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Ter, Jan

As inscrições para o vestibular de Inverno 2012 da Universidade Estadual de Maringá (UEM) devem ser feitas entre 2 e 25 de abril no site www.vestibular.uem.br. Para este concurso foram abertas 1.488 vagas em mais de 60 cursos de graduação. Entre as vagas, 286 são reservadas para candidatos cotistas.

Desde 2009, a UEM adota o Sistema de Cotas Sociais, destinando 20% das vagas para os candidatos que, entre outros requisitos, comprovarem ser de famílias de baixa renda e tiverem cursado o ensino fundamental e médio integralmente em instituições públicas.

O pagamento da taxa de inscrição, no valor de R$ 90, pode ser efetuado até 27 de abril. Quem precisar pedir isenção da taxa poderá fazer a solicitação no período de 2 a 4 de abril na Comissão Central do Vestibular Unificado (CVU), no Bloco 28 do câmpus sede, ou nas secretarias dos câmpus de Cianorte, Goioerê, Umuarama e Ivaiporã, no horário das 8h às 11h30, das 14h às 17h30 e das 19h30 às 22h. Na secretaria do câmpus de Cidade Gaúcha o horário vai das 8h às 11h30 e das 14h às 17h.

O pedido deverá ser feito pelo próprio requerente ou por terceiro, mediante a apresentação de requerimento e de questionário socioeconômico em formulários próprios, que são fornecidos pela CVU. Para consultar a documentação e procedimentos necessários acesse o Edital n.º 002/2012-CVU, disponível na página do vestibular no link Regulamentação Vigente.

As provas do Vestibular de Inverno 2012 serão aplicadas de 8 a 10 de julho, das 8h50 às 13h, em Maringá e mais oito cidades paranaenses. O resultado do concurso será publicado no site www.vestibular.uem.br, no dia 31 de julho, a partir das 10 horas. Os aprovados iniciarão o ano letivo em fevereiro de 2013 e deverão efetivar a matrícula no período de 5 a 7 de janeiro.

Serviço
Universidade Estadual de Maringá (UEM)
Vestibular de Inverno 2012 da Inscrições: 2 a 25 de abril
Taxa: R$ 90
Provas: 8 a 10 de julho, das 8h50 às 13h
Resultado: 31 de julho, às 10 horas.
Mais informações: www.vestibular.uem.br.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/vestibular/conteudo.phtml?tl=1&id=1236403&tit=Inscricoes-para-o-vestibular-de-inverno-da-UEM-comecam-dia-2-de-abril 

 

O Paraná desembolsará neste ano R$ 1,25 bilhão para manter a estrutura das universidades estaduais. Trata-se do segundo maior orçamento entre os seis estados que mais investem na rede estadual de ensino superior. No entanto, quando o assunto é o valor investido por aluno, a posição paranaense muda radicalmente: o investimento per capita só é maior que o do Ceará.

São sete as instituições estaduais de ensino superior públicas no Paraná. Nelas, estudam 69,8 mil alunos, de acordo com o Censo da Educação Superior com base em dados de 2010. O orçamento paranaense prevê um gasto médio de R$ 17,9 mil por estudante matriculado nos cursos de graduação. Um valor inferior a estados como Minas Gerais (R$ 31,6 mil) e Rio de Janeiro (R$ 27,9 mil), por exemplo.

Panorama

Saiba um pouco mais sobre o ensino superior no Brasil:

Cenário nacional

De acordo com o último Censo do Ensino Superior, referente ao ano de 2010, o Brasil tem 2,3 mil universidades e faculdades, das quais apenas 278 são públicas. Destas, 108 são estaduais, 99 federais e 71 são administradas pelos municípios.

Estaduais

São 38 universidades estaduais – sendo 21 sediadas fora das capitais –, um centro universitário e 69 faculdades. Sete unidades deste último grupo são paranaenses e foram reunidas recentemente para a criação da Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

São Paulo

Com 49 unidades, o estado de São Paulo tem o maior número de instituições estaduais de ensino superior do país. Depois vem o Rio de Janeiro (12 instituições), Minas Gerais (cinco), Bahia (quatro) e Ceará (três). Três estados não contam com nenhuma universidade estadual: Acre, Rondônia e Sergipe.

