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Qua, Out

Na próxima segunda-feira (22), a juíza federal Flavia da Silva Xavier passará a presidência da Associação Paranaense dos Juízes Federais (Apajufe) para o também magistrado Anderson Furlan. Na gestão de 2004/2005, Furlan foi vice-presidente da Apajufe.

Graduado em Direito pela Universidade Estadual de Maringá (UEM), Anderson Furlan é especializado em Direito pela Escola Superior de Magistratura e mestre em Ciências Jurídico-Econômicas pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (FDUL).

Aos 35 anos de idade, o novo presidente da Apajufe lecionou Organização Judiciária (2000/2004) e Direito Tributário (2005/2009), na coordenadoria maringaense da Escola Superior da Magistratura do Estado do Paraná.

De 1998 a 2000 foi Analista Judiciário do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4). Foi Juiz Federal Substituto, de 2000 a 2004, assumindo como titular em março de 2004.

Junto com o novo presidente da entidade, outros novos dirigentes também tomam posse. São eles Marcelo Malucelli, como vice-presidente; Nicolau Konkel Junior, diretor financeiro; Márcia Vogel V. de Oliveira, como diretora Social e Cultural; Décio José da Silva, diretor de Benefícios, Patrimônio e Interior; e Vladimir Passos Freitas, como diretor da Escola da Magistratura Federal (Esmafe/PR).

Serviço: A cerimônia está marcada para as 19h, na Sede da Justiça Federal do Paraná, à rua Anita Garibaldi n.º 888, em Curitiba. Após a cerimônia, os presentes participam de um coquetel. Informações pelo telefone 3078-6600.

http://www.parana-online.com.br/canal/direito-e-justica/news/429190/?noticia=NOVO+PRESIDENTE+DA+APAJUFE

 

Jorge Correa Santos/UEL
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O Hospital Universitário da UEL foi notícia nos últimos dias por restringir atendimentos.

Os hospitais universitários -chamados de HUs - do Paraná foram notícia nos últimos dias por causa de dificuldades e problemas: restrição no atendimento em Londrina, a fila para cirurgias eletivas em Cascavel e superlotação em Maringá. Tudo consequência da falta de dinheiro, de funcionários e de estrutura. Todos os dias são como quebra-cabeças para os gestores desses hospitais, que precisam atender a população e ainda cumprir a missão de ensinar e formar profissionais.

O Paraná tem onze hospitais universitários credenciados junto à Associação Brasileira de Hospitais Universitários e de Ensino (Abrahue). Os principais deles - todos públicos - são o Hospital de Clínicas da Universidade Federal do Paraná (UFPR), em Curitiba; o Hospital Universitário de Londrina, da Universidade Estadual de Londrina (UEL); Hospital Universitário de Maringá, da Universidade Estadual de Maringá (UEM); e o Hospital Universitário de Cascavel, da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste).

Segundo o presidente da Abrahue, Carlos Alberto Justo, as dificuldades financeiras estão ligadas à dependência dos recursos vindos do Sistema Único de Saúde (SUS). Os HUs são referência em atendimento e recebem uma grande quantidade de usuários. Uma série destes pacientes é submetida a tratamentos de alto custo e, paralelamente, a tabela dos valores pagos por estes procedimentos está muito defasada. "Isso faz com que haja subfinanciamento do sistema e os hospitais ficam vulneráveis. Aliado a isto acontece a falta de reposição de vagas. Há também a carência de autonomia administrativa para atender a demanda que a sociedade impõe", comenta. Ele lembra que algumas instituições tentaram driblar o problema das contratações com o apoio de fundações, como ocorreu no HC da UFPR. "Mas a Justiça proibiu essa válvula de escape e isto trouxe mais um problema", afirma.

O presidente do Conselho Regional de Medicina do Paraná, Miguel Ibraim Abboud Hanna Sobrino, acredita que toda a sociedade deve se envolver para resolver o problema dos hospitais universitários. "Os investimentos devem ser ofertados para as condições ideais, e não somente para as condições mínimas", analisa.

Programa visa sanar déficit milionário das instituições

Fábio Dias/O Diário do Norte do Paraná
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No HU da Universidade de Maringá, um dos problemas é a superlotação.

