Sidebar

26
Qua, Jun

Foto: Chuniti Kawamura / ANPr

Um método de gestão dos recursos gerados pelas universidades públicas do Paraná está ameaçando a oferta de serviços pela UEM (Universidade Estadual de Maringá). Isso porque 30% de toda a receita própria da instituição está ficando retida no caixa geral do Estado, que decide gastar o dinheiro onde quiser.

A Drem (Desvinculação de Receitas do Estado e Municípios), em vigor desde 2016, vem complicando a manutenção de projetos, pesquisas, eventos e serviços à comunidade. O caso mais claro é o do Lepac (Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas). Com receita 30% menor, o laboratório passa por dificuldades na compra de insumos para realização dos exames.

“Não conseguiríamos reduzir o custo na mesma proporção e não podemos aumentar o preço dos exames”, diz o professor João Marcelo Crubellate, assessor de planejamento da UEM. “Se (a retenção) continuar, o número de atendimentos vai ser reduzido, mas ainda não temos isso calculado.”

A farmácia ensino também foi diretamente atingida pelos bloqueios, assim como o Hospital Universitário, que trabalha com estoques menores de materiais de primeira necessidade. Na área de projetos, os professores estão receosos, uma vez que os contratos são fechados por um valor inicial, mas depois são descontados 30%.

No vestibular, a taxa de inscrição, que custeia a organização do concurso, também é repartida com o Estado. Dos R$ 156, 46,80 ficam com o governo. Segundo Crubellate, em 2018, o governo reteve R$ 12,6 milhões em recursos gerados pela UEM; e este ano, R$ 2,5 milhões. “A UEM não trabalha com margem de lucro e por isso é praticamente impossível equacionar os 30% dentro das ações.”

Reitor tenta solução

O reitor da UEM, Júlio Damasceno, terá hoje uma reunião na Secretaria de Estado da Fazenda para apresentar as dificuldades da gestão com a retenção das receitas. Ele estará acompanhado de reitores de outras universidades. Em nota, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior informou que discute com a Fazenda “possíveis soluções” para a Drem. “Nos próximos dias teremos uma solução”.

https://paranaportal.uol.com.br/cidades/retencao-de-30-dos-recursos-ameaca-servicos-projetos-e-pesquisas-na-uem/

A Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Medianeira, em parceria com as instituições de ensino superior Faculdades Guairacá, Universidade Estadual do Centro Oeste (UNICENTRO) e Universidade Estadual de Maringá (UEM), assinaram o convênio de cooperação científica para o desenvolvimento de projeto envolvendo à Terapia Fotodinâmica -  modalidade terapêutica utilizada, principalmente, na Dermatologia para o tratamento de câncer de pele e feridas. Seu princípio de funcionamento, baseia-se na interação entre um fotofármaco e luz para a inativação de células e microrganismos.

Nesta parceria, à UTFPR Medianeira e aos docentes associados ao projeto, cabe o desenvolvimento e produção de sistemas para irradiação de luz que serão utilizados na avaliação do processo de cicatrização de úlceras venosas, em realização nas Clínicas Integradas Guairacá, na cidade de Guarapuava, PR.

A cerimônia de entrega do convênio foi marcada pela presença do Diretor-Geral da Faculdade Guairacá, Juarez Matias Soares, Vice-Diretora, Kelly Cristina Nogueira Soares e professor do Colegiado de Enfermagem da instituição Eleandro Prado. Também presentes, representantes das universidades parceiras, a professora Tânia Toyomi Tominaga da (UNICENTRO), professor Wilker Caetano (UEM) e a professor Leandro Herculano da Silva (UTFPR Medianeira).

Assessoria

http://www.guiamedianeira.com.br/noticia/22901/UTFPR+Medianeira:+Campus+assina+convenio+para+desenvolvimento+de+projeto+de+Terapia+Fotodinamica

 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná, divulgou o resultado do pedido de isenção da taxa de inscrição do Vestibular de Inverno 2019. Confira o resultado geral.

Puderam solicitar isenção candidatos que atenderam os pré-requisitos disponíveis no Edital de Isenção.

As inscrições para o Vestibular podem ser realizadas até 8 de maio no site. O valor da taxa é R$ 156,00 e poderá ser quitada até 10 de maio.

A UEM está oferecendo 1.494 vagas para cursos de graduação, destinados aos Câmpus de Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Maringá e Umuarama.

