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Qui, Jun

O acesso aos locais de prova poderá ser feito em 13 de junho. Já as provas do Vestibular estão agendadas para 14 e 15 de julho.

A Universidade Estadual de Maringá (UEM), no Paraná, encerra hoje, 08 de maio, as inscrições do Vestibular de Inverno 2019. Os interessados precisam efetuar o pagamento de taxa no valor de R$ 156.

Faça sua inscrição

Inscritos no CadÚnico, que tenham renda individual de até meio salário mínimo ou familiar de até 3 salários mínimos, puderam pedir a isenção da taxa do Vestibular até 16 de abril.

Foi preciso preencher o requerimento e juntá-lo aos documentos comprobatórios e entregar em uma das unidades da UEM ou pelos Correios para o campus de Maringá. 

O resultado dos pedidos de isenção da taxa foi divulgado em 26 de abril. Os candidatos que não foram beneficiados tiveram dois dias para a solicitação da reanálise das solicitações. O resultado final será disponibilizado hoje também. Aqueles que forem contemplados com a isenção estarão automaticamente inscritos no Vestibular.

Cronograma

O acesso aos locais de prova poderá ser feito em 13 de junho. Já as provas do Vestibular estão agendadas para 14 e 15 de julho. O primeiro dia será composto por questões de conhecimentos gerais e uma redação, e o segundo será formado por perguntas de conhecimentos específicos.

O resultado do Vestibular de Inverno da UEM deverá sair em 16 de agosto. As matrículas dos candidatos aprovados ocorrerão somente no início de 2020, junto com a dos calouros de outros processos seletivos da universidade.

Estão sendo oferecidas 1.494 vagas pelo Vestibular de Inverno 2019, das quais 288 são para os cotistas sociais. As oportunidades são para Maringá, Umuarama, Cianorte, Goierê e Cidade Gaúcha.

Outros detalhes podem ser vistos no Edital e pelo site da UEM.

https://vestibular.mundoeducacao.bol.uol.com.br/noticias/vestibular-inverno-2019-uem-finaliza-inscricoes-nesta-quarta-feira/338877.html

As inscrições são on-line e o pagamento da taxa pode ser feito até sexta-feira

Termina, nesta quarta-feira, dia 8 de maio, o prazo para inscrever-se no Vestibular de Inverno 2019 da UEM (Universidade Estadual de Maringá).

A inscrição deve ser feita, exclusivamente, pela internet no site www.vestibular.uem.br, lembrando que o sistema estará disponível até 23h59, em horário de Brasília. As inscrições serão homologadas após o pagamento da taxa correspondente, no valor de R$ 156,00, que pode ser feito até sexta-feira, dia 10 de maio.

Para este concurso a UEM oferece um total de 1.494 vagas, em cerca de 70 cursos de graduação. 20% das vagas são reservadas para o sistema de cotas sociais, para estudantes de baixa renda.

As provas serão aplicadas nos dias 14 e 15 de julho, das 13h50 às 19h, em Maringá e mais dez municípios paranaenses: Curitiba, Cascavel, Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama.

O candidato deve ficar atento à publicação dos editais das inscrições homologadas e não homologadas, que será feita no dia 24 de maio pelo site www.vestibular.uem.br. A consulta ao local de prova será liberada a partir de 14 de junho, também pelo site.

O resultado do concurso será publicado no dia 16 de agosto e quem for aprovado iniciará o ano letivo em 2020.

Para outras informações entre em contato com a Comissão Central do Vestibular pelo telefone 44 3011-4450. O atendimento é feito de segunda a sexta das 7h40 às 11h40 e 13h30 às 17h30. Instruções sobre o preenchimento da ficha de inscrição, dados sobre o programa de provas e outras informações importantes estão no Manual do Candidato.

http://www.sejabixo.com.br/vestibular/mural2.asp?id=46715

Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas podem parar

Reunião do Secretário da Educação. / Renato Feder

O vice-reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Ricardo Dias Silva, participou, na sexta-feira (3), no Conselho de Desenvolvimento Econômico de Maringá (Codem), de uma reunião de representantes da entidade com o secretário estadual de Educação, Renato Feder. O governo do estado ameaça cortar 30% dos recursos da universidade. Tal medida pode parar as atividades do Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas, (Lepac).

Na conversa com o governo, além de falar de alguns números sobre a UEM e da importância da instituição nos cenários nacional e internacional, especialmente quanto à formação profissional e produção científica, o vice-reitor apresentou algumas sugestões ao secretário.

Uma delas é que os editais lançados pela Fundação Araucária para as universidades possam ser direcionados para que sejam atingidas as metas apontadas pelo governo paranaense no tocante à melhoria da Educação.

O vice-reitor também manifestou preocupação quanto à demora na reposição do quadro de professores e agentes universitários e em relação à manutenção da Desvinculação de Receitas de Estados e Municípios, conhecida por DREM, que, na avaliação das universidades tem gerado efeitos negativos imediatos sobre projetos e demais ações das IES.

Pode fechar

O contigenciamento de recursos preocupa o deputado federal Ênio Verri (PT). No Twitter, ele alertou para os riscos do corte de verbas. “Ratinho retém 30% dos recursos próprios Universidade Estadual de Maringá e vai paralisar o Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas, o segundo maior do Paraná, que realiza 10 mil exames de média e alta complexidade e atente a mais de 100 municípios”.

