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Seg, Jun

Está em Goioerê desde ontem, o Museu Itinerante de Ciências da UEM – Universidade Estