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Seg, Jul

Uma discussão entre estudantes da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e vigilantes da entidade terminou em briga no início da madrugada desta sexta-feira (6). A informação é da Polícia Militar (PM) e do Diretório Central dos Estudantes (DCE).

Segundo a PM, policiais foram até a universidade no início da madrugada desta sexta-feira (6), após denúncias de moradores da região e de estudantes sobre o confronto dos acadêmicos com os vigilantes. Antes da ocorrência, a corporação havia realizado uma blitz próximo à instituição de ensino.

Operação Bloqueio

Durante a blitz policial, intitulada Operação Bloqueio, a Polícia Militar (PM) fez 27 notificações de trânsito no local. Ao todo, foram apreendidos quatro automóveis e seis motocicletas, todos os veículos foram encaminhados para a 13ª Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretran).

O tenente coronel do 4º Batalhão da Polícia Militar (4º BPM), Antonio Roberto dos Anjos Padilha, informou à reportagem que, às quintas-feiras, pelo menos 1,5 mil pessoas costumam se concentrar no interior da UEM para realizarem sarais, festas não autorizadas pela instituição, o que motivou a discussão.

O coordenador do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Alex Raval Bertozozi, afirmou, no entanto, que não havia festa marcada para quinta-feira (5), mas, sim, uma reunião em frente ao DCE para discutir episódios recentes de discussão entre estudantes e vigilantes.

Tanto a PM quanto o DCE dizem que alguns estudantes permaneceram na UEM até a meia-noite, horário em que os portões do campus são fechados. Segundo a corporação, vigilantes alegaram que os estudantes se recusaram a sair e a confusão começou.

Bertozozi contou que os estudantes se puseram à disposição dos vigilantes para uma revista, o que não ocorreu. “Ninguém estava com drogas ou bebidas”, ressaltou. Cerca de 20 vigilantes, então, abordaram 15 estudantes, e não 50 conforme disse a PM, que estavam em frente ao DCE. “Quando deu meia-noite em ponto, eles vieram pra cima, com empurrões e chutes.”

O tenente coronel confirmou que houve denúncias de agressões de vigilantes a estudantes e de estudantes a vigilantes. “Tivemos reuniões com a reitoria porque dentro da UEM estão sempre ocorrendo essas festas clandestinas [saraus], sem autorização, onde há consumo excessivo de drogas, álcool e comportamentos extrapolados que incomodam moradores da região”, contou.


Pelo menos cinco ficam feridos em briga

De acordo com o DCE, pelo menos cinco estudantes ficaram feridos no confronto com os vigilantes. Alex Raval Bertozozi afirmou que, após o confronto inicial em frente ao DCE, os acadêmicos correram para fora da universidade. Neste momento, segundo o coordenador, o estudante de Ciências Sociais Renan Augusto Silva foi encurralado por quatro vigias. “Eles deram diversos socos no rosto e quebraram o nariz dele.”

Bertozozi disse que o estudante foi encaminhado ao Hospital Universitário (HU). Na tarde desta sexta-feira (6), a assessoria de imprensa do HU confirmou que Silva foi internado com fratura no nariz por volta da 0h30 e liberado às 13h40.

Segundo o coordenador, a estudante de Artes Cênicas Tamires Schimitt foi atingida por pedras atiradas pelos vigilantes. A acadêmica foi ferida na testa e teve de levar sete pontos. Vídeos divulgados em redes sociais mostram a vítima ensanguentada após o episódio.

Com a confusão, moradores e alguns estudantes ligaram para a PM. O capitão Rogelho Aparecido Fernandes relatou que alguns estudantes foram, de fato, encaminhados ao hospital. “Os alunos alegavam que foram agredidos. Os vigilantes também relataram que foram agredidos por estudantes.”

Todos os envolvidos foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Civil para registro do Boletim de Ocorrência (BO) no início da madrugada desta sexta-feira (6). Segundo Alex Raval Bertozozi, cinco estudantes, incluindo Silva e Tamires, realizaram exames no Instituto Médico legal (IML) de Maringá.

