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Sex, Jun

Ter um local bem iluminado, bem organizado e criar um plano de estudos é de suma importância Foto: Divulgação

Estudando em casa, plano de estudos, foco e disciplina são fundamentais

É bastante comum ouvirmos os estudantes, que irão prestar vestibular, reclamando da grande quantidade de conteúdo a ser estudada para os exames, em um intervalo de tempo relativamente curto. Em meio à difícil situação que vive o Brasil e o mundo por conta da pandemia do coronavírus, os alunos poderão tirar algo de positivo. Várias universidades estaduais cancelaram suas provas, com isso os alunos ganharam mais tempo de preparação. Entretanto, mais tempo sem organização é armadilha.

As datas mudaram, porém os objetivos seguem os mesmos. Se o aluno não estava com a intensidade de estudos ideal, agora ganhou uma segunda chance. “Com esse novo cenário, os vestibulandos têm mais tempo para aprenderem, revisarem e fixarem o conteúdo. Os alunos precisam continuar estudando, mas de forma organizada e com uma rotina clara, pois o tempo a mais pode criar uma falsa e perigosa impressão de que se pode deixar para depois. E aí, quando menos se esperar, eles estarão de novo correndo contra o tempo, para recuperar a matéria perdida”, explica Caroline Lucena, Coordenadora do Ensino Médio e do Pré-vestibular do Elite Rede de Ensino.

Segundo Caroline, ter um local bem iluminado, bem organizado e criar um plano de estudos é de suma importância. “No Elite, todas as coordenações de unidades estão orientadas a atenderem e ajudarem os alunos neste sentido. Assim, se o estudante não consegue se organizar sozinho, ele pode recorrer à sua coordenação. Nesse período, a escola está com aulas onlines e a plataforma disponível também sugere horários de estudos e horários de exercícios, com tempos divididos por disciplina”, destaca Carol.

Em Ponta Grossa (PR), a UEPG (Universidade Estadual de Ponta Grossa) adiou o vestibular de inverno, previsto para julho de 2020, a nova data será divulgada posteriormente. Os demais processos seletivos da universidade, com provas no fim do ano, permanecem inalterados, incluindo o processo seletivo seriado.Em Maringá (PR), a UEM (Universidade Estadual de Maringá) adiou o vestibular de inverno, as provas seriam nos dias 12 e 13 de julho, novas datas ainda não foram definidas.

A UDESC (Universidade do Estado de Santa Catarina) suspendeu o vestibular de Inverno, que seria no dia 31 de maio, assim como as inscrições que teriam iniciado no dia primeiro de abril. O novo cronograma do vestibular de inverno será divulgado posteriormente.

No Rio de Janeiro, a UERJ suspendeu seu primeiro exame de qualificação que seria aplicado em sete de junho. O novo calendário ainda não foi divulgado e até então todos os eventos relacionados a este vestibular estão suspensos, as reclassificações do último vestibular também estão suspensas.

A UFT (A Universidade Federal do Tocantins) suspendeu a aplicação das provas do Vestibular 2020/2 e ainda não há novas datas para a prova e nem para as etapas posteriores. Inicialmente, a avaliação estava prevista para o dia três de maio e o resultado (18/06) e outras chamadas: 30/06, 08/07 e 17/07. No Triângulo Mineiro, a UFU (Universidade Federal de Uberlândia) suspendeu a aplicação das provas do Vestibular 2020/2. Um novo cronograma será divulgado posteriormente. As provas da primeira fase seriam aplicadas em 25 e 26 de abril, já a segunda etapa seria realizada em seis e sete de junho. 

Datas do Enem mantidas

As datas do Enem estão mantidas pelo Ministério da Educação. Nesta edição, terão provas digitais e impressas. Será a primeira vez que o candidato terá a opção digital. A adesão a versão digital será opcional no ato da inscrição, até um total de 100 mil participantes. As inscrições para as provas impressas e digitais serão entre 11 e 22 de maio. O Enem digital está mantido, os exames serão 11 e 18 de outubro. As provas impressas também estão mantidas, acontecerão nos dias primeiro e oito de novembro.

