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Ter, Ago

Professor Diego Bertolini (foto), do Departamento de Computação, participou da pesquisa

Um grupo de cinco pesquisadores, sob a coordenação do professor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Yandre Maldonado e Gomes da Costa, desenvolveu um estudo científico para identificar a pneumonia causada pela Covid-19 utilizando imagens de raio x. Entre eles está o professor do Departamento de Computação do campus da UTFPR-CM, Diego Bertolini.

O estudo classificou imagens CXR (radiografia de tórax) para identificar a Covid-19. Este tipo de radiografia disponibiliza as imagens mais rapidamente, é mais barato e por isso mais acessível à saúde pública. A pesquisa leva em consideração o alto impacto da Covid-19 no sistema de saúde e a necessidade de diagnóstico precoce para o tratamento correto.

“A gente está tentando aumentar a base de dados e graças a divulgação da mídia vários médicos estão entrando em contato. Esta semana duas médicas ofereceram imagens. O banco de dados dos casos de Covid e de outras pneumonias ainda é pequeno”, observa o professor.

Segundo ele, o primeiro passo é aumentar a base de dados e depois testar técnicas e abordagens. A base de dados elaborada para o desenvolvimento do estudo é composta de imagens obtidas de pacientes sem pneumonia e outras colhidas de pacientes acometidos por seis tipos diferentes de pneumonia, provocadas por fungos, bactérias ou vírus (Covid-19, Sars, Mers, Varicella, Streptococcus e Pneumocystis).

As imagens foram obtidas a partir de repositórios disponibilizadas por outros pesquisadores, como o professor Joseph Cohen, da Universidade de Montreal (Canadá), entre outras fontes públicas. “O nosso sistema conseguiu identificar e acertou 90 por cento de pneumonias causados pelo Covid”, explicou. O estudo, denominado “Identificação da COVID-19 em radiografias de tórax em cenários de classificação plana e hierárquica”, foi submetido a uma revista científica com alto fator de impacto, a "Computer Methods and Programs in Biomedicine".

O professor observa que devido à necessidade urgente de respostas para a Covid-19, muitos pesquisadores estão disponibilizando seus estudos na plataforma arXiv , até serem publicados por uma revista. Foi o que eles fizeram. O artigo pode ser acesso no link https://arxiv.org/pdf/2004.05835.pdf

O grupo de pesquisa é coordenado pelo professor Yandre Maldonado e Gomes da Costa, da Universidade Estadual de Maringá (UEM), e tem como integrantes, além do professor Diego Bertolini, os professores Lucas de Oliveira Teixeira, também da UEM; Rodolfo Miranda Pereira, do Instituto Federal do Paraná (IFPR); Carlos Nascimento Silla Jr, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR).

https://tribunadointerior.com.br/campo-mourao/professor-da-utfpr-cm-integra-grupo-que-criou-metodo-para-identificar-covid-19-por-raio-x

Universidades estaduais do Paraná estão entre as instituições de Ensino Superior brasileiras que mais aprovam no Exame da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) – pré requisito para os bacharéis em Direito que pretendem exercer a profissão de advogado.

Nas três edições recentes do Exame, entre 2018 e 2019, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) e a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) ocuparam, respectivamente, a 7ª e a 9ª posição no ranking, com taxa de aprovação média de 64,1 e 62,2. Juntas, UEM e UENP somaram 210 candidatos aprovados nos últimos dois anos.

 

A Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) ficou posicionada em 18º lugar. Já a Universidade Estadual de Londrina (UEL) ocupa a 38ª posição e a Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) aparece posicionada em 41º lugar, com taxa de aprovação de 45,2.

O resultado foi divulgado na 4ª edição do estudo Exame da Ordem em Números, lançado na semana passada pela OAB e a Fundação Getulio Vargas (FGV), instituição responsável pela organização e aplicação do

UNIOESTE EM 18º

Conforme a coordenadora do curso de Direito da Unioeste, campus de Marechal Cândido Rondon, professora Silvia Mattei, o resultado do último exame foi destaque no Paraná e no Brasil. “Esses resultados vêm se repetindo basicamente desde que a primeira turma formou.

