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Dom, Ago

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) divulgou na manhã desta sexta-feira (5) a lista com o nome dos 1.488 aprovados no Vestibular de Inverno 2011. Para conferir a relação com os nomes, clique aqui.

Outras informações sobre o resultado do vestibular podem ser obtidas com a Comissão Central do Vestibular Unificado, localizada no Bloco 28 do câmpus sede da UEM, ou pelo telefone (44) 3011-4450.

UEM contratará dez professores

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) abriu as inscrições para o teste que selecionará dez professores em regime temporário. Duas vagas são para o Departamento de Engenharia Agrícola, no campus do Arenito, em Cidade Gaúcha, e uma para o Departamento de Medicina Veterinária, no campus Regional de Umuarama.

As demais são para atuação no campus sede, nos departamentos de Física, Geografia, Música, Medicina, Economia, Engenharia Civil e Informática. Os salários, para carga horária semanal de 40 horas, variam de R$ 1.808,81 a R$ 4.574,43, conforme a titulação do professor.

As inscrições podem ser feitas entre os dias 9 e 17 deste mês, ao custo de R$ 30. O teste prevê prova escrita, didática e avaliação do currículo. Outras informações sobre o teste foram publicadas no Edital nº 177/2011-PRH, que está disponível para consulta no site do concurso.

Matrículas acontecem em janeiro de 2012

Segundo a assessoria de imprensa da instituição, os aprovados começarão o ano letivo em fevereiro do ano que vem, devendo efetivar a matrícula no período de 13 a 16 de janeiro. O processo de matrícula é realizado exclusivamente pela internet, pelo site do Departamento de Assuntos Acadêmicos (DAA).

A documentação necessária pode ser consultada no manual do candidato. No dia 27 de janeiro, a universidade fará a segunda chamada do Vestibular com a publicação das vagas remanescentes. Outras informações podem ser obtidas na Diretoria de Assuntos Acadêmicos no Bloco 109, pelos telefones (44) 3011-4574, (44) 3011-4472 e (44) 3011-4241.

Último vestibular de inverno foi o maior da história

No maior Vestibular de Inverno da história da Universidade Estadual de Maringá (UEM), realizado no mês passado, a quantidade de candidatos que desistiram das provas foi menor que o registrado na edição de 2010. Dos 23,8 mil candidatos inscritos, 2.476 pessoas (10,4% do total) não realizaram as provas. No Vestibular de Inverno de 2010, esse índice era de 11,73%, o que representava 2.579 candidatos desistentes: 103 a mais do que nesta edição, portanto.

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/vestibular/conteudo.phtml?tl=1&id=1154722&tit=UEM-divulga-resultado-do-vestibular-veja-a-lista-dos-aprovados 

 

A paralisação dos professores de cinco universidades estaduais do Paraná, marcada para esta quarta-feira (7), contará com protestos em várias cidades do estado, inclusive em frente do Palácio Iguaçu, em Curitiba. Essas instituições reúnem cerca de 8 mil docentes que representam 90% da categoria. Uma reunião marcada no mesmo dia entre o secretário de Estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Alípio Leal, e representantes sindicais tentará avançar nas negociações e impedir a ameaça de indicativo de greve caso não haja um acordo de reajuste salarial.

O estopim do descontentamento dos professores aconteceu no início de fevereiro quando o governo confirmou que não seria possível dar um aumento de 9,62% em três parcelas em 2012, 2013 e 2014, conforme havia sido negociado com a Seti em 11 de novembro do ano passado. O acréscimo consertaria a defasagem de 31,73% que existe entre os salários dos docentes e dos técnicos administrativos de nível superior que trabalham nas universidades. Segundo Leal, o governo havia se comprometido apenas a encaminhar a proposta às outras esferas de governo responsáveis por pagar a conta, mas os sindicatos não entenderam da mesma forma e já contavam com o aumento no primeiro trimestre deste ano.

Manifestantes farão uma passeata até o Palácio Iguaçu

Os sindicatos dos professores de universidades estaduais do Paraná programam a realização de uma passeata com cerca de 900 manifestantes em Curitiba, marcada para começar às 10 horas na Praça Santos Andrade e terminar em frente ao edifício da Assembleia Legislativa do Paraná (Alep) e do Palácio Iguaçu, no Centro Cívico. Dezesseis ônibus foram contratados para trazer participantes provenientes do interior do Estado. Na Alep, representantes do movimento farão uma reunião com deputados da Comissão de Educação.

Nas outras cidades do Estado, estão programados atos similares e a realização de palestras para os professores sobre previdência, saúde e questões relacionadas à autonomia das universidades. “A ideia dessas conferência é fomentar o diálogo. Os professores não são irredutíveis ou inflexíveis. Queremos dialogar e, com isso, chegar a melhores condições de trabalho”, considerou Marta Bellini, vice-presidente do Sesduem.

