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05
Dom, Jul

Alunas da UEM desenvolvem projeto de moda inclusiva, que facilita o cotidiano de deficientes e colabora para a integração social

  • Apoena Caicy, estudante do 4º ano, desenvolveu peças íntimas para mulheres cegas

Aproximadamente 45,6 milhões de brasileiros possuem algum tipo de deficiência, segundo o último Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Destes, 13,2 milhões têm deficiência motora e outros 35,7 milhões, deficiência visual. Apesar dos números expressivos, as pessoas com deficiência ainda enfrentam problemas simples, como a falta de uma roupa adequada às suas limitações.

Atentas a essas necessidades, duas estudantes de Moda da Universidade Estadual de Maringá (UEM) desenvolveram projetos de moda inclusiva, que tem como objetivo facilitar o dia a dia e garantir autonomia aos deficientes. Mesmo que funcional, a moda é capaz de criar identidade e integrar um indivíduo socialmente, de forma adequada a cada ocasião. Os públicos-alvo das duas estudantes são crianças e adultos com paralisia cerebral e mulheres cegas.

Troca de roupa

Em quase dois anos de pesquisas dedicadas a um projeto de iniciação científica, Caroline Veronez, aluna do 3.º ano, desenvolveu peças exclusivas para pessoas com paralisia cerebral. As peças foram estudadas para atender diferentes tipos de comprometimentos motor. Em comum, o público-alvo da estudante tem a pouca flexibilidade, o que dificulta a troca de roupa.

Caroline precisou desenvolver peças com aberturas laterais, de fácil remoção, mas que fossem confortáveis. No entanto, soluções que inicialmente pareciam razoáveis se mostraram inadequadas. “Achava que se criasse blusas com aberturas frontais, com zíper, iria facilitar a troca da roupa.” Mas Caroline percebeu que fechos metálicos poderiam causar machucados. “Quem tem paralisia cerebral dificilmente consegue sustentar a coluna e a cabeça. Por isso, o zíper poderia criar um atrito e ferir a pele.”

A mãe de um dos voluntários do projeto, Fátima Sodi, conta que em dias de muito frio, o filho Thiago só conseguia sair de casa enrolado numa coberta. “A gente não consegue colocar uma blusa sobre a outra porque os membros dele são muito rígidos.” Caroline aponta o caso de Thiago como um dos exemplos da necessidade de adotar a moda inclusiva na vida dos deficientes. “Além de proteger do frio, a roupa adequada é capaz de integrá-lo socialmente também.”

Já a estudante do 4.º ano de Moda da UEM Apoena Caicy desenvolveu um projeto para mulheres cegas. Segundo Ana Caroline Martins, orientadora do projeto, o objetivo é dar autonomia a essas mulheres e resgatar memórias. A estudante desenvolveu estampas em braile, combinou tecidos de texturas diferentes e cheiros. “A Apoena utilizou a sinestesia para resgatar imagens gravadas na memória dessas mulheres”, explica a professora.

Mercado

Adaptações encarecem peças e afastam possíveis fabricantes

Para proporcionar conforto, Caroline Veronez lista uma série de detalhes que foram fundamentais para seu projeto de moda inclusiva: jeans com lavagem especial – para tornar o tecido mais macio e evitar assaduras – malha de bambu, mais fina e macia do que a de algodão, mangas e calças com aberturas laterais. Tudo foi desenvolvido a partir de materiais doados por fabricantes de roupas de Cianorte, cidade onde vive Caroline. “Se não fosse assim, seria inviável, já que o custo desses materiais especiais são muito caros.” O alto custo dos materiais e da produção das peças, além da baixa procura são apontadas como as causas para a falta de interesse dos fabricantes em produzir as peças funcionais.

Existe mercado

De acordo com o Sindicato da Indústria do Vestuário de Maringá, segundo maior polo de vestuário do país, não existe nenhuma fábrica no Brasil especializada em moda inclusiva para deficientes físicos. Tampouco existe uma fábrica especializada em lingerie para deficientes visuais, segundo as pesquisadoras da UEM.

Até o ano passado a professora do Serviço Nacional de Aprendizagem (Senai) de Cianorte Leny Gonçalves fazia roupas especiais sob encomenda. “Também não houve interesse por parte das empresas em investir em peças funcionais”, lamenta.