Nós sempre obtivemos altos índices de aprovação no exame”, enaltece. Silvia enfatiza que o resultado se deve, em primeiro lugar, ao comprometimento da classe acadêmica. “São alunos extremamente comprometidos e dedicados, não só ao ensino, mas também à pesquisa e à extensão. Esse é o tripé de uma completa formação do bacharel em Direito e após advogado ou profissional em qualquer área”, salienta.

De acordo com a docente, o trabalho realizado pelo colegiado do curso de Direito também é primoroso. “Os professores se dedicam e dão o seu melhor para a realização da pesquisa, extensão e ensino. Esse conjunto de ações faz com que nós obtenhamos sempre um excelente resultado no exame da OAB”, pontua.

ENADE

Além do exame da OAB, outra avaliação que o curso de Direito da Unioeste se destaca é no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). “Sempre obtivemos a nota máxima, em todas as provas realizadas pelos formandos do curso de Direito, o que destaca mais uma vez a excelente qualidade do curso”, evidencia.

SELO DE DESTAQUE

Outro indicador da qualidade do curso de Direito da Unioeste de Marechal Rondon, aponta Silvia, é o Selo de Qualidade OAB. “Esse selo é disponibilizado para alguns cursos com destaque em nível nacional, e o nosso curso da Unioeste de Marechal Cândido Rondon sempre recebeu esse selo de destaque desde que a OAB começou a condecorar o selo para as universidades.

Esse é um destaque interessante que é chamado de OAB Recomenda, que é o selo de qualidade para os cursos de Direito no Brasil”, explica.

ALUNOS PREPARADOS

Segundo a coordenadora, o curso de Direito da Unioeste não possui foco específico no Exame da Ordem. “Todo o trabalho desenvolvido pelos professores, desde o 1º ano, estimula os alunos à pesquisa, ao ensino e à extensão, levando ao raciocínio e à interpretação, que é o fundamental no curso e faz com que os acadêmicos, quando chega a época da realização do exame, estejam de fato preparados”, salienta. “Não fazemos nenhuma ação voltada ao exame da ordem. Nossa preocupação maior é que esses alunos da graduação saiam de fato preparados para o mercado de trabalho, com uma formação completa, e isso naturalmente vai repercutir em um excelente resultado com a aprovação no Exame da Ordem, tanto na primeira fase como na segunda fase”, ressalta.

O destaque em aprovações no Exame da OAB se dá desde a primeira turma de Direito que a Unioeste formou em Marechal Rondon. “Tivemos nos anos de 2017 e 2018 a maior aprovação do Brasil no Exame da Ordem.

Recebemos inclusive um comunicado do presidente da OAB nos passando essa informação e nos parabenizando. Esses resultados sempre foram de destaque, mas o destaque maior foi na turma de 2017, que teve aprovação de 100% dos seus alunos”, enaltece.

DEVER CUMPRIDO

“Para nós, do colegiado do curso de Direito, professores, servidores, pertencentes a uma universidade pública estadual, temos sentimento de dever cumprido, e comprometimento de toda uma equipe que busca e prima pela qualidade de ensino”, menciona Silvia. “O resultado dessa aprovação vem justamente para mostrar que estamos no caminho certo, que somos professores extremamente comprometidos com a qualidade de ensino, e que os alunos que pertencem ao curso estão de fato estudando e são extremamente preparados para o exercício da profissão”, finaliza a coordenadora.

Com assessoria

https://www.opresente.com.br/marechal-candido-rondon/direito-da-unioeste-se-destaca-em-aprovacao-no-exame-da-oab/

Na etapa inicial, durante a primeira ação emergencial, foram concedidas 850 bolsas para a área de Saúde e 300 para os cursos de Exatas, Engenharias, Tecnologias e Multidisciplinares

A Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) tem se mobilizado junto à comunidade acadêmica para minimizar os impactos da COVID-19 no Brasil. A principal ação até o momento é o Programa de Combate a Epidemias, com investimento de R$ 200 milhões, para 2.600 bolsas de estudo. Em sua primeira fase, são oferecidas 1.150 bolsas imediatas, 850 delas para a área da Saúde. A Universidade Estadual de Maringá (UEM) é uma das que terá bolsistas estudando formas de combater o vírus chinês.

