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Qui, Jun

22/05/2019 17:19 em Notícias de Maringá

Como forma de reconhecimentos pelas boas práticas de estudantes calouros e veteranos, a Reitoria da Universidade Estadual de Maringá (UEM) entregou cheques simbólicos no valor total de R$ 4 mil aos cinco primeiros cursos colocados no Trote Solidário/Calourada 2019, concurso filantrópico com 12 inscrições. O prêmio maior, de R$ 1,5 mil, foi para Arquitetura e Urbanismo, a graduação vencedora.

Para a diretora de Ensino de Graduação da UEM, Luciana Andréia Fondazzi Martimiano, todos os projetos foram muito bons! Avalia que houve bastante cuidado em receber os novatos e engajamento total nas ações sociais, o que demonstra grande consciência com relação ao retorno que a universidade pública tem que dar à comunidade ao seu entorno. A entrega, na tarde de ontem (21), foi no Gabinete da Reitoria e marcou o encerramento de dois meses de integração dos calouros.

Arquitetura e Urbanismo esteve em várias frentes, a principal delas a reforma do Centro Integrado de Ações Pedagógicas e Sociais (Ciaps) “Luiz Zanchin”, em Sarandi (PR). Foram restauradas 12 salas – incluindo pintura, troca de oito portas e colocação de espuma acústica na sala de bateria –, e feita doação de brinquedos e livros à brinquedoteca e à biblioteca.

Nicolas Cicolin, aluno do 2º ano de Arquitetura, conta que estiveram envolvidos cerca de 120 alunos, calouros e veteranos, com arrecadação de aproximadamente R$ 6 mil para compra dos materiais, além de apoio de empresários locais. Para ele, a solidariedade é sempre motivadora e uma forma de dar retorno à sociedade.

Fora a reforma do Ciaps, a Arquitetura destinou: 480 fraldas geriátricas ao asilo São Vicente de Paulo, 165 kg de ração à Associação Maringaense de Proteção aos Animais de Rua, e roupas, sapatos e alimentos à Associação Indigenista de Maringá (Assindi) e à Associação de Reflexão e Ação Social (Aras Cáritas) de Maringá, que os repassou a haitianos atendidos pela instituição. Os futuros arquitetos também conseguiram oito mechas de cabelo para serem transformadas em perucas para pacientes em tratamento com quimioterapia.

Vice-liderança

O trote realizado pelos cursos de Design e Moda do Câmpus Regional de Cianorte ficou em segundo lugar. Em parceria com a Secretaria Municipal do Meio Ambiente e o Rotaract, por meio do projeto houve instalação de 35 comedouros para cães e gatos, em diferentes pontos da cidade. “Também organizamos um dia de adoção dos cães do canil municipal”, explica a acadêmica Ana Beatriz Avelino Barbosa, destacando a adoção de 14 animais.

“Ainda pintamos as paredes da nossa faculdade como forma de incentivar a preservação do espaço comunitário”, relembra. Barbosa menciona, ainda, recolhimento de roupas, acessórios, sapatos e livros, distribuídos entre o Lar dos Velhinhos, o Programa do Voluntariado Paranaense (Provopar) e a Biblioteca Municipal.

No pódio

Os cursos de Medicina, Engenharia Civil e Engenharia de Produção ficaram, respectivamente com o 3º, o 4º e 5º lugares. Em comum, arrecadação de alimentos, roupas, doação de sangue, dentre outros. Um diferencial da Medicina foi a homenagem a Larissa Sayuri Yoshizawa, acadêmica que faleceu em 2012 em razão de um câncer raro. Com nome dela no concurso, os estudantes conscientizam sobre prevenção ao câncer, em programação que se estende mesmo após o trote.

Alunos de Civil fizeram campanha de doação de órgãos, plantio de árvores e descarte de eletrônicos. E o grande destaque foi colocar os calouros em cadeiras de rodas para sensibilizá-los sobre a preocupação que engenheiros civis devem ter com a mobilidade e a acessibilidade. Com algo aparentemente simples, a Produção inovou e obteve ótima repercussão! Em locais de grande movimentação no câmpus, os discentes distribuíram abraços, chocolatinhos e mensagens positivas. Relatos expressivos atestaram melhoria de ânimo a quem recebeu esse afetuoso presente.