Ana Caroline Martins defende que o baixo investimento no setor o torna um bom nicho a ser explorado.

Atualmente, marcas europeias fazem peças para pessoas com deficiência. Mas o preço por lá também é alto. Um vestido de algodão da britânica Xeni, por exemplo, pode custar 180 libras, cerca de R$ 537.

http://www.gazetadopovo.com.br/m/conteudo.phtml?id=1433865&tit=Eles-tambem-tem-o-direito-de-estar-na-moda 

No total, 2.574 candidatos não compareceram nos três dias de provas do Vestibular de Verão da Universidade Estadual de Maringá (UEM). O índice corresponde a 16,7 de abstenção.

Segundo o presidente da Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU), Emerson Arnaut de Toledo, o número está dentro do esperando. “Já tínhamos em mente que seria mais ou menos esse o número. Para falar a verdade, até surpreendeu”, comenta o presidente, referindo-se aos faltosos da edição do vestibular do ano passado, em que 19,4% desistiram das avaliações.


No domingo (8), os candidatos realizaram as provas de conhecimentos gerais. Na segunda-feira (9) foi a vez dos testes de línguas portuguesa, estrangeira, literatura e redação. Nesta terça-feira (10), a avaliação foi a de conhecimentos específicos.

Gabaritos

Os gabaritos do terceiro e último dia do Vestibular de Verão da UEM foram divulgados pela CVU, na tarde desta terça-feira (10). A consulta pode ser feita no site do vestibular.

Resultado sairá em janeiro

O resultado do vestibular será divulgado às 10 horas de 4 de janeiro, pelo site do vestibular. Os aprovados deverão efetivar a matrícula entre 5 e 7 de janeiro pelo site do Diretório de Assuntos Acadêmicos (DAA), no qual também será publicada a segunda chamada, em 25 de janeiro. O ano letivo terá início em 4 de fevereiro.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/vestibular/conteudo.phtml?tl=1&id=1432234&tit=Vestibular-de-Verao-da-UEM-chega-ao-fim-com-167-de-abstencao 

 

Os gabaritos provisórios do segundo dia de provas do Vestibular de Verão da Universidade Estadual de Maringá (UEM) foram divulgados pela Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU), na tarde desta segunda-feira (9).

Clique aqui e confira no site da UEM os gabaritos das provas de língua portuguesa, estrangeira e literatura.

As provas começaram no domingo (8) com aplicação da avaliação de conhecimentos gerais. Neste segundo dia, os candidatos foram cobrados por provas de língua portuguesa, estrangeira, literatura e redação.

Neste edição, a redação teve como tema “Qual é o segredo do vestibular: inteligência, saúde ou sorte?” Além disso, os vestibulandos também tiveram de argumentar, em até 15 linhas, a respeito da experiência de um ex-aluno que foi aprovado no vestibular, valendo-se de inteligência, do esforço e da sorte.

Temas, que, segundo o presidente da CVU, Emerson Arnaut de Toledo, fazem parte do cotidiano do candidato. “Não podemos dizer que os temas foram difíceis. É parte do dia a dia de quem concorre a uma vaga. Ainda mais com os textos de apoio, o aluno pode ter embasamento para uma resposta argumentativa.”

Na terça-feira (10), último dia do concurso, os candidatos vão responder às provas de conhecimentos específicos.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/vestibular/conteudo.phtml?tl=1&id=1432000&tit=UEM-divulga-gabaritos-provisorios-do-segundo-dia-de-provas 

Algumas obras públicas estão sendo paralisadas ou tocadas em ritmo mais lento em Maringá, no noroeste do estado. As construtoras alegam que repasse do dinheiro pelo governo estadual está atrasado desde o início do segundo semestre.

De acordo com o Sindicato da Indústria da Construção Civil no Noroeste do Paraná (Sinduscon Nor-PR) a falta de dinheiro comprometeu pelo menos 13 obras no município. Entre os trabalhos afetados está a construção da nova unidade o Instituto Médico Legal (IML) e as obras de duplicação da PR-323, entre Maringá e Paiçandu.

