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Dom, Jan

Os seis primeiros colocados serão convocados em data específica e poderão escolher o curso que desejam realizar na UEPG, conforme o número de vagas disponíveis. Foto: Aline Jasper/UEPG

Os seis primeiros colocados serão convocados em data específica e poderão escolher o curso que desejam realizar na UEPG, conforme o número de vagas disponíveis.

A Comissão Universidade para os Índios (CUIA) e a Universidade Federal do Paraná (UFPR) divulgaram nesta terça-feira (14) o resultado do XIX Vestibular dos Povos Indígenas no Paraná 2019. A lista está disponível no site da instituição.

Os seis primeiros colocados serão convocados em data específica e poderão escolher o curso que desejam realizar na UEPG, conforme o número de vagas disponíveis. “O edital referente às matrículas ainda será publicado, mas a maioria dos cursos oferece 2 vagas, que são suplementares. No ato da matrícula, os estudantes recebem informações sobre as graduações e fazem uma escolha esclarecida. O processo é conduzido pela Cuia UEPG e pela diretoria de ações afirmativas e diversidade da PRAE”, explica a Pró-Reitora de Assuntos Estudantis, Silmara Carneiro e Silva.

A Pró-Reitora aborda a importância das políticas adotadas pela Universidade para a integração dos estudantes. “Ressalto a ampliação das ações da CUIA realizada no ano de 2019, o trabalho de acompanhamento social e pedagógico da PRAE e a criação do Espaço de Permanência dos Estudantes Indígenas da UEPG, que também foi uma conquista importante no ano passado”. A PRAE, através da diretoria de ações afirmativas e diversidade, desenvolve ações de acompanhamento individualizado dos estudantes indígenas e adota medidas coletivas para estender o atendimento.

“Atualmente, buscamos financiamentos externos para ampliar as ações de apoio, atividades e projetos de extensão com foco nesses estudantes. Queremos estreitar ainda mais os laços com as terras indígenas da região, com destaque às aldeias de Mococa e Queimadas, de Ortigueira e garantir a inclusão social e a visibilidade desses estudantes no contexto universitário. Segundo a Pró-Reitora, essa é uma das metas da atual gestão e a DAAD juntamente com a CUIA UEPG têm realizado esforços nesse sentido. “A Universidade deve ser um espaço plural e a presença indígena é uma das expressões dessa pluralidade”, finaliza.

Sobre o Processo Seletivo

As provas do vestibular foram aplicadas 17 e 18 de novembro, de maneira regionalizada. No primeiro dia de testes, os candidatos realizaram a prova oral de língua portuguesa, e no segundo dia, responderam as questões de Biologia, Física, Geografia, História, Matemática, Química, além de Língua Estrangeira ou Indígena e Redação.

Participaram da seleção, além da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), a Universidade Federal do Paraná (UFPR), a Universidade Estadual de Maringá (UEM), a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE), a Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP), a Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR), a Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) e a Universidade Estadual de Londrina (UEL).

Com informações da Assessoria de Imprensa

https://d.arede.info/cotidiano/310230/resultado-de-vestibular-indigena-do-parana-e-divulgado

Universidade Federal de Santa Maria é uma das três brasileiras entre as 10 primeiras de ranking feito por centro de estudos da Holanda 

As pesquisadoras da UFSM se destacaram na produção de artigos na área da biomedicina e das ciências da saúde.

A Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) é a 10ª instituição de Ensino Superior do mundo com maior produção científica feita por mulheres. Entre as brasileiras, ela fica em terceiro lugar, atrás da Universidade Estadual de Maringá (UEM), que ocupa o segundo lugar no ranking geral; e da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), que está em oitavo. As informações foram divulgadas pelo Leiden Ranking 2019, levantamento feito pelo Centro de Estudos da Ciência e Tecnologia da Universidade de Leiden, na Holanda.

Conforme a pesquisa, 50,5% dos autores da UFSM são mulheres. Estas 5.671 cientistas se destacaram, principalmente, na produção de artigos na área da biomedicina e das ciências da saúde.

Paulo Burmann, reitor da UFSM, afirma que tem dado sequência a uma política de inclusão de gênero e que isto pode ter servido como motivador para uma maior entrada feminina no universo da pesquisa.

— As mulheres conquistaram e ocupam postos-chave em nossa gestão. Elas são pró-reitoras, coordenadoras e diretoras de unidades. Isso serve de referência para outras mulheres e ajuda a criar mais oportunidades. O que fazemos é pouco ainda, precisamos de mais, mas acredito que isso tenha colaborado para que a UFSM alcançasse esta posição — avalia.  

O reitor da UFSM pontua, entretanto, que a entidade tem muito o que trilhar quando se fala na inclusão de pesquisadoras negras. Ele destaca que, apesar da política de cotas aplicada no processo seletivo dos estudantes, a participação delas é pequena.  

— Isso está sendo construído. É uma necessidade termos representado esse extrato da sociedade, que é maioria no Brasil, dentro da universidade, escrevendo e produzindo. Apesar das vozes dissonantes contra este movimento, não temos a menor dúvida de que precisamos avançar e estabelecer estratégias que busquem o equilíbrio de representação o mais breve possível.  

