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Dom, Out

Sindicatos e o governo do Estado se reuniram ontem, em Maringá, para buscar uma solução para a suspensão do atendimento pelo Hospital Santa Rita para quem utiliza o Sistema de Assistência à Saúde (SAS).

Desde a última segunda-feira, os 44,1 mil servidores que utilizam o serviço estão desassistidos e são obrigados a procurar o Sistema Único de Saúde (SUS) para receber tratamento médico.

A alegação dada pelo hospital em não atender as pessoas assistidas pelo SAS é o baixo preço pago por usuário pelo governo do Paraná. O contrato de prestação de serviço se expirou no dia 31 de janeiro. Participaram do encontro também representantes de quatro hospitais da região que têm interesse em absorver a demanda do SAS.

Para o presidente do Sindicato dos Trabalhadores em Estabelecimento de Ensino de Maringá (Sinteemar), Éder Rossato, o encontro foi bem proveitoso e os representantes sindicais se mostraram confiantes.

“Acredito que a reunião foi bem produtiva, pois existe uma proposta para adequação legal para habilitação de hospitais em caráter de emergência”, informa.

Ele revela que nos próximos 15 dias, parte do problema já esteja resolvido. “Essa proposta pode não ter sido a ideal, mas é razoável. Ele será feito por etapas, sendo que a prioridade é para o restabelecimento dos serviços emergenciais e de urgência”, avalia.

Por terem sido pegos totalmente de surpresa, Rossato comenta que os sindicatos estudam entrar com uma medida judicial contra o Hospital Santa Rita. “Essa decisão prejudicou muita gente, inclusive àqueles que realizavam tratamentos delicados, como quimioterapia. Eles não poderiam agir dessa maneira. Deveriam ter avisado aos servidores com antecedência. Considero a atitude deles muito inconsequente e irresponsável”, afirma.

O diretor do Departamento de Assistência à Saúde (DAS), da Secretaria de Estado da Administração e da Previdência (Seap), Eduardo Mischiatti, diz que os quatro hospitais que demonstraram interesse em absorver o SAS (Hospital de Paranavaí, Hospital Metropolitano de Sarandi, Hospital de Arapongas e Hospital Universitário da Universidade Estadual de Maringá -UEM) ainda não tem capacidade para atender toda a demanda.

Por isso, os locais vão passar por uma avaliação técnica e legal para a prestação dos serviços de forma gradativa ou ainda que contrate outros estabelecimentos para prestar os serviços.

“Foi uma reunião muito positiva, em que Estado, servidores e prestadores estão dispostos a construir uma solução conjunta. Vamos levar as possibilidades para Curitiba para analisá-las”, afirmou Mischiatti.

http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/435433/?noticia=SERVIDORES+DE+MARINGA+AINDA+ESTAO+SEM+MEDICOS

 

André Ricardo Fajardo, aluno de programa de pós-graduação em Química da Universidade Estadual de Maringá obteve o prêmio de melhor trabalho em forma de pôster no 10.° Congresso Brasileiro de Polímeros (10.° CBPol). Ele foi orientado pelo professor Edvani Curti Muniz e selecionado dentre os mais de 700 trabalhos apresentados no evento.

Intitulado "Clearing the mechanism of Reaction of Glycidyl Methacrylate at the Hydroxyl and Carboxylic Groups of Poly(vinyl alcohol) and Poly(acrylic acid)", o trabalho descreve e discute os mecanismos da reação entre o metacrilato de glicidila e os polímeros Poli (vinil álcool) e Poli (ácido acrílico) sob condições específicas de pH.

O trabalho foi publicado no Journal of Organic Chemistry (JOC) [DOI: 10.1021/jo900033c], uma das mais importantes revistas científicas da área de Química. Além de Fajardo, teve como autores Adriano V. Reis, Marcos R. Guilherme, Ivânia T. Schüquel, Gentil J. Vidotti (in memorian), Adley F. Rubira e Edvani C. Muniz. O trabalho foi todo realizado na UEM dentro dos laboratórios do Grupo de Materiais Poliméricos e Compósitos (GMPC) do Departamento de Química.

http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/405681/?noticia=ALUNO+DE+QUIMICA+DA+UEM+E+PREMIADO+EM+CONGRESSO

Terminou na tarde desse domingo o 1.º Campeonato Paranaense de Basquete em Cadeira de Rodas. A competição foi organizada pela ADFP (Associação dos deficientes Físicos do Paraná), Apedef (Associação Pontagrossense de esportes para Deficientes Físicos) e Prefeitura Municipal de Ponta Grossa, e contou com o patrocínio do Grupo MM Mercado Móveis.