Federais

Minas Gerais é o estado com mais instituições federais de ensino superior: 17. Seguido por Rio de Janeiro (dez) e Rio Grande do Sul (nove).

Municipais

As faculdades municipais estão mais presentes em Pernambuco e São Paulo (com 22 instituições cada) e Tocantins e Minas Gerais (com seis unidades cada).

Universitários

O Brasil tem 5,4 milhões de universitários, dos quais 2,8 milhões estudam no interior dos estados. Aproximadamente 1,4 milhão cursa instituições públicas, dos quais 524,6 mil frequentam unidades estaduais. Entre as instituições vinculadas ao estado, São Paulo é a que tem mais estudantes, com 152 mil, seguido do Paraná, com 69,8 mil. Segundo a Secretaria da Ciência e Tecnologia do Paraná, esse número já chega a 90 mil.

São Paulo tem o maior orçamento geral do setor – R$ 8,74 bilhões, sem contar o Fundo de Amparo à Pesquisa – para manter três universidades (USP, Unicamp e Unesp) e duas faculdades (Famema e Famerp). Por aluno, o investimento chega a R$ 73,3 mil. Esse valor não leva em conta o orçamento destinado à Faculdade de Tecnologia (Fatec), vinculada a outro órgão do governo.

Federalização

Na opinião do ex-vice-reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e pesquisador da área de políticas públicas educacionais, Mário de Azevedo, a comparação entre o valor do orçamento e o número de alunos não indica exatamente que determinado estado tem feito maior esforço do que outro. No entanto, acredita que exista espaço para aumentar o orçamento das universidades paranaenses.

“As instituições têm respondido bem às demandas locais, trabalhando com alta qualidade. Mas acredito que o governo tem condições de fazer maiores alocações de recursos. Na década de 1990, 10% do arrecadado pelo Estado era destinado ao ensino superior e hoje esse índice é de menos de 5%. Existe espaço para crescimento no orçamento. Agora, se o Estado acha que não tem condições, que busque a federalização das universidades”, diz Azevedo, que defende uma participação maior do governo federal nas instituições estaduais.

A ex-presidente do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inepe) Maria Helena Guimarães de Castro também defende a ideia. “Este é um debate que está em curso. Entendo que seja importante o governo federal estar relacionado na melhoria da infraestrutura de pesquisa e no fornecimento de bolsas, por exemplo. Agora, não é o caso no que se refere a gastos com custeio, manutenção e pessoal”, explica Maria Helena, que também foi secretária da Educação no Distrito Federal e no estado de São Paulo.

Verba de custeio cai pelo segundo ano consecutivo

O ano letivo nas sete universidades públicas mantidas pelo governo do Paraná começou com uma notícia desagradável: a verba de custeio, usada na compra de insumos para os laboratórios e pagamento de estagiários, caiu pelo segundo ano consecutivo.

A redução foi confirmada na Lei Orçamentária Anual (LOA), que projeta os gastos e as receitas de cada órgão governamental para o decorrer do ano. O orçamento geral de custeio, que em 2011 já havia sofrido redução de 38%, ficou 2,78% mais baixo em 2012: para este item as universidades terão disponíveis R$ 78,6 milhões neste ano. Porém, quando se trata apenas dos recursos de custeio destinados a ensino, pesquisa e extensão, o corte é de 25,84% – R$ 28,4 milhões previstos para este ano contra R$ 38,3 milhões em 2011.

Integrante do sindicato docente da Universidade Estadual do Oeste, o professor Luiz Fernando Reis diz que o orçamento deste ano das universidades estaduais não previa gastos com investimento. “Quase 94% do orçamento será destinado ao pagamento de pessoal e 6% para custeio. Não havia nenhum centavo para investimento, ou seja, para aquisição de equipamentos e construção de edificações”, diz.