Posicionamento da UEM

Em nota, a UEM, informou que, na noite quinta-feira (5), a Diretoria de Serviços e Manutenção e a chefia da Vigilância da UEM perceberam o início de um evento não autorizado. “Os servidores da UEM conversaram pacificamente com os estudantes, tentando fazer com que eles não realizassem o que vem sendo denominado de Sarau. E ainda explicaram aos acadêmicos os motivos da ação. Segundo informações internas, em nenhum momento a vigilância cometeu excessos.”

Além disso, a universidade informou, também em nota, que instaurou sindicância para apurar os acontecimentos, reunindo todo o material necessário à análise dos fatos, como vídeos e fotos e que a Administração Central repudia, veementemente, qualquer ato de violência.

“A UEM está buscando ações para criar e ampliar espaços culturais dentro da Universidade, juntamente com os Conselhos e as Pró-Reitorias. Além disso, fomenta e realiza, de forma integrada com a sociedade, ações de prevenção ao uso de drogas.”

Guarda Municipal

A Guarda Municipal da Prefeitura de Maringá também participou da operação policial. Segundo o diretor do grupamento, Rogério Melo, os guardas do Município não se envolveram na confusão. “A polícia foi fazer uma operação no entorno da UEM e pediu nosso apoio para abordagem, verificação de documentos e situações de risco. A operação foi feita para coibir abusos, drogas e solicitações da população e do próprio reitor da UEM”, falou.

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?id=1406342&tit=&tit=Discussao-entre-estudantes-e-vigilantes-termina-em-briga-no-campus-da-UEM 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) foi considerada a melhor instituição estadual de ensino superior fora do eixo Rio-São Paulo. É o que aponta a edição deste ano do SIR World Report, que avaliou cinco anos de produção científica das instituições que publicaram, em 2011, pelo menos cem trabalhos científicos indexados na base de dados holandesa Scopus, considerada uma das maiores do mundo. No ranking nacional, a Universidade Federal do Paraná (UFPR) é a instituição paranaense mais bem avaliada.

Entre 2007 e 2011, a UEM teve 3.365 trabalhos publicados, produção que a colocou em 22º no ranking nacional, uma posição acima do ranking divulgado no ano passado. A UFPR, que no Brasil ocupa a 11ª posição, teve 6.048 publicações. Na região Sul do país, a instituição de Maringá ficou atrás apenas das universidades federais do Rio Grande do Sul (UFRS), de Santa Catarina (UFSC), do Paraná (UFPR) e de Santa Maria (UFSM).

Arquivo/Gazeta do Povo

Arquivo/Gazeta do Povo / Na região Sul do país, a UEM ficou atrás apenas da UFRS, UFSC, UFPR e UFSMAmpliar imagem

Na região Sul do país, a UEM ficou atrás apenas da UFRS, UFSC, UFPR e UFSM

Ranking nacional

1 - Universidade de São Paulo (USP) – 48.186 trabalhos publicados

2 - Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) – 17.130

3 - Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho – 16.998

4 - Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) – 14.900

5 - Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRS) – 12.386

11 – Universidade Federal do Paraná (UFPR) – 6.048

22 – Universidade estadual de Maringá (UEM) – 3.365

32 - Universidade Estadual de Londrina (UEL) - 2.332

45 - Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR) - 1.310

47 - Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) - 1.301

*Número de trabalhos científicos indexados na base de dados Scopus entre 2007 e 2011

A UEM também subiu da 38ª para a 37ª posição na América Latina e da 1.052ª para a 997ª no ranking mundial, que é liderado pela Universidade Harvard, dos Estados Unidos, com 80.467 publicações. A Universidade de São Paulo ( USP) é a instituição brasileira mais bem colocada, na quinta posição mundial, com 48.156 trabalhos. A UFPR ocupa o 19º lugar na América Latina e o 595º no mundo.

Para o reitor da UEM, Julio Santiago Prates Filho, o desempenho ocorreu devido à eficiência dos investimentos na área de pesquisa e de pós-graduação. Em nota divulgada pela instituição, ele informou que, nos últimos anos, a UEM incrementou significativamente as ações de cooperação e de intercâmbio internacionais. “A instituição vem mantendo sua vocação de edificar a pesquisa, alinhando-a ao ensino de qualidade.”

Já o diretor de Pós-Graduação da UEM, Carlos Alberto Scapim, ressaltou que todos os dirigentes apoiaram a pós-graduação dos professores em universidades conceituadas no Brasil e no exterior, influenciando na criação de 40 mestrados e 21 doutorados na instituição. "Formou-se uma massa crítica significativa que realmente desenvolve o binômio ensino e pesquisa."

