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Qui, Nov

A partir das 19h15 desta segunda-feira (9), o Quinteto de Cordas do Centro Universitário Cesumar (Unicesumar) e o Grupo de Choro da Universidade Estadual da Maringá (UEM) se apresentam no auditório Dona Etelvina, no bloco 7 do Unicesumar.

A apresentação abre a 1ª Semana de Música da instituição, que conta com palestras, debate sobre tecnologia na música, workshop sobre ritmos brasileiros e mostra artística de estudantes de Música. O Coro Infanto-juvenil da UEM e o Coral Unicesumar se apresentam no encerramento do encontro, sexta-feira (13). Inscrições pelo site http://www.cesumar.br/2013/musica/.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/nocampus/conteudo.phtml?id=1406324 

 

A maior parte das universidades se dedica não só à produção do conhecimento, mas também à preservação da história e da cultura de onde estão localizadas. O maior exemplo disso são os museus mantidos pelas instituições. Mas engana-se quem pensa que é só de passado que vivem esses espaços. Muitos têm como missão o despertar da paixão pela pesquisa em estudantes da educação básica, ao mesmo tempo em que acolhem estagiários da própria universidade em diferentes programas de extensão.

Na capital e no litoral


Uma das atrações do Museu de Arte (MusA) da Universidade Federal do Paraná (UFPR) é a Bienal Internacional de Curitiba, que teve início em agosto e segue até 1º de dezembro. O MusA é um dos cem espaços escolhidos para abrigar as obras dos artistas de cinco continentes. Criado em 2002, o museu segue a ideia de estimular a aproximação da arte e da ciência e disseminar o conhecimento acadêmico por meio de exposições, mostras, palestras e ação educativa.
A UFPR ainda mantém o Museu de Arqueologia e Etnologia (MAE), inaugurado em 1963 e primeiro museu universitário do Paraná. A sede principal fica em Paranaguá, no litoral, nas instalações do prédio de 1755 que abrigou o antigo Colégio dos Jesuítas. As 70 mil peças do acervo estão divididas em quatro grandes coleções: Arqueologia, Cultura Popular, Etnologia e Documentação Sonora, Visual e Textual, com mais de 70 mil itens. Em Paranaguá também há o CineMAE, que aos sábados apresenta filmes gratuitamente à comunidade, os temas são alterados todos os meses. O endereço é Rua XV de Novembro, 575, Paranaguá. Já em Curitiba há a Sala Didático-Expositiva que emprega estagiários da universidade e recebe, principalmente, estudantes do ensino fundamental e médio, segundo Ana Luisa de Mello Nascimento, museóloga do MAE. Mais informações: em Curitiba (41) 3313-2042 e em Paranaguá (41) 3721-1200.

Atuando em várias frentes

Douglas Frois

Douglas Frois / Sede do MAE, da UFPR, em Paranaguá.Ampliar imagem

Sede do MAE, da UFPR, em Paranaguá.

Em Maringá, a Universidade Estadual (UEM) mantém o Museu Dinâmico Interdisciplinar (MUDI), que possui diversos ambientes como o “Anatomia humana e animal normal e patológica”; “Educação para a saúde”; “Química para a vida”; “Experimentoteca e Ludoteca de Física” e “Inclusão digital”.
Também promove eventos itinerantes, levando a outros locais parte de suas exposições temáticas, espetáculos educativos e o Show de Física. A instituição também lista o Museu da Bacia do Paraná e o Museu Histórico de Santo Inácio, que tem peças líticas e cerâmicas recolhidas no sitio arqueológico da Redução Jesuítica de Santo Inácio. O MUDI fica na Avenida Colombo, 5.790, em Maringá, mais informações pelo site www.mudi.uem.br ou fone (44) 3011-4930.

