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Sex, Nov

Instituição passa a integrar o Laboratório de Internacionalização do Conselho Americano de Educação e se prepara para parcerias com unidades estrangeiras

A convite da Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior) e da Comissão Fulbright Brasil, organização internacional vinculada aos governos do Brasil e dos Estados Unidos, a UEM (Universidade Estadual de Maringá) começou a integrar o Laboratório de Internacionalização do Conselho Americano de Educação. Trata-se de um passo para implementar um programa que abrange iniciativas para tornar a universidade internacional.

UEM terá consultoria de Conselho Americano de Educação por 18 meses para formulação do plano de internacionalização | ASC/UEM

A internacionalização envolve parcerias com instituições de ensino estrangeiras. A proposta é recente. No ano passado, a Capes estabeleceu uma nova política para projetos de financiamento de estudos em parcerias com instituições de fora do País. Os convênios de pós-graduação, antes oferecidos a cursos específicos, poderão contemplar a universidade toda. A própria instituição pode se preparar para ser internacional, mostrando planos estratégicos e distribuindo as vagas em editais internos.

No começo de outubro, a UEM recebeu o First UEM International Meeting (1º Encontro Internacional da UEM) para debater o processo de internacionalização das universidades brasileiras. Sandra Schiavi, assessora do ECI (Escritório de Cooperação Internacional) da UEM, explica que o projeto do Laboratório do Conselho Americano oferece a possibilidade de desenvolvimento de um plano de internacionalização estruturado. Caberá ao Conselho Americano de Educação a consultoria e assistência à UEM ao longo de 18 meses para construir o plano.

“Isso vai envolver viagens nossas para lá, visitas deles aqui. É um trabalho de consultoria em planejamento estratégico para a internacionalização. A UEM tem o mérito de ter sido selecionada para fazer parte dessa formação com o financiamento da Capes”, afirma. A Capes é o órgão vinculado ao MEC (Ministério da Educação) que responde por programas de pós-graduação em nível nacional.

A UEM é a terceira universidade do País a integrar o laboratório de internacionalização, junto com a UFG (Universidade Federal de Goiás) e aa seleção, a Capes utilizou os critérios de “potencial de internacionalização” e “empenho da pesquisa em pós-graduação”, conforme Schiavi. Internacionalizar uma universidade significa não apenas a mobilidade acadêmica, como a ida e vinda de estudantes e professores, mas parcerias por meio da internet. “Quando, por exemplo, um professor apresenta uma palestra por  meio de webconferência, ele traz a realidade do país dele, discute a metodologia de pesquisa e de ensino que ele adota lá ou apresenta uma forma diferente, uma dinâmica diferente de ensinar. Coloca a comunidade acadêmica em contato com coisas que acontecem lá fora.

Posso internacionalizar alunos que nunca saíram da minha universidade”, explica.

Nisso está o grande potencial das universidades brasileiras: internacionalizar em casa, conforme conta a assessora.

Quando uma pesquisa, como um artigo científico, é feito com a colaboração de acadêmicos estrangeiros, isso possibilita ampliar visões de mundo. "Elas terão que aprender a pensar diferente e ver como os problemas do mundo são levados para aquela pesquisa, não apenas o problema de sua região.

Aprendem a discutir aquele problema de maneira diferente. Expande a formação do aluno para uma formação de cidadão do mundo sem que ele precise viajar. São esses aspectos que vamos viver como comunidade nos próximos 18 meses”, conta.

A internacionalização da UEM já acontece de maneira pontual, com programas de pesquisa. A universidade tem acordos formais de cooperação internacional (vigentes ou em negociação) com 156 universidades em 34

UEL

A UEL (Universidade Estadual de Londrina) também trabalha com planos institucionais para a internacionalização. A instituição tem 128 acordos internacionais, com 70 universidades de 28 países. Segundo Fábio Pitta, assessor de relações internacionais da UEL, esses acordos poucas vezes envolvem contrapartida financeira como bolsas de estudo. O benefício é que isentam de taxas. “É natural que o aluno que venha estudar aqui não tenha taxa porque a universidade é gratuita, mas no exterior a maioria tem taxas altíssimas”, ressalta.

A UEL publica dois editais por ano ofertando vagas, e os interessados passam por processo de seleção. Os acordos internacionais possibilitam a mobilidade de estudantes e professores e pesquisas conjuntas. Segundo Pitta, a UEL tem centenas de colaborações científicas publicadas com estrangeiros. “Também consideramos internacionalizar nossa própria casa.