Produção paranaense

Outras três instituições do Paraná estão entre as 50 mais bem ranqueadas pela SIR World Report no Brasil. A Universidade Estadual de Londrina (UEL) aparece em 32ª lugar entre as brasileiras, com 2.332 trabalhos. Na sequência estão a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUC-PR), na 45ª posição e 1.310 trabalhos; e a Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR), em 47ª e 1.301 publicações.

Quesitos

No quesito “Q1”, que mede a porcentagem de artigos de uma universidade publicados nas mais conceituadas revistas de cada área do conhecimento, a UEM obteve índice de 25,8%, superando ligeiramente os 25,6% de 2012.

No critério chamado de impacto normalizado, que mede quantas vezes os trabalhos de cada instituição são citados em comparação com a média mundial, a UEM aparece com a marca de 0,62, 16,2% maior que a média global.

No critério de produção científica com colaboração internacional, o desempenho da UEM subiu de 10,3% para 10,8%.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/conteudo.phtml?id=1402261&tit=UEM-e-a-melhor-universidade-estadual-fora-do-eixo-Rio-SP-mostra-ranking 

Dois produtos desenvolvidos por pesquisadores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) receberam patentes do Instituto Nacional de Propriedade Privada (Inpi).

Uma das patentes foi concedida ao processo de fabricação de farinha a partir de carcaça de peixe, que pode ser usada na confecção de vários tipos de alimentos, como bolos, bolachas e salgadinhos.

A outra foi para um processo que usa um tipo de fungo para descolorir corante reativo (encontrado em dejetos da indústria têxtil).

Só este ano, a universidade já obteve quatro patentes. Desde a sua fundação, há 43 anos, foram 77 depósitos de patentes registrados.

Lado prático

A farinha obtida a partir da farinha de peixe tem como objetivo inserir o consumo de peixe na alimentação. Testes feitos durante a pesquisa mostram que o consumo de alimentos produzidos com a farinha pode ser benéfico para a nutrição de crianças, que aceitam os petiscos com mais facilidade, e de idosos, que podem ter problemas com as espinhas do peixe em uma refeição normal.

A pesquisa, coordenada pela professora Maria Luiza Rodrigues de Souza, do Departamento de Zootecnia da UEM, mostra que a farinha de peixe enriquece os alimentos feitos com ela com cálcio, fósforo, ferro, proteínas e ácido graxo ômega 3.

O processo de descoloração de corante reativo por meio de um fungo traz benefícios aos que o utilizam, como lavanderias. Os resíduos são tratados com um fungo, que gera economia por não usar reagentes químicos, e também reduz danos à natureza por ser biodegradável e poder ser usado para adubar plantas.

Adoçantes

A primeira patente obtida pela UEM, em 1989, foi a pioneira nos estudos tecnológicos com adoçantes à base de Stevia Rebaudiana, planta facilmente encontrada na fronteira entre Brasil e Paraguai. O produto agora é usado pela indústria de adoçantes.

http://www.gazetadopovo.com.br/m/conteudo.phtml?id=1399366&tit=UEM-patenteia-dois-produtos 

 

502 diplomas

estão esquecidos em três dos 12 câmpus da UTFPR. Em Curitiba, a contagem não foi feita, mas os certificados ocupam quatro armários da instituição.

Arquivo

Não há prazo para que os diplomas emitidos pelas universidades sejam retirados pelos alunos. As instituições devem mantê-los arquivados.

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INTERATIVIDADE

Conhece alguém?

Você conhece alguém que esqueceu ou abandonou o diploma na universidade? Relate a história abaixo.

UEM tem diplomas esquecidos por mais de 40 anos

Marcus Ayres, da Gazeta Maringá

Somente na Universidade Estadual de Maringá (UEM), cerca de 1,8 mil diplomas de graduação não foram retirados pelos estudantes e se encontram esquecidos nos arquivos da instituição. Alguns documentos têm mais de 40 anos. Entre os diplomas mais antigos estão os do curso de Ciências Econômicas, de datas entre 1969 e 1975.