História regional

A UFSC mantém o Museu de Arqueologia e Etnologia (MArquE), que em seu acervo de Arqueologia Pré-Colonial e Histórica, e de Etnologia Indígena, há mais de 2.700 peças – desenhos, manuscritos e esculturas que retratam o cotidiano, a religiosidade, lendas, mitos, folguedos folclóricos e tradições dos primeiros colonizadores de Florianópolis.
O MArquE encontra-se no Câmpus Universitário Reitor Professor David Ferreira Lima, fone (48) 3721-9325 e site www.museu.ufsc.br.



Foto: Roberto Custódio/Jornal de Londrina

Incentivando o interesse pelo conhecimento

O maior museu mantido pela Universidade Estadual de Londrina (UEL) é o Histórico, que tem a mostra permanente com a história de Londrina e mostras temporárias de temas contemporâneos -- no momento a exposição é sobre os povos indígenas da região. Também há o Museu de Geologia, mais voltado aos estudantes da área, e o Museu de Anatomia, o mais antigo, que recebe visitas de estudantes e pesquisadores de toda a região e até mesmo do interior de São Paulo.
Já o Museu de Ciência e Tecnologia de Londrina, inaugurado em 2005, tem o objetivo principal de despertar o interesse pela ciência. Ele se divide em Centro de Ciências e Observatório, que ficam dentro do câmpus da UEL, e Planetário, localizado na área central de Londrina. “O espaço vem atuando por meio de diversas atividades na divulgação de Ciência e Tecnologia em Londrina e região e os atendimentos são feitos por estudantes de Física e Química, principalmente, e de Biologia”, diz o diretor Sérgio de Mello Arruda. O museu fica na Rodovia Celso Garcia Cid, PR 445 km 380, fone (43) 3371-4804.


Foto: Divulgação

Resgate histórico local

Articulando ensino, pesquisa e extensão, o Museu Campos Gerais, da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG) oferece estágio aos estudantes de licenciatura e bacharelado das áreas de Biologia, História e Turismo. No momento há exposição de brinquedos de épocas variadas na sede provisória do museu. O edifício original passa, desde 2003, por uma restauração que está em sua última fase (foto). O endereço provisório é Rua Engenheiro Schamber, n.º 686 (Antigo Banestado), em Ponta Grossa, site www.pitangui.uepg.br e fone (42) 3220-3470.


Lembranças da Comunicação

O Museu da Publicidade da Universidade Positivo (UP) faz parte do projeto Memória da Publicidade tem acervo recebido do publicitário Ney Alves de Souza, com revistas e jornais desde a primeira metade do século 20. “É uma rica fonte para a produção do conhecimento científico e da compreensão cultural da comunicação publicitária contemporânea”, diz Christiane Monteiro Machado, coordenadora do curso de Publicidade e Propaganda da UP. Confira o tour virtual pelo endereço www.tourvirtual360.com.br/publicidade.


Foto: Antonio Scarpinetti/Ascom

Investimentos em melhorias

Logo, logo o Museu de Zoologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) estará em nova fase. Com mudanças para que se torne um espaço mais dinâmico e com acervo ainda maior, o local deve atrair ainda mais o público para conferir os cerca de 30 mil exemplares de vertebrados e 230 mil invertebrados. O museu funciona no Instituto de Biologia, Rua Charles Darwin, s/n, Bloco N, Cidade Universitária "Zeferino Vaz", Campinas – SP, fone (19) 3521-6385 e site. Também na Unicamp há o Museu Exploratório de Ciências (foto), que oferece uma seminários, oficinas, videoconferências e fóruns que contribuem para a exploração de temas como nanotecnologia, meteorologia, astronomia de maneira fácil e divertida. Em breve a universidade contará também com o Museu de Artes Visuais, que está em fase de construção.