Edição: Laís Melo

https://www.brasildefato.com.br/2019/05/06/na-linha-de-bolsonaro-ratinho-ameaca-cortar-30-de-recursos-da-uem/

Coordenadores dos cursos de Enfermagem e Medicina, da Universidade Estadual de Maringá, se reuniram, hoje (6), no Gabinete da Reitoria, com representantes da 15ª Regional de Saúde, e o reitor e o vice-reitor da UEM, Julio Damasceno e Ricardo Dias Silva, respectivamente.

Participaram do encontro, além de Damasceno e Silva, o diretor da 15ª RS, Ederlei Alkamim; servidores técnicos de departamentos da Regional; e os coordenadores dos cursos de Enfermagem, Grace Jacqueline Aquiles, e de Medicina, Roberto Esteves, ambos professores.

Os participantes discutiram a questão da integração e parcerias da UEM com a Regional de saúde para desenvolver ações voltadas ao desenvolvimento regional da saúde pública e do ensino de graduação em saúde.

Outra pauta foi a elaboração de propostas visando o fortalecimento da Educação Permanente em Saúde na região. Alguns assuntos de relevância para a saúde pública da região, como a atual crise que envolve o Laboratório de Ensino e Pesquisa em Análises Clínicas (Lepac), da UEM, e o Hospital Universitário Regional de Maringá (HUM), também estiveram na pauta.

A reunião ainda serviu para a discussão de propostas de avanços na integração da UEM com a 15ª RS e outros setores estratégicos do município e região, que resultem em ações de melhoria e consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS) na região.

Com sede em Maringá, a 15ª Regional de Saúde, ligada à Secretaria de Saúde do Paraná (Sesa), engloba 30 municípios, incluindo o de Maringá. (Foto: Assessoria UEM)

https://radiomaringa.com.br/noticia/475879/universidade-estadual-de-maringa-e-regional-de-saude-alinham-projetos

 

Aprender inglês ao ponto de chegar à fluência não é tarefa fácil. Imagine, então, para quem tem dislexia! Certamente, a dificuldade pode ser redobrada ou triplicada se não houver docentes que se atentem a esse transtorno de aprendizagem. Pensando em superar o entrave, o Instituto de Línguas (ILG) da Universidade Estadual de Maringá (UEM) está desenvolvendo o curso de extensão “Capacitação de (futuros) professores de inglês para o atendimento a alunos disléxicos”.

A iniciativa surgiu como desdobramento do doutorado em Letras pela UEM do professor Elerson Cestaro Remundini, que desenvolveu uma tese com objetivo de “ensinar inglês para disléxicos baseando-se em imagens e com foco na oralidade, porque o disléxico tem dificuldade com a leitura”. Coordenador do curso de extensão do ILG, Remundini aponta que entre 7% e 10% dos alunos são disléxicos e nem sempre os docentes estão preparados para atendê-los.

Hoje (6) ocorre o terceiro de oito encontros para as turmas da tarde e da noite, com presença de uma mãe de disléxico, para falar sobre desafios e superações do filho. “Os participantes já viram o que são dificuldades de aprendizagem, exemplos e agora estamos nos aprofundando na dislexia em si”, registra Remundini. Na sequência, o docente irá apresentar estratégias de ensino e exercícios específicos para o estudante com dislexia. Juntos, criarão um banco de atividades, que incluirão dinâmicas e jogos, a fim de que todos possam usá-lo e compartilhá-lo.

Para contribuir ao avanço do estudante de inglês, Remundini menciona que é fundamental que haja um acompanhamento multidisciplinar, com psicopedagogo e demais profissionais, como fonoaudiólogo, médico e psicólogo. “O curso de extensão visa capacitar o professor de inglês para que possa complementar um trabalho importantíssimo desenvolvido por todas as pessoas capacitadas, para que esse aluno consiga ser alfabetizado e progrida no ensino”, declara o coordenador. Também anuncia que deverá estender o projeto ao Núcleo de Educação a Distância (Nead) da UEM e à Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Minimizar problemas

Ana Igraíne de Góis Barreto e Cláudia Aparecida Macon de Almeida são professoras e participantes do curso de extensão, mas por motivos diferentes. Enquanto Barreto acredita conviver com alunos disléxicos, Almeida crê que dificilmente os encontrará, porque dá aulas para crianças de 2 e 3 anos, quando o aprendizado ainda está em desenvolvimento e raramente detecta-se dislexia; mesmo assim, quer aprender e difundir o conhecimento. No entanto, há algo que une ambos os objetivos: as duas querem minimizar problemas.

“Fui aluna do Elerson na graduação, sou uma admiradora do trabalho dele e sou apaixonada pela educação! O fato de saber que a demanda de alunos disléxicos existe fez com que eu saísse da minha comodidade para aprender, estar preparada para isso e propagar esse conhecimento”, declara Almeida, moradora de Nova Esperança (PR) e professora de educação infantil há nove anos, inclusive ministrando aulas de inglês aos pequenos.

Quando Barreto teve contato com um aluno com dislexia pela primeira vez, não soube como lidar. “Não tinha ideia do que era! Achava que era um aluno preguiçoso ou que não estava se esforçando, até que um dia ele me avisou: ‘eu tenho dislexia’. Eu ficava perdida, não conseguia ajudar”, lamenta. À época, ele desistiu do curso. Daqui para a frente, a postura dela certamente será diferente! “A partir do curso, vamos conseguir incluir o aluno sem que seja algo forçado”, espera a professora. (Foto: Assessoria UEM)

https://radiomaringa.com.br/noticia/475877/universidade-estadual-de-maringa-capacita-professores-de-ingles-para-atendimento-a-dislexicos

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