O Programa de Pós-graduação de Ciências da Saúde da UEM, nota 5 na avaliação da CAPES, recebeu três bolsas de mestrado e duas de doutorado para realizar estudos que vão desde o perfil clínico-epidemiológico do paciente até a manipulação de alimentos e o material de proteção que profissionais da cozinha usam durante o surto a fim de evitar a contaminação.

Tuberculose e COVID-19

O biomédico Henderson Narciso, recebeu uma bolsa de mestrado na UEM para dar continuidade à pesquisa que avalia a epidemiologia – fatores de propagação – da COVID-19 em pacientes com histórico de tuberculose e sua relação com a vacina em recém-nascidos, a BCG (Bacillus Calmette-Guérin). “Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil registra 200 novos casos por dia de tuberculose e ainda não há estudos relacionando esta doença com a COVID-19. A busca por conhecimento que esclareça essas questões é de extrema relevância”, diz Narciso, que pretende desenvolver protocolos adequados de atendimento para esses pacientes.

Alimentos e contaminação 

Francini Mantelo, farmacêutica, também recebeu uma bolsa de mestrado da CAPES para continuar com a pesquisa que avalia o uso e o conhecimento dos trabalhadores da área de alimentos sobre os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) e a manipulação de produtos que chegam às mesas das pessoas durante o surto.

“Pretendemos avaliar se os trabalhadores estão recebendo as devidas instruções para prevenção e controle da epidemia, uma vez que essas pessoas não terão a possibilidade de aderir ao isolamento social, expostos a riscos de serem contaminados e também de transmitirem a doença”, afirma Mantelo.

A COVID-19 nos hospitais

Outro estudo voltado para a utilização de EPIs, desta vez no ambiente hospitalar, está sendo feito pela bolsista de doutorado da CAPES na UEM, Hevillyn da Silva. A pesquisadora pretende traçar o perfil clínico e epidemiológico dos pacientes atendidos com a Covid-19 e estudar a presença do SARS-Cov-2 no Hospital Universitário de Maringá (HUM), no Paraná.

“A ideia é criar subsídios suficientes para que governo e pesquisadores compreendam os fatores de disseminação da doença e criem estratégias para prevenir, controlar e eliminá-la, minimizando a mortalidade e os custos em geral”, ressalta Silva.

Imunidade: vitaminas C e B12

A terceira bolsista de mestrado financiada pela CAPES, Gabriella Bononi, realiza estudos para decifrar como este vírus atua no organismo e os efeitos desencadeados pela COVID-19. A ideia é mapear a presença de substâncias no sangue, como vitaminas e proteínas, para descobrir meios de aumentar a imunidade e minimizar a infecção e os sintomas causados pelo vírus.

Meu projeto de pesquisa tem o objetivo de avaliar as dosagens séricas das vitaminas D, B12 e fator Dímero-D – proteína resultante do processo de coagulação do sangue – em pacientes acometidos pela COVID-19, internados em estado grave”.

Cinética Viral

Deborah Moreira Bolsista CAPES UEM4.jpegDéborah Moreira também é bolsista de doutorado do Programa de Combate a Epidemias da CAPES e faz parte de uma pesquisa na área imunológica: “Meu projeto visa a detecção do vírus em amostras biológicas para comparar a oscilação da carga viral e do grau de infecção do vírus no período de positividade”, explica.

“Esse estudo deve ser feito com coletas diárias a fim de analisar a cinética viral – o grau de evolução e a oscilação do vírus no paciente”, completa a bolsista cujo trabalho é buscar explicações para entender o porquê de haver casos de pacientes que não têm o vírus detectado após cinco dias de contágio, quando nesse período a probabilidade é de que a carga viral presente no organismo infectado seja alta, melhorando o tratamento e minimizando a taxa de contaminação.