Foto: Julio Covello

Exposições
A Sala Aleijadinho, que fica na Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) segue com a exposição Paulo Skroch até o dia 27 de setembro e também na instituição a Casa Estrela, na Sala Augusto Castro divulga a exposição Tábuas de Madeira do fotógrafo Diego Teider, até 30 de setembro. O endereço é Rua Imaculada Conceição, 1.155, Prado Velho. Entrada pelo portão 4, mais informações pelo fone (41) 3271-1604.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/nocampus/conteudo.phtml?id=1406283&tit=Historia-preservada-pela-universidade 

Uma discussão entre estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e vigilantes da entidade terminou em briga no início da madrugada desta sexta-feira (6). A informação é da Polícia Militar (PM) e do Diretório Central dos Estudantes (DCE).

Segundo a PM, policiais foram até a universidade no início da madrugada desta sexta-feira (6), após denúncias de moradores da região e de estudantes sobre o confronto dos acadêmicos com os vigilantes. Antes da ocorrência, a corporação havia realizado uma blitz próximo à instituição de ensino.

Operação Bloqueio

Durante a blitz policial, intitulada Operação Bloqueio, a Polícia Militar (PM) fez 27 notificações de trânsito no local. Ao todo, foram apreendidos quatro automóveis e seis motocicletas, todos os veículos foram encaminhados para a 13ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran).

O tenente coronel do 4º Batalhão da Polícia Militar (4º BPM), Antonio Roberto dos Anjos Padilha, informou à reportagem que, às quintas-feiras, pelo menos 1,5 mil pessoas costumam se concentrar no interior da UEM para realizarem sarais, festas não autorizadas pela instituição, o que motivou a discussão.

O coordenador do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Alex Raval Bertozozi, afirmou, no entanto, que não havia festa marcada para quinta-feira (5), mas, sim, uma reunião em frente ao DCE para discutir episódios recentes de discussão entre estudantes e vigilantes.

Tanto a PM quanto o DCE dizem que alguns estudantes permaneceram na UEM até a meia-noite, horário em que os portões do campus são fechados. Segundo a corporação, vigilantes alegaram que os estudantes se recusaram a sair e a confusão começou.

Bertozozi contou que os estudantes se puseram à disposição dos vigilantes para uma revista, o que não ocorreu. “Ninguém estava com drogas ou bebidas”, ressaltou. Cerca de 20 vigilantes, então, abordaram 15 estudantes, e não 50 conforme disse a PM, que estavam em frente ao DCE. “Quando deu meia-noite em ponto, eles vieram pra cima, com empurrões e chutes.”

O tenente coronel confirmou que houve denúncias de agressões de vigilantes a estudantes e de estudantes a vigilantes. “Tivemos reuniões com a reitoria porque dentro da UEM estão sempre ocorrendo essas festas clandestinas [saraus], sem autorização, onde há consumo excessivo de drogas, álcool e comportamentos extrapolados que incomodam moradores da região”, contou.


Pelo menos cinco ficam feridos em briga

De acordo com o DCE, pelo menos cinco estudantes ficaram feridos no confronto com os vigilantes. Alex Raval Bertozozi afirmou que, após o confronto inicial em frente ao DCE, os acadêmicos correram para fora da universidade. Neste momento, segundo o coordenador, o estudante de Ciências Sociais Renan Augusto Silva foi encurralado por quatro vigias. “Eles deram diversos socos no rosto e quebraram o nariz dele.”

Bertozozi disse que o estudante foi encaminhado ao Hospital Universitário (HU). Na tarde desta sexta-feira (6), a assessoria de imprensa do HU confirmou que Silva foi internado com fratura no nariz por volta da 0h30 e liberado às 13h40.

Segundo o coordenador, a estudante de Artes Cênicas Tamires Schimitt foi atingida por pedras atiradas pelos vigilantes. A acadêmica foi ferida na testa e teve de levar sete pontos. Vídeos divulgados em redes sociais mostram a vítima ensanguentada após o episódio.

Com a confusão, moradores e alguns estudantes ligaram para a PM. O capitão Rogelho Aparecido Fernandes relatou que alguns estudantes foram, de fato, encaminhados ao hospital. “Os alunos alegavam que foram agredidos. Os vigilantes também relataram que foram agredidos por estudantes.”