O Leiden Ranking 2019 avaliou a produção de quase mil instituições de ensino no mundo e levou em consideração os artigos registrados pela Web of Science, uma espécie de banco que concentra diversas pesquisas do mundo inteiro. No estudo, foram analisados conteúdos publicados entre 2014 e 2017. Para avaliar o gênero do autor, a instituição holandesa utilizou um algoritmo que, justifica, tem 90% de precisão de acerto no nome e na nacionalidade do escritor.   

https://gauchazh.clicrbs.com.br/educacao-e-emprego/noticia/2020/01/ufsm-e-a-10a-universidade-do-mundo-com-maior-producao-cientifica-feita-por-mulheres-diz-levantamento-ck5e8lc2b03uj01odnwnddhwj.html

Professores, educadores, atendentes e auxiliares de escolas municipais e estaduais que não possuem curso superior ou que lecionam em área diferente da formação podem fazer cadastro de interesse até 31 de janeiro no Programa Nacional de Formação de Professores da Educação Básica (Parfor).

Os interessados devem cadastrar seus currículos na Plataforma Capes de Educação Básica (https://eb.capes.gov.br/portal/) e preencher os formulários, que pedem dados sobre formação e atuação profissional.

Essas informações serão analisadas e validadas pelas Secretarias de Educação às quais os candidatos estão vinculados.

Posteriormente à abertura de editais futuros da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) com oferta de cursos, os candidatos que forem aceitos pelo Parfor poderão cursar licenciaturas presenciais na Universidade Estadual de Maringá (UEM).

Dicas – Acesse o Manual do Usuário da Plataforma Capes de Educação Básica (https://bit.ly/2tTy21z) e o Tutorial para registrar interesse (https://bit.ly/2FMu1yF

https://www.ofatomaringa.com.br/blog/ler?link=programa-de-formacao-de-professores-recebe-cadastros-de-interesse

UEM, Unifesp e UFSM estão entre as 10 primeiras universidades em ranking global com instituições que mais tem pesquisas feitas por mulheres

A Universidade de Leiden, na Holanda, divulgou um ranking global das instituições de ensino superior que mais têm produção acadêmica realizada por mulheres. Entre as dez primeiras colocadas, há três instituições brasileiras: a Universidade Estadual de Maringá (UEM), em segundo lugar; a Federal de São Paulo (Unifesp), em oitavo; e a Federal de Santa Maria (UFSM), na décima posição.

O resultado artigos publicados no banco de dados internacional Web of Science, entre 2014 e 2017. O gênero de cada autor é levantado a partir de um algoritmo que tem 90% de precisão e leva em conta nome e nacionalidade.

A UEM tem a maior proporção de mulheres cientistas no Brasil, 54% e, no ranking global, ficou atrás apenas da Universidade Médica de Lubin, na Polônia. No entanto, apesar da alta participação feminina na produção científica da UEM, os números não são tão positivos ao avaliar o aspecto racial, com baixa presença de pesquisadores e alunos negros. Em uma tentativa de diminuir esse desequilíbrio, a instituição aprovou o sistema de cotas raciais, que será aplicado a partir do vestibular de 2020.

Já na Unifesp, a reitora Soraya Smaili atribui a oitava colocação no ranking a um conjunto de fatores. Entre eles, a presença feminina nos cargos de liderança., criando não apenas diversidade de gênero, mas dando vazão a um conjunto de mulheres que têm talento e já estavam na universidade, mas não eram vistas. Ainda assim, reconhece que há um caminho a ser percorrido, para garantir a presença feminina nos mais altos postos, entre os pesquisadores com níveis mais altos do CNPQ, nos conselhos superiores das universidades e nas agências de fomento à pesquisa.

 

https://www.cartacapital.com.br/educacao/universidades-brasileiras-se-destacam-em-ranking-de-mulheres-pesquisadoras/

As provas foram aplicadas nos dias 17 e 18 de novembro. Esta edição do Vestibular foi coordenada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR).

Bandeira do Paraná

O resultado do XIX Vestibular dos Povos indígenas do Paraná 2019 já está disponível. Ele pode ser acessado no link disponível abaixo. Confira:

Resultado  XIX Vestibular dos Povos indígenas do Paraná 2019 

Os classificados de cada universidade deverão realizar matrícula nos dias e locais estabelecidos, conforme edital específico para matrículas.

Esta edição do Vestibular foi coordenada pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e, para fazer a inscrição, o estudante indígena precisava atender aos seguintes requisitos:

Ter concluído o ensino médio;

Não possuir curso superior;

Preencher a autodeclaração em que se reconhece como indígena;

Apresentar documentação que demonstre seu pertencimento a uma terra indígena paranaense para concorrer pelas universidades estaduais.

Provas

As provas foram aplicadas nos dias 17 e 18 de novembro. Até 2018, a seleção ocorria em  Faxinal do Céu. A partir de 2019, os testes foram aplicados nos municípios de Curitiba, Londrina, Mangueirinha, Manoel Ribas e Nova Laranjeiras.

No primeiro dia, os candidatos passaram por uma prova oral. Já no dia seguinte, foi a vez de uma redação e questões de língua estrangeira moderna ou indígena, biologia, física, geografia, história, matemática e química.

Oportunidades

Nesta edição, foram oferecidas vagas em cursos ministrados nas seguintes instituições:

Universidade Estadual de Maringá (UEM)

Universidade Estadual do Oeste do Paraná (UNIOESTE)

Universidade Estadual do Norte do Paraná (UENP)

Universidade Estadual do Paraná (UNESPAR)

Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO)

Universidade Estadual de Londrina (UEL)

Universidade Federal do Paraná (UFPR)

Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG)

A organização do vestibular é da Comissão Universidade para os Índios (CUIA) da UFPR.

Para mais informações, acesse o Manual do Candidato ou entre em contato pelo e-mail: Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou telefone (42) 3220-3701 (Cuia/UEPG).

https://vestibular.mundoeducacao.bol.uol.com.br/noticias/resultado-do-xix-vestibular-dos-povos-indigenas-no-parana-2019-e-publicado/340375.html

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