Existem iniciativas dentro da UEL para torná-la internacional dentro do nosso quintal, como receber os estrangeiros e atividades sociais. Passa muito pela oferta de cursos de línguas, pois prepara os indivíduos para essa experiência internacional.”

https://www.folhadelondrina.com.br/educacao/uem-da-passo-para-internacionalizacao-2968501e.html

A administração central da UEM (Universidade Estadual de Maringá) informou nesta sexta-feira (18) que recebeu, por mensagem eletrônica, ameaça de um atentado no campus que, supostamente, ocorreria na próxima segunda-feira (21). A reitoria acionou os órgãos de segurança e, junto com as polícias Federal, Militar e Civil, já adotou plano de ação para controlar a situação de emergência, garantindo maior segurança à comunidade universitária.

Como medida preventiva, segundo a universidade, a Polícia Militar está mais presente no campus desde o início da manhã desta sexta-feira. A operação abrange diferentes ações a serem realizadas durante todo o dia e também no período noturno, inclusive nos campus regionais da universidade.

A UEM destaca que já foi identificado de onde partiu a ameaça e que os suspeitos estão sendo investigados.

A instituição coloca que outra preocupação agora é conter as mensagens falsas que estão circulando nas redes sociais. Identificados os autores, estes  também serão investigados estando passíveis de responder pelos atos.

Cabe ressaltar que o canal oficial para informações é o Gabinete da Reitoria.

No caso de denúncias, elas podem ser feitas pelo número 0800 6434278.

 https://www.folhadelondrina.com.br/geral/uem-reforca-seguranca-apos-ameaca-de-atentado-no-campus-2968673e.html

Valor destinado pelo governo federal ao CNPq não é suficiente para manter pagamento de bolsas

O orçamento confirmado de 2019 para o CNPq (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico) não será suficiente para a manutenção de bolsas de pesquisa pelo País. A UEL (Universidade Estadual de Londrina) afirma que, no mínimo, 580 pesquisadores serão prejudicados após o anúncio, nesta quinta-feira (15), da suspensão da indicação de bolsistas para iniciação científica júnior, que contempla alunos do ensino médio, iniciação científica e tecnológica, para estudantes da graduação, e pesquisadores da pós-graduação, como mestrandos e doutorandos.

                              Representantes da UEL e UEM reuniram-se com lideranças políticas, servidores e estudantes para discutir a situação | Laís Taine

O dinheiro para o CNPq vem do Ministério da Ciência e Tecnologia. O investimento neste ano foi de R$ 800 milhões. O valor não seria suficiente para manter as bolsas de pesquisa. Silvia Meleti, diretora da pró-reitoria de pesquisa e pós-graduação da UEL, conta que os pesquisadores dependem, principalmente, dos recursos do governo federal para o desenvolvimento de suas pesquisas. “Se não houver recomposição do orçamento para o CNPQ, vai haver suspensão de todas as bolsas a partir de setembro”, explicou.

Meleti também aponta que os valores das bolsas são relativamente baixos, de R$ 100, para iniciação científica júnior, até R$ 2,2 mil para os doutorandos. Os pesquisadores, ao concorrerem a bolsas, também precisam assinar termo de compromisso de não ter qualquer outro vínculo empregatício. Com a suspensão, muitos deixarão de desenvolver suas pesquisas em um quadro que a diretora aponta como “desastroso, já que o corte significa precariedade da agência de fomento”.

“Se o corte está vindo via bolsas de estudo, é porque não existe mais dinheiro no CNPQ para nenhum outro programa. Já suspenderam todos os editais de pesquisa e acredito que dificilmente esse quadro será revertido até o final deste ano. Não estou otimista, apesar de todos os esforços que a universidade tem colocado na tentativa de reverter essa situação”, apontou Meleti.

Segundo a UEL, o corte equivale a R$ 260 mil por mês a menos em recursos financeiros para manter atividades científicas da universidade. O reitor Sérgio Carvalho pede a mobilização das universidades públicas e da sociedade, explicando que a paralisação das pesquisas compromete o futuro do País. “É interessante que a sociedade brasileira consiga compreender essa importância da pesquisa, porque ela salva vidas. Não salva hoje, mas salva amanhã. A pesquisa nos faz viver mais, porque descobre medicamentos, procedimentos, alimentos mais adequados etc. O conforto social é proveniente da pesquisa”, defendeu.