Em relação ao PIB, estado é o que investe mais, diz governo

O secretário de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior do Paraná, Alípio Leal, discorda do levantamento feito com base no orçamento para 2012 e no número de matrículas registrado no Censo do Ensino Superior. Para ele, o Paraná é o estado que mais investe nesse setor. “Se levarmos em consideração o PIB [Produto Interno Bruto] dos estados, nós investimos proporcionalmente até mais do que São Paulo. O Paraná é o estado que mais tem universidades estaduais, com instituições presentes em 10% das nossas cidades. Temos três hospitais universitários e caminhando para ter mais um em Francisco Beltrão. Estamos de­­senvolvendo um plano estratégico e acompanhando o desenvolvimento de todas as universidades”, explica.

Apesar disso, Leal reconhece que a expansão do sistema público de ensino superior está limitada e que, por isso, o governo estadual está negociando parcerias com a União. “A folha de pagamento do estado está no limite estabelecido pela Lei de Res­­ponsabilidade Fiscal. Por isso, queremos que, ao invés de criar novas universidades federais, o governo opte por investir nas instituições estaduais, que já contam com toda uma estrutura formada e em pleno funcionamento. Precisamos ter uma expansão dirigida para fortalecer os arranjos produtivos locais”, diz.

http://www.gazetadopovo.com.br/vidaecidadania/conteudo.phtml?tl=1&id=1236525&tit=Parana-investe-R-179-mil-por-aluno-nas-universidades-estaduais 

 

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulgou na manhã desta sexta-feira (5) a lista com o nome dos 1.488 aprovados no Vestibular de Inverno 2011. Para conferir a relação com os nomes, clique aqui.

Outras informações sobre o resultado do vestibular podem ser obtidas com a Comissão Central do Vestibular Unificado, localizada no Bloco 28 do câmpus sede da UEM, ou pelo telefone (44) 3011-4450.

UEM contratará dez professores

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) abriu as inscrições para o teste que selecionará dez professores em regime temporário. Duas vagas são para o Departamento de Engenharia Agrícola, no campus do Arenito, em Cidade Gaúcha, e uma para o Departamento de Medicina Veterinária, no campus Regional de Umuarama.

As demais são para atuação no campus sede, nos departamentos de Física, Geografia, Música, Medicina, Economia, Engenharia Civil e Informática. Os salários, para carga horária semanal de 40 horas, variam de R$ 1.808,81 a R$ 4.574,43, conforme a titulação do professor.

As inscrições podem ser feitas entre os dias 9 e 17 deste mês, ao custo de R$ 30. O teste prevê prova escrita, didática e avaliação do currículo. Outras informações sobre o teste foram publicadas no Edital nº 177/2011-PRH, que está disponível para consulta no site do concurso.

Matrículas acontecem em janeiro de 2012

Segundo a assessoria de imprensa da instituição, os aprovados começarão o ano letivo em fevereiro do ano que vem, devendo efetivar a matrícula no período de 13 a 16 de janeiro. O processo de matrícula é realizado exclusivamente pela internet, pelo site do Departamento de Assuntos Acadêmicos (DAA).

A documentação necessária pode ser consultada no manual do candidato. No dia 27 de janeiro, a universidade fará a segunda chamada do Vestibular com a publicação das vagas remanescentes. Outras informações podem ser obtidas na Diretoria de Assuntos Acadêmicos no Bloco 109, pelos telefones (44) 3011-4574, (44) 3011-4472 e (44) 3011-4241.

Último vestibular de inverno foi o maior da história

No maior Vestibular de Inverno da história da Universidade Estadual de Maringá (UEM), realizado no mês passado, a quantidade de candidatos que desistiram das provas foi menor que o registrado na edição de 2010. Dos 23,8 mil candidatos inscritos, 2.476 pessoas (10,4% do total) não realizaram as provas. No Vestibular de Inverno de 2010, esse índice era de 11,73%, o que representava 2.579 candidatos desistentes: 103 a mais do que nesta edição, portanto.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/vestibular/conteudo.phtml?tl=1&id=1154722&tit=UEM-divulga-resultado-do-vestibular-veja-a-lista-dos-aprovados 

 

A paralisação dos professores de cinco universidades estaduais do Paraná, marcada para esta quarta-feira (7), contará com protestos em várias cidades do estado, inclusive em frente do Palácio Iguaçu, em Curitiba. Essas instituições reúnem cerca de 8 mil docentes que representam 90% da categoria. Uma reunião marcada no mesmo dia entre o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Alípio Leal, e representantes sindicais tentará avançar nas negociações e impedir a ameaça de indicativo de greve caso não haja um acordo de reajuste salarial.

