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Seg, Abr

Os goioerenses Pedro Ribeiro e Simoni Rodrigues, colaram grau em Direito no final de semana passado. Os dois concluíram o curso pela UNISUL - Universidade do Sul de Santa Catarina.

A colação de grau aconteceu durante concorrida cerimônia na cidade de Florianópolis, reunindo amigos e familiares para um momento único e especial.

Pedro Ribeiro, que também é professor formado pela UEM – Universidade Estadual de Maringá - é presidente da Fundação Universitária de Goioerê. Já Simoni, também professora, é ex-coordenadora do Polo UAB de Goioerê.

 

“É um sonho que a gente está realizando e nessa oportunidade, queremos agradecer a todos os amigos e familiares, que muito nos incentivaram e torceram por esse momento nosso”, diz Ribeiro.

https://www.gazetaregional.com/noticia/goioerenses-colam-grau-em-direito

Itamar Flávio da Silveira recebeu uma repreensão e Moacir José da Silva foi punido com suspensão por 90 dias sem remuneração. Defesa deve recorrer.

MARINGÁ, PR – Dois professores do Departamento de História da Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, foram punidos com repreensão e suspensão por assédio sexual contra alunas.

Portaria divulgada nesta terça-feira (27) puniu Itamar Flávio da Silveira com pena de repreensão (falta disciplinar de natureza leve) e Moacir José da Silva com suspensão por 90 dias sem remuneração.

Responsável pela definição das punições, o reitor Mauro Baesso acatou parcialmente o relatório final da comissão, que sugeriu que Silveira recebesse suspensão por 90 dias e que Silva fosse demitido do quadro de servidores da UEM.

A portaria 202/2018 informa que o reitor entendeu que as sanções sugeridas pela comissão “não guardam proporcionalidade com as naturezas das infrações efetivamente comprovadas nos autos”.

A avaliação de Baesso concluiu que nem todas as condutas infracionais apontadas no relatório foram comprovadas. O reitor afirmou que não vai comentar o caso.

Professores e vítimas podem recorrer da decisão aos conselhos universitários da instituição: o primeiro que pode avaliar o pedido é o Conselho Administração (CAD) e depois o Conselho Universitário (COU). Em conjunto, os conselheiros têm autonomia para reformar a decisão do reitor, que também pode ser alterada pela Justiça.

 

Bruno Gimenes Di Lascio, advogado de defesa dos professores, afirmou que ainda não foi notificado da decisão, mas que, mesmo assim, a tendência é recorrer.

 

https://24horas.com.br/parana/maringa/uem-pune-professores-com-repreensao-e-suspensao-por-assedio-sexual/

O deputado Enio Verri (PT-PR) saúda a desobediência contra a censura nas universidades públicas do país, que passaram a ministrar aulas sobre o Golpe de 2016. “A reação veio à altura a que o fascismo merece”, escreve.

Além do natural autoritarismo e da truculência que lhe é peculiar, todo censor é um ridículo. Mede o mundo pela régua da sua miopia e pela visão estreita de quem usa antolhos. A melhor contribuição de um ministro pernambucano que nunca ouviu falar de Paulo Freire foi a de tentar censurar a autonomia da Universidade de Brasília (UnB). A reação veio à altura a que o fascismo merece. Antes mesmo de o curso criado pelo professor Luís Felipe Miguel ser aberto, já havia fila de espera.

Alvissareira é a notícia de que a Universidade Estadual de Maringá (UEM) oferecerá um curso com o mesmo conteúdo. Hoje são pelo menos 13 universidades, entre federais e estaduais que, indignadas com o autoritarismo e o aprofundamento das consequências do rompimento democrático, oferecem uma formação acadêmica sobre o golpe legislativo, togado e midiático, de 2016. A reação à tentativa de censura do ministro repercutiu no exterior. No dia 16 de maço haverá uma palestra na Universidade de Bradford, na Grã Bretanha, com o mesmo nome do curso da UnB.

O curso oferecido pela UEM terá o escopo mais ampliado que o pioneiro “O golpe de 2016 e o futuro da democracia no Brasil”, da UnB. O da universidade de Maringá terá como temas norteadores a “a América no século 21, conservadorismo e golpes na América Latina”. Além do Brasil, serão analisados os golpes de Estado no Paraguai, em Honduras e a influência dos Estados Unidos na América Latina, pós a ascensão do presidente Donald Trump.

Os cursos farão um profundo mergulho na história da formação da sociedade brasileira. Serão observados os retrocessos políticos, econômicos e sociais impostos à nação, desde a instalação do golpe de 2016. Suprimiu-se a democracia. Rasgaram a Constituição de 1988, ou seja, as leis que nos separam da barbárie, e seguem aplicando suas convicções e intuições contra cidadãos taxados de inimigos. Haja vista a perseguição eivada de erros legais e jurídicos, que é contra qualquer cidadão comum, que a qualquer momento pode ser acusado e condenado por um crime que não existiu.