Todos os envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil para registro do Boletim de Ocorrência (BO) no início da madrugada desta sexta-feira (6). Segundo Alex Raval Bertozozi, cinco estudantes, incluindo Silva e Tamires, realizaram exames no Instituto Médico legal (IML) de Maringá.

Posicionamento da UEM

Em nota, a UEM, informou que, na noite quinta-feira (5), a Diretoria de Serviços e Manutenção e a chefia da Vigilância da UEM perceberam o início de um evento não autorizado. “Os servidores da UEM conversaram pacificamente com os estudantes, tentando fazer com que eles não realizassem o que vem sendo denominado de Sarau. E ainda explicaram aos acadêmicos os motivos da ação. Segundo informações internas, em nenhum momento a vigilância cometeu excessos.”

Além disso, a universidade informou, também em nota, que instaurou sindicância para apurar os acontecimentos, reunindo todo o material necessário à análise dos fatos, como vídeos e fotos e que a Administração Central repudia, veementemente, qualquer ato de violência.

“A UEM está buscando ações para criar e ampliar espaços culturais dentro da Universidade, juntamente com os Conselhos e as Pró-Reitorias. Além disso, fomenta e realiza, de forma integrada com a sociedade, ações de prevenção ao uso de drogas.”

Guarda Municipal

A Guarda Municipal da Prefeitura de Maringá também participou da operação policial. Segundo o diretor do grupamento, Rogério Melo, os guardas do Município não se envolveram na confusão. “A polícia foi fazer uma operação no entorno da UEM e pediu nosso apoio para abordagem, verificação de documentos e situações de risco. A operação foi feita para coibir abusos, drogas e solicitações da população e do próprio reitor da UEM”, falou.

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1406342&tit=&tit=Discussao-entre-estudantes-e-vigilantes-termina-em-briga-no-campus-da-UEM 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi considerada a melhor instituição estadual de ensino superior fora do eixo Rio-São Paulo. É o que aponta a edição deste ano do SIR World Report, que avaliou cinco anos de produção científica das instituições que publicaram, em 2011, pelo menos cem trabalhos científicos indexados na base de dados holandesa Scopus, considerada uma das maiores do mundo. No ranking nacional, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) é a instituição paranaense mais bem avaliada.

Entre 2007 e 2011, a UEM teve 3.365 trabalhos publicados, produção que a colocou em 22º no ranking nacional, uma posição acima do ranking divulgado no ano passado. A UFPR, que no Brasil ocupa a 11ª posição, teve 6.048 publicações. Na região Sul do país, a instituição de Maringá ficou atrás apenas das universidades federais do Rio Grande do Sul (UFRS), de Santa Catarina (UFSC), do Paraná (UFPR) e de Santa Maria (UFSM).

Arquivo/Gazeta do Povo

Arquivo/Gazeta do Povo / Na região Sul do país, a UEM ficou atrás apenas da UFRS, UFSC, UFPR e UFSMAmpliar imagem

Na região Sul do país, a UEM ficou atrás apenas da UFRS, UFSC, UFPR e UFSM

Ranking nacional

1 - Universidade de São Paulo (USP) – 48.186 trabalhos publicados

2 - Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – 17.130

3 - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – 16.998

4 - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – 14.900

5 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) – 12.386

11 – Universidade Federal do Paraná (UFPR) – 6.048

22 – Universidade estadual de Maringá (UEM) – 3.365

32 - Universidade Estadual de Londrina (UEL) - 2.332

45 - Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) - 1.310

47 - Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) - 1.301

*Número de trabalhos científicos indexados na base de dados Scopus entre 2007 e 2011

A UEM também subiu da 38ª para a 37ª posição na América Latina e da 1.052ª para a 997ª no ranking mundial, que é liderado pela Universidade Harvard, dos Estados Unidos, com 80.467 publicações. A Universidade de São Paulo ( USP) é a instituição brasileira mais bem colocada, na quinta posição mundial, com 48.156 trabalhos. A UFPR ocupa o 19º lugar na América Latina e o 595º no mundo.