Sobre o concurso

Os participantes do Trote Solidário/Calourada 2019 foram avaliados por uma comissão, organizada pela Pró-Reitoria de Ensino (PEN) e composta por: Martimiano; o diretor de Extensão, Breno Ferraz de Oliveira; o diretor de Cultura, Rael Bertarelli Gimenes Toffolo; e o universitário Danilo Campaner, representante do Diretório Central de Estudantes (DCE).

(Foto: Assessoria)

https://radiomaringa.com.br/noticia/484135/campeoes-do-trote-solidario-da-universidade-estadual-de-maringa-recebem-r-4-mil

22/05/2019 17:37 em Notícias de Maringá

A Secretaria de Meio Ambiente e Bem-Estar Animal (Sema), por meio da Gerência de Áreas de Preservação, promove nesta quinta, 23, ações educativas no Parque do Ingá em comemoração ao Dia Mundial da Tartaruga. Alunos da Escola Municipal Osvaldo Cruz participam de oficina ambiental que será marcada por um bate-papo sobre curiosidades dos animais da reserva que são objeto de estudos científicos.

A atividade apresentará animais do próprio parque, ovos e filhotes, e pretende sensibilizar para o combate aos maus tratos e ao abandono. “Pessoas compram tartarugas para estimação e depois as abandonam nas reservas. A introdução de espécies exóticas interfere na busca de alimento e ocasiona outros desiquilíbrios ambientais”, explica a técnica de Meio Ambiente da Sema, Marisa Ereno. 

Jabutis, cágados e tartarugas pertencem à ordem dos quelônios surgida no período Triássico, entre 230 e 195 milhões de anos atrás. São cerca de 260 espécies de variadas formas e tamanhos. 

As tartarugas são todos os quelônios não classificados como cágados ou jabutis. Podem ser marinhas e de água doce. Já os jabutis vivem exclusivamente na terra, têm casco alto e patas traseiras em formato cilíndrico. Já o cágado é um quelônio de água doce e pescoço mais longo e casco mais baixo que o da tartaruga.

Desde 2013, pesquisadores da Fundação Universidade Federal do Mato Grosso do Sul e da Universidade Estadual de Maringá desenvolvem nos corpos d′água urbanos de Maringá o “Projeto Tamari”. Entre os estudos está a identificação das características do habitat e variáveis climáticas que influenciam as tartarugas de água doce em ambiente urbano. Maringá conta com 12 espécies nativas. No Parque do Ingá são encontradas o cágado de barbicha e o cágado pescoço de cobra. 

Dia Mundial

O Dia Mundial da Tartaruga é comemorado anualmente em 23 de maio e foi celebrado pela primeira vez no ano 2000. Desde então, a iniciativa se espalhou por todo o mundo, entre os grupos e ONG′s de proteção ambiental. A data tem como objetivo chamar a atenção e aumentar o conhecimento e o respeito pelas tartarugas além de difundir o conceito de ajudá-los a sobreviver e se desenvolverem.

Saiba mais

Evento será realizado, às 14 horas, próximo à área contemplativa do lago (lado oposto à lanchonete e pedalinhos). Em caso de chuva, a atividade será cancelada.

(Foto: Divulgação)

https://radiomaringa.com.br/noticia/484148/em-maringa-acao-educativa-no-parque-do-inga-marca-dia-mundial-da-tartaruga

 

Estudo realizado pelas Universidades Estaduais do Paraná aponta que cada real investido nas instituições de ensino superior retorna multiplicado por quatro para as economias locais. Com base na pesquisa, os atuais R$ 2,5 bilhões previstos pelo orçamento do governo estadual para as IES em 2019 retornam multiplicados para os mercados regionais.