Representantes de sindicatos, como o Sindiprol e do Sesduem, dos professores da Universidade Estadual de Londrina (UEL) e da Universidade Estadual de Maringá (UEM), respectivamente, afirmaram que a greve será a única solução, caso não seja firmado um acordo satisfatório com o governo. Além da da UEL e da UEM participarão da mobilização professores da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) e da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG).

Contratação

Para tentar resolver o problema, o governador Beto Richa, em uma reunião realizada nesta terça-feira (6) que contou com a presença de reitores das universidades e faculdades estaduais, decidiu criar um grupo de trabalho para avaliar a disponibilidade financeira e orçamentária do Estado para a apresentação de uma contraproposta de reajuste. A proposta, de acordo com Richa, deve ser feita “o mais rápido possível”. Na ocasião Richa assinou ainda um decreto para a nomeação de 477 profissionais para reposição de pessoal nas instituições de ensino superior do Estado.

http://www.gazetadopovo.com.br/ensino/conteudo.phtml?id=1230754 

 


 

SXC / Cães beagle estão sendo utilizados porque é uma raça cujos tecidos e respostas teciduais são amplamente conhecidos pelos pesquisadores e semelhantes aos dos seres humanosCães beagle estão sendo utilizados porque é uma raça cujos tecidos e respostas teciduais são amplamente conhecidos pelos pesquisadores e semelhantes aos dos seres humanos

Na última sexta-feira (7), a Gazeta do Povo publicou em seu site uma matéria, assinada pelo repórter Marcus Ayres, sobre a decisão do Ministério Público de entrar com uma denúncia contra a Universidade Estadual de Maringá (UEM).

O motivo? O MP pede uma liminar para suspender a utilização de cães da raça beagle para experimentos e outros procedimentos clínicos pelo curso de Odontologia.

Segundo a ação, os cachorros são mantidos em condições precárias de higiene no Biotério Central da UEM e utilizados em experimentos odontológicos dolorosos, sem anestesia adequada.

Um laudo do Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV-PR) confirma as irregularidades e o MP ainda acusa que os cães são sacrificados com overdose de anestésico e as carcaças são incineradas.

Segundo o texto, o responsável pelo Departamento de Odontologia da UEM teria informado ao promotor que os cães beagle são utilizados “porque é uma raça cujos tecidos e respostas teciduais são amplamente conhecidos pelos pesquisadores e semelhantes aos dos seres humanos”.

 

http://www.gazetadopovo.com.br/blog/bloganimal/?id=1178934&tit=mp-denuncia-uem-por-maus-tratos-a-beagles 

Caso o acordo não seja cumprido, categoria deverá entrar em greve. Professores querem a equiparação salarial com os técnicos de nível superior que trabalham nas universidades

O governo se comprometeu nesta quarta-feira (7) a apresentar até o dia 20 de março uma proposta de reajuste salarial para os professores das instituições de ensino superior do Estado. O anúncio foi feito pelo secretário de estado da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti), Alípio Leal, após ser pressionado por uma paralisação dos docentes realizada em todo o Estado. A mobilização afetou alunos das sete universidades estaduais do Paraná. De acordo com os sindicatos, cerca de 8 mil docentes pararam, 90% da categoria no Estado.

Manifestação complica trânsito em frente à UEL

Amanda de Santa, do Jornal de Londrina

Em Londrina, a paralisação dos professores teve a adesão dos técnicos da UEL. Eles decidiram realizar piquetes e fechar todas as entradas do campus deixando o trânsito congestionado na região. Uma viatura da Polícia Rodoviária Estadual (PRE) estava no local por volta das 8h30 para organizar o tráfego e evitar acidentes.

O diretor-tesoureiro do Sindiprol/Aduel, que reúne os professores da UEL, Sinival Osório Pitaguari, contou que o piquete organizado pelos técnicos acabou atrapalhando as ações dos professores, que pretendiam percorrer o campus no início desta manhã. Por conta disso, eles fizeram uma manifestação conjunta ao meio-dia no Restaurante Universitário (RU). O objetivo principal era dar esclarecimentos à categoria sobre as reivindicações.

Na região de Londrina, segundo o Sindprol, mais de 2,3 mil professores participaram da paralisação.

A decisão foi comunicada em uma reunião nesta manhã com representantes dos docentes que vieram a Curitiba. Leal se comprometeu também, segundo informações dos sindicalistas, a rever o corte nas verbas de custeio das universidades e a retomar o fluxo de reposição de pessoal com a contratação de novos professores. "Caso essas promessas não sejam cumpridas nos reuniremos em assembleias no dia 20 e não descartamos a decisão pela greve geral", afirmou Antonio Bosi, presidente Adunioste, Sindicato dos Docentes da Unioeste.

Participaram da mobilização profissionais da Universidade Estadual de Londrina (UEL), da Universidade Estadual de Maringá (UEM), da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), da Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), da Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e duas das unidades da Universidade Estadual do Paraná (Unespar), a Faculdade Estadual de Ciências Econômicas de Apucarana (Fecea) e a Faculdade Estadual de Ciências e Letras de Campo Mourão (Fecilcam).

