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Sáb, Set

O Brasil tem 28 universidades entre as 100 melhores da América Latina segundo o ranking divulgado nesta terça-feira (28) pela QS Quacquarelli Symonds Limited, organização britânica especializada na avaliação de universidades. A Universidade de São Paulo (USP) manteve a liderança e aparece como melhor instituição de ensino superior do continente. Três paranaenses também se destacam na lista. A Universidade Federal do Paraná (UFPR), na 37.ª colocação; a Universidade Estadual de Londrina (UEL), 64.ª; e a Universidade Estadual de Maringá (UEM), na posição 84. Cada uma delas registrou progresso de cinco pontos na classificação de 2012 para 2013.

O reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho, ainda não teve acesso ao relatório detalhado sobre a instituição, mas supõe que o crescimento se deve, principalmente, à ampliação da pós-graduação e ao aumento do número de doutores na universidade. “Nos últimos quatro anos, criamos 29 novos cursos de mestrado e 12 novos cursos de doutorado”, diz. O reitor também cita o bom aproveitamento do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), o que viabilizou a contratação de 200 novos professores, a maior parte com doutorado.

Para a professora Nádina Moreno, reitora da UEL, a diminuição de professores temporários com o consequente aumento de efetivos foi importante para o avanço. Além disso, há alguns anos a universidade passou a exigir titulação de mestre em concursos públicos, fator que teria impulsionado a produção de artigos acadêmicos.

Top 10

Além da USP, o país tem outras três instituições no top 10. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aparece na terceira posição, a mesma registrada em 2012. Também não houve mudanças na colocação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a 8.ª melhor em 2012 e 2013. A novidade da lista é a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que aparece no top 10 pela primeira vez. No ano passado a instituição mineira ficou na 13.ª posição.

Considerando a lista de 300 instituições que aparecem no ranking, a representatividade dos países em número de universidades é de: Brasil (81), México (50), Colômbia (42), Chile (30), Argentina (30), Perú (17), Equador (9), Venezuela (8), Cuba (5), Uruguai (4), Costa Rica (4), Paraguai (3), Panamá (5), Guatemala (3), República Dominicana (3), El Salvador (2), Porto Rico (2), Honduras (1). As dez primeiras colocações são dominadas por Brasil, Chile, Colômbia e México.

Metodologia

O QS University Rankings: Latin America usou sete indicadores para fazer sua classificação. Reputação acadêmica, reputação como empregador, artigos produzidos por professores, citações em artigos, relação do estudante com a faculdade, proporção de doutores no corpo docente e impacto das pesquisas na web.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/conteudo.phtml?id=1376530&tit=Ranking-coloca-28-universidades-do-Brasil-no-top-100-da-America-Latina 

O Brasil tem 28 universidades entre as 100 melhores da América Latina segundo o ranking divulgado nesta terça-feira (28) pela QS Quacquarelli Symonds Limited, organização britânica especializada na avaliação de universidades. A Universidade de São Paulo (USP) manteve a liderança e aparece como melhor instituição de ensino superior do continente. Três paranaenses também se destacam na lista. A Universidade Federal do Paraná (UFPR), na 37.ª colocação; a Universidade Estadual de Londrina (UEL), 64.ª; e a Universidade Estadual de Maringá (UEM), na posição 84. Cada uma delas registrou progresso de cinco pontos na classificação de 2012 para 2013.

O reitor da UFPR, Zaki Akel Sobrinho, ainda não teve acesso ao relatório detalhado sobre a instituição, mas supõe que o crescimento se deve, principalmente, à ampliação da pós-graduação e ao aumento do número de doutores na universidade. “Nos últimos quatro anos, criamos 29 novos cursos de mestrado e 12 novos cursos de doutorado”, diz. O reitor também cita o bom aproveitamento do Programa de Apoio a Planos de Reestruturação e Expansão das Universidades Federais (Reuni), o que viabilizou a contratação de 200 novos professores, a maior parte com doutorado.

Para a professora Nádina Moreno, reitora da UEL, a diminuição de professores temporários com o consequente aumento de efetivos foi importante para o avanço. Além disso, há alguns anos a universidade passou a exigir titulação de mestre em concursos públicos, fator que teria impulsionado a produção de artigos acadêmicos.

Top 10

Além da USP, o país tem outras três instituições no top 10. A Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) aparece na terceira posição, a mesma registrada em 2012. Também não houve mudanças na colocação da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), a 8.ª melhor em 2012 e 2013. A novidade da lista é a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), que aparece no top 10 pela primeira vez. No ano passado a instituição mineira ficou na 13.ª posição.

