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Sex, Jun

Além de nutrir as plantas com N, P, K, S, Co, Mo, Zn, B, enraizantes e aminoácidos, o fertilizante Pack Seed mostra potencial no manejo de nematoides através da indução dos mecanismos de defesa das plantas.

Os nematoides estão entre os principais limitantes da produtividade da soja no Brasil, com prejuízos anuais estimados em aproximadamente R$ 16 bilhões. Dentre os nematoides que causam os maiores prejuízos, estão os nematoides das galhas (Meloidogyne javanica e M. incognita) e o das lesões radiculares (Pratylenchus brachyurus). O controle destes nematoides é dificultado, principalmente pela ampla distribuição geográfica e pela gama de hospedeiros, o que dificulta a escolha de materiais para rotação de culturas. Desta forma, nos últimos anos, tem crescido o interesse por métodos alternativos de manejo. Pesquisas realizadas ao longo dos últimos anos, em parceria entre Spraytec e Universidade, mostraram que o produto Pack Seed apresenta potencial para o controle de nematoides, por ativar mecanismos de defesa na planta, que melhoraram a lignificação da parede celular, reduzindo sua penetração e a reprodução. Pack Seed é uma complexa mistura de compostos de natureza bioquímica diferente 100% biodegradável para tratamento de sementes. É um produto diferenciado, pois além dos tradicionais Co e Mo, fornece macros e micronutrientes, enraizantes e aminoácidos. É uma formulação completa para tratamento de sementes, e uma alternativa promissora no manejo de nematoides, aplicado isolado ou associado a outros produtos. Como todos os métodos de controle apresentam limitações, é necessária a investigação para compor o manejo integrado, como o estudo da nutrição de plantas, uma vez que o conhecimento do modo de ação de cada produto pode explicar se agem isoladamente ou em sinergia, otimizando o controle de nematoides em plantas.

Experimento

Um experimento foi conduzido na Universidade Estadual de Maringá, no município de Umuarama, no Paraná, com o objetivo de valiar a tecnologia Pack Seed para controle direto ou ativação de resistência a Meloidogyne javanica e Pratylenchus brachyurus, identificar se o produto inibe a penetração desses nematoides no sistema radicular, se reduz a reprodução, se tem efeito direto na eclosão e avaliar a produção de enzimas de resistência como peroxidase e fenilalanina amônia-liase em plantas tratadas com Pack Seed.

O experimento foi conduzido em casa de vegetação, em delineamento inteiramente casualizado, com seis repetições. Inicialmente, sementes de soja tratadas e não tratadas com Pack Seed foram semeadas em recipientes contendo 700ml de solo: areia (1: 1), previamente autoclavado (120ºC/2h). No mesmo orifício da semeadura foi introduzido o inóculo de uma população de 500 espécimes de P. brachyurus, ou dois mil ovos de M. javanica, distribuídos em um volume de solução de 4ml. Os inóculos foram obtidos de populações puras dos nematoides, mantidas em soja, em casa de vegetação, por um período de dois meses, sendo extraídos das raízes pelo processo de extração proposto por Coolen e D’Herde. As variáveis analisadas foram penetração e fator de reprodução (10, 15, 20 e 25 dias após semeadura), eclosão de nematoides (sete dias após a semearura) e produção de enzimas de resistência (sete e 14 após semeadura). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância a 5% de probabilidade de erro e em caso de significância o efeito do Pack Seed foi avaliado pelo teste T a 5% de significância.

Dentre os nematoides que causam os maiores prejuízos à cultura da soja estão nematoides das galhas da espécie Meloidogyne javanica.
Dentre os nematoides que causam os maiores prejuízos à cultura da soja estão nematoides das galhas da espécie Meloidogyne javanica.

Resultados

O Pack Seed reduziu a penetração de M. javanica e P. brachyurus nas raízes de soja, sendo 78% para o número total de M. javanica e 59% para P. brachyurus. Pack Seed causou redução de até 70% na eclosão de juvenis de M. javanica e mortalidade superior a 83% para ambos os nematoides. O produto promoveu aumento na produção da enzima peroxidase aos sete e 14 dias após semeadura (Figura 1) e de proteínas totais aos sete dias para ambos os nematoides. Pack Seed aumentou a enzima fenilalanina-amônia-liase aos sete dias após semeadura para ambos os nematoides (Figura 2). Essas enzimas estão relacionadas aos mecanismos de defesa da planta, principalmente no enrijecimento da parede celular, o que dificulta a penetração, a movimentação e o sítio de alimentação dos nematoides. Houve alta (83%) mortalidade de juvenis.

