode ser comparado ao cabo de aço usado por artistas circenses, porem sua flexibilidade permite criar saltos e manobras inusitadas.

http://www.folhademaringa.com.br/vigilantes-tentam-impedir-slacklining-dentro-do-campus-da-universidade-estadual-de-maringa/ 

 

Três estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e outros dois rapazes foram detidos pela Polícia Militar (PM) por desacato à autoridade, no início da manhã desta sexta-feira (27), no campus da UEM. De acordo com a PM, a polícia foi chamada pelos servidores público da universidade após uma confusão com jovens que participavam de um Sarau, próximo a sede de um Centro Acadêmico.

Segundo informações de um dos servidores, por volta das 6h a PM foi chamada pois os rapazes discutiram com os vigias e os ameaçaram com uma faca. A polícia encaminhou os cinco rapazes para a Delegacia de Maringá, onde vão assinar um termo circunstanciado por desacato e, em seguida, devem ser liberados.

Ainda segundo o servidor da universidade que acompanhou os jovens à delegacia, o Sarau é realizado todas as noites de quinta-feira e chega a reunir até 500 pessoas, entre estudantes e moradores do bairro, dentro do campus.

http://www.bemparana.com.br/noticia/224663/tres-estudantes-da-uem-sao-detidos-pela-pm-por-desacato-a-autoridade 

 

O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP) da UEM (Universidade Estadual de Mariná) aprovou a resolução n° 014/2012, que prevê a inclusão do nome social nos documentos para uso interno na instituição. A medida favorece transexuais e travestis, que agora, se desejarem, serão referidos pelo nome que utilizam habitualmente.

A resolução partiu de uma proposta do Grupo de Estudos das Pedagogias do Corpo e da Sexualidade (Gepecos) e do Núcleo de Estudos e Pesquisa em Diversidade Sexual (Nudisex) da UEM.

De acordo com a professora Patrícia Lessa, do Departamento de Fundamentos da Educação (DFE) da UEM e coordenadora do Gepecos, a medida visa diminuir a discriminação e ampliar o número de transexuais e travestis na Universidade.

“A luta agora é que se respeite o nome social em todas as instituições municipais, ampliando a participação de pessoas trans em todos os espaços”, disse Luiz Modesto, representante local da ABGLT (Associação Brasileira de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais).

No momento, uma comissão está sendo formada para elaborar um regulamento próprio, no qual se defina os procedimentos necessários para a aplicação da medida.

http://www.maringay.com.br/uem-aprova-resolucao-que-assegura-uso-de-nome-social/ 

 

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