Considerando a lista de 300 instituições que aparecem no ranking, a representatividade dos países em número de universidades é de: Brasil (81), México (50), Colômbia (42), Chile (30), Argentina (30), Perú (17), Equador (9), Venezuela (8), Cuba (5), Uruguai (4), Costa Rica (4), Paraguai (3), Panamá (5), Guatemala (3), República Dominicana (3), El Salvador (2), Porto Rico (2), Honduras (1). As dez primeiras colocações são dominadas por Brasil, Chile, Colômbia e México.

Metodologia

O QS University Rankings: Latin America usou sete indicadores para fazer sua classificação. Reputação acadêmica, reputação como empregador, artigos produzidos por professores, citações em artigos, relação do estudante com a faculdade, proporção de doutores no corpo docente e impacto das pesquisas na web.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/conteudo.phtml?tl=1&id=1376530&tit=Ranking-coloca-28-universidades-do-Brasil-no-top-100-da-America-Latina 

Assunto recorrente nas relações trabalhistas, o assédio moral também é um problema nas universidades. O ato pode ocorrer via comentários, gestos ou até por uma indiferença sistemática, mas está sempre carregado de hostilidade. Entre professor e aluno, o abuso de poder por vezes adota estratégias sofisticadas para evitar flagrantes e provoca graves consequências psicológicas ao agredido.

Como a prática não é tipificada como crime no Brasil, a definição do assédio moral fica a cargo de conceitos vindos da academia. Para o psicólogo e doutor em Educação Raymundo de Lima, professor na Universidade Estadual de Maringá (UEM), trata-se de um comportamento abusivo que pretende constranger, humilhar ou isolar o alvo da agressão, causando algum dano à dignidade da vítima.

As manifestações mais comuns

Em um artigo publicado em 2003, o doutor em Psicologia pela USP José Augusto Dela Coleta publicou, a partir de 1.104 relatos de alunos e professores universitários, um estudo a respeito das manifestações mais frequentes de assédio moral. Confira algumas:

Agressão verbal: uso de termos pejorativos e palavras de baixo calão.

Intimidações: ameaçar de reprovar a turma, expulsar o aluno etc.

Acusação agressiva e sem provas: alegar que os alunos copiaram trabalhos ou estão colando sem ter como comprovar.

Comentários depreciativos, preconceituosos ou indecorosos: normalmente sobre orientação sexual, credo religioso, habilidade, profissão ou nome dos alunos.

Tratamento discriminatório e excludente: conceder benefícios a alguns alunos e desvantagens a outros.

Rebaixamento da capacidade cognitiva: comparar, de forma irônica, os próprios alunos com estudantes de outras instituições ou outros grupos de ensino; ridicularizar erros em provas e trabalhos; ler, em voz alta, as notas, enfatizando, com comentários depreciativos, os alunos que obtiveram baixo rendimento.

Uso inadequado de instrumentos pedagógicos: aplicar prova com prazo mais curto do que o necessário para resolvê-la; aumentar o nível de dificuldade das questões, como forma de punição.

Recusar-se a ensinar: negar-se a esclarecer as dúvidas, alegando que a pergunta é desnecessária ou que já havia explicado a questão antes.

Fonte: O rebaixamento cognitivo, agressão verbal e outros constrangimentos e humilhações: o assédio moral na educação superior, publicado na 26ª edição da Revista da Associação Nacional de Pós-Graduação e Pesquisa em Educação.

Diferentemente do bullying, entendido como um tipo de intimidação entre iguais, no assédio moral há uma relação hierárquica. “Trata-se de uma violência que não é física, mas principalmente psicológica, e que deixa estragos profundos na personalidade, como depressão, medo e isolamento”, diz Lima. Como as manifestações de hostilidade por vezes são ambíguas, a vítima chega a ficar confusa. “Há quem não identifique o motivo pelo qual está sofrendo tanto e passe a se considerar culpado pelas humilhações”, acrescenta.

Manifestação

As formas de manifestação são variadas. Lima cita exemplos como o de um professor que ignora as opiniões de um aluno contrário às suas afirmações, enquanto exalta, de modo desproporcional, aquelas de outros alunos que reforçam o que o docente disse. O uso de ironia em comentários sobre preferências ideológicas, políticas ou religiosas também seria comum. Até mesmo gestos simples, como o de cumprimentar frequentemente alguns alunos e não a outros, podem ser manifestações de assédio.

Nem toda intimidação de professores contra alunos, no entanto, ocorre com sutileza. Em 2010, a estudante Daniele Cristina Novak discutiu publicamente com o então coordenador de seu curso, fazendo críticas à administração. Segundo ela, os desentendimentos se tornaram frequentes até que, durante uma aula, foi chamada à sala da coordenação e coagida a parar com as críticas, sob a ameaça de não concluir o curso.