O produto, além de nutrir as plantas com N, P, K, S, Co, Mo, Zn, B, enraizantes e aminoácidos para a máxima expressão de seu potencial produtivo, é uma alternativa promissora no manejo de nematoides por induzir os mecanismos de defesa das plantas.

Figura 1 - Atividade específica da enzima peroxidase expressa em Δabs 470nm min/mg de proteína em raízes de soja tratadas ou não tratadas com Pack Seed, sete e 14 dias após a semeadura e inoculação com Meloidogyne javanica.
Figura 2 - Atividade específica da enzima fenilalanina-amônia-liase expressa em mg de ácido trans-cinâmico h mg proteína em raízes de soja tratadas ou não tratadas com Pack Seed, sete dias após a semeadura e inoculação com Pratylenchus brachyurus e Meloidogyne javanica.
Cláudia Regina Dias Arieira, Universidade Estadual de Maringá
Artigo publicado na edição 250 da Cultivar Grandes Culturas.
Clique aqui e faça download deste artigo.

https://www.grupocultivar.com.br/artigos/tecnologia-promissora-contra-nematoides

Divulgação/SETI

As universidades estaduais do Paraná vão usar laboratórios e farmácias-escolas para aumentar a produção de álcool em gel. O produto tem sido procurado devido à eficácia para combater o novo coronavírus (Covid-19).

O álcool em gel pode ser útil quando não há acesso fácil à água e sabão. Em tempos de epidemia, é fundamental estar com a higiene em dia para evitar o contágio. Assim como a água com sabão, o álcool 70% pode quebrar a cápsula de gordura e matar o novo coronavírus.

Nesta sexta-feira (20), a UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) vai entregar o primeiro lote à prefeitura do município. Serão 250 litros de álcool em gel 70%, destinados aos hospitais e Unidades de Saúde de Ponta Grossa.

O produto é elaborado no Lapmed (Laboratório de Produção de Medicamentos) da UEPG. O local será responsável pela produção do álcool em gel. Em contrapartida, a Prefeitura de Ponta Grossa fornecerá matéria-prima e insumos.

“Ao disponibilizar a estrutura e os profissionais, a universidade cumpre neste momento importante papel social, que reforça o conjunto de ações adotadas pela instituição desde o início da pandemia”, afirma o reitor da UEPG.

Na UEM (Universidade Estadual de Maringá) a procura pelo álcool em gel fez a produção aumentar em 3.000%. A produção diária, que era de 1 kg, passou a ser de 30 kg. O produto abastece os setores internos da universidade. Além disso, é disponibilizado para o Hospital Universitário Regional de Maringá e a comunidade externa.

Na Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná), em Cascavel, a produção diária passou de 1 kg para 5 kg.

https://paranaportal.uol.com.br/cidades/alcool-em-gel-producao-universidades-parana-coronavirus/

Há uma semana, a Organização Mundial da Saúde (OMS) decretou pandemia do novo coronavírus (covid-19). Desde então, o número de doadores tem sido menor no Hemocentro Regional de Maringá, da Universidade Estadual de Maringá (UEM). Por isso, a direção do banco de sangue estimula que as pessoas que estiverem em boas condições de saúde, e fora de quarentena, procurem o local para doar, até porque o ambiente de doação está seguro mesmo nesse momento.

“Precisamos da colaboração dos doadores para garantir o abastecimento de sangue nos hospitais do Paraná, para atendimento contínuo das diversas enfermidades comuns à transfusão, como leucemia, dengue, acidentes automobilísticos, doenças hematológicas crônicas, entre outras”, pede Gerson Zanusso Junior, chefe técnico do Hemocentro.

Márcia Momesso, diretora do Hemocentro Regional de Maringá, esclarece que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e o Ministério da Saúde atualizaram os critérios de doação nos bancos de sangue em todo o Brasil, “a fim de reforçar a prevenção contra o novo coronavírus”. Os critérios de agora são:

• Pessoas com tosse, coriza, dor de garganta e com sinais de gripe e febre deverão esperar 15 dias após a melhora para doar.