NACIONAL

As bolsas vigentes serão mantidas apenas até este mês, com pagamentos referentes em setembro. Depois, sem investimentos, é possível que pesquisadores paralisem seus projetos, conforme apontou o presidente da Anpoll (Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Letras e Linguística) e professor da UEL, Frederico Fernandes. “Demanda um trabalho muito grande. Não sei se esses pesquisadores continuarão no projeto. Isso é muito sério e a Anpoll está preocupada. Com esses cortes, pesquisas e projetos em andamento correm o risco de parar e trazer um impacto grande para a sociedade”, disse.

Para Fernandes, o corte das bolsas pode ser o prenúncio de uma situação mais grave: o fim da agência. Fernandes comentou que, nas conversas de bastidores, se fala em fechamento do CNPq, já que, de 10 mil funcionários, a agência estaria funcionando com cerca de 250, o que tornaria o trabalho “inoperante e insuficiente”.

A falta de investimento para agências de fomento científico já ocorre desde o governo Michel Temer, segundo Fernandes, o que sinalizava a possibilidade de junção das duas principais agências: o CNPq e a Capes (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior). “Isso assusta muito porque as duas agências têm papéis distintos, uma é mais voltada para a formação de pessoal e a outra é voltada para setores estratégicos da pesquisa.”

A fusão com a Capes não é oficial, mas, para Fernandes, pode ser um primeiro passo para isso, já que as novas contratações de bolsas nacionais do CNPq não serão feitas. “A única possibilidade seria uma ação direta do presidente Jair Bolsonaro, mas não há nada no horizonte de que ele pudesse fazer algum aporte para a sobrevivência e manutenção da agência”, afirmou.

O ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Marcos Pontes, declarou em entrevista coletiva nesta quinta-feira (15) que a situação do corte das bolsas "está sendo resolvida" e que há negociações com a Casa Civil em andamento. Enquanto isso, a SBPC (Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência) movimenta uma petição com quase 130 mil assinaturas para cobrar investimentos no CNPq. A ideia é que o abaixo-assinado seja enviado à Câmara e ao Senado para pressionar o governo.

PERIÓDICOS

Dados do CNPq de 2015 mostram que as engenharias e Ciências Exatas ficam com a maior parte dos investimentos da agência no País. No ano passado, as universidades estaduais do Paraná divulgaram um levantamento mostrando que 18 periódicos científicos foram publicados pelo CNPq, que mantinha também 1.744 bolsas de iniciação científica e 377 de iniciação tecnológica e industrial no Estado.Gustavo Nicola Tibério,19, pesquisa a produção de um novo biomaterial que reutiliza plástico e resíduos agroindustriais. Sem a bolsa, ele terá que contar com apoio financeiro de familiares para conseguir seguir com o projeto. "Mas não é como eu gostaria. Além de me manter, eu usava o dinheiro da bolsa para comprar materiais para conseguir dar continuidade ao projeto.

Provavelmente a pesquisa vai demorar muito mais tempo do que seria necessário, até porque eu não poderei mais me dedicar totalmente ao laboratório", disse.Bolsista do CNPq pela Iniciação Tecnológica na UEL, Tibério apontou que leva tempo para receber os pedidos de material e licitações para produtos, mesmo que em pequena quantidade, para uso no laboratório. "Então utilizamos dinheiro da bolsa para alguns materiais necessários no dia a dia", contou.

 Para quem já conta com a bolsa, como é o caso de Tibério, que recebe pelo CNPq há seis meses, o dinheiro virá até setembro. "Nós já estamos bem desacreditados que as bolsas serão liberadas devido à postura do governo federal em relação à tecnologia e à ciência, quando falamos principalmente de universidade pública", lamentou.

Segundo a diretora do Colégio de Aplicação da UEL, Tânia Fernandes, já foi feita uma seleção recente de 21 estudantes secundaristas para a iniciação científica júnior na UEL. Pais, alunos e professores chegaram a traçar projetos para os próximos 12 meses, mas o CNPq anunciou a suspensão de novas bolsas. “Realizamos a sensibilização entre os alunos da importância em participarem deste programa, fizemos a seleção e 21 preencheram todos os documentos necessários para a inclusão no programa. No entanto, fomos informados que o CNPQ anunciou que nenhuma bolsa de iniciação científica poderá ser implementada. Realizamos, nesta sexta-feira (16), uma reunião com os estudantes e colocamos eles a par desta triste notícia. Não podemos deixar de notar a frustração em nossos alunos”, afirmou.

