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A Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulgou às 10 horas desta sexta-feira (4) a lista com o nome dos 1.536 aprovados no Vestibular de Verão 2012 para os 68 cursos ofertados em Maringá, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã e Umuarama.

Clique aqui para conferir a lista completa de aprovados no Vestibular de Verão 2012 da UEM.

Os aprovados devem fazer a matrícula entre 5 e 7 de janeiro pelo site, da Diretoria de Assuntos Acadêmicos (DAA).

Após concluir o processo via internet, o candidato terá até 15 de janeiro para encaminhar os documentos requeridos, como o pedido de matrícula, foto 3X4 recente, cópia autenticada do Registro Geral (RG), do Cadastro de Pessoa Física (CPF) e da Certidão de Nascimento, além de documento que comprove a conclusão do ensino médio e o histórico escolar.

A segunda chamada da lista de aprovados no vestibular será divulgada em 25 de janeiro no site oficial da UEM. O ano letivo começa em 4 de fevereiro.

Vestibular de Verão 2012

O Vestibular de Verão 2012 da UEM ocorreu entre 9 e 11 de dezembro de 2012. No total, 3.280 dos 16,9 mil inscritos faltaram ao concurso, um índice de desistência de 19%, segundo a Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU).

As provas deste vestibular foram realizadas em três dias. No primeiro, os candidatos fizeram as provas de conhecimentos gerais. No segundo dia, foi a vez dos testes de línguas portuguesa e estrangeira, literatura e redação. Para finalizar, os candidatos realizaram provas de conhecimentos específicos, de acordo com a opção de curso.

Concorrência

O curso mais concorrido para não cotistas e cotistas foi o de Medicina, com 156,8 e 101,3 candidatos por vaga, respectivamente. O segundo curso mais concorrido, também para não cotistas e cotistas, era o de Arquitetura e Urbanismo, com 64,5 e 52,7 candidatos por vaga.

Para os não cotistas, o terceiro curso mais disputado foi o de Engenharia Civil (38,6). Educação Física no período noturno era o terceiro curso com maior concorrência para os cotistas (35,5).

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/vestibular/aprovados/conteudo.phtml?tl=1&id=1332787&tit=UEM-divulga-resultado-do-Vestibular-de-Verao-confira-a-lista 

 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulgou nesta sexta-feira (4) o resultado do Processo de Avaliação Seriada (PAS) 2012, concurso que seleciona futuros acadêmicos para 20% das vagas dos cursos de graduação da universidade. Os aprovados e as notas das primeiras etapas podem ser vistas no site da instituição.

Clique aqui para conferir os resultados do PAS.

O processo é aplicado ao final de cada uma das três séries do Ensino Médio. Depois de concluídas todas as provas, as notas são somadas e o candidato é, então, aprovado ou não. O outro concurso utilizado pela instituição é o vestibular tradicional, cujos resultados também foram divulgados nesta sexta-feira (4).

A maioria dos candidatos que fizeram o PAS eram iniciantes, ou seja, se inscreveram na primeira etapa: 54,2%. Entre os que estavam na terceira etapa, Medicina foi o curso mais concorrido, com 39,3 candidatos por vaga, seguido por Arquitetura e Urbanismo, com 25,4 candidatos/vaga, e Odontologia, 18,8 candidatos/vaga. As matrículas via internet podem ser feitas entre 5 e 7 de janeiro.

Próxima avaliação

A inscrição do PAS para o final deste ano já está sendo realizada e pode ser feita até 16 de setembro, sendo que o pagamento da taxa precisa ser feito até 18 de setembro. A realização das provas será em 17 de outubro e os resultados serão divulgados em 10 de janeiro de 2014.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/vestibular/conteudo.phtml?id=1332831&tit=UEM-divulga-os-aprovados-no-PAS-2012 

 

Carlos Roberto Pupin (PP), prefeito eleito de Maringá, tomará posse do cargo com uma pendência jurídica em aberto. O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) entrou em recesso nesta quarta-feira (19) e o caso do político só será julgado após o retorno, em fevereiro do ano que vem.

Pupin aguarda decisão do pleno do TSE sobre o deferimento da própria candidatura. A decisão monocrática do ministro Marco Aurélio Mello anulou a inelegibilidade da candidatura de Pupin, que havia sido decretada pelo Tribunal Regional Eleitoral do Paraná (TRE-PR).