Informações Assessoria de Imprensa

https://d.arede.info/cotidiano/320587/estudantes-ganham-mais-tempo-de-preparacao-no-vestibular

Até o momento, estão envolvidos nesta versão remota do projeto de extensão 12 alunos do PET da Enfermagem e 30 idosos representantes de turmas da Unati.

Em tempos difíceis, o necessário isolamento domiciliar pode deixar os idosos tristes e carentes, porque são as pessoas que mais precisam car em casa quase que o tempo todo.

Então, para não ficarem “sozinhos”, a Universidade Aberta à Terceira Idade (Unati) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e o projeto de extensão “Unindo Gerações”, desenvolvido com o Programa de Educação Tutorial (PET) da Enfermagem, estão em contato regular e a distância com os alunos da Unati, por meio de telefone e Internet.

 

Até o momento, estão envolvidos nesta versão remota do projeto de extensão 12 alunos do PET da Enfermagem e 30 idosos representantes de turmas da Unati. Em tão pouco tempo de acolhimento tecnológico, já que os contatos a distância iniciaram na semana passada, os atendidos já percebem resultados muito positivos. Além do projeto de extensão “Unindo Gerações”, a Unati faz com que algumas aulas permaneçam remotamente.

https://oparana.com.br/noticia/academicos-da-uem-mantem-contato-com-idosos-pela-internet/

São máscaras do modelo Face Shield produzidas pela UEL, UEM, UEPG, Unioeste e Unicentro

A entrega de 500 máscaras do modelo Face Shield, 200 litros de álcool glicerinado e 150 quilos de álcool em gel foi feita pelo superintendente Aldo Bona ao coordenador da Defesa Civil, tenente-coronel Fernando Schunig. A entrega foi acompanhada pela primeira-dama e presidente do Conselho de Açã (Foto: Jose Fernando Ogura/AEN )

Equipamento é distribuído em suas regiões. A Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior entregou nesta segunda-feira (13) à Coordenadoria Estadual de Defesa Civil materiais de proteção produzidos pelas universidades estaduais do Paraná.

A entrega de 500 máscaras do modelo Face Shield, 200 litros de álcool glicerinado e 150 quilos de álcool em gel foi feita pelo superintendente Aldo Bona ao coordenador da Defesa Civil, tenente-coronel Fernando Schunig. A entrega foi acompanhada pela primeira-dama e presidente do Conselho de Ação Solidária, Luciana Saito Massa, e pela Superintendente Geral de Ação Solidária, Jeslayne Valente. 

A Defesa Civil distribuirá os materiais a órgãos que necessitam dos equipamentos. As máscaras e os dois tipos de álcool foram produzidos pelos Núcleos de Inovação Tecnológica das Universidades Estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG), CentroOeste (Unicentro), do Oeste do Paraná (Unioeste) e do Norte do Paraná (UENP).

As máscaras, produzidas em impressoras 3D, funcionam como uma barreira física para que os profissionais da saúde e da segurança não sejam contaminados pela fala, tosse ou espirro das pessoas que estão infectadas. As instituições contam, atualmente com cerca de 100 impressoras que possuem uma capacidade de produção de 686 máscaras por dia. “As universidades têm produzido e distribuído as Face Shields em suas regiões de acordo com demandas dos hospitais públicos e privados. A entrega à Defesa Civil contribui com os esforços do Governo para atender as necessidades dos órgãos de maneira igual”, destacou o superintendente de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior, Aldo Bona.

Para o coordenador da Defesa Civil, é importante envolver todos os setores da sociedade no combate ao coronavírus, inclusive as universidades e sua atuação no desenvolvimento tecnológico. “Essa ação integrada permite que possamos ter os produtos de proteção chegando aos profissionais que mais precisam para atender à sociedade, dando maior segurança aos que estão na linha de frente”, reforçou o tenentecoronel Fernando Schunig.