A diretora do colégio lamentou a situação já que sabe “da importância desta experiência para os estudantes que, no ensino médio, buscam enriquecer a formação para pleitear em breve uma vaga na universidade”.

RESIDENTES

As universidades estaduais enfrentaram outro imbróglio no último mês, desta vez envolvendo as bolsas de residência. Após um bloqueio pela Sefa (Secretaria Estadual da Fazenda) na folha de pagamento no mês de julho, as universidades tiveram que alocar recursos internos para custear as bolsas dos estudantes da área da saúde. Nesta sexta-feira (16), representantes da UEL e UEM (Universidade Estadual de Maringá) reuniram-se com lideranças políticas, servidores e estudantes para discutirem a situação. Neste encontro, foi divulgada a assinatura do decreto de recomposição dos recursos no valor de R$ 8 milhões para bancar bolsas de residência até dezembro. Os valores para compensar editais para o ano seguinte ainda serão discutidos.

O problema surgiu porque a Sefa mudou o entendimento sobre a forma de pagamento dos residentes. Desde 1972, esses estudantes entravam como funcionários da universidade. A UEL abriga 440 residentes em diferentes especialidades que trabalham em vários hospitais e instituições de saúde de Londrina e região recebendo bolsa de R$ 3.330,43 por jornada de 60 horas semanais, muitos com dedicação exclusiva, sem direito a férias nem 13º salário.

Dos 440 residentes, 360 estão no HU. “É uma boa notícia que agora estejamos garantidos até dezembro, mas fica o desafio de buscarmos manutenção e garantia no LOA (Lei Orçamentária Anual) para o próximo ano. Fica a preocupação, pois não temos garantias”, afirmou Vivian Feijó, superintendente do HU.

Segundo Joice Cruciol, coordenadora das residências não médicas da UEL, o trabalho desses estudantes beneficia a comunidade, pois muitos atuam em UBS (unidades básicas de saúde) e em outras instituições onde o serviço chega a representar 90% da mão de obra, como o HV (Hospital Veterinário).

O deputado Tiago Amaral (PSB), relator do Orçamento do Paraná, participou da reunião. “É uma questão absolutamente técnica, pois não se trata de servidores, mas de bolsas de estudo destinadas à compensação para formação da área. Essa reclassificação da despesa foi uma solução encontrada para resolver a situação. Estamos tirando do orçamento”, afirmou.

Os valores são suficientes para bancar as despesas com residentes até dezembro deste ano, mas as residências vão até fevereiro. O deputado afirmou que o orçamento para o próximo ano ainda será discutido, mas orienta as universidades a já classificarem as despesas no novo modelo exigido pela secretaria. Os deputados Tercílio Turini (PPS) e Evandro Araújo (PSC) também participaram da reunião.

https://www.folhadelondrina.com.br/geral/corte-pode-afetar-quase-600-pesquisadores-na-uel-2957863e.html

Victor Akihiro Ishikawa é o maior pontuador. Na segunda será aberto prazo de inscrição para o Vestibular de Verão e o PAS

 

Está disponível a lista dos aprovados no Vestibular de Inverno 2019 da UEM (Universidade Estadual de Maringá). O resultado foi publicado às 10h desta sexta-feira (16), no site da CVU (Comissão do Vestibular Unificado).

Na lista dos 1.494  aprovados neste concurso, aparece Victor Akihiro Ishikawa, 26 anos, como o maior pontuador geral. De um máximo possível de 660 pontos, ele atingiu 536,5 e foi aprovado no curso de Medicina, que neste concurso registrou 413,7 candidatos por vaga, aparecendo como o mais concorrido na história da UEM .

Victor Akihiro Ishikawa, 26 anos, maior pontuador geral | Divulgação

Ishikawa conta que este foi o terceiro concurso que ele prestou na UEM, sendo os dois últimos para Medicina. Disse que pelo desempenho alcançado nas provas já esperava passar, mas que o primeiro lugar geral foi uma grata surpresa.

LISTA DE APROVADOS

As listas dos aprovados em todos os cursos, disponíveis em www.vestibular.uem.br, mostram o desempenho individual em cada prova, o escore atingido, a classificação e a situação final do candidato (aprovado, lista de espera ou reprovado).