Os locais de provas serão informados dia 13 de junho. Os exames serão aplicados nos dias 14 e 15 de julho nas seguintes cidades do Paraná (PR): Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Cidade Gaúcha, Curitiba, Goioerê, Ivaiporã, Maringá, Paranavaí e Umuarama. O resultado é previsto para 16 de agosto

Para mais informações acesse o Manual do Candidato e o portal do Vestibular.

https://www.infoescola.com/noticias/uem-divulga-resultado-do-pedido-de-isencao-na-taxa-do-vestibular-de-inverno-2019/

A inscrição para o concurso permanece aberta até 8 de maio

A Universidade Estadual de Maringá divulgou, nesta sexta-feira (26/4), o resultado dos pedidos de isenção da taxa do Vestibular de Inverno 2019. Para este concurso foram concedidas 525 isenções.

Acesse aqui o edital com a lista dos pedidos aceitos, lembrando que 55 foram indeferidos.

Para quem quiser entrar com recurso o prazo vai até terça-feira, dia 30.

Inscrição

As inscrições para o Vestibular de Inverno 2019 permanecem abertas até 8 de maio e devem ser feitas pela internet (http://www.cvu.uem.br/). A taxa de inscrição, no valor de R$ 156,00, pode ser paga até o dia 10 de maio.

Para este concurso a UEM oferece um total de 1.494 vagas, em cerca de 70 cursos de graduação. 20% das vagas são reservadas pelo sistema de cotas sociais, para estudantes de baixa renda. As provas serão realizadas nos dias 14 e 15 de julho.

Mudanças

Este será o primeiro concurso que a Universidade realiza depois das mudanças aprovadas no início deste ano.

O que mudou? Inicialmente a UEM optou por aplicar as provas em dois dias e não três como fazia antes. Outra alteração é que o concurso será realizado no período da tarde, das 13h50 às 19h. O candidato terá um tempo máximo de cinco horas para resolver as questões.

O resultado do Vestibular de Inverno 2019 será publicado no dia 16 de agosto.

http://www.sejabixo.com.br/vestibular/mural2.asp?id=46659

 

Ferramenta de averiguação instantânea será usada também para combater fraudes em alimentos e bebidas. 

“É apaixonante conseguir pesquisar algo que volta à sociedade!”, diz inventor Andrelson Rinaldi

Neste Dia Mundial da Propriedade Intelectual (26), a reportagem mostra a patente “Sensor Eletrônico para Determinação do Teor de Álcool em Hidrocarbonetos”, concedida a pesquisadores vinculados à Universidade Estadual de Maringá (UEM) no segundo semestre do ano passado. É uma ferramenta de averiguação instantânea para combate a fraudes em combustíveis, alimentos e bebidas.

Com baixo custo, “o sensor pode ser instalado com um display no carro para, na hora que estiver abastecendo, o motorista fazer a leitura de qual é a percentagem de gasolina, água ou álcool naquele combustível”, declara um dos inventores e chefe do Departamento de Química (DQI) da UEM, Andrelson Wellington Rinaldi.

Desde 16 de março de 2015, o Governo Federal estipula como 27% a adição obrigatória de etanol anidro à gasolina comum, percentual fiscalizado pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). “Os hidrocarbonetos são combustíveis constituídos apenas de carbono e hidrogênio. E o sensor é ideal para determinar fraudes na gasolina e garantir que o consumidor tenha uma gasolina pura, com qualidade”, explica Rinaldi. O sensor também consegue determinar teor de água em diesel ou biodiesel, cachaça, vinho e uísque.

Sensor inventado a partir de tese de doutorado em Química cabe na palma da mão

A patente veio para invenção originada em tese de doutorado de Rinaldi, desenvolvida na UEM com orientação do professor Emerson Marcelo Girotto e, em parte, no Consiglio Nazionale delle Ricerche, na Itália, sob supervisão do professor italiano Alberto Zanelli. “Patentear produtos dá visibilidade à ciência feita no Brasil e na nossa instituição. Temos bons pesquisadores, boas ideias e devemos trabalhar não apenas para produzir ciência, mas fazer com que a ciência vá para a comunidade. É apaixonante conseguir pesquisar algo que volta à sociedade!”, reflete Rinaldi, também doutor em Química e bolsista por produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Agora, abre-se possibilidade para que, inspirados no sensor patenteado, pesquisadores deem novas contribuições, por exemplo com sensores voltados a outras áreas, como ambiental e da saúde. 

https://www.ofatomaringa.com.br/blog/ler?link=sensor-eletronico-determina-teor-alcoolico

Mais Artigos...