A professora doutora Augusta Pelinski Raiher, do Departamento de Economia da Universidade Estadual de Ponta Grossa, organizou a obra “As Universidades Estaduais e o Desenvolvimento do Paraná”. O livro traz os resultados do estudo que, com a colaboração de pesquisadores de todas as IES, avaliou o impacto das instituições de Ensino Superior (IES) no desenvolvimento regional.

A pesquisa foi realizada com apoio da Secretaria da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (SETI), Unidade Gestora do fundo do Paraná (UGF) e Fundação Araucária, e envolveu pesquisadores da Universidade Estadual do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro), Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade do Oeste do Paraná (Unioeste) e Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico e Social (IPARDES).

Na análise de curto prazo, a pesquisa, realizada em 2016, identificou o impacto imediato na estrutura produtiva do Paraná. “O incentivo dado à educação pública induz a produção, emprego e renda, promovendo o crescimento econômico. Compras de materiais, serviços contratados, realizados localmente, e renda dos servidores significam injeção dinheiro no mercado. Ter uma universidade significa movimentar a economia”, ressalta Pelinski. “Quando comparada a outros setores da economia, a educação pública mostrou-se um setor chave no que se refere ao salário médio, ao multiplicador de produção e à geração de postos de trabalho”, complementa.

Fátima Aparecida da Cruz Padoan, presidente da Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior Público (Apiesp), afirma que as Universidades Estaduais do Paraná são protagonistas no desenvolvimento econômico do Estado, pois sensibilizam para ações inovadoras, influenciando o ambiente empresarial. No setor industrial, a pesquisa aponta que quanto maior o investimento realizado nas universidades estaduais, maior tende a ser a especialização produtiva das indústrias localizadas nestas cidades e regiões.

Outro impacto das universidades na economia das cidades são os gastos dos estudantes. Bolsistas de Residência Médica e Multiprofissional, somente no Hospital Universitário da UEPG, retornam R$ 5 milhões por ano para a economia local. São cerca de 130 profissionais que recebem R$ 3.303,43 por mês. “Esses valores são destinados a alugueis de apartamentos e quitinetes, compras em mercados, além de gastos com alimentação e outros serviços”, afirma o vice-reitor da UEPG, Everson Krum.

Transbordamento regional

Pelinski enfatiza que o município que detém uma universidade promove um transbordamento de efeitos para os municípios do entorno. “Quando se tem uma Universidade, por exemplo, em Ponta Grossa, não só o município se beneficia com efeito no seu desenvolvimento, mas também cidades vizinhas como Palmeira, Carambeí, Castro, Ipiranga”.

De acordo com o estudo, mais de 90% da mão-de-obra formada pelas universidades estaduais reside e atua no Paraná. “Uma universidade afeta o bem-estar da população das regiões onde atua”, diz Pelinski. Na área da saúde, considerando-se dados de 2018, os Hospitais das Universidades Estaduais de Maringá, de Londrina e de Ponta Grossa realizaram, juntos, 310 mil atendimentos. “É como se a população inteira de uma grande cidade do porte de Maringá ou Ponta Grossa fosse atendida pelos nossos hospitais universitários”, afirma o reitor da UEPG, Miguel Sanches Neto.

“O HU-UEPG beneficia pacientes de 12 municípios. O Hospital mudou todo o cenário da saúde dos Campos Gerais. Pacientes que antigamente teriam que ser atendidos em Curitiba ou na região metropolitana, hoje são atendidos em Ponta Grossa”, acentua Tatiana Menezes Cordeiro, diretora geral do HU-UEPG.

Agnes Lacerda (17) sofreu acidente numa fazenda em Carambeí no início do ano. Atendida na emergência do HU-UEPG, desde então, realiza todo tratamento de fisioterapia, ortopedia, cirurgia plástica e psicologia pelo Sistema Único de Saúde (SUS). A estudante relata que estava consciente quando recebeu a informação que seria encaminhada para o HU. “Foi um alívio porque sempre soube da qualidade do atendimento do hospital. O fato de ser um hospital universitário sem dúvidas o diferenciado pela quantidade de profissionais, médicos e residentes de várias áreas que realizam o atendimento com mais atenção ao paciente”, conta.