Ivan Amorin / Gazeta do Povo

Ivan Amorin / Gazeta do Povo / Diplomado, o prefeito eleito irá tomar posse no próximo ano sem saber o resultado do TSE Ampliar imagem

Diplomado, o prefeito eleito irá tomar posse no próximo ano sem saber o resultado do TSE

A indefinição pode gerar mudanças no quadro político de Maringá. Segundo o advogado Sergio Jacomini, mestre em Direito e professor da disciplina de Direito Constitucional na Universidade Estadual de Maringá (UEM), mesmo diplomado, Pupin segue com a incerteza da definição.

“O TSE pode votar a favor da impugnação mesmo após diplomado, a candidatura não seria registrada e os votos seriam anulados. Por ter sido o vencedor no segundo turno, significa que obteve mais de 50% dos votos válidos, então o TSE convocaria nova eleição”, explicou o advogado.

O juiz de direito da 66ª Zona Eleitoral, José Cândido Sobrinho, partilha da mesma posição. “A decisão do TSE prevalece no final. Se sair uma decisão que altere o atual quadro, prevalece tal vontade”, explicou Sobrinho, durante a diplomação de Pupin.

A situação, no entanto, não tira o sossego do prefeito eleito. “Isso é um assunto jurídico. Estou muito tranquilo, como sempre estive no primeiro para o segundo turno. O direito é muito forte do nosso lado. Isso me parece um resultado irreversível”, declarou Pupin.

http://www.gazetadopovo.com.br/vidapublica/conteudo.phtml?tl=1&id=1329425&tit=Pupin-assumira-prefeitura-de-Maringa-com-pendencia-juridica 

 

Diariamente, 845,6 mil paranaenses saem de suas casas para estudar ou trabalhar em cidades vizinhas. Isso quer dizer que 8% da população do estado faz movimentos pendulares, como os especialistas chamam o deslocamento da população para trabalho e estudo em municípios que não o de residência. Em uma década esse número quase dobrou – passou de 478,6 mil para 845,6 mil –, enquanto a população do estado cresceu 9,2%, e houve uma desconcentração da movimentação em Curitiba. Os dados estão em uma pesquisa realizada pelo Ipardes com base em dados divulgados à imprensa ontem pelo IBGE.

A capital ainda é a cidade que mais recebe trabalhadores e estudantes – são quase 300 mil pessoas por dia. Em dez anos, a cidade descentralizou um pouco dessas entradas: em 2000, 42,75% da população em deslocamento no estado vinha para a capital, contra 35,42% em 2010. Além disso, Curitiba assumiu o posto de município que mais envia pessoas para outras localidades, somando cerca de 85 mil pessoas. Em 2000, era Colombo, na região metropolitana, a cidade com maior número de saídas.

Caminho com volta e despesas

William Kayser, da Gazeta Maringá

Rodrigo Lima da Silva, 27 anos, mora em Sarandi e trabalha em Maringá há dez anos. Os 12 quilômetros que separam os municípios nunca afetaram o bolso dele, mas sim as horas de sono. Nos primeiros anos inserido no mercado de trabalho, o recepcionista precisava de dois ônibus intermunicipais para chegar no serviço. Atualmente, com uma motocicleta própria, tudo mudou. “Ganhei uma hora a mais de sono [risos]. Com a moto é muito mais prático, chego em 20 minutos no trabalho.”

Enquanto ele já está adaptado às sua rotina, as estudantes Danielle Sanchez, 19 anos, de Campo Mourão, e Marcela Souza Cruz, 23 anos, de Paranavaí, ainda estão se acertando. Danielle, que estuda Moda no Cesumar, até arriscou morar com parentes em Maringá. Não deu certo. Para percorrer os 180 quilômetros entre ida e volta, ela gasta R$ 370 por mês e fica 3h30 em uma van.

O trecho de Marcela é mais curto: são 40 quilômetros a menos. Apesar disso, perde 4 horas no deslocamento. “A van pega as pessoas casa por casa, então eu chego a ficar uma hora rodando ainda na minha cidade”, contou a caloura no curso de Jornalismo do Cesumar, que gasta mensalmente R$ 260 com a locomoção. “Qualquer esforço vale a pena quando fazemos algo que gostamos”. Para mais comodidade no ano que vem, Marcela quer mudar para Maringá. O gasto será um pouco maior, mas o tempo perdido é menor.

Palavra Indústria

Em relação aos que se deslocam para trabalhar em cidades vizinhas, há de se considerar o aumento do emprego industrial e a busca por profissionais qualificados. Um exemplo é Cafelândia, no Oeste do estado. A cidade, com 14,6 mil habitantes, recebia cerca de 2,8 mil pessoas para trabalhar diariamente em 2010. O volume de trabalhadores é similar ao recebido por Cianorte, município com quase 70 mil habitantes e pólo da produção têxtil do estado.