Considerando os melhores escores entre os diferentes centros de ensino da UEM os maiores pontuadores foram Fernanda Denipoti Mesquita ( 392,5 pontos), aprovada no curso de Biotecnologia, ligado ao Centro de Ciências Biológicas; João Lucas Foltran Consoni (513,5 pontos), aprovado em Engenharia Elétrica, pelo Centro de Ciências Tecnológicas; Carlyle Junior Brizuela (429 pontos), aprovado em Medicina Veterinária, pelo Centro de Ciências Agrárias; Hugo Silva Polonio (480,5 pontos), aprovado em Direito, pelo Centro de Ciências Sociais Aplicadas; Gabriel Vicensi Brugnago (495 pontos), aprovado em Física, pelo Centro de Ciências Exatas; e Carlos Eduardo Rossetto Moreno (448,5 pontos), aprovado em Psicologia, pelo Centro de Ciências Humanas, Letras e Artes. Além é claro, de Victor Ishikawa, que passou em Medicina, pelo Centro de Ciências da Saúde, no curso de Medicina.

MATRÍCULA E ANO LETIVO

As datas de matrícula e início do ano letivo dependem da aprovação do Calendário Acadêmico 2020, que ainda não foi votado pelo Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão. Os candidatos poderão consultar o site da Diretoria de Assuntos Acadêmicos onde será divulgado o Calendário com estas datas e também as de publicação do edital de vagas em segunda chamada.

Os candidatos que ficaram em lista de espera devem aguardar a publicação destes editais.

VESTIBULAR DE VERÃO E PAS

Na próxima segunda-feira, dia 19, a UEM abre o prazo de inscrição para o Vestibular de Verão 2019 e para o PAS (Programa de Avaliação Seriada). O prazo para os dois concursos encerra-se no dia 18 de setembro.

As provas serão aplicadas nos dias 8 e 9 de dezembro, no caso do Vestibular de Verão, e 24 de novembro, no caso do PAS.

As inscrições são on-line e devem ser feitas, respectivamente, pelos sites www.vestibular.uem.br e www.pas.uem.br . No ato da Inscrição o candidato poderá optar pela cidade onde irá fazer a prova. O Vestibular de Verão será aplicado em Maringá, Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cianorte, Cidade Gaúcha, Curitiba, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama. As provas do PAS ocorrerão praticamente nas mesmas cidades, com exceção de Cidade Gaúcha e Curitiba, além de Loanda e Londrina.

https://www.folhadelondrina.com.br/cidades/uem-divulga-relacao-dos-aprovados-no-vestibular-de-inverno-2019-2957796e.html

Marquinhos Oliveira/CMM

A habitação social será o principal foco da Câmara dos Vereadores de Maringá neste segundo semestre de 2019. O legislativo do município tem 17 projetos para analisar sobre futuros empreendimentos, é o que afirma o presidente da casa, Mário Hossokawa (PP). “Este é o principal problema enfrentado pela nossa cidade. Há um deficit muito grande no número de casas populares. Agora cabe a nós avaliarmos as propostas que têm um enorme interesse social”, avaliou Hossokawa. A prefeitura tem como proposta a criação de Zonas Especiais para Habitação de Interesse Social, o que possibilitará aos proprietários das áreas transformarem seus lotes em empreendimentos destinados à construção de imóveis populares.

Segundo dados do município, a fila de interessados neste tipo de moradia já ultrapassa 7,2 mil pessoas e tais projetos devem espalhar novas residências em várias áreas de Maringá. “O trabalho deve ser feito com cuidado, para que ninguém saia prejudicado”, ponderou o vereador. O tema inclusive foi discutido em uma palestra na Câmara. O Laboratório de Pesquisa em Habitação e Assentamentos Humanos, da UEM (Universidade Estadual de Maringá), tratou do tema no último dia 30. O principal assunto da pauta foi a criação do núcleo maringaense do BR Cidades, que tem como objetivo estimular a população a participar dos debates sobre a atualização do Plano Diretor.

A Câmara deve votar nas próximas sessões, em segunda discussão, um projeto de lei enviado pelo Executivo que dispõe sobre as normas de regularização fundiária em Maringá. O projeto tem como objetivo a prevenção do aparecimento de loteamentos irregulares, chamada de Reurb (Regularização Fundiária Urbana). O projeto indica que a organização “abrange medidas jurídicas, urbanísticas, ambientais e sociais destinadas à incorporação dos núcleos urbanos informais ao ordenamento territorial urbano e à titulação de seus ocupantes”.

https://www.folhadelondrina.com.br/politica/camara-de-maringa-ira-priorizar-habitacao-social-2956309e.html

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