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Qua, Abr

A Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), divulgou nesta segunda-feira (8) a nota de redação do vestibular de inverno 20016, além da imagem digitalizada da prova.

O  resultado final deste processo seletivo, aplicado de 17 a 19 de julho, será divulgado no dia 24 de agosto, às 10h. Além da lista dos aprovados no limite das vagas, em primeira chamada, também haverá a publicação do listão geral com a situação de todos os que prestaram o concurso, contendo a aprovação, classificação e a reprovação.

De 24 de agosto a 24 de setembro, os candidatos poderão consultar o desempenho nas provas. As matrículas de quem for aprovado em primeira chamada serão aceitas de 13 a 15 de fevereiro de 2017. As aulas terão início no dia 13 de março de 2017. Todas estas informações estão no Manual do Candidato e poderão ser acessadas por meio do site.
No dia 29 de agosto, a UEM começará a efetuar as inscrições para o Vestibular de Verão e para o Processo de Avaliação Seriada (PAS) 2016.

Ao todo, 17.505 candidatos, dos 26 estados brasileiros, prestaram o Vestibular de Inverno 2016, disputando as 1.470 vagas distribuídas em 69 cursos de graduação.

http://maringa.odiario.com/maringa/2016/08/uem-divulga-nota-da-redacao-do-vestibular/2214645/

 

 

 

Interessados deve fazer a inscrição até o próximo dia 14 de agosto.
Hora-aula varia de R$ 13,97 a R$ 50,62, de acordo com a formação.
 

 

A Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS) prorrogou as inscrições para seleção de professores para curso de medicina. Novo prazo termina no dia 14 de agosto.

O edital de abertura foi publicado no Diário Oficial do Estado (acesse aqui para conferir o edital, a partir da página 34) de 24 de julho. A ficha de inscrição e outros documentos estarão disponíveis no site da UEMS, no menu “Editais e Concursos”.

Os candidatos passarão por provas escrita e de títulos, curso de capacitação em metodologias ativas em aprendizagem e construção de módulos interdisciplinares.

As datas dessas fases também foram remarcadas, e agora ocorrerão entre 3 de setembro de 11 de dezembro, em Campo Grande.

As vagas são destinadas à área de ensino em saúde, com requisitos, em 12 especialidades: pediatria, cardiologia, nefrologia, oncologia, ginecologia, medicina de família e comunidade, clínica médica, neurologia, anestesia, gastroenterologia, infectologia e cirurgia geral.

A hora-aula varia conforme o nível: auxiliar graduado - R$ 13,87; auxiliar especialista - R$ 24,97; assistente (mestre) - R$ 35,92; adjunto (doutor) - R$ 50,62. A cada uma hora-aula de regência, será paga uma hora-aula de encargos didáticos, desde que não ultrapasse as 40 horas semanais.

 

http://g1.globo.com/mato-grosso-do-sul/noticia/2015/08/uems-prorroga-selecao-de-professores-para-curso-de-medicina.html 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) prorrogou até o dia 15 de julho o prazo para inscrições do concurso público que selecionará 26 professores para a instituição. O comunicado foi feito nesta segunda-feira (29).

Antes, as inscrições seriam encerradas no dia 5 de julho. As vagas são para professores auxiliares, assistentes ou adjuntos, nas áreas de humanas, letras, artes e ciências tecnológicas. Para se inscrever, é preciso ir até o Protocolo Geral da Universidade, no Bloco A-01.

A taxa de inscrição é de R$ 170 e deverá ser paga até o último dia de inscrição, em qualquer banco ou casa lotérica credenciada pela Caixa Econômica Federal. O boleto estará disponível no site da UEM.

Os salários variam de R$ 2.469 a R$ 9.681, de acordo com a universidade, para carga horária de 40 horas semanais. O concurso é válido por um ano e pode ser estendido pelo mesmo período.

http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2015/06/uem-prorroga-prazo-de-inscricoes-para-concurso-publico-de-professores.html

As universidades estaduais de Londrina (UEL) e Maringá (UEM) devem encerrar a greve contra o governo do estado ainda nesta semana, conforme os sindicatos de professores e servidores delas. Nas escolas, a paralisação terminou nesta terça-feira (9), com decisão tomada em assembleia em Curitiba, depois de 46 dias.

Em Londrina, uma assembleia para definir qual será o rumo do movimento está marcada para a manhã de quinta-feira (11), no anfiteatro Pinicão, no Centro de Ciências Biológicas. A reunião dos servidores em Maringá será na sexta-feira (12), dentro da universidade.

Os professores estão parados desde o dia 27 de abril, quando suspenderam as atividades em protesto contra o projeto de lei enviado pelo governo do estado à Assembleia Legislativa que promove mudanças no Regime Próprio de Previdência Social do Estado.

De acordo com a professora Silvia Alapanian, diretora do Sindicato dos Professores do Ensino Superior Público Estadual de Londrina e Região (Sindiprol/Aduel), o embate entre governo e servidores fica desigual sem a força dos professores escolares.

"Isso [o fim da greve dos professores ligados ao Sindicato dos Trabalhadores em Educação Pública do Paraná (APP-Sindicato)] muda a correlação entre as forças no estado. Obviamente, isso é um peso. Nós estávamos juntos nesta greve. Infelizmente, é improvável que a paralisação continue nas universidades", afirma a professora.

Para ela, mesmo com a tendência de volta às aulas, o acordo firmado entre APP e governo não satisfaz a categoria. "Obviamente, voltar às atividades é um problema. Implica em uma redução de salário. Vamos ter um ano, quase dois, de perdas salariais", diz Silvia.

O presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimentos de Ensino de Maringá (Sinteemar), Celso Nascimento, reforça a ideia de que é difícil manter a greve nas universidades. Ele diz que, mesmo se a decisão for de voltar, é importante manter o diálogo com o governo para a melhoria salários.

"Rechaçamos que a proposta do governo é acintosa, ruim para todos nós. Mas, antes de cravarmos o fim da greve, precisamos ouvir o que pensam os professores e os servidores. Tudo leva a crer que, de fato, voltaremos às atividades", comenta Nascimento.

http://g1.globo.com/pr/norte-noroeste/noticia/2015/06/com-movimento-enfraquecido-uel-e-uem-tendem-chegar-ao-fim-da-greve.html

 

 

A Administração Central da Universidade Estadual de Maringá (UEM) encaminhou nesta terça-feira (19) um pedido para a suspensão do calendário letivo e do Vestibular de Inverno 2015 ao Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão (CEP).

O documento reúne reivindicações feitas por integrantes do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da universidade e entregues à reitoria. Os alunos já estão há cerca de 50 dias sem aulas, em razão da greve de servidores no estado.

"O encaminhamento da matéria ao CEP reafirma a competência deste Conselho para análise do assunto e, ao mesmo tempo, reconhece que a manutenção dos concursos vestibulares para as datas marcadas, poderá causar prejuízos aos alunos da rede pública de ensino, inscritos nesses certames, já que encontram-se há mais de 50 dias sem aulas", diz um texto assinado pelo reitor Mauro Baesso.

O Vestibular de Inverno está marcado para os meses de junho e julho. Não há data prevista para a divulgação da decisão do conselho sobre a suspensão ou não do concurso.

 

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