36 km e pedágios

Acordar cedo, gastar além do planejado e perder horas de sono ou na estrada­­ são alguns dos desafios que muitas pessoas enfrentam diariamente para­­ ir e vir das cidades onde moram. Renan Pirath Ferro (fo­­to), de 22 anos, percorre diariamente os 36 quilômetros que separam Man­­­­daguari de Maringá, no­­ Noroeste do Paraná. “Quan­­­­­do vou de carro, por cau­­sa do estágio de tarde,­­ tem o problema do pedágio. Como não tem outro jei­­to, pago na ida e na volta”, conta o estudante do 4º ano de Educação Física da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O gasto­­ chega a mais de R$ 500 no mês.

A análise dos dados dos últimos dois censos ainda mostra uma tendência de consolidação de polos regionais, cidades de médio porte que têm atraído um grande contingente populacional. Para o professor de Economia da Unioeste e doutor em Demografia Ricardo Rippel, esse é um movimento típico do Brasil, com a despolarização das capitais, um fenômeno que ocorre em vários estados, especialmente em São Paulo. “É uma tendência, as cidades médias oferecendo emprego e melhor qualidade de vida”, avalia.

O sociólogo e pesquisador do Ipardes Paulo Roberto Delgado, coautor do estudo, aponta São José dos Pinhais como um caso emblemático da região de Curitiba. “Embora ainda tenha um número elevado de pessoas que saem para trabalhar em outro município, São José é hoje um importante receptor de mão de obra da região metropolitana, inclusive da capital”, analisa. Ou seja: algumas cidades da região metropolitana estão deixando de ser apenas cidades dormitório e se fortalecendo com a oferta de boas vagas de emprego e a instalação de novas empresas.

Interior

No interior, Londrina e Maringá continuam sendo os principais polos receptores, mas outras cidades estão se destacando. No caso de deslocamentos para estudo, os pesquisadores notaram um aumento na movimentação de entrada em Cascavel, no Oeste, e em Cornélio Procópio e Jacarezinho, no Norte Pio­­neiro. Pela faixa etária, é possível afirmar que grande parte são estudantes universitários ou de cursos técnicos. “Durante toda a década, houve várias iniciativas de fortalecimento das universidades estaduais, com campi em várias cidades”, analisa Delgado.

Morar na capital e trabalhar fora dela

O ir e vir entre a capital paranaense e as cidades da Região Metropolitana de Curitiba (RMC) mudou na última década. Se antes as cidades da RMC eram dormitórios, hoje atraem muitos profissionais que optam por morar na capital, com sua infraestrutura completa, e trabalhar nos municípios vizinhos.

Esse é o caso de Theo Ma­­­rés, de 37 anos, que mora em Curitiba e trabalha em Pi­­­raquara, onde é procurador do município, e São José dos Pinhais, onde dá aulas de Direito em uma faculdade.

“Já pensei em mudar de cidade. Só não saio porque minhas filhas estudam e as melhores escolas estão em Curitiba. Minha família também está aqui”, conta. Dia­­riamente, ele leva cerca de duas horas se deslocando entre as cidades e é o trânsito o que mais o incomoda.

Esse trajeto entre a capital e uma cidade vizinha também é bem conhecido pela família da pedagoga Célia Bronguel, de 56 anos. Natural de Araucária, ela deixou a cidade para morar em Curitiba na época da faculdade. “Araucária era uma cidade pequena e não oferecia trabalho na minha área, então fui morar e trabalhar em Curitiba”, conta. Em 1991, ela prestou um concurso para atuar em Araucária e foi aprovada.

Começaram então as viagens diárias entre as cidades, que só terminaram quando a filha mais velha foi para a universidade e a família voltou para Araucária, por volta do ano 2000. O alto custo e o trânsito influenciaram na decisão da família.

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1329477&tit=8-da-populacao-estuda-ou-trabalha-em-outro-municipio 

 

Amanhã é o primeiro dia de prova do vestibular de verão da Universidade Estadual de Maringá (UEM), que começará pontualmente às 8h50. Neste domingo, os candidatos terão até às 13 horas para responder a 40 questões de alternativas múltiplas de conhecimentos gerais. As provas serão aplicadas em Maringá e mais oito cidades paranaenses: Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama. As provas seguem na segunda e na terça-feira, último dia do concurso.

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1326053&tit=Provas-da-UEM-comecam-amanha-em-oito-cidades 

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