Para o chefe da Divisão de Registro de Diplomas da UEM, Vilson Franciscon Jacob, é difícil apontar uma única causa para a situação. A única certeza é de que a motivação não é financeira, já que a instituição não cobra taxa para retirar o documento. “Várias situações podem estar ocorrendo: graduados que desistiram de atuar na área em que se formaram, ex-alunos que utilizaram apenas o certificado de conclusão de curso para comprovarem titulação, falecimento, mudança de endereço ou esquecimento mesmo”, explicou.

Entre os cursos de bacharelado, os campeões do esquecimento são Administração, Direito, Ciências Econômicas e Ciências Contábeis. Já nas licenciaturas, estão Pedagogia, Letras, Geografia e História. Também há casos de títulos de pós-graduação. Hoje, a UEM tem 329 diplomas de mestrado e doutorado arquivados.

Investigação nas redes sociais

O número de diplomas arquivados na UEM chegou a ser maior. Até 2010, cerca de 2,5 mil estudantes não haviam retirado os certificados de conclusão de curso. Nas últimas décadas, a instituição passou a adotar algumas medidas para reduzir esse número. Desde 2011, a UEM faz a entrega de diplomas no ato da colação. E para encontrar antigos alunos, a universidade tem feito buscas pela internet. “Além de mandarmos e-mail, tentamos encontrar os alunos mais antigos através das redes sociais, principalmente o Facebook. Muitos destes até se assustaram em saber que não haviam retirado o diploma”, afirmou Jacob.

Conquistar um diploma universitário custa anos de vida e muito esforço, mas há quem não faça questão de ter o documento em mãos, mesmo depois de concluir a graduação. Em várias instituições do estado, diplomas com datas de décadas passadas aguardam, abandonados, a chegada de seus proprietários por direito.

Em Londrina, por exemplo, o número de diplomas não retirados por egressos na Universidade Estadual de Londrina (UEL) chega perto dos 5 mil. Há casos de documentos mais antigos que a própria universidade, emitidos na década de 1960.

Segundo a chefe da Divisão de Diplomas da Pró-Reitoria de Graduação da UEL, Maria Salete Lautenschlager, o diploma mais antigo ainda disponível para retirada é do curso de Direito, datado de 1964. Os diplomas desse tempo eram emitidos pela Faculdade Estadual de Direito de Londrina e registrados pela Universidade Federal do Paraná, em Curitiba.

Vários câmpus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR) também mantêm gavetas para os diplomas esquecidos. No câmpus Medianeira, há 185 documentos à espera do dono; em Ponta Grossa, 174; e em Cornélio Procópio, 143. O câmpus Curitiba informou que precisaria de mais tempo para fazer o levantamento, mas revelou que há quatro armários repletos de diplomas abandonados.

Surpresas

Embora a maioria dos formandos opte por retirar o certificado, no máximo, alguns meses depois da colação de grau, funcionários responsáveis pelo setor de diplomas admitem que surpresas ocorrem. “Já aconteceu de virem buscar o diploma 20 anos depois da formatura”, revela Marluce Chukewiski, servidora do Departamento de Registros Acadêmicos da UTFPR em Curitiba.

São muitas as justificativas possíveis para a não retirada dos diplomas, mas o simples desinteresse pelo documento deve abranger uma boa parte dos casos. “Uma vez uma ex-aluna veio aqui para tratar de outro assunto e no meio da conversa soubemos que ela não havia retirado o diploma. Quando lhe oferecemos o documento, ela não o quis porque não gostava do curso. Tivemos de insistir para que o levasse”, lembra Marluce.

Exigência profissional e demora na entrega afetam procura

O problema dos diplomas esquecidos não é uma realidade enfrentada pelo curso de Medicina da UFPR. Segundo o secretário da coordenação do curso, Irone Ferreira da Silva, há cerca de dois anos o Conselho Regional de Medicina do Paraná passou a exigir a apresentação do diploma para obtenção do registro profissional, não bastando um certificado de conclusão. “Em até três semanas após a formatura, entregamos todos”, diz Silva.

A exigência é comum para outros profissionais das áreas de Saúde e Exatas, mas é rara nas Ciências Humanas, o que explica parte dos abandonos.