“É uma honra receber uma doação dessas. A atitude de solidariedade a partir dessa parceria das universidades, com certeza, fará muita diferença na vida de toda a população paranaense”, disse Luciana Massa. “É uma luta conjunta e vamos vencê-la juntos”, afirmou.

Apoio técnico

O coordenador da Defesa Civil mostrou também o trabalho do órgão de acompanhamento da doença no Estado, que possibilita uma visualização rápida dos locais mais afetados e das curvas de desenvolvimento epidemiológico.

Esses dados são repassados também à Secretaria de Estado da Saúde para auxiliar nas decisões críticas que precisam ser tomadas para diminuir a progressão da doença.

A primeira-dama Luciana Saito Massa recebeu o colete da Defesa Civil, simbolizando a integração entre as instituições de governo para o ações solidárias no enfrentamento ao Coronavírus.

Ações pelo Estado

Os coordenadores do projeto “Protetor Facial” da UEPG desenvolveram um novo modelo com aproveitamento da estrutura de capacetes de segurança. A nova proposta de suporte para a viseira permitirá aumentar a produção nos próximos dias. A iniciativa faz parte da campanha “UEPG contra o Coronavírus”.

“Pretendemos utilizar a carneira de capacete de segurança, que possui baixo custo e é encontrada em larga escala no mercado”, explica Maurício Zadra Pacheco, professor da UEPG e um dos coordenadores do projeto. O objetivo é otimizar o projeto e garantir uma peça de qualidade, com redução do tempo de produção.

“A Polícia Científica do Paraná, ao qual o IML é vinculado, ficou sabendo desse mutirão em Guarapuava e realizou uma sondagem, se seria possível esse mutirão fornecer 200 escudos faciais para que pudessem ser distribuídos para o as 18 unidades do IML no Estado. Nós fizemos uma consulta ao grupo que entendeu a dimensão do pedido realizou o atendimento”, destacou.

Os escudos faciais serão utilizados pelos profissionais do Instituto Médico Legal durante a realização dos exames de necropsia. A Unicentro e o Mutirão TEC do Bem já repassaram 100 Face Shields para a Polícia Científica e, nos próximos dias, um segundo lote, com a mesma quantidade de escudos faciais, será entregue.

Parceria

A Unioeste está utilizando as impressoras 3D construídas em parceria pelo curso de Ciência da Computação e o Parque Tecnológico de Itaipu, para a produção de equipamentos de proteção individual para profissionais da saúde.

“A iniciativa coletiva pretende atender a demanda de Foz do Iguaçu e região tendo cooperado com Hospital Municipal e o Hospital Costa Cavalcanti para fornecer os equipamentos”, explicou o professor de Ciência da Computação e um dos coordenadores do projeto da impressora 3D, Claudio Roberto Marquetto Mauricio.

Em Cascavel, o NIT, que também possui uma impressora 3D, está avaliando modelos para produção das máscaras para o HUOP. Na UEL um grupo de residentes e professores do curso de Fisioterapia, em parceria com empresários e voluntários, se uniram para produzir os equipamentos de proteção para os profissionais do Hospital Universitário de Londrina. A cidade de Londrina também conta com uma rede com 26 impressoras capaz de produzir 150 máscaras de proteção por dia.

Na cidade de Maringá estudantes e professores da UEM se uniram em uma rede de colaboração que totalizou 29 impressoras 3D. As máquinas possuem capacidade de produzir 150 máscaras por dia que serão distribuídos em hospitais públicos e privados da região.

Entre as medidas de enfrentamento ao coronavírus que foram adotadas pelas universidades estaduais está o aumento da produção de álcool em gel nos laboratórios e em farmácias escolas.

Norte do Paraná

A Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP) e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) de Cornélio Procópio iniciaram em março a produção de protetores faciais, para atender uma demanda da 18ª e 19ª Regionais de Saúde, no Norte do Estado.

