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Qua, Jun

24/05/2019 22:32 em Notícias de Maringá

A criação de uma ouvidoria específica para casos de violência, a vigilância constante no sentido de fazer aprovar as cotas raciais na instituição, a inserção da atenção à política de saúde mental e a melhoria da comunicação institucional para os estudantes foram algumas das sugestões apresentadas, hoje (24), pela comunidade interna visando à formulação da Política de Direitos Humanos na Universidade Estadual de Maringá.

O encontro ocorreu no período da manhã, no bloco I-12, e foi organizado pelo Comitê Provisório de Direitos Humanos, Promoção e Proteção de Grupos Vulneráveis e Garantia das Liberdades Individuais da UEM.

Presidido pelo professor Ailton Morelli, do Departamento de História, o evento marcou a abertura da discussão envolvendo setores organizados ligados à causa, dando seqüência à aprovação das diretrizes para a elaboração desta Política, em dezembro de 2018, pelo Conselho Universitário (COU).

Ao abrir a reunião, Morelli lembrou que diversas universidades federais estão adiantadas neste processo, algumas já contando com assessorias específicas para tratar dos Direitos Humanos, entre elas a Federal da Paraíba (UFPB).

A maioria destes universidades federais ainda possuem ouvidorias específicas, direcionadas especialmente aos casos graves como os de racismo e denúncias de violência sexual, segundo o presidente do Comitê.

Para ele, é importante pensar na implementação de uma ouvidoria desta natureza na UEM. De acordo com o professor, embora a diretriz, baseada em lei, esteja aprovada, a política de Direitos Humanos pode ser ampliada com novas propostas.

Uma das fundadoras do Núcleo de Estudos Interdisciplinares Afro-Brasileiro (Neiab) na UEM, a professora Marivânia de Araújo ressaltou a luta do órgão para que sejam implantadas as cotas raciais na instituição.

Para ela, aprovar isso, quebrando a resistência ainda muito grande, representará um passo importante na política de Direitos Humanos, uma vez que a Universidade Estadual de Maringá é uma das poucas do Paraná desprovida deste tipo de cotas. Marivânia avalia que as cotas raciais irão permitir maior inclusão e ampliação do espaço democrático na Universidade.

A assistente social Helena Dias entende ser necessário acrescentar na formatação desta política a atenção à política de saúde mental, devido à preocupação com o crescente caso de atendimento a alunos e servidores vítimas de ansiedade e outros transtornos.

Ela falou do episódio envolvendo uma estudante da UEM que, por causa da dificuldade em se adaptar longe da família, decidiu, há 15 dias, depois de tentar contornar a ansiedade, retornar para a cidade onde moram os familiares.

Integrante do Diretório Central dos Estudantes, a acadêmica Bárbara Dourado, do curso de Ciências Sociais, alertou para a urgência de alterar o modelo de seleção de candidatos ingressantes na UEM, com o objetivo de tornar o processo mais inclusivo.

Ela também propôs um cuidado maior com o aluno quando ele começa a estudar na Universidade, em razão da mudança drástica de relações pelas quais passa ao se transferir do ensino médio para o ensino superior. Bárbara ainda sugeriu uma melhor comunicação institucional com os alunos a fim de que eles conheçam melhor o significado das siglas dos setores e saibam onde buscar uma informação ou benefício, como bolsas por exemplo.

O Comitê Provisório tem até o final de julho para encaminhar o relatório agregando as propostas apresentadas no encontro para, além de iniciar a discussão sobre a natureza, objetivos e abrangência do Comitê Permanente de Direitos Humanos, definir, finalmente, a política desta natureza.

(Foto: Assessoria)

https://radiomaringa.com.br/noticia/485559/universidade-estadual-de-maringa-colhe-sugestoes-para-a-elaboracao-da-politica-de-direitos-humanos

Como dar destinação inovadora e sustentável às cinzas das caldeiras geradas pelo trabalho diário na Cocamar? A resposta tem que ser viável em logística, mercado, econômica e financeiramente, sem ferir legislações. Essa proposta provocante foi feita aos universitários pelo Direto no Campus 2, parceria organizada pela Cocamar e que tem a parceria da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae).

Após terem se inscrito até o dia 15, os acadêmicos dos cursos de gestão, agrárias e engenharias da UEM ainda não sabiam qual seria o desafio específico, apenas que seria uma solução ambiental para o descarte de resíduos industriais. O enunciado oficial, junto a informações estatísticas, foi apresentado pela equipe da Cocamar na tarde de segunda-feira (20/05), no Anfiteatro Adelbar Sampaio da UEM.

“Toda indústria, todo processo produtivo, acaba por gerar resíduos e impactar o meio ambiente. Se encontrarmos uma solução, através dos alunos da UEM, podemos criar um produto, inclusive um mercado, quem sabe gerando empregos e renda para a nossa região”, espera Natália Cavalin Paganini, coordenadora ambiental da Cocamar.

De acordo com o regulamento, os alunos vão participar até a primeira semana de julho, de mentorias nas áreas de mercado e negócios, processos e insumos, e legislação ambiental. A apresentação final dos projetos, para uma banca avaliadora, está prevista para ocorrer em 23 de julho.