Participaram nove equipes das mais diversas regiões do estado, e os curitibanos da ADFP/Fênix levaram a melhor, conquistando o título de forma invicta. Antes da partida final, o MM/Apedef, de Ponta Grossa, decidiu a medalha de bronze conta a UEM.

Nos 10 minutos finais o representante de Ponta Grossa administrou o placar, fechando o jogo em 43 a 22, e ficando com terceiro lugar do campeonato. O ala/pivô Vinícius da Luz, do MM/Apedef, foi o cestinha da partida, assinalando 16 pontos. Para o técnico Bem Hur Chiconato, a medalha de bronze é fruto do esforço de cada atleta.

“Não posso esquecer também de quem acreditou primeiramente nos nossos atletas. O grupo MM Mercado Móveis resolveu apostar na inserção destes rapazes através do esporte, e o resultado veio mais rápido do que esperávamos. Esperamos continuar crescendo a base de um trabalho persistente”, projeta o treinador.

A grande final reuniu os dois melhores times do campeonato. A ADFP/Fênix, de Curitiba, havia vencido o UDF, de Foz do Iguaçu na primeira fase da competição, e vinha como franca favorita a medalha de ouro. Mas, o que se viu foi uma partida emocionante desde os primeiros pontos. A diferença no placar sempre foi pequena, e decidida somente nos segundos finais.

Final de partida ADFP/Fênix 49x47 UDF/Foz do Iguaçu. A comemoração dos atletas de Curitiba, que contaram com a presença grande de familiares e torcedores, foi intensa.
Classificação final: 1.º lugar: ADFP/Fênix Curitiba, 2.º lugar: UDF Foz do Iguaçu, 3.º lugar: MM/Apedef Ponta Grossa e 4.º UEM Maringá.

http://www.parana-online.com.br/editoria/esportes/news/408608/?noticia=ESTADUAL+DE+BASQUETE+PARA+CADEIRANTES+TEVE+NOVE+EQUIPES

Átila Alberti
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O Paraná é o maior produtor nacional de feijão, com três milhões de toneladas por ano.

O produtor rural que trabalha com a cultura do feijoeiro certamente conhece os danos da antracnose, uma das principais doenças que atacam o grão. A moléstia, causada pelo fungo Colletotrichum lindemuthianum, provoca nas folhas dos pés de feijão lesões necróticas de coloração marrom escura nas nervuras e na face inferior, além de agredir a semente e a vagem, gerando uma perda considerável na produção.

O prejuízo pode chegar até 100%, principalmente quando as cultivares estão em locais com temperaturas de moderadas a frias e com alta umidade. Entretanto, uma descoberta pode gerar um alento para os produtores.

A mestranda do programa de pós-graduação em genética e melhoramento da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Ana Clara Meirelles, identificou um novo gene, que é resistente à antracnose. "A descoberta poderá resultar na criação de cultivares mais produtivas e com uma resistência a essa doença bem maior", revela a pesquisadora.

O trabalho de Meirelles foi cultivar o feijoeiro da variedade pitanga, uma cultura que não é tão produtiva quanto o feijoeiro comum, todavia, demonstrou uma grande resistência aos ataques do fungo.

"O interessante é que podemos separar esses genes e aplicá-los em cultivares que são mais suscetíveis, porém, mais produtivas. Ao criar então uma variedade mais forte e saudável, o agricultor passará a usar menos agentes químicos no combate às doenças. Dessa maneira, ele consegue um alimento com menor presença de agrotóxicos e também ajuda o meio ambiente com a redução do uso desses produtos", explica.

A mestranda revela que ficou satisfeita com os resultados obtidos e que o objetivo fora cumprido. "O estudo tem quase dois anos e os testes desenvolvidos apresentaram resultados satisfatórios e a ideia de descobrir características genéticas da doença nessas cultivares por meio de estudos de herança e de testes de alelismo (teste que identifica a independência de um gene identificado) foi concluída. Acredito que futuramente esse projeto servirá para começar um trabalho com introdução de genes nos feijoeiros. A pesquisa não significa que a doença será erradicada, pois ela varia muito de região para região, todavia, estou certa de que ela irá auxiliar a diminuir os danos causados pela antracnose", avalia.