O programa

O Programa de Combate a Epidemias é um conjunto de ações de apoio a projetos, pesquisas e formação de recursos humanos de alto nível para enfrentar a pandemia da COVID-19, além de temas relacionados a endemias e epidemias, no âmbito dos Programas de Pós-Graduação de mestrado e doutorado do País.

O programa está estruturado em duas dimensões: Ações Estratégicas Emergenciais Imediatas e Ações Estratégicas Emergenciais Induzidas em Áreas Específicas.

Na etapa inicial, durante a primeira ação emergencial, foram concedidas 850 bolsas para a área de Saúde e 300 para os cursos de Exatas, Engenharias, Tecnologias e Multidisciplinares, como ações emergenciais de concessão imediata de bolsas, totalizando 1.150 benefícios.

Também faz parte desta fase o edital nº 09/2020, que se encontra aberto e concederá 900 bolsas e R$ 345 mil de custeio para cada um dos até 30 projetos escolhidos.

Já a segunda etapa completa o Programa com mais 550 bolsas e R$ 200 mil em custeio para cada um dos 57 projetos a serem selecionados.

Confira no Programa de Combate a Epidemias os detalhes do três editais:

– CAPES – Epidemias – Edital nº 09/2020

– CAPES – Fármacos e Imunologia – Edital nº 11/2020

– CAPES – Telemedicina e Análise de Dados Médicos – Edital nº 12/2020

Com informações, CCS/CAPES.

https://conexaopolitica.com.br/ultimas/capes-investe-r-200-milhoes-em-projetos-e-na-formacao-de-2-600-mestres-e-doutores-no-combate-a-covid-19/

A princípio estão sendo produzidas cerca de 3.600 máscaras que também serão distribuídas à comunidade que não pode adquiri-las

Os cursos de Design(Cianorte), Moda (Cianorte), Engenharia Têxtil (Goioerê) e Engenharia de Produção (Maringá) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) estão fabricando máscaras de proteção contra o novo coronavírus (Covid-19) para os profissionais da Universidade, técnicos, entidades, hospitais, institutos e casa de repousos.

Para iniciar a produção, um grupo de professores realizaram a limpeza e higienização do Laboratório Minifábrica do curso de Engenharia de Produção, para o processo de costura e, em suas casas, os docentes iniciaram o procedimento de corte dos tecidos.

“Para iniciar a produção, adquirimos o material para o primeiro lote, 200 máscaras, em seguida conseguimos doações de professores da UEM para viabilizar o restante” explica Gislaine Camila Leal do Departamento de Engenharia de Produção.

Segundo Francielle Cristina Fenerich, responsável pelo planejamento de Produção, a previsão é que as 1000 máscaras estejam prontas para distribuição em 10 dias. “Estamos também trabalhando com uma campanha de doações para a aquisição de mais materiais com o intuito de produzir mais máscaras” esclarece Fenerich.

No processo de costura, o chefe do Departamento de Design e Moda, professor Marcio José Silva, orientou os docentes dos cursos envolvidos, técnicos, aposentados e familiares que estão participando dessa ação.

Cianorte

No câmpus de Cianorte, o Curso de Design e Moda confeccionaram cerca de 1300 máscaras que foram destinadas à Santa Casa, Instituto Bom Jesus, Recanto dos Velhinhos e Secretaria de Saúde de Cianorte e Umuarama, Hospital Municipal de Indianópolis, Rondon e Tapejara; a agentes de vigilância do Campus de Cianorte, médicos e enfermeiros extensionistas da UEM.

Goioerê

O Curso de Engenharia Têxtil, Câmpus Goioerê também fabricaram 1300 máscaras. Cerca de 150 delas foram trocadas por alimentos não perecíveis, que foram distribuídos a uma comunidade carente da cidade. 100 máscaras foram doadas a um projeto de Umuarama, ligado à Secretaria de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e outra parte destinada à Associação de Coletores de Materiais Recicláveis de Goioerê (ATA).

