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05
Sex, Jun

Edital oferta 15 vagas de níveis fundamental, médio, técnico e superior; Inscrições até 24 de março de 2020

No Estado do Paraná, a  Universidade Estadual de Maringá (UEM) abriu inscrições de um novo edital de processo seletivo simplifico para preenchimento de 15 vagas em cargos de níveis fundamental, médio, técnico e superior.

As vagas destinadas são para os cargos de Farmacêutico (2); Cozinheiro (1); Técnico em Laboratório I (1); Auxiliar Operacional (4); Técnico em Laboratório II (1); Técnico em Laboratório III (1); Agente de Segurança Interno (1); Assistente Social (1); Biólogo ou Farmacêutico (1); e Torneiro Mecânico (2).

Os salários oferecidos variam entre R$ 1.069,90 e R$ 3.318,79, por jornada de trabalho de 40 horas semanais.

 

INSCRIÇÃO

Os interessados em concorrer a uma das vagas poderão se inscrever até o dia 24 de março de 2020, no site oficial da Universidade Estadual (UEM). O valor da inscrição varia entre R$ 21,40 e R$ 66,38.

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PROVAS

O processo seletivo consistirá em provas objetivas (para todos); prova prática prática para funções específicas; mais prova de títulos. As avaliações serão avaliações no dia 05 de abril de 2020.

O concurso público é válido por 24 meses, a contar da data de homologação do resultado final, prazo este que poderá ser prorrogado uma vez, por igual período.

 

Informações do concurso

Concurso: Universidade Estadual de Maringá

Banca organizadora: (UEM)

Escolaridade: fundamental, médio, técnico e superior

Número de vagas: 15

Remuneração: R$ 1.069,90 a R$ 3.318,79

Inscrições: 11 a 24 de março de 2020

Taxa de Inscrição: R$ 21,40 a R$ 66,38

Provas: 05 de abril de 2020

Situação: PUBLICADO

CONHEÇA AS UNIVERSIDADES BRASILEIRAS COM MAIS PESQUISADORAS

Embora o número de mulheres na Ciência seja menor em relação ao gênero oposto, no Brasil estão as 10 universidades que mais incentivam e apoiam as mulheres na ciência, conforme um ranking elaborado pela Universidade de Leiden, na Holanda. O levantamento utiliza indicadores como o número de publicações, citações por publicação e impacto por publicação. Os dados foram extraídos a partir da análise das pesquisas publicadas de 2014 a 2017. O estudo foi publicado em janeiro de 2020 pelo Centro de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade de Leiden.

Em primeiro lugar está a Universidade Estadual de Maringá (UEM), única universidade brasileira que possui mais da metade das suas pesquisas com autoria feminina, que aparece com 50,7% de mulheres em pesquisas científicas. De 2014 a 2017, foram publicados 4.254 trabalhos com autoria feminina. 

Em sequência, a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) obteve a segunda melhor colocação, com 48,5% de suas pesquisas realizadas por mulheres.

A terceira universidade brasileira bem colocada no ranking é a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM), que apresentou taxa de mulheres como autoras de produções científicas de 47,8%.

Ao todo, 19 universidades integram a lista dentre as 100 que mais fomentam a participação feminina na Ciência. Confira:

 

1.Universidade Estadual de Maringá (UEM) – 50,7% (3ª do mundo);

2.Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – 48,5% (8ª do mundo);

3.Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – 47,8% (10ª do mundo);

4.Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – 46,8% (14ª do mundo);

5.Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – 44,2% (21ª do mundo);

6.Universidade Federal do Paraná (UFPR) – 43,2% (23ª do mundo);

7.Universidade Federal da Bahia (UFBA) – 42,1% (27ª do mundo);

8.Universidade Federal de Goiás (UFG) – 40,9% (37ª do mundo);

9.Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – 40,6% (40ª do mundo);

10.Universidade Estadual Paulista (Unesp) – 39,8% (49ª do mundo);

11.Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – 38,8% (56ª do mundo);

12.Universidade de São Paulo (USP) – 38,4% (60ª do mundo);

13.Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – 38,2% (62ª do mundo);

14.Universidade Federal Fluminense (UFF) – 38,1% (65ª do mundo);

15.Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – 37,5% (72ª do mundo);

16.Universidade Federal do Ceará (UFC) – 37,2% (76ª do mundo);

17.Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – 37,1% (77ª do mundo);

18.Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – 36,2% (89ª do mundo);

19.Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) – 35,4% (94ª do mundo).