O complexo de saúde da Universidade Estadual de Maringá atende cerca de 60 mil pessoas anualmente, pacientes oriundos de 115 Municípios do Paraná, vinculados à 15ª Regional de Saúde. O complexo da UEM é composto por Universitário Regional de Maringá (HUM), Clínica Odontológica, Unidade de Psicologia Aplicada (UPA), Laboratório de Ensino e Prática em Análises Clínicas (Lepac) e Farmácia Ensino.

Ainda em relação ao impacto na saúde, somente o HU da Universidade Estadual de Londrina foi responsável pelo atendimento a 180 mil pacientes, enquanto outros 83 mil receberam tratamento na Clínica Odontológica da instituição. Na Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro), a Clínica Escola de Fisioterapia (Cefisio) realizou, em 2018, 18 mil atendimentos gratuitos. Já a Farmácia Escola e o Laboratório de Análises Clínicas Escola da instituição realizaram 8 mil atendimentos, em média.

Números semelhantes de atendimentos gratuitos na área da saúde também podem ser verificados na Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP). A Clínica de Fisioterapia da instituição realizou, no último ano, mais 18 mil atendimentos, e a Clínica de Odontologia atendeu a cerca de 8 mil pessoas no mesmo período.

Extensão

Somadas as regiões Norte, Centro-Sul e Campos Gerais, mais de 1 milhão de pessoas são beneficiadas com ações extensionistas das Universidades Estaduais de Londrina, Maringá, Ponta Grossa, Unicentro e Estadual do Norte do Paraná. “Por meio do ensino, da produção científica e de programas e projetos de extensão, nossas Instituições contribuem para atenuar desigualdades, com vistas ao desenvolvimento sustentável de nossas comunidades regionais, com a perspectiva de ampliar o bem-estar das pessoas”, afirma a presidente da Apiesp, Fátima Padoan.

Na UEPG, as ações de extensão nas áreas cultural e social impactam mais de 110 mil pessoas. A Incubadora de Empreendimentos Solidários (IESOL), um dos 25 programas de extensão da instituição, organiza empreendimentos econômicos solidários de artesanato, separação e triagem de material reciclável, jardinagem e agricultura familiar. Kamila Sobko, que ministrou parte do curso Economia Solidária e Tecnologia Social, explica que a incubadora tem função social. “Além das incubações, a IESOL tem um trabalho efetivo e mostra seus resultados, tendo uma trajetória de presença na universidade e comunidade”, afirma.

Metodologia

O estudo foi realizado a partir de várias metodologias como insumo produto, estimativas econométricas e construção de indicadores. “Essas metodologias ratificam a relevância das universidades estaduais no desenvolvimento regional do Estado”, afirma Pelinski.

https://www.opresente.com.br/parana/cada-r-1-investido-nas-universidades-estaduais-da-retorno-de-r-4-a-sociedade/

 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) abriu processo seletivo simplificado (PSS) para contratação de 20 profissionais temporários, com salários que variam entre R$ 1.048,92 a R$ 3.253,72.

De acordo com o edital, as inscrições podem ser feitas no site da universidade a partir de quarta-feira (22).

Há vagas para profissionais com formação em nível fundamental, médio, profissionalizante e superior (veja detalhes abaixo). As taxas de inscrição variam de R$ 20,97 a R$ 65,07, de acordo com a formação exigida.

As vagas são de bioquímico, engenheiro civil, fonoaudiólogo, técnico-administrativo, técnico em eletrônica, técnico de manutenção, técnico em radiologia, auxiliar operacional e oficial de manutenção geral.

Os selecionados trabalharão em Maringá e Ivaiporã, no norte do Paraná; em Cianorte e Umuarama, na região noroeste; e em Goioerê, no centro-oeste do estado.

O prazo de validade do processo seletivo é de dois anos, podendo ser prorrogado por outros dois anos.

