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Seg, Abr

De Vitor Ottoboni Pavan, acadêmico de Direito:
É com muita revolta e indignação que vejo a atitude do DCE-UEM, que deveria representar os interesses do corpo discente da universidade, que ainda utiliza de meios arcaicos e ultrapassados da luta pela tutela de seus direitos, como um estudioso da área jurídica, que busca resolver os conflitos por meio do debate, da prova e contraprova, dos fatos e fundamentos, e não da altura de sua voz e do barulho que faz. Não consigo compreender o plano traçado por esses pseudocomunistas do século XXI, que, por não terem mais pelo que lutar, inventam causas e brincam de Revolução Bolchevique no campus da minha universidade, pois ela é pública e também me pertence, como a todos os outros estudante e cidadãos deste Estado. Como disse Von Ihering, “não há direito sem luta”, pena que algumas pessoas interpretem isso como luta por meios físicos e não intelectuais. Os acadêmicos de direito da UEM sempre estarão à disposição da diplomacia e democracia, pois, não é a toa, que este curso é extremamente bem conceituado e eleito como um dos melhores desse país, é justamente seu material humano que o engrandece. Torcemos para um desfecho saudável à nossa universidade e sabemos que assim também desejam nossos representantes no poder executivo, pois a causa dos professores e da universidade é justa e necessária, tanto a readequação salarial como das verbas de custeio, somente não consigo ver o modelo de luta por meio da greve como o mais eficaz.

http://angelorigon.com.br/2012/03/14/revolucao-bolchevique-no-campus-da-uem/ 

Nós, da Assembleia Nacional de Estudantes – Livre (ANEL-Maringá), que desde 2009 lutamos cotidianamente por melhorias em nossa Universidade, repudiamos publicamente a atitude INDIVIDUAL de incendiar as barricadas colocadas na UEM.

Essa medida depreda o patrimônio público e nada contribui para a luta dos estudantes, funcionários e docentes dessa instituição. 

É claro que necessitamos de mais verbas para educação e, infelizmente, essa postura individual denegri o movimento unificado de paralisação. 

Porém, ao saber do ocorrido, o mesmo tomou as medidas necessárias com o ocorrido. 

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 http://anelmaringa.blogspot.com/2012/03/nota-sobre-incendio-na-uem.html

 

 

Uma grande coluna de fumaça ergue-se na rua Lauro Eduardo Werneck, numa das entradas da Universidade Estadual de Maringá, nesta manhã, dia de paralisação de funcionários e professores. O Sinteemar já divulgou que nada tem a ver com a queima de pneus, que eleva fumaça preta e tóxica para o céu. A queima teria sido feita por manifestantes independentes. Daqui a alguns minutos começa a assembleia geral no Restaurante Universitário.

http://angelorigon.com.br/2012/03/14/queima-de-pneus-na-uem/


 

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