Para o reitor da UEM, Julio Santiago Prates Filho, o desempenho ocorreu devido à eficiência dos investimentos na área de pesquisa e de pós-graduação. Em nota divulgada pela instituição, ele informou que, nos últimos anos, a UEM incrementou significativamente as ações de cooperação e de intercâmbio internacionais. “A instituição vem mantendo sua vocação de edificar a pesquisa, alinhando-a ao ensino de qualidade.”

Já o diretor de Pós-Graduação da UEM, Carlos Alberto Scapim, ressaltou que todos os dirigentes apoiaram a pós-graduação dos professores em universidades conceituadas no Brasil e no exterior, influenciando na criação de 40 mestrados e 21 doutorados na instituição. "Formou-se uma massa crítica significativa que realmente desenvolve o binômio ensino e pesquisa."

Produção paranaense

Outras três instituições do Paraná estão entre as 50 mais bem ranqueadas pela SIR World Report no Brasil. A Universidade Estadual de Londrina (UEL) aparece em 32ª lugar entre as brasileiras, com 2.332 trabalhos. Na sequência estão a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), na 45ª posição e 1.310 trabalhos; e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em 47ª e 1.301 publicações.

Quesitos

No quesito “Q1”, que mede a porcentagem de artigos de uma universidade publicados nas mais conceituadas revistas de cada área do conhecimento, a UEM obteve índice de 25,8%, superando ligeiramente os 25,6% de 2012.

No critério chamado de impacto normalizado, que mede quantas vezes os trabalhos de cada instituição são citados em comparação com a média mundial, a UEM aparece com a marca de 0,62, 16,2% maior que a média global.

No critério de produção científica com colaboração internacional, o desempenho da UEM subiu de 10,3% para 10,8%.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/conteudo.phtml?id=1402261&tit=UEM-e-a-melhor-universidade-estadual-fora-do-eixo-Rio-SP-mostra-ranking 

Dois produtos desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) receberam patentes do Instituto Nacional de Propriedade Privada (Inpi).

Uma das patentes foi concedida ao processo de fabricação de farinha a partir de carcaça de peixe, que pode ser usada na confecção de vários tipos de alimentos, como bolos, bolachas e salgadinhos.

A outra foi para um processo que usa um tipo de fungo para descolorir corante reativo (encontrado em dejetos da indústria têxtil).

Só este ano, a universidade já obteve quatro patentes. Desde a sua fundação, há 43 anos, foram 77 depósitos de patentes registrados.

Lado prático

A farinha obtida a partir da farinha de peixe tem como objetivo inserir o consumo de peixe na alimentação. Testes feitos durante a pesquisa mostram que o consumo de alimentos produzidos com a farinha pode ser benéfico para a nutrição de crianças, que aceitam os petiscos com mais facilidade, e de idosos, que podem ter problemas com as espinhas do peixe em uma refeição normal.

A pesquisa, coordenada pela professora Maria Luiza Rodrigues de Souza, do Departamento de Zootecnia da UEM, mostra que a farinha de peixe enriquece os alimentos feitos com ela com cálcio, fósforo, ferro, proteínas e ácido graxo ômega 3.

O processo de descoloração de corante reativo por meio de um fungo traz benefícios aos que o utilizam, como lavanderias. Os resíduos são tratados com um fungo, que gera economia por não usar reagentes químicos, e também reduz danos à natureza por ser biodegradável e poder ser usado para adubar plantas.

Adoçantes

A primeira patente obtida pela UEM, em 1989, foi a pioneira nos estudos tecnológicos com adoçantes à base de Stevia Rebaudiana, planta facilmente encontrada na fronteira entre Brasil e Paraguai. O produto agora é usado pela indústria de adoçantes.

http://www.gazetadopovo.com.br/m/conteudo.phtml?id=1399366&tit=UEM-patenteia-dois-produtos 

 

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