 

https://oportaln10.com.br/conheca-as-universidades-brasileiras-com-mais-pesquisadoras-94511/

Os cargos são para atuarem nos municípios de Maringá, Umuarama, Cianorte, Ivaiporã e Porto Rico

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná, torna pública a abertura das inscrições para o Processo Seletivo que visa a contratação temporária de 15 profissionais de níveis fundamental, médio, técnico e superior para atuarem em diversos Campi.

Houve modificações nos requisitos do cargo de Técnico em Laboratório II (1), em que encontra-se especifico no documento disponível em nosso site.

Cabe destacar que as demais vagas dispostas neste instrumento, encontram-se os cargos de Assistente Social (1); Biólogo ou Farmacêutico (1); Farmacêutico (2); Cozinheiro (1); Técnico em Laboratório I (1); Técnico em Laboratório III (1); Torneiro Mecânico (2); Agente de Segurança Interno (1); Auxiliar Operacional (4).

Se efetivado, o profissional deve exercer suas funções em uma jornada de 40 horas semanais por uma remuneração mensal no valor de R$ 1.069,90 a R$ 3.318,79, acrescido de benefícios funcionais.

O período de inscrição é de 8h do dia 11 até o dia 24 de março de 2020, via internet e possui uma taxa no valor de R$ 21,40 a R$ 66,38. A isenção pode ser solicitada nos dias 11 e 12 de março.

Há, como avaliação, três etapas: prova objetiva, análise de títulos e currículo e prática para funções específicas.

Este Processo tem validade de dois anos, contados da data de publicação da homologação do resultado final e pode ser prorrogado uma vez, por igual período.

https://www.pciconcursos.com.br/noticias/uem-pr-retifica-processo-seletivo-para-diversas-unidades

importante conhecer as universidades que incentivam e apoiam as mulheres na Ciência. Em um ranking feito pela Universidade de Leiden, na Holanda, três universidades brasileiras aparecem entre as 10 melhores do mundo quando o assunto é participação das mulheres em pesquisa científica. Os dados foram extraídos a partir da análise das pesquisas publicadas de 2014 a 2017. O estudo foi publicado em janeiro de 2020 pelo Centro de Estudos de Ciência e Tecnologia da Universidade de Leiden.

E começando os destaques das universidades brasileiras, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) é a instituição do país mais bem colocada no ranking. A universidade aparece com 50,7% de mulheres em pesquisas científicas, o que representa a terceira maior taxa de todo o mundo. De 2014 a 2017, foram publicados 4.254 trabalhos com autoria feminina. A instituição fica atrás, apenas, da Universidade Médica de Lublin (com taxa de 54,2%) e a Universidade de Gdansk (taxa de 51%), ambas faculdades polonesas. Aliás, a Polônia foi a grande recordista com seis universidades no top 10.

A Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) obteve a segunda melhor colocação, ficando na oitava posição entre as 10 melhores. Os dados revelam que na federal de São Paulo, 48,5% das pesquisas foram realizadas por mulheres. Dos 20.564 trabalhos publicados, mais de nove mil foram escritos por pesquisadoras.

A terceira brasileira mais bem colocada, e a décima a fechar o top 10, é a Universidade Federal de Santa Maria (UFSM). A sua taxa de mulheres como autoras de produções científicas é de 47,8%, representando 5.671 das 11.873 pesquisas científicas publicadas.

Como saber mais sobre as cientistas brasileiras

Uma plataforma está reunindo informações sobre cientistas brasileiras em diferentes áreas. Chamada de Open Box da Ciência, a iniciativa é da organização Gênero e Número, apoiada pelo Instituto Serrapilheira. Nela, é possível conhecer os trabalhos e história das mulheres que desenvolvem trabalhos de pesquisa no país.