O problema também paralisou alguns trabalhos realizados no campus da Universidade Estadual de Maringá (UEM). É o caso do futuro centro cirúrgico do Hospital Universitário. Dos 20 funcionários que trabalhavam no local, metade perdeu o emprego enquanto os demais foram transferidos para outras obras.

Também dever ser afetada a reforma do Restaurante Universitário (RU). Sem o repasse das verbas, a conclusão da obra não deve ocorrer este ano.

De acordo com o diretor de obras públicas do Sinduscon Noroeste, Nivaldo Demori, o Estado não diz como e nem quando as pendências serão pagas. “Os repasses começaram a vir mais lentamente em julho e pararam de vez em agosto. Muitos colegas têm nos consultado e relatado o problema. A maioria das empresas são de pequeno e médio porte, ou seja, não aguentam ficar 90 dias sem repasse”, alegou.

Outro construtor que não quis se identificar aponta que tem mais de R$ 1 milhão por receber do Estado. “Não quero parar os trabalhos, mas o ritmo já diminuiu muito. Estamos em atraso com bastante gente e está muito difícil tocar sem dinheiro.”

Problema deve ser regularizado ainda este ano

Em visita a Maringá na tarde desta quarta-feira (20), o governador Beto Richa (PSDB) se comprometeu a agilizar até o fim do ano a liberação de recursos junto a Secretaria de Estado da Fazenda.

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1426883&tit=Estado-atrasa-repasses-e-construtoras-paralisam-obras-em-Maringa 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulgou nesta segunda-feira (18) os locais de prova do Vestibular de Verão, que acontece entre os dias 8 e 10 de dezembro. A consulta pode ser feita diretamente no site do vestibular, informando o login e a senha cadastrados no ato da inscrição.

O concurso acontece em Maringá e outras oito cidades do Paraná: Apucarana, Campo Mourão, Cianorte, Cidade Gaúcha, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama. As provas serão aplicadas das 9h às 13 horas, com entrada em sala permitida das 8h30 às 8h50. O resultado do vestibular sairá em 10 de janeiro de 2014.

PAS da UEM termina com abstenção de 5,1% dos candidatos

A etapa deste ano do Processo de Avaliação Seriada (PAS) da Universidade Estadual de Maringá(UEM) terminou com abstenção de 5,1% dos candidatos. A prova foi aplicada neste domingo (17), em Maringá e mais 15 cidades paranaenses, entre elas Curitiba, Londrina, Umuarama e Campo Mourão.

Neste concurso, os estudantes do ensino médio fazem uma prova ao fim da primeira, da segunda e da terceira séries, para ingressar em um curso de graduação, sem a necessidade do tradicional vestibular. Entre os 26.707 estudantes inscritos para o concurso, 1.355 faltaram na avaliação. Não houve registro de qualquer incidente durante a aplicação do teste.

Outras informações podem ser obtidas pelo site do vestibular, pelo e-mail Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo. ou pelo telefone (44) 3011-4450.

Concorrência para Medicina é de 157 candidatos por vaga

De acordo com a UEM, 15.422 candidatos fizeram a inscrição no concurso. Destes, 3.019 são cotistas. A universidade abriu 1.514 vagas para os mais de 60 cursos de graduação: 1.228 são para não cotistas e 286 para cotistas.

O curso de Medicina é o mais disputado, com 157,7 candidatos por vaga. Em segundo lugar está o curso de Arquitetura e Urbanismo, com 61,4, seguido de Direito noturno, com 40,6. Os números são para quem não vai disputar pela modalidade de cotas.

Perfil dos candidatos

De acordo com levantamento da UEM, a maioria dos inscritos para o Vestibular de Verão é formada por jovens com até 21 anos (89,9%), mulheres (56,4%), solteiros (96,3%) e pessoas que não trabalham (72,1%). Dos 15.422 inscritos, 11.737 nasceram no Paraná (76,1%) e 13.006 vivem no estado (84,3%).

Grande parte escolheu a UEM por ser pública, gratuita e de qualidade (56,6%) e oferecer o melhor curso pretendido (22,4%). A justificativa para a escolha do curso foi pelo fato de ser o que prepara para a profissão condizente com as próprias aptidões (65%).

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/vestibular/conteudo.phtml?id=1426306

 

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