O restante, cerca de 1000 máscaras, serão encaminhadas à defesa civil, que tem o cadastro das regiões da cidade que têm maior necessidade e carência desse material.

https://www.ofatomaringa.com.br/blog/ler?link=uem-produz-mascaras-de-protecao-contra-covid-19

 

A UEL (Universidade Estadual de Londrina) foi apontada a segunda melhor instituição brasileira no THE Impact Ranking, divulgado nesta terça-feira (21), que avaliou 766 instituições de ensino superior em todo o mundo sobre o trabalho desenvolvido para o cumprimento dos ODS (Objetivos de Desenvolvimento Sustentável) da agenda 2030 da ONU (Organização das Nações Unidas). Entre as 766 avaliadas no mundo, a universidade ficou na posição de número 91, à frente de outras reconhecidas no país, despontando como a paranaense mais bem posicionada.

De acordo com a professora Elisa Emi Tanaka Carloto, diretora de avaliação e informação institucional da Proplan (Pró-reitoria de Planejamento), a ótima posição retrata um trabalho real desenvolvido pela comunidade universitária considerando ações, projetos e pesquisas com foco na agenda 2030 da ONU, que aponta prioridades como erradicação da pobreza, agricultura sustentável, saúde e bem-estar, redução de desigualdades, parcerias e meios de implementação, energia limpa e outros.

Dos 17 itens que compõem a agenda 2030, a UEL respondeu a 15, elencando ações e projetos desenvolvidos, com destaque para a Usina Fotovoltaica, entregue em novembro passado, com capacidade para manter cerca de 250 residências médias durante um ano. A estrutura é resultado do Projeto de Eficiência Energética aprovado em chamada pública assinada pela Copel (Companhia Paranaense de Energia) e Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

Além das placas de captação, o Projeto de Eficiência Energética e de Pesquisa e Desenvolvimento Estratégico incluiu uma unidade geradora de energia elétrica a biogás, além da substituição de lâmpadas fluorescentes - Led, troca de 40 condicionadores de ar e de 40 destiladores de água, por equipamentos mais eficientes e de menor gasto energético. Também foram instalados 40 medidores para avaliar o consumo no campus universitário.

Arquivo FOLHA

Outro destaque da UEL foi no item erradicação da pobreza, que de acordo com os avaliadores, as instituições devem ter ações para colaborar com uma sociedade mais igualitária. Segundo a professora Elisa, os programas de apoio à permanência de estudantes carentes desenvolvidos pela UEL tiveram grande peso. Foram destacados a moradia estudantil, as bolsas de estudos de inclusão social, o subsídio para refeições no Restaurante Universitário, a cessão de passes para o transporte público e projetos de educação financeira direcionados à população carente, além de programas de atendimento de saúde voltados à população vulnerável.

"O ranking retrata a nossa realidade. Uma universidade que olha para o futuro", destacou a diretora. Ela salientou que o THE Impact Ranking é uma pesquisa qualitativa, que busca avaliar ações concretas da comunidade acadêmica e sua capacidade de estabelecer interlocuções com órgãos governamentais e agências. É uma metodologia diferente dos demais levantamentos que medem desempenho das Instituições considerando pesquisas desenvolvidas e os impactos no mercado.

Em sua segunda edição, o levantamento é uma iniciativa do grupo britânico que elabora um dos mais conceituados rankings internacionais de universidades (THE World University). Para participar da pesquisa, as instituições necessitam enviar informações que comprovem pelo menos três itens da agenda, denominados ODS e obrigatoriamente com o ODS 17, definido como Parcerias e meios de implementação.

Colocações

A USP (Universidade de São Paulo) é a instituição brasileira melhor colocada, seguida pela UEL e pela Universidade Federal do Espírito Santo. Entre as paranaenses que se destacaram estão a UEM (Universidade Estadual de Maringá) - 8º lugar; PUC (Pontifícia Universidade Católica) - 14ª colocação, Universidade Federal do PR, na 22ª posição, além da Universidade Tecnológica Federal do PR, 25º, e Unioeste (Universidade do Centro-Oeste), na 32ª posição.

Redação Bonde com Agência UEL

https://www.bonde.com.br/educacao/noticias/uel-esta-entre-as-melhores-do-mundo-no-cumprimento-da-agenda-2030-da-onu-515933.html

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