O Direto do Campus 1, no segundo semestre de 2018, desafiou alunos de Engenharia de Alimentos da UEM a desenvolver uma bebida vegetal, um néctar ou um fermentado não alcoólico com matérias-primas produzidas por cooperados. Para isso, receberam uma caixa, na qual pelo menos um ingrediente deveria ser usado. No fim, demonstraram o produto pronto, incluindo sugestão de embalagem, com informações como tabela nutricional. O vencedor foi um “suco bronzeador”, com cenoura e beterraba, na receita. 

Imprensa Cocamar, com informações da Assessoria de Comunicação da UEM

http://cooperativismo.org.br/Noticias/44859/COCAMAR-Desafio-no-Campus-2-busca-solucao-para-cinzas-das-caldeiras

O portal Projetar.org divulgou o resultado do seu concurso de número 30 que desafiou os participantes a projetar um campus da Bauhaus no Brasil. O projeto seria localizado ao lado do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro, onde Max Bill idealizou uma das primeiras escolas de design do Brasil, fundamentada nos preceitos da Bauhaus e da sua sucessora alemã, a Escola de Ulm.

O concurso foi uma oportunidade para cada acadêmico e jovem profissional em refletir sobre a trajetória da arquitetura e do design brasileiro, e também sobre o seu futuro, deixando-se inspirar pelo clima de experimentação que levou a Bauhaus a criar soluções revolucionárias para enfrentar um momento desafiador, no qual o futuro era desconhecido.

Conheça, a seguir, os premiados.

PRIMEIRO LUGAR

Autoria: Gustavo Bondezan Cardoso

 

Instituição: Universidade Estadual de Maringá - UEM - Maringá/PR

 

SEGUNDO LUGAR

Autoria: Lucas Zabeu Cunha, Amanda Ferreira Paiva Moreira, Luiz Felipe da Costa Sakata, Mariana da Silva Gonçalves, Débora Nojiri de Moraes Arruda 

 

Instituição: Universidade de São Paulo - USP - São Paulo/SP

 

TERCEIRO LUGAR

Autoria: Ana Luiza Bemquerer, Helio Rodrigues Lima, Bruno Mesquita Monnerat

 

Instituição: Universidade Santa Ursula - USU - Rio de Janeiro/RJ

 

MENÇÃO HONROSA

Autoria: Mário Rubem Costa Santana, Rafael Lamary Silva Santos 

Instituição: Faculdade Independente do Nordeste - Fainor - /BA

Para mais informações sobre os projetos premiados e para conhecer todas as propostas que participaram, acesse o site da Projetar.org.

https://www.archdaily.com.br/br/917635/resultado-do-concurso-de-ideias-para-o-campus-da-bauhaus-no-brasil

22/05/2019 17:19 em Notícias de Maringá

Como forma de reconhecimentos pelas boas práticas de estudantes calouros e veteranos, a Reitoria da Universidade Estadual de Maringá (UEM) entregou cheques simbólicos no valor total de R$ 4 mil aos cinco primeiros cursos colocados no Trote Solidário/Calourada 2019, concurso filantrópico com 12 inscrições. O prêmio maior, de R$ 1,5 mil, foi para Arquitetura e Urbanismo, a graduação vencedora.

Para a diretora de Ensino de Graduação da UEM, Luciana Andréia Fondazzi Martimiano, todos os projetos foram muito bons! Avalia que houve bastante cuidado em receber os novatos e engajamento total nas ações sociais, o que demonstra grande consciência com relação ao retorno que a universidade pública tem que dar à comunidade ao seu entorno. A entrega, na tarde de ontem (21), foi no Gabinete da Reitoria e marcou o encerramento de dois meses de integração dos calouros.

Arquitetura e Urbanismo esteve em várias frentes, a principal delas a reforma do Centro Integrado de Ações Pedagógicas e Sociais (Ciaps) “Luiz Zanchin”, em Sarandi (PR). Foram restauradas 12 salas – incluindo pintura, troca de oito portas e colocação de espuma acústica na sala de bateria –, e feita doação de brinquedos e livros à brinquedoteca e à biblioteca.

Nicolas Cicolin, aluno do 2º ano de Arquitetura, conta que estiveram envolvidos cerca de 120 alunos, calouros e veteranos, com arrecadação de aproximadamente R$ 6 mil para compra dos materiais, além de apoio de empresários locais. Para ele, a solidariedade é sempre motivadora e uma forma de dar retorno à sociedade.

Fora a reforma do Ciaps, a Arquitetura destinou: 480 fraldas geriátricas ao asilo São Vicente de Paulo, 165 kg de ração à Associação Maringaense de Proteção aos Animais de Rua, e roupas, sapatos e alimentos à Associação Indigenista de Maringá (Assindi) e à Associação de Reflexão e Ação Social (Aras Cáritas) de Maringá, que os repassou a haitianos atendidos pela instituição. Os futuros arquitetos também conseguiram oito mechas de cabelo para serem transformadas em perucas para pacientes em tratamento com quimioterapia.