Uma comissão interinstitucional foi criada para conhecer e analisar a situação dos hospitais ligados às universidade públicas federais. O diagnóstico apontou que os 46 hospitais universitários operam com um déficit anual de R$ 220 milhões e têm 1.124 leitos desativados por falta de condições estruturais e de recursos humanos. Diante desse raio-X, foi instituído em janeiro deste ano o Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf). Será feito um empréstimo pelo Ministério da Educação junto ao Banco Mundial de R$ 750 milhões, que serão aplicados nas instalações físicas. O financiamento será de 50% do MEC e 50% do Ministério da Saúde. Também haverá ações para renovação do parque tecnológico e recomposição do quadro funcional.

Para a diretora-geral do Hospital de Clínicas (HC) - único hospital universitário federal no Paraná -, Heda Amarante, o plano é muito bem-vindo. O único receio dela se refere aos recursos humanos, o maior problema do hospital paranaense. São 2,7 mil servidores públicos e 1,1 mil funcionários contratados por meio da Fundação da Universidade Federal do Paraná (Funpar). Hoje, o déficit é de 600 trabalhadores.

No entanto, Amarante tem um grande empecilho: a determinação de tirar os contratados em regime CLT, caso da Funpar. Ela não pode demitir os 1,1 mil funcionários nesta situação, por gerar um grande problema social e também porque o hospital simplesmente pararia de funcionar. Para resolver o problema, a diretora precisaria de um concurso público com 1,7 mil vagas. "Não há liberação de vagas há muito tempo. Só houve contratação nos últimos tempos de 75 profissionais para o setor de transplante de medual óssea, mediante ação judicial. Todas as demais áreas têm falta de gente".

O problema ainda passa pela não substituição dos servidores que se aposentam, são afastados ou que falecem e a restrição no pagamento das horas-extras. O próprio HC é responsável pelo pagamento dos salários dos funcionários contratados pela Funpar e dos trabalhadores terceirizados que atuam em cargos de extinção no setor público, mas que são essenciais no dia a dia (copa, cozinha, transporte, segurança, recepção, lavanderia e infraestrutura). (JC)

Falta pessoal em Cascavel e Maringá

Para o diretor-superintendente do HU de Londrina, Francisco Eugênio de Souza, a maior dificuldade é a falta de regularidade e o escasso repasse do SUS. "A solução passa pela autonomia administrativa e o repasse direto para a gente, que não dependesse do repasse via município", avalia. O diretor do HU de Cascavel, Alberto Pompeu, comenta que o hospital atende muito mais pacientes do que a capacidade permite e lida com falta de funcionários. Atualmente, são 711 servidores efetivos, 110 estagiários, 30 residentes e 130 prestadores de serviços. "Os casos de baixa complexidade devem ser atendidos em outras instituições da rede pública. Às vezes isto sobrecarrega o hospital. O hospital tem a característica de atendimento de média e alta complexidade e precisa se ater a este campo para poder atender a região toda", declara.

O diretor-superintendente do HU de Maringá, José Carlos Amador, afirma que o hospital tem um déficit "absurdo" de recursos humanos. "O hospital não está completo ainda, mas funciona como se estivesse. Temos material sucateado. Ainda enfrentamos um aumento no número de pacientes. Muitos hospitais da região deixaram de atender SUS", conta.

No final de março deve ser inaugurado mais um hospital universitário no Paraná, o Hospital Regional de Ponta Grossa. Segundo a Secretaria de Estado da Saúde, ele vai atender a demanda de ensino do curso de Medicina na Universidade Estadual de Ponta Grossa e contribuir na assistência à saúde. O hospital será de média e alta complexidades. (JC)

http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/430903/?noticia=FALTA+DE+ESTRUTURA+COMPROMETE+HUS

Um jovem de 20 anos foi encontrado desmaiado na Rua Marquês de Abranches, na Zona Sete, em Maringá, no noroeste do Estado. Rodrigo Ribeiro de Barros, calouro de Direito da Universidade Estadual de Maringá (UEM), estava com o maxilar quebrado, um corte no abdômen feito por uma faca e várias escoriações pelo corpo, conforme informações da assessoria de imprensa do Hospital Santa Rita, para onde ele foi levado pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).

De acordo com o pai do jovem, o aposentado Antonio Carlos de Barros, por volta das 3h de ontem, ele tinha recebido uma ligação informando que seu filho havia sido vítima de um trote violento, o que não foi completamente confirmado. “Não sabemos realmente o que aconteceu. Ele diz que não se lembra de nada do que aconteceu na noite anterior”, explicou.

Mesmo tendo sofrido várias escoriações, na tarde de ontem o rapaz já havia recebido alta do hospital, mas poderia voltar a qualquer momento pela necessidade de uma cirurgia no maxilar.