• Pessoas que estiveram recentemente em outros países estão impedidas de doar por 30 dias depois da data de retorno.

• Pessoas que tiveram contato com pacientes com casos suspeitos ou diagnosticados pela covid-19 devem esperar pelo menos 30 dias para doar.

Quem pode doar – Pessoas que estejam bem de saúde, que tenham entre 16 e 69 anos e com peso acima de 50 kg. Além disso, é preciso apresentar documento oficial com foto. Os menores de idade só podem doar com consentimento formal dos responsáveis. Quem tiver 61 anos ou mais e nunca doou não pode doar. Evite alimentos gordurosos nas quatro horas que antecedem a doação e, no caso de bebidas alcoólicas, o período é de 12 horas.

Doe! – O Hemocentro Regional de Maringá atende de segunda a sexta-feira das 7h às 18h30, e aos sábados entre 7h e 12h30. O endereço é Avenida Mandacaru, 1.590, ao lado do Hospital Universitário da UEM, em Maringá (PR).

(Foto: Comunicação UEM)

https://radiomaringa.com.br/noticia/670121/hemocentro-regional-de-maringa-precisa-de-doadores-de-sangue

Paraná chega a sete universidades com aulas suspensas. (Divulgação / PUCPR)

A PUCPR (Pontifícia Universidade Católica do Paraná), a UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa), a UEM (Universidade Estadual de Maringá) e a Unioeste (Universidade Estadual do Oeste do Paraná) anunciaram a suspensão das aulas devido ao coronavírus.

A UFPR e UTFPR oficializaram a medida ontem (15) enquanto a UP confirmou a suspensão das atividades hoje. Ou seja, o Paraná tem sete universidades com alteração por causa do COVID-19.

A UEL (Universidade Estadual de Londrina) e IFPR (Instituto Federal do Paraná) ainda não confirmaram qualquer mudança nas atividades por causa do coronavírus.

PUCPR ABONA FALTAS A PARTIR DE HOJE

A PUCPR emitiu comunicado à imprensa informando que as aulas permanecem mantidas até quarta-feira (18) no Câmpus Curitiba. Ou seja, a suspensão se iniciará na quinta-feira e não leva em conta os outros campi espalhados pelo interior do Paraná.

Contudo, a universidade revelou que em todas as localidades, aqueles que não se sintam seguros em ir para a aula terão as faltas abonadas.

Além disso, todas as atividades acadêmicas serão por ambiente digital.

UEPG, UEM E UNIOESTE SUSPENDEM ATIVIDADES

Já a UEPG (Universidade Estadual do Paraná) antecipou os recessos acadêmicos. Além de aulas da graduação e pós-graduação, também estão suspensas: pesquisas, projetos de extensão, bancas de mestrado e doutorado e até formaturas.

“Todas essas atividades estão suspensas do dia 16 ao dia 28 de março. Apenas atividades administrativas, essenciais para o funcionamento da universidade, serão mantidas”, anunciou o reitor Miguel Sanches Neto.

“Essa epidemia é explosiva e tem uma transmissão exponencial”, completou ele.

Para completar, a UEM (Universidade Estadual de Maringá) soltou a confirmação na tarde desta segunda-feira (16).

Ao todo, foram divulgadas 19 medidas: entre elas, a universidade determinou que reuniões sejam feitas por vídeo conferência e que os funcionários com mais de 60 anos tenham atividades à distância após acordo com a chefia direta.

Além disso, as orientações do Ministério da Saúde para evitar a disseminação do coronavírus também foram ressaltados. Ações como evitar aglomerações e lavar as mãos com álcool gel ou água e sabão são algumas das principais formas de prevenção.

Por fim, a Unioeste também aderiu à suspensão.

“A Comissão Interna de Contingência está formada para acompanhar dia-a-dia a situação, tendo em vista que o Hospital Universitário é o ponto de referência para o recebimento de pacientes da região. Sendo assim, somam-se esforços para o pleno funcionamento do Huop”, diz a nota publicada.

A Comissão Interna de Contingência está formada para acompanhar dia-a-dia a situação, tendo em vista que o Hospital Universitário é o ponto de referência para o recebimento de pacientes da região. Sendo assim, somam-se esforços para o pleno funcionamento do Huop.