Vice-liderança

O trote realizado pelos cursos de Design e Moda do Câmpus Regional de Cianorte ficou em segundo lugar. Em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e o Rotaract, por meio do projeto houve instalação de 35 comedouros para cães e gatos, em diferentes pontos da cidade. “Também organizamos um dia de adoção dos cães do canil municipal”, explica a acadêmica Ana Beatriz Avelino Barbosa, destacando a adoção de 14 animais.

“Ainda pintamos as paredes da nossa faculdade como forma de incentivar a preservação do espaço comunitário”, relembra. Barbosa menciona, ainda, recolhimento de roupas, acessórios, sapatos e livros, distribuídos entre o Lar dos Velhinhos, o Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar) e a Biblioteca Municipal.

No pódio

Os cursos de Medicina, Engenharia Civil e Engenharia de Produção ficaram, respectivamente com o 3º, o 4º e 5º lugares. Em comum, arrecadação de alimentos, roupas, doação de sangue, dentre outros. Um diferencial da Medicina foi a homenagem a Larissa Sayuri Yoshizawa, acadêmica que faleceu em 2012 em razão de um câncer raro. Com nome dela no concurso, os estudantes conscientizam sobre prevenção ao câncer, em programação que se estende mesmo após o trote.

Alunos de Civil fizeram campanha de doação de órgãos, plantio de árvores e descarte de eletrônicos. E o grande destaque foi colocar os calouros em cadeiras de rodas para sensibilizá-los sobre a preocupação que engenheiros civis devem ter com a mobilidade e a acessibilidade. Com algo aparentemente simples, a Produção inovou e obteve ótima repercussão! Em locais de grande movimentação no câmpus, os discentes distribuíram abraços, chocolatinhos e mensagens positivas. Relatos expressivos atestaram melhoria de ânimo a quem recebeu esse afetuoso presente.

Sobre o concurso

Os participantes do Trote Solidário/Calourada 2019 foram avaliados por uma comissão, organizada pela Pró-Reitoria de Ensino (PEN) e composta por: Martimiano; o diretor de Extensão, Breno Ferraz de Oliveira; o diretor de Cultura, Rael Bertarelli Gimenes Toffolo; e o universitário Danilo Campaner, representante do Diretório Central de Estudantes (DCE).

(Foto: Assessoria)

https://radiomaringa.com.br/noticia/484135/campeoes-do-trote-solidario-da-universidade-estadual-de-maringa-recebem-r-4-mil

22/05/2019 17:37 em Notícias de Maringá

A Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema), por meio da Gerência de Áreas de Preservação, promove nesta quinta, 23, ações educativas no Parque do Ingá em comemoração ao Dia Mundial da Tartaruga. Alunos da Escola Municipal Osvaldo Cruz participam de oficina ambiental que será marcada por um bate-papo sobre curiosidades dos animais da reserva que são objeto de estudos científicos.

A atividade apresentará animais do próprio parque, ovos e filhotes, e pretende sensibilizar para o combate aos maus tratos e ao abandono. “Pessoas compram tartarugas para estimação e depois as abandonam nas reservas. A introdução de espécies exóticas interfere na busca de alimento e ocasiona outros desiquilíbrios ambientais”, explica a técnica de Meio Ambiente da Sema, Marisa Ereno. 

Jabutis, cágados e tartarugas pertencem à ordem dos quelônios surgida no período Triássico, entre 230 e 195 milhões de anos atrás. São cerca de 260 espécies de variadas formas e tamanhos. 

As tartarugas são todos os quelônios não classificados como cágados ou jabutis. Podem ser marinhas e de água doce. Já os jabutis vivem exclusivamente na terra, têm casco alto e patas traseiras em formato cilíndrico. Já o cágado é um quelônio de água doce e pescoço mais longo e casco mais baixo que o da tartaruga.

Desde 2013, pesquisadores da Fundação Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e da Universidade Estadual de Maringá desenvolvem nos corpos d′água urbanos de Maringá o “Projeto Tamari”. Entre os estudos está a identificação das características do habitat e variáveis climáticas que influenciam as tartarugas de água doce em ambiente urbano. Maringá conta com 12 espécies nativas. No Parque do Ingá são encontradas o cágado de barbicha e o cágado pescoço de cobra. 

Dia Mundial

O Dia Mundial da Tartaruga é comemorado anualmente em 23 de maio e foi celebrado pela primeira vez no ano 2000. Desde então, a iniciativa se espalhou por todo o mundo, entre os grupos e ONG′s de proteção ambiental. A data tem como objetivo chamar a atenção e aumentar o conhecimento e o respeito pelas tartarugas além de difundir o conceito de ajudá-los a sobreviver e se desenvolverem.

Saiba mais

Evento será realizado, às 14 horas, próximo à área contemplativa do lago (lado oposto à lanchonete e pedalinhos). Em caso de chuva, a atividade será cancelada.

(Foto: Divulgação)

https://radiomaringa.com.br/noticia/484148/em-maringa-acao-educativa-no-parque-do-inga-marca-dia-mundial-da-tartaruga

 

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