Além disso, a demora para o documento ficar pronto afeta a frequência das retiradas. Maria Salete Lautenschlager, da UEL, explica que somente a partir de 2002 os diplomas da instituição passaram a serem impressos na própria universidade. O alto custo e o tempo para emissão colaboraram para que os diplomas mais antigos ficassem “encalhados”. (JDL e FC)

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/conteudo.phtml?id=1398173 

UFPR

Pagando uma taxa de manutenção, qualquer pessoa tem acesso aos equipamentos da Universidade Federal do Paraná. Para musculação, por exemplo, o valor de um semestre fica em R$ 240 (alunos) ou R$ 330 (comunidade externa). No Centro Politécnico, há uma pista de atletismo, piscina coberta, quatro campos, sala de musculação e duas quadras externas. No câmpus Botânico, há ginásio coberto com duas quadras, área para ginástica olímpica e prática de lutas. Segundo o diretor do Departamento de Educação Física, Fernando Mezzadri, os alunos do curso ajudam a comunidade em várias atividades. “Os estudantes acompanham os professores como estagiários, auxiliando em diversos projetos”, diz. Contato: (41) 3360-4325.

UEM

Divulgação/UEM

Quem tem mais de 8 anos pode participar das aulas de natação e hidroginástica na Universidade Estadual de Maringá. As aulas fazem parte do Projeto de Prestação de Serviços do Centro de Excelência em Atividades Físicas, que cobra mensalidades reduzidas e oferece alguns descontos para alunos antigos. Além das piscinas, a UEM tem pista de atletismo (foto), academia de musculação e ginástica, tatame para aulas de caratê, esportes de aventura, tênis e quadras poliesportivas. Contato: (44) 3011-4314.

UEL

Diferentes públicos são atendidos em projetos de extensão da Universidade Estadual de Londrina e podem usar a estrutura do Centro de Educação Física da instituição. Segundo a diretora do centro, Rosângela Busto, toda a área – que conta com quadras, espaço de dança, musculação e piscinas – é usada diariamente por projetos voltados a pessoas de todas as idades e gestantes. O público externo pode usar o espaço mediante reserva e pagamento de taxa de manutenção. Contato: (43) 3371-4228.

Positivo

Entre os projetos abertos à comunidade externa, a Universidade Positivo (UP) mantém a Academia FitnessUp, gerenciada pelo curso de Educação Física, que disponibiliza aulas de natação, hidroginástica, pilates, musculação, ginástica aerolocal, TRX(treinamento funcional), jiu-jítsu e muay thai. Há também projetos de iniciação ao vôlei e ao futebol para crianças e adolescentes e ginástica para idosos. Segundo o coordenador do Centro Esportivo, Wilson Menoncin Jr., os acadêmicos estão envolvidos com várias atividades, atuando como preparadores físicos em diferentes modalidades e participando de atividades voltadas para a terceira idade. Contato: (41) 3317-3071.

PUCPR

Espaços do complexo desportivo da Pontifícia Universidade Católica do Paraná podem ser alugados por valores específicos para cada modalidade. Durante todo o ano, estagiários de graduação em Educação Física fazem o acompanhamento com professores externos contratados. Contato: (41) 3271-1613.

UTFPR

Cada câmpus da Universidade Tecnológica Federal do Paraná tem sua própria política para uso dos equipamentos esportivos. Em Curitiba, somente alunos e servidores têm acesso. Já em Cornélio Procópio, há diversas modalidades esportivas para a comunidade externa, como ginástica rítmica, vôlei feminino recreativo, futebol de campo, xadrez infantil e basquete adaptado para a terceira idade e para pessoas com deficiência intelectual.

UEPG

Divulgação/UEPG

O câmpus da Universidade Estadual de Ponta Grossa é opção conhecida de quem curte caminhada e corrida em espaço arborizado e bem pavimentado. Mas o que mais chama a atenção da população é o programa Mais Energia – Festival de Saúde, promovido em um domingo por mês. Enquanto alunos da área de Saúde fazem atendimentos e exames gratuitos, os de Educação Física promovem práticas esportivas. Cerca de mil pessoas participam de cada edição, usando quadras, academia ao ar livre, piscina (foto) e outros espaços esportivos. Contato: (42) 3220-3141.

http://www.gazetadopovo.com.br/m/conteudo.phtml?id=1396328&tit=Portas-abertas-para-se-exercitar-nos-campus 

 

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