O estopim do descontentamento dos professores aconteceu no início de fevereiro quando o governo confirmou que não seria possível dar um aumento de 9,62% em três parcelas em 2012, 2013 e 2014, conforme havia sido negociado em 11 de novembro do ano passado. O acréscimo consertaria a defasagem de 31,73% que existe entre os salários dos docentes e dos técnicos administrativos de nível superior que trabalham nas universidades. Segundo Leal, o governo havia se comprometido apenas a encaminhar a proposta às outras esferas de governo responsáveis por pagar a conta, mas os sindicatos não entenderam da mesma forma e já contavam com o aumento no primeiro trimestre deste ano.

Protestos

Em Curitiba, a paralisação contou com uma passeata com cerca de 500 pessoas, segundo estimativa da Secretaria de Trânsito (Setran), que começou às 10h30 da Praça Santos Andrade e terminou no Palácio Iguaçu, no Centro Cívico. Os manifestantes – professores, alunos e funcionários – vieram em dezesseis ônibus provenientes de cidades do interior do Estado para pedir o reajuste salarial e o aumento das verbas de custeio das universidades.

Já em Maringá, a mobilização na UEM consistiu na realização de assembleias para a discussão dos problemas da categoria. "Nenhum professor deu aula. É uma paralisação geral; 12 mil alunos também estão parados", afirmou a vice-presidente do Sesduem, sindicato dos professores da instituição, Marta Bellini. Dois ônibus com 60 professores da UEM se uniram à manifestação realizada em Curitiba.

Na UEPG a adesão à paralisação foi de quase 100% na instituição - apenas alguns professores do setor de Saúde trabalharam. Os cerca de 800 professores pararam e 8 mil alunos ficaram sem aulas. “Quatro ônibus com professores e alunos se dirigiram à Curitiba para protestar. Esperamos, como todas as outras universidades do Estado, que o governo cumpra a promessa de encaminhar à Assembleia Legislativa a proposta de reajuste salarial”, declarou Cíntia Xavier do Sinduepg, sindicato que reúne os professores da instituição.

http://www.gazetadopovo.com.br/ensino/conteudo.phtml?id=1230977 

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No total, 2.695 dos 16.615 inscritos não compareceram para fazer a prova de conhecimentos gerais. Índice é superior ao registrado do primeiro dia do concurso de verão anterior

No primeiro dia do Vestibular de Verão da Universidade Estadual de Maringá (UEM), 16,2% dos candidatos inscritos para os cursos na modalidade presencial faltaram - no total, foram 2.695 dos 16.615 estudantes. Segundo a Central do Vestibular Unificado (CVU), o número é ligeiramente maior do que o registrado no primeiro dia do concurso de verão anterior, que fechou com índice de 14,27%.

No caso do vestibular da modalidade de ensino à distância, o índice foi um pouco maior: 19,7%. Dos 1.403 inscritos, 276 não compareceram aos pólos da universidade para realizar a prova, que é presencial. Neste caso, não é possível fazer comparações, segundo a CVU, porque os concursos dessa modalidade ocorrem com periodicidade variável.

Para o presidente da CVU, professor Emerson Arnaut de Toledo, é difícil identificar os fatores que levaram ao crescimento do índice de faltas para a modalidade presencial. No entanto, uma das possíveis explicações é o fato de a Universidade Federal do Paraná (UFPR) e a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste) realizarem a segunda etapa de seus processos seletivos também neste domingo (11).

“Alguns estudantes que passaram na primeira fase dos vestibulares dessas instituições [UFPR e Unioeste] podem ter optado por prestar a prova da segunda fase em vez do vestibular da UEM. A concorrência dos cursos também pode ter ajudado os candidatos a escolher uma instituição em detrimento da outra. São apenas algumas hipóteses do que pode ter acontecido”, explicou o presidente da CVU.

Neste domingo (11), a prova foi de conhecimentos gerais. Na segunda-feira (12), os candidatos aptos a continuarem no concurso realizarão as provas de línguas portuguesa e estrangeira, literaturas em língua portuguesa e redação. Na terça (13), último dia do vestibular, será a vez da prova de conhecimentos específicos, cujas disciplinas cobradas variam de acordo com o curso escolhido pelo estudante. O processo seletivo da UEM tem apenas uma fase.

No total, são ofertadas 1.549 vagas em mais de 60 cursos. Dos 16,6 mil inscritos no vestibular para a modalidade presencial, 3,2 mil se candidataram ao sistema de cotas sociais, que reserva 20% das vagas para vestibulandos com menor poder aquisitivo. Os três cursos com maior procura foram: medicina, com 1.789 inscritos (137,6 por vaga); arquitetura e urbanismo com 684 candidatos (52,6 por vaga); e engenharia civil em Maringá com 1.027 inscritos (38 por vaga)

http://www.gazetadopovo.com.br/vida-universidade/vestibular/conteudo.phtml?id=1202003 

 

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