 

Confira outras universidades brasileiras no TOP 100

Universidade Estadual de Maringá (UEM) – 50,7% (3ª do mundo);

Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) – 48,5% (8ª do mundo);

Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) – 47,8% (10ª do mundo);

Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) – 46,8% (14ª do mundo);

Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) – 44,2% (21ª do mundo);

Universidade Federal do Paraná (UFPR) – 43,2% (23ª do mundo);

Universidade Federal da Bahia (UFBA) – 42,1% (27ª do mundo);

Universidade Federal de Goiás (UFG) – 40,9% (37ª do mundo);

Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) – 40,6% (40ª do mundo);

Universidade Estadual Paulista (Unesp) – 39,8% (49ª do mundo);

Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) – 38,8% (56ª do mundo);

Universidade de São Paulo (USP) – 38,4% (60ª do mundo);

Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – 38,2% (62ª do mundo);

Universidade Federal Fluminense (UFF) – 38,1% (65ª do mundo);

Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) – 37,5% (72ª do mundo);

Universidade Federal do Ceará (UFC) – 37,2% (76ª do mundo);

Universidade Federal de Uberlândia (UFU) – 37,1% (77ª do mundo);

Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – 36,2% (89ª do mundo);

Universidade Federal de São Carlos (UFSCar) – 35,4% (94ª do mundo).

Pesquisa realizada na Universidade Estadual de Maringá (UEM) mostra que produto em pó não perde nutrientes e se torna alternativa mais econômica e sustentável para bancos de leite.

O valor, tanto emocional quanto físico, do leite materno levou pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, a estudarem e desenvolverem um método capaz de transformar o líquido em pó sem desperdiçar os principais nutrientes.

“Pensando que o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade é realidade para apenas 40% das brasileiras, permitir que o leite materno seja viável e distribuído para a população pelo Sistema Único de Saúde é inovador”, diz Vanessa Javera, estudante de doutorado do Programa de Pós-Graduação em Ciência de Alimentos da UEM.

Com grande capacidade nutritiva e reconhecido pela importância no desenvolvimento físico e cognitivo, o leite materno é um alimento de ouro para bebês, principalmente, para recém-nascidos.

Não é à toa que a Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda que o leite materno seja o único alimento oferecido para os bebês até os seis meses de vida. Depois, quando se inicia a introdução alimentar, o leite materno deve ser mantido até a criança completar, pelo menos, os dois anos.

Leite materno em pó manteve nutrientes essenciais

O que propõe a pesquisa

Além da Vanessa, o professor Jesui Vergilio Visentainer também está por trás da pesquisa que, segundo eles, é inédita no país. Para eles, o resultado é importante do ponto de vista social, econômico e sustentável.

No método desenvolvido, o leite materno congelado doado passa pelo processo de pasteurização no banco de leite e depois é desidratado até virar pó.

Conforme os estudos, depois deste processo, com nutrientes preservados, o leite é encaminhado às instituições de saúde.

“Trabalhamos com fatores imunológicos, nutricionais e antioxidantes, e todos esses componentes permaneceram no leite que foi transformado em pó. O resultado mostra que esse processo é viável”, contou a pesquisadora.

A pesquisadora explica que o processo de pasteurização é necessário para evitar que doenças sejam transmitidas pelo leite doado. O leite materno sem pasteurização só pode ser utilizado pelo filho da própria doadora.

O leite humano em pó é ainda uma alternativa para melhorar e otimizar o armazenamento, transporte e distribuição.

Pesquisadores da UEM desenvolveram leite materno em pó

Conforme a pesquisa, o produto em pó é mais resistente à contaminação, o transporte pode ser feito de maneira mais simples e gera menos gastos.

 

Como é feito hoje

Atualmente, os bancos de leite humano recolhem o leite materno congelado das casas das doadoras e, de lá, levam os recipientes em caixas térmicas com controle rigoroso de temperatura.

No banco de leite, o líquido passa pelo processo de pasteurização e depois é levado para hospitais para atender bebês recém-nascidos internados.

O hospital precisa manter o produto congelado. Ao ser descongelado, o leite materno, se não consumido, deve ser descartado após 24 horas.

“Quando pensamos que bebê amamentado terá um desenvolvimento cognitivo melhor e ficará menos doente, esse estudo se torna ainda mais relevante”, concluiu a pesquisadora.

A pesquisa paranaense recebeu o prêmio Péter Murányi que reconhece trabalhos inovadores para melhorar a qualidade de vida da população.

 

Fonte: G1 Globo

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