Por meio de sua assessoria, a UEM informou que a reitoria da instituição não irá se pronunciar sobre o ocorrido. Por não existir um boletim de ocorrência, a UEM afirma que as informações estão desencontradas, ainda mais pelo fato de o estudante não se lembrar de nada. No entanto, a universidade designou uma assistente social para acompanhar a recuperação do estudante.

http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/431581/?noticia=JOVEM+PODE+TER+SIDO+VITIMA+DE+TROTE+VIOLENTO+EM+MARINGA

A Universidade Estadual de Maringá informa que os pedidos de isenção da taxa de inscrição no Concurso Vestibular de Inverno 2010 devem ser protocolados de 29 a 31 de janeiro. No campus sede, a entrega deve ser feita na sede da Comissão Central do Vestibular Unificado, no Bloco 28. Os pedidos também serão aceitos nas secretarias dos Campus Regionais de Cianorte, Goioerê e Umuarama no horário das 14h às 17h30 e das 19h30 às 22h. Na secretaria do Campus Regional de Cidade Gaúcha, o horário é das 8 às 11h30 e das 14h às 17h.

Podem solicitar a isenção candidatos comprovadamente carentes que concluíram ou estejam cursando a última série do ensino médio em escolas públicas ou em escolas particulares, com bolsa de estudos fornecida pelo próprio estabelecimento. Nesse caso, será exigida a apresentação da declaração expedida pelo colégio.

A solicitação de isenção deverá ser feita pelo próprio candidato ou por outra pessoa, com apresentação de procuração específica e com firma reconhecida. Se o candidato for menor de 18 anos, deverá apresentar, além da sua assinatura, a assinatura do pai, da mãe ou do responsável legal.

Para o pedido de isenção é necessário apresentar requerimento e questionário socioeconômico em formulários próprios e documentados.

Quem quiser consultar a lista completa dos documentos pode entrar na página eletrônica www.cvu.uem.br, clicar no link Regulamentação Vigente e procurar o Edital nº 002/2010-CVU.

O resultado da análise dos pedidos será publicado no dia 15 de abril no site www.vestibular.uem.br. Não haverá devolução da taxa de inscrição caso o candidato beneficiado já tenha efetuado o pagamento da taxa de inscrição do concurso, cujo prazo normal vai até 16 de abril.

http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/435833/?noticia=UEM+DIVULGA+PRAZOS+PARA+PEDIDOS+DE+ISENCAO+DA+TAXA+DO+VESTIBULAR

O Vestibular de Inverno da Universidade Estadual de Maringá deve receber em torno de 23 mil inscritos, a exemplo de outros concursos promovidos no meio do ano. As inscrições devem ser feitas até o dia 16 de abril, pelo site www.vestibular.uem.br. A taxa é de R$ 90. São oferecidas 1.562 vagas em 48 cursos de graduação. Das vagas, 308 são reservadas, pelo sistema de cotas sociais, para alunos do ensino público. As provas serão realizadas de 18 a 20 de julho.

De acordo com o presidente da Comissão Central do Vestibular Unificado, Emerson Arnaut de Toledo, nessa época normalmente o número é maior em decorrência de poucas universidades públicas realizarem vestibular. Toledo informou que o curso de Biomedicina, recém-criado, está surpreendendo pela procura. Por ser um curso novo, a média de 20 candidatos por vaga observada no momento está superando a expectativa.

Para os interessados que não dispõem de computador ou de acesso à internet, a UEM disponibiliza, durante o período de inscrição, gratuitamente, na própria instituição (Biblioteca Central, das 10h às 18 horas), bem como em locais conveniados, computadores e impressora para tal finalidade. Os locais conveniados são Shopping Avenida Center, na Central de Atendimento, de segunda a sábado das 10h às 22 horas e aos domingos das 14h às 19 horas; e Shopping Maringá Park - na loja Espaço Maringá Park, de segunda a sábado das 10h às 22 horas e aos domingos das 14h às 20 horas.

A ficha de inscrição devidamente preenchida, impressa, documentada e assinada deve ser encaminhada à UEM-CVU, no prazo estabelecido, podendo ser enviada pelo correio ou entregue pessoalmente na Central de Recebimento de inscrições do vestibular, na BCE, das 10h às 18 horas.

http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/439732/?noticia=ABERTAS+INSCRICOES+PARA+O+VESTIBULAR+DE+INVERNO+DA+UEM

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