Confira as vagas por cidade

Maringá

1 vaga para bioquímico (inscrição R$ 65,07, salário de R$ 3.253,72)

1 vaga para engenheiro civil (inscrição R$ 65,07, salário de R$ 3.253,72)

1 vaga para fonoaudiólogo (inscrição R$ 65,07, salário de R$ 3.253,72)

1 vaga para técnico em eletrônica (inscrição R$ 42,65, salário de R$ 2.132,73)

4 vagas para técnico em radiologia (inscrição R$ 42,65, salário de R$ 2.132,73)

4 vagas para auxiliar operacional de limpeza (inscrição R$ 20,97, salário de R$ 1.048,92)

 Ivaiporã

1 vaga para técnico-administrativo (inscrição R$ 27,69, salário de R$ 1.384,56)

1 vaga para auxiliar operacional de limpeza (inscrição R$ 20,97, salário de R$ 1.048,92)

 Cianorte

1 vaga para técnico de manutenção – laboratório de prototipagem (inscrição R$ 27,69, salário de R$ 1.384,56)

1 vaga para auxiliar operacional – apoio administrativo (inscrição R$ 20,97, salário de R$ 1.048,92)

1 vaga para auxiliar operacional de limpeza (inscrição R$ 20,97, salário de R$ 1.048,92)

 Goioerê

1 vaga para oficial de manutenção geral (inscrição R$ 31,69, salário de R$ 1.584,64)

1 vaga para auxiliar operacional – apoio administrativo (inscrição R$ 20,97, salário de R$ 1.048,92)

 Umuarama

1 vaga para auxiliar operacional – agropecuário (inscrição R$ 20,97, salário de R$ 1.048,92)

 Com G1 PR 

https://www.opresente.com.br/parana/uem-abre-selecao-para-vagas-temporarias-com-salarios-de-r-1-mil-a-r-32-mil/

Candidatos inscritos passarão por uma seleção e irão receber refeições diárias. 

A Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários (PRH) da Universidade Estadual de Maringá definiu o prazo para que os estudantes dos câmpus regionais de Umuarama, Cianorte, Goioerê, Vale do Ivaí/Ivaiporã e do Arenito/Cidade Gaúcha possam se candidatar à seleção visando definir os acadêmicos que receberão o "auxílio alimentação".

Os interessados já podem se inscrever, na secretaria administrativa de cada câmpus, ou pelo e-mail "Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.", até o dia 3 de junho. A inscrição compreende a entrega do formulário específico e de toda a documentação exigida para que o estudante requera o benefício.

O "auxílio alimentação" consiste na concessão de refeições aos alunos de graduação e de pós-graduação da UEM em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com a finalidade de oferecer condições para o atendimento das necessidades do acadêmico quanto à alimentação básica, contribuindo para a permanência e conclusão do curso na Universidade.

Os alunos selecionados receberão gratuitamente duas refeições diárias, almoço e jantar, servidas por meio de marmitex, com exceção do Câmpus do Arenito, onde será servido apenas o almoço.

O Edital prevê a oferta de 50 benefícios de "auxílio alimentação", que representa 2,5% do número de estudantes matriculados nos cursos de graduação presencial em cada câmpus, superando o percentual mínimo de 1% previsto em Edital.

A supervisão do processo seletivo será feita pela Pró-Reitoria de Recursos Humanos e Assuntos Comunitários (PRH), por meio da Diretoria de Assuntos Comunitários (DCT). 

O "auxílio alimentação" será válido até 18 de dezembro de 2019, término do ano letivo. Outras informações na DCT ou e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.. O candidato pode baixar o edital pelo link e baixar o formulário de inscrição por meio do endereço eletrônico

http://www.dct.uem.br/ForminscriAA.pdf

Por: Paulo Pupim -  Assessoria de Comunicação UEM

https://www.ofatomaringa.com.br/blog/ler?link=uem-definido-prazo-para-pedido-de-auxilio-alimentacao-nos-campus-regionais

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