Depois da conversa, Daniele conta que voltou para a sala e chorou. “Ali eu pensei em desistir, mas os colegas que souberam do ocorrido me deram muito apoio”, conta. Hoje, já formada, ela revela que chegou a consultar um advogado e foi aconselhada a não entrar na Justiça para permanecer no curso, devido às represálias que poderiam ocorrer. “Escolhi ficar na minha e evitar o professor”, conta.


Lacuna na Justiça limita punição

A ausência de uma legislação específica para tratar do assédio moral leva a Justiça brasileira a julgar casos desse tipo com base em jurisprudências e doutrinas, explica o professor do curso de Direito no Centro Universitário Curitiba Clayton Reis. Ele conta que, ao menos na esfera trabalhista, os tribunais vêm condenando agressores com indenizações por danos morais, invocando o princípio da dignidade da pessoa.

O professor lamenta essa lacuna e cita a legislação portuguesa como um exemplo a ser seguido. “Eles têm dispositivos específicos para casos de assédio moral, independentemente de onde ocorra”, diz.

Sem provas

A sutileza das manifestações de assédio torna difícil a comprovação material do ato. Para o professor Raymundo de Lima, da UEM, a luta contra essa prática seria mais eficaz com a exposição do problema. “O combate ao bullying ganhou destaque depois que a academia e a mídia passaram a falar muito desse tema. É preciso que o mesmo ocorra com o assédio”, afirma.

Para ele, a universidade tem a obrigação de estudar o assunto, já que se trata de um problema tão presente no cotidiano da instituição. Apesar disso, o volume de pesquisa sobre o assunto é inexpressivo, diz Lima. (JDL)

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/conteudo.phtml?id=1371514&tit=Assedio-moral-uma-violencia-sem-flagrantes 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) inicia na próxima segunda-feira (1º) as inscrições para o vestibular de inverno. Neste concurso, serão oferecidos 1.488 vagas em mais de 60 cursos de graduação, sendo que 20% da vagas são destinadas ao sistema de cotas sociais adotado pela universidade, que beneficia candidatos de baixa renda.

As inscrições podem ser efetivadas até o dia 24 de abril, exclusivamente pela internet, no site do vestibular. Quem não dispõe de computador ou de acesso à rede pode procurar a Central de Inscrições, instalada no Bloco 28 do campus da UEM, em Maringá.

No local, serão liberados computadores e impressora para as inscrições.
O atendimento será feito entre as 10h e às 18 horas, exceto aos sábados, domingos e feriados. A ficha de inscrição, devidamente preenchida e documentada, deverá ser encaminhada, até 26 de abril, à Central de Inscrições, podendo ser enviada pelo correio ou entregue pessoalmente. O prazo de 26 de abril também vale para o pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 110,00.

As provas serão aplicadas em Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Maringá, Paranavaí e Umuarama, entre os dias 7 e 9 de julho, das 8h50 às 13 horas. A divulgação oficial do resultado será no dia 26 de julho pelo site do vestibular.

Isenção de taxa

Os candidatos que desejam solicitar isenção da taxa do vestibular devem protocolar o pedido entre os dias 1º e 3 de abril. Os formulários de requerimento já podem ser retirados na Comissão Central do Vestibular Unificado, no Bloco 28 do câmpus sede, ou nas secretarias dos câmpus regionais da Universidade.

Para ter direito ao benefício é preciso comprovar a carência de recursos financeiros por meio da entrega da documentação específica. A relação dos documentos necessários e as orientações para o preenchimento dos pedidos estão disponíveis no site do vestibular, no link Regulamentação Vigente.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/vestibular/conteudo.phtml?id=1357666&tit=Inscricoes-para-vestibular-da-UEM--serao-abertas-na-segunda 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) espera receber cerca de 10 mil estudantes na próxima Mostra de Profissões da instituição, a ser realizada nos dias 10 e 11 de abril. Estandes explicativos dos cursos da UEM estarão montados no estacionamento da Biblioteca Central da Universidade.

A Mostra estará aberta das 8 às 21h30. O evento coincide com o período em que a UEM recebe as inscrições para o Vestibular de Inverno 2013, que estarão abertas de 1º a 24 de abril, pelo site www.vestibular.uem.br.

http://www.gazetadopovo.com.br/ensino/conteudo.phtml?tl=1&id=1357097&tit=Mostra-de-Profissoes-da-UEM-deve-receber-10-mil-estudantes 

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