O trabalho da pesquisadora, que foi desenvolvido no Núcleo de Pesquisa Aplicada à Agricultura (Nupagri) da UEM, foi mostrado em dois importantes eventos nesse ano. O primeiro foi no Congresso Brasileiro de Plantas, ocorrido em agosto, no município de Guarapari, no Espírito Santo.

O outro, em outubro, foi no Bean Improvement Cooperative (BIC) Meeting, na cidade de Colorado, nos Estados Unidos, sendo que nesse encontro foi obtido, por meio da orientadora e professora de Meirelles, Maria Celeste Gonçalves Vidigal, a aprovação do Comitê de Genética do BIC para esse novo agente, batizado de Co-14, presente na cultivar Pitanga.

Para Meirelles, descobrir um novo gene é resultado de um trabalho árduo, além de muito conhecimento. "A identificação do gene como uma nova fonte de resistência ao Colletotrichum lindemuthianum é muito importante para os programas de melhoramentos genéticos nacionais e internacionais do feijoeiro comum", afirma.

Segundo a mestranda, só no Brasil foram identificadas mais de 55 raças fisiológicas do fungo causador da doença nas mais diversas regiões do País que produzem feijão.

O Paraná, destaque no cenário agrícola nacional e maior produtor, responsável por 22,3% de toda a produção, o que corresponde a cerca de três milhões de toneladas por ano, foi o estado onde foi observada a maior variabilidade do patógeno, com 40 raças identificadas, seguido por Goiás, com 17; Santa Catarina, 16 e Rio Grande do Sul, com 14.

http://www.parana-online.com.br/editoria/economia/news/414274/?noticia=IDENTIFICADO+NOVO+GENE+CONTRA+A+ANTRACNOSE

O Vestibular de Verão da Universidade Estadual de Maringá começa domingo (13), com aplicação da prova de Conhecimentos Gerais. São esperados 15.111 candidatos, a maioria (54,5%) do sexo feminino.

Do total de inscritos, 55,8% têm entre 17 e 18 anos; 39,2% residem em Maringá; 32,6% em cidades da região Noroeste do Paraná e 11,1% em outras regiões do Estado. Fora do Paraná, a maior parte dos candidatos vem de São Paulo (12,3%).

Para este concurso estão em disputa 1.582 vagas, entre as quais 311 foram reservadas para o Sistema de Cotas Sociais, correspondendo a 20% das vagas previstas em cada curso.

O sistema beneficia alunos provenientes de instituição pública de ensino e de família com renda per capita de até 1,5 salário mínimo. Inscreveram-se através deste sistema 2.895 candidatos.

Os candidatos inscritos ao curso de Medicina enfrentarão a maior concorrência. Segundo informou a Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU), para este concurso serão 122,4 candidatos por vaga não cotista e de 56 por vaga cotista.

As provas vão até terça-feira (15), mobilizando cerca de 1,5 mil pessoas, entre fiscais e pessoal de apoio. A aplicação do concurso será em Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Maringá, Paranavaí e Umuarama. Em Maringá, haverá provas na UEM, no Cesumar e na Uningá.

O vestibulando que ainda não sabe onde irá realizar a prova pode consultar o Menu do Candidato disponível no site www.vestibular.uem.br. É preciso informar número de inscrição e senha. Caso tenha perdido esses dados, pode entrar em contato com a CVU pelo telefone (44) 3011-4450.

Nos três dias de prova, a entrada dos candidatos nas salas estará liberada das 8h30 às 8h50. Não serão admitidos retardatários. Conhecer o local de prova com antecedência é uma boa medida e evita corre-corre no dia do exame. A etiquetagem das carteiras será feita na sexta-feira e no sábado.

No dia do concurso o candidato deve apresentar o original do documento com foto e precisa levar lápis, borracha e caneta azul ou preta escrita grossa, de tubo transparente. Não será permitido o uso de relógio de pulso, celular, calculadora, MP3 e equipamentos similares.

Para as orientações finais, a CVU realiza um plantão de atendimento no Bloco 28, no sábado (12), das 8 às 18 horas. A lista com o nome dos aprovados será divulgada em 15 de janeiro, às 10h, pelo site www.vestibular.uem.br. O período de matrícula vai de 16 a 19 de janeiro e o ano letivo começa em 1.º de março.

http://www.parana-online.com.br/editoria/cidades/news/415293/?noticia=VESTIBULAR+DA+UEM+TEM+MAIS+DE+15+MIL+CANDIDATOS

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