Por meio da parceria, serão produzidos cerca de 1050 protetores para profissionais da área de saúde da região, para que possam atuar na triagem de pessoas com suspeita de contaminação e nos cuidados e tratamento de pacientes com o novo coronavírus.

O protetor desenvolvido pela UENP foi criado pela Universidade Federal de Goiás (UFG). O pró-reitor de Planejamento e Avaliação  Institucional, Bruno Galindo, explica que o modelo irá otimizar o tempo de produção e material gasto. “O tempo de produção será de 45 minutos por unidade. Serão gastos cerca de 15 gramas de material para cada suporte”, comenta.

Com informações de Agência Estadual de Noticias. 

https://www.aquiagora.net/noticias/ver/95175/

De acordo com Marcelo Abreu, coordenador do grupo de pesquisa, casos na cidade crescem com mais lentidão se comparados à tendência mundial

De modo a evitar um futuro colapso no sistema de saúde de Maringá (PR), devido a uma possível expansão da covid-19, pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) estudam, por meio de modelos matemáticos, como a pandemia tem se comportado. Resultados preliminares apontam que o número de infectados “tende a crescer lentamente em comparação ao que se vê ao redor do mundo, indicativo de que as medidas de mitigação adotadas estão ajudando”. Os docentes pretendem apresentar um relatório oficial à Secretaria Municipal de Saúde para prever cenários e tentar reduzir ainda mais os casos positivos do novo coronavírus. 

Conforme o artigo científico oriundo da pesquisa, baseada em dados da Secretaria Municipal de Saúde e da Secretaria da Saúde do Paraná, anteriormente uma pessoa infectada em Maringá transmitia a covid-19, em média, para outras três; atualmente, a transmissão caiu para 1,4 pessoa. No entanto, isto não é motivo para a população descuidar-se, de forma alguma. É preciso que todos continuem a cumprir rigorosamente as recomendações da Organização Mundial da Saúde e do Ministério da Saúde.

Coordenador do grupo de pesquisa, o professor Marcelo Osnar Rodrigues de Abreu, do Departamento de Matemática (DMA) da UEM, informa que “o acompanhamento da evolução da epidemia visa obter indicadores de quando medidas de intervenção devam ser tomadas”, lembrando que desde março a Prefeitura de Maringá já tem adotado diversas providências de contenção à doença, inclusive por meio de decretos assinados pelo prefeito Ulisses Maia.

Tendo envolvimento de sete professores do DMA e do Departamento de Estatística (DES) da UEM e de um professor do Instituto Federal de Mato Grosso do Sul (IFMS), a pesquisa é baseada em dois modelos matemáticos tradicionalmente usados em situações epidêmicas: SIR (sigla para “suscetíveis; infectados; recuperados”) e SEIR (sigla para “suscetíveis; expostos; infectados; recuperados”). Nas próximas etapas, os cientistas pretendem verificar dados sobre ocupação de leitos hospitalares e exames diagnósticos de covid-19. fonte: ASC/UEM

https://www.ofatomaringa.com.br/blog/ler?link=grupo-analisa-evolucao-da-covid-19-em-maringa-para-evitar-colapso

13/04/2020 18:27 em Notícias de Maringá

Em tempos difíceis, o necessário isolamento domiciliar pode deixar os idosos tristes e carentes, porque são as pessoas que mais precisam ficar em casa quase que o tempo todo. Então, para não ficarem “sozinhos”, a Universidade Aberta à Terceira Idade (Unati) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e o projeto de extensão “Unindo Gerações”, desenvolvido com o Programa de Educação Tutorial (PET) da Enfermagem, estão em contato regular e a distância com os alunos da Unati, por meio de telefone e Internet.

Até o momento, estão envolvidos nesta versão remota do projeto de extensão 12 alunos do PET da Enfermagem e 30 idosos representantes de turmas da Unati. Em tão pouco tempo de acolhimento tecnológico, já que os contatos a distância iniciaram na semana passada, os atendidos já percebem resultados muito positivos.

