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Ter, Mar

Foto:Arquivo pessoal

A primeira travesti a conquistar o título de mestra pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), no norte do Paraná, usou na pesquisa a figura da drag queen para discutir uma educação mais inclusiva e aberta às diferenças. Lua Lamberti de Abreu, de 24 anos, fez a defesa da dissertação de maneira performática, montada de Galathea X, a drag queen dela. A jovem concluiu o mestrado do Programa de Pós-Graduação em Educação da UEM. A professora doutora Eliane Maio, que orientou o projeto da aluna, destaca a representatividade de alunos LGBT no meio acadêmico.  ]

“Neste ano a UEM faz 49 anos. E nós nunca tivemos uma travesti que chegasse em defesa de mestrado. Para mim é um marco, porque travestis não chegam à universidade, ainda mais fazendo mestrado e ela conquistou isso. É representatividade. Para que outas pessoas consigam olhar e digam, olha elas podem estar onde elas queiram estar, inclusive estudando como qualquer outra pessoa. Nós ouvimos algumas críticas, mas e o que mudou? Mudou muito porque o Brasil é o país que mais mata travestir e gays em todo o mundo. E mata por puro preconceito, não tem outra explicação. Isso é importante para a representatividade, pois prova que elas podem estar em qualquer espaço e travestidas”, conta a professora.

A professora destaca que a estimativa média de vida de travestis no Brasil é de 35 anos. Por isso, respeitar esses alunos e abrir espaço para eles na universidade é tão importante. Formada em artes cênicas, Lua considerou na pesquisa o fato de as pessoas trans não serem bem-vindas nos espaços de educação. Ela abordou a inclusão desses estudantes.

“Como é um programa de mestrado e doutorado, sempre o objetivo é o viés da educação. Quando ela nos procurou, eu orientei que tinha que ter essa linha de raciocínio. Então ela focou nesse estudo com nome inédito de “Pedragogia”, que seria Pedagogia com Drag no meio. Ela teve uma idéia inédita,  e o que a gente quer dizer…Como a escola vê a drag? Quem é que ensina a ser drag, onde tem aula sobre isso, de onde vem esse olhar? Ela mostra que as pessoas podem ser como elas quiserem, sem a repressão que as escolas na maioria das vezes fazem. Ela relata que a escola poderia deixar a pessoa ser do jeito que é”, explica.

De acordo com Eliane, há seis anos, ela colaborou com a criação de uma portaria na UEM, que permite o uso do nome social por estudantes trans. Lua passou a usar o nome social durante a graduação. A professora destaca que, até hoje, apenas quatro travestis e um homem trans concluíram a graduação na Universidade.

https://paranaportal.uol.com.br/gente/primeira-travesti-a-receber-titulo-de-mestra-pela-uem-usa-figura-da-drag-queen-para-discutir-educacao-mais-inclusiva/

O aplicativo ajuda aos alunos e servidores a não perder tempo na busca por livros, já que a biblioteca contempla mais de 100 mil títulos no acervo, aproximadamento 200 mil livros.

DESDE OS ANOS 2.000 SÓ ERA POSSÍVEL FAZER AS BUSCAS PELOS COMPUTADORES, NA PRÓPRIA BIBLIOTECA OU PELO SITE. DREAMSTIME

Alunos da Universidade Estadual de Maringá já podem contar com um aplicativo que vai ajudar na busca, reservas e empréstimos de livros na biblioteca.

O aplicativo ajuda aos alunos e servidores a não perder tempo na busca por livros, já que a biblioteca contempla mais de 100 mil títulos no acervo, aproximadamento 200 mil livros.

Tecnologia otimiza a busca e solicitações de reservas e empréstimos de livros

Desde os anos 2.000 só era possível fazer as buscas pelos computadores, na própria biblioteca ou pelo site. A partir do uso do aplicativo Sophia Biblioteca, o usuário poderá ter acesso ao acervo, desenvolver a sua pesquisa ou fazer buscas ou renovação de qualquer lugar que ele esteja tendo acesso a internet. "Com o celular presente até mesmo durante o período de estudo, o objetivo é que o estudante ou os servidores encontrem o que procuram de maneira mais rápida sem perder muito tempo olhando livro por livro", enfatiza o diretor da biblioteca, Ademir Henrique dos Santos.

Além disso, pelo aplicativo é possível estudar em qualquer lugar, pois, estão disponíveis quase 5 mil teses e dissertações, além de revistas.