 

 

https://paranaportal.uol.com.br/cidades/pucpr-uepg-suspendem-aulas-apos-ufpr-up/

14/03/2020 11:25 em Notícias de Maringá

A UEM (Universidade Estadual de Maringá) já conta com um comitê de acompanhamento e controle do coronavírus na instituição. A ideia é que o grupo oriente as ações para aumentar a proteção e reduzir os riscos de infecção a toda a comunidade da UEM. O trabalho será feito em sintonia com os comitês das outras instituições públicas de ensino superior paranaenses e com o comitê nacional.

Criado por decisão da Reitoria, que publicou as Portarias (105/2020-GRE e 106/2020-GRE) nomeando os integrantes, o grupo reúne pessoas dos setores técnicos, entre médicos, enfermeiros e farmacêuticos, e administrativo, incluindo pró-reitores e diretores. Enquanto que os primeiros oferecem respaldo para as medidas a serem implementadas, os demais encarregam-se de colocar as ações em prática.

Este comitê reuniu-se, ontem (13) pela manhã, para delinear as primeiras ações.

A superintendente do Hospital Universitário, Elizabete Kobayashi, que é membro do grupo, adiantou que algumas medidas já estão sendo implantadas no HUM. A criação de um setor crítico e a ampliação de espaços, a fim de acolher pacientes com suspeita ou confirmação da doença, são algumas destas medidas. Além disso, foi montada uma Unidade de Campanha do lado de fora do Hospital para fazer uma pré-triagem dos pacientes.  Outras ações devem ser criadas.    

Para atendimento da comunidade acadêmica, o Ambulatório Médico e de Enfermagem, no câmpus sede, será disponibilizado para prestar o primeiro atendimento e, se necessário, conduzir o paciente ao Hospital Universitário.

Eventos 

O comitê também fará um mapeamento de todos os eventos agendados na Universidade, estabelecendo critérios para manter ou suspender a atividade de acordo com os parâmetros de risco.

O grupo admite ser primordial trabalhar a informação como ferramenta de prevenção à doença, orientando a comunidade universitária a evitar aglomerações e manter a higiene, especialmente a lavagem correta das mãos.

Elizabete Kobayashi, defende trabalhar a informação em três níveis a título de barreiras contra o coronavírus. Além do acompanhamento direto de acadêmicos, docentes e técnicos que circularam por áreas de contágio, ela sugere avisar os diretores de centro e as chefias de departamento sobre as eventuais ocorrências suspeitas.

Outra medida é fazer panfletagem nos portões de entrada da UEM e disponibilizar álcool em gel nos setores.

A superintendente ainda fala em criar um canal para sanar as principais dúvidas surgidas a respeito da doença. A Assessoria de Comunicação informou que já criou o site www.noticias.uem.br/uemcontracoronavirus que será um canal para veiculação das principais informações. E que a Rádio UEM-FM 106,9, também ajudará na campanha contra a doença.

A criação do comitê, segundo o reitor Julio César Damasceno, “visa dar uma resposta à sociedade, sobretudo aos pais de alunos e aos servidores da UEM, sobre a preocupação da Universidade com a pandemia”. “Por isso”, acrescenta o reitor, “a instituição decidiu instituir o grupo para pautar as decisões por critérios técnicos respaldados por profissionais com profundo conhecimento sobre a epidemiologia”.

O reitor anunciou ainda, que um ou mais porta vozes, a serem definidos nos próximos dias, atuarão como interlocutores entre o comitê e a população por meio da imprensa.

O encontro foi coordenado pelo reitor e o vice-reitor Ricardo Dias Silva, com a participação do chefe de Gabinete, Alessandro dos Santos Rocha, de pró-reitores, diretores administrativos, coordenadores de laboratório da área de epidemiologia e a superintendente do Hospital Universitário.

O Gabinete da Reitoria também publicou Nota Oficial direcionada à comunidade universitária, com diretrizes e recomendações. Clique aqui para ver a nota na íntegra.

(Foto: Comunicação UEM)

https://radiomaringa.com.br/noticia/667261/universidade-estadual-de-maringa-cria-comite-para-controlar-propagacao-do-coronavirus

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