“Para mim, é uma experiência nova e superagradável”, resume José Antonio Pichelli, 74 anos, sobre o contato remoto com uma aluna do PET. “Moro sozinho e ficar no confinamento não é fácil. Mas, agora estou tranquilo em casa”, responde com bom humor o aluno da Unati desde o ano de 2015.

Roberto Leme Batista, 61 anos, e na Unati desde o ano passado, tem conversado com o universitário Lucas Vinicius Lima (3º série de Enfermagem e aluno do PET) por meio de aplicativo de mensagens instantâneas. “Trocamos ideias e discussões políticas no contexto da covid-19. Ele é um estudante preparado e tenho procurado contribuir com ele também. Sou professor universitário com formação em Letras, História e pós-graduações, continuo na ativa”, declara Batista.

Além do projeto de extensão “Unindo Gerações”, a Unati faz com que algumas aulas permaneçam remotamente. Ingrid Elise Bredow, 69 anos, é prova disto. Ela, que está na Unati desde sempre, ou seja, há uma década, continua com aulas de literatura da professora Terezinha Oliveira. “Conversamos em grupo on-line, é muito bom! Ela nos deu uma lista de títulos que têm a ver com o momento que estamos passando, e trocamos ideias. Isso nos deixa mais motivados para que tudo volte ao normal”, expõe Bredow.

Envolvimento de estudantes

Danielle Gomes Barbosa Valentim, aluna da 4ª série de Enfermagem na UEM e membro do PET, decidiu se engajar nessa atividade “para poder levar companhia e descontração em meio a tanta dificuldade e solidão que o mundo está passando”. Como toda a sociedade é bombardeada por notícias ruins a todo momento, e os idosos são um dos grupos de risco do novo coronavírus, Valentim percebe que “além de isolados, sentem-se frágeis, com medo, ansiosos, e esse projeto os acalma por meio de educação em saúde, conversas e interação”.

Heloisa Gomes de Farias, também da 4ª série de Enfermagem e do grupo do PET, é mais uma dos 12 acadêmicos voluntários. “Tive muita receptividade e gentileza dos idosos, tivemos troca de experiências, compartilhamento de rotinas diárias, relatos de como eles se sentem nesse período e o que estão fazendo ou deixaram de fazer”. Para acadêmica da UEM, é “muito gratificante e enriquecedor” proporcionar este acolhimento.

Envolvimento de professores

A professora Vanessa Denardi Antoniassi Baldissera, tutora do PET da Enfermagem, acredita que afastar-se socialmente de maneira repentina é algo estranho a todos. Não seria diferente aos idosos da Unati, “em virtude de todo o engajamento, interação social e vida ativa que têm dentro da universidade”. Por isso, ficou decidido “acolher esse idosos por meio da interação por telefone, vídeo e texto para diminuir a distância e a solidão, que é negativa para qualquer ser humano, especialmente aos idosos unatianos”.

De acordo com Paulo Lopes, coordenador geral da Unati da UEM, atualmente são atendidos 400 idosos. Em outros anos, chegou-se ao número de 500 (em 2020 não foi possível receber matrículas novas devido à pandemia). Em pouco mais de dez anos de Unati, pelo menos 2 mil pessoas da terceira idade já tiveram aulas na UEM. “A Unati reintegra o idoso à sociedade, porque muitos vêm com quadros de depressão, isolamento. Aqui passam por reinserção social, fazem um novo núcleo de amizades”. E como, devido à pandemia de covid-19, os encontros presenciais ficaram temporariamente suspensos, Lopes aponta que as reuniões on-line “minimizam a solidão e servem para monitorá-los e ajudá-los”.

(Foto: Comunicação UEM)

https://radiomaringa.com.br/noticia/690248/academicos-de-enfermagem-da-uem-conversam-com-idosos-da-unati-pela-internet

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