O estopim do descontentamento dos professores aconteceu no início de fevereiro quando o governo confirmou que não seria possível dar um aumento de 9,62% em três parcelas em 2012, 2013 e 2014, conforme havia sido negociado com a Seti em 11 de novembro do ano passado. O acréscimo consertaria a defasagem de 31,73% que existe entre os salários dos docentes e dos técnicos administrativos de nível superior que trabalham nas universidades. Segundo Leal, o governo havia se comprometido apenas a encaminhar a proposta às outras esferas de governo responsáveis por pagar a conta, mas os sindicatos não entenderam da mesma forma e já contavam com o aumento no primeiro trimestre deste ano.

Manifestantes farão uma passeata até o Palácio Iguaçu

Os sindicatos dos professores de universidades estaduais do Paraná programam a realização de uma passeata com cerca de 900 manifestantes em Curitiba, marcada para começar às 10 horas na Praça Santos Andrade e terminar em frente ao edifício da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e do Palácio Iguaçu, no Centro Cívico. Dezesseis ônibus foram contratados para trazer participantes provenientes do interior do Estado. Na Alep, representantes do movimento farão uma reunião com deputados da Comissão de Educação.

Nas outras cidades do Estado, estão programados atos similares e a realização de palestras para os professores sobre previdência, saúde e questões relacionadas à autonomia das universidades. “A ideia dessas conferência é fomentar o diálogo. Os professores não são irredutíveis ou inflexíveis. Queremos dialogar e, com isso, chegar a melhores condições de trabalho”, considerou Marta Bellini, vice-presidente do Sesduem.

Representantes de sindicatos, como o Sindiprol e do Sesduem, dos professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e da Universidade Estadual de Maringá (UEM), respectivamente, afirmaram que a greve será a única solução, caso não seja firmado um acordo satisfatório com o governo. Além da da UEL e da UEM participarão da mobilização professores da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Contratação

Para tentar resolver o problema, o governador Beto Richa, em uma reunião realizada nesta terça-feira (6) que contou com a presença de reitores das universidades e faculdades estaduais, decidiu criar um grupo de trabalho para avaliar a disponibilidade financeira e orçamentária do Estado para a apresentação de uma contraproposta de reajuste. A proposta, de acordo com Richa, deve ser feita “o mais rápido possível”. Na ocasião Richa assinou ainda um decreto para a nomeação de 477 profissionais para reposição de pessoal nas instituições de ensino superior do Estado.

http://www.gazetadopovo.com.br/ensino/conteudo.phtml?id=1230754 

 


 

SXC / Cães beagle estão sendo utilizados porque é uma raça cujos tecidos e respostas teciduais são amplamente conhecidos pelos pesquisadores e semelhantes aos dos seres humanosCães beagle estão sendo utilizados porque é uma raça cujos tecidos e respostas teciduais são amplamente conhecidos pelos pesquisadores e semelhantes aos dos seres humanos

Na última sexta-feira (7), a Gazeta do Povo publicou em seu site uma matéria, assinada pelo repórter Marcus Ayres, sobre a decisão do Ministério Público de entrar com uma denúncia contra a Universidade Estadual de Maringá (UEM).

O motivo? O MP pede uma liminar para suspender a utilização de cães da raça beagle para experimentos e outros procedimentos clínicos pelo curso de Odontologia.

Segundo a ação, os cachorros são mantidos em condições precárias de higiene no Biotério Central da UEM e utilizados em experimentos odontológicos dolorosos, sem anestesia adequada.

Um laudo do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-PR) confirma as irregularidades e o MP ainda acusa que os cães são sacrificados com overdose de anestésico e as carcaças são incineradas.

Segundo o texto, o responsável pelo Departamento de Odontologia da UEM teria informado ao promotor que os cães beagle são utilizados “porque é uma raça cujos tecidos e respostas teciduais são amplamente conhecidos pelos pesquisadores e semelhantes aos dos seres humanos”.

 

http://www.gazetadopovo.com.br/blog/bloganimal/?id=1178934&tit=mp-denuncia-uem-por-maus-tratos-a-beagles 

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