A UEM ressalta que o aplicativo está disponível para os sistemas iOS e Android e que alunos e servidores podem baixar o aplicativo gratuitamente.

https://pr.ricmais.com.br/educacao/noticias/uem-cria-aplicativo-que-facilita-busca-no-acervo-da-biblioteca#gref

A prefeitura de Goioerê, através da Secretaria de Indústria e Comércio, firmou parceria com a Empresa Júnior da UEM – Universidade Estadual de Maringá, visando dar suporte para empreendedores da cidade. “O objetivo é apoiar aquelas pessoas que sonham com um projeto, mas ainda não o colocaram no  papel. Essa parceria é para dar esse suporte, fazendo o projeto acontecer”, diz a secretária Regina Cruz.

Ela cita que a intenção é criar novos empreendimentos na cidade, com a Empresa Júnior ficando responsável por fazer todo o levantamento, mostrando os prós e contra o empreendimento sonhado.

As pessoas interessadas poderão procurar a Secretaria de Indústria e Comércio. “Se tiver interesse é só falar com a gente e a Produtec vai atender. É a administração municipal colocando o conhecimento científico a serviço dos empreendedores da cidade”, disse Regina.

https://www.gazetaregional.com/noticia/parceria-entre-a-incotur-e-uem-vai-dar-suporte-a-empreendedores-do-municipio

 

O Programa de Pós-Graduação em Educação, da Universidade Estadual de Maringá, agendou para esta sexta-feira dia 22 de março, a defesa da dissertação de Lua Lamberti de Abreu, que será a primeira travesti a concluir um curso de mestrado na UEM. A apresentação do trabalho terá início às 14 horas na Oficina de Teatro Sob orientação da professora Eliane Maio e co-orientação da professora Roberta Stubs Parpinelli, Lua defenderá o trabalho intitulado Pe-DragOgia como modo de Tensionar/Inventar Territórios Educacionais Heterotópicos que, em síntese, discute o apagamento e a inacessibilidade de pessoas trans nos territórios formais da educação.

 

https://www.bonde.com.br/educacao/noticias/uem-forma-primeira-mestre-travesti-493271.html

Um jovem de 22 anos foi morto a facadas em um pensionato de estudantes na madrugada deste domingo (17) em Maringá. O suspeito feriu mais dois estudantes e foi preso em flagrante. 

Conforme o delegado Laércio Fahur, o autor dos ataques aos estudantes mora nos fundos do pensionato. O jovem de 22, identificado como Orivaldo José da Silva Filho, conhecido como Mima, estava com mais dois estudantes na cozinha quando Osvaldo dos Santos Pereira Junior, de 26 anos, apareceu com uma faca e começou a atacá-los.

Mima tentou fugir, mas devido aos ferimentos morreu ainda no local. Ele era de Conchas, interior de São Paulo, se preparava para fazer doutorado em Química na UEM (Universidade Estadual de Maringá) e já dava aulas em uma empresa de concursos e vestibulares. 

Os outros dois estudantes que não tiveram suas identidades divulgadas por segurança, conseguiram fugir, mas tiveram ferimentos e foram encaminhados para hospitais da cidade. 

De acordo com Fahur, o autor foi preso pela PM (Polícia Militar) e confessou o crime na delegacia neste domingo (17). "Ele disse que seria uma ação devido às pessoas perturbarem ele. Disse que às vezes dorme dentro do carro dele, um fusca, para não dormir no local", diz. Para a polícia, o autor afirmou que trabalha como bartender. 

"No local ele disse para a equipe policial que foi algo maligno que influenciou ele, mas na delegacia não repetiu a história. Disse que agiu em razão da defesa dele", acrescenta. 

Segundo as investigações, o homem pediu para que os estudantes se ajoelhassem no momento do crime. Em seguida, os atacou. Além disso, o delegado acrescentou que Junior tentou abrir outros quartos do pensionato e chegou a perseguir mais pessoas. "As equipes da PM conseguiram conter o homem antes que atacasse mais estudantes", pontua. 

Ainda de acordo com o delegado, o autor chegou a ser encaminhado para um hospital com escolta policial por estar com um ferimento no dedo. Em seguida, foi preso na delegacia. "Ele vai responder por homicídio qualificado e dois homicídios tentados", acrescenta. 

Conforme Fahur, o homem havia uma passagem pela polícia por posse de droga para uso. "Mais pra frente a Polícia Civil vai analisar junto com o Judiciário se vai realizar exames para verificar a saúde mental devido às coisas desconexas e sobrenaturais que ele alegou no depoimento. Ele adiantou ainda que não toma nenhum remédio de uso contínuo."

https://www.bonde.com.br/bondenews/policia/jovem-e-morto-a-facadas-em-pensionato-de-estudantes-493145.html

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