A asfixia do Estado, por 20 anos, e a entrega de todos os capitais nacionais condenará o Brasil a ser uma reles colônia de países centro de poder. Não existe nação desenvolvida em que o Estado não tenha sido seu agente indutor. E o maior retrocesso social produzido pelo ministério de notáveis entreguistas de Temer foi o de reconduzir o Brasil ao Mapa da Fome, monitorado pela ONU, onde passou 28 anos e do qual o PT o retirou depois de quase 10 anos de luta.

O curso da UEM também é mais uma forma de enfrentar e denunciar o autoritarismo do governo Beto Richa, que apoia a camarilha Temer. Em 2017, ele impôs às universidades estaduais um sistemático programa de sucateamento, por meio da asfixia econômica. Uma inadmissível interferência na autonomia administrativa das universidades. O governador, sob feroz resistência das comunidades acadêmicas, submete-as ao sistema RHMeta-4. Em médio prazo, seis das mais destacadas universidades estaduais do País serão compradas pela iniciativa privada e transformadas em consórcios de diplomas.

Desde a compra de material de limpeza, à contratação de professores e oferta de cursos, passando por aquisição de material científico e pedagógico, qualquer aquisição ou contratação depende da análise de uma secretaria fiscal. A referência de qualidade das universidades estaduais do Paraná é o resultado de pelo menos 60 anos de construção investidos pela sua população. Beto Richa condena o Estado ao atraso científico e tecnológico e descumpre com sua obrigação de garantir acesso à educação de qualidade. Oxalá a UEM não seja a única estadual a resistir aos golpes dentro do golpe.

*Enio Verri é deputado federal pelo PT do Paraná.

https://www.esmaelmorais.com.br/2018/03/viva-desobediencia-contra-censura/

O secretário de Educação de Goioerê, José Torres, participou da solenidade de colação de grau dos formandos da UEM – Universidade Estadual de Maringá – campus de Goioerê. Na oportunidade, Torres representou o prefeito Pedro Coelho. A solenidade aconteceu no auditório do campus, integrando familiares e amigos ao local.

Durante sua fala, Torres enalteceu a parceria entre a administração municipal e a direção do Campus da UEM em Goioerê, citando investimentos importantes, através de emendas federais. Ao todo são mais de R$ 1 milhão investidos nos projetos do campus.

 

Segundo o secretário pode-se destacar uma emenda no valor de R$ 800 mil para construção de um novo bloco de salas de aula, além de R$ 230 mil para pavimentação asfáltica de trechos que ficam dentro do campus, bem como um veículo zero-quilômetro.

O diretor do campus, Gilson Croscato,agradeceu os apoios recebidos e fez questão de destacar as parcerias com a administração municipal e também com o deputado estadual Douglas Fabrício, que segundo ele, tem feito uma boa articulação política junto ao governo do Estado para que as emendas pudessem ser liberadas.

Participaram da colação, além dos formandos e convidados, o reitor Mauro Baesso, o vice-ritor Julio Damasceno a pró-reitora de ensino Ana Obara.

Também estiveram presentes os diretores de centros, professores Leandro Vanalli (CTC), Angelo Priori(CCH), além dos diretores adjuntos Romel Vanderley (CTC) e Wanderly Janeiro (CCE).

https://www.gazetaregional.com/noticia/secretario-de-educacao-destaca-apoio-da-administracao-aos-projetos-da-uem

Universidade de Maringá terá disciplina sobre o golpe – Foto: Ueslei Marcelino/ Reuters

A Universidade Estadual de Maringá (PR), terra natal do juiz federal Sérgio Moro, também terá um curso sobre o golpe parlamentar que apeou a presidente eleita Dilma Rousseff da Presidência da República e levou Michel Temer ao poder.

Seguindo o exemplo de outras instituições de ensino superior em todo o país, a Universidade Estadual de Maringá (PR), terra natal do juiz federal Sérgio Moro, também terá um curso sobre o golpe parlamentar que apeou a presidente eleita Dilma Rousseff da Presidência da República e levou Michel Temer ao poder.

O curso, baseado na disciplina oferecida na Universidade de Brasília, tem como objetivo central analisar o contexto histórico do golpe que atua como um mecanismo de manutenção do estado pelas elites. O curso, cujo programa ainda está em construção, também vai focar nos desdobramentos do golpe e no sucateamento da educação pública do Brasil.

Fonte: Brasil 247

https://nossapolitica.net/2018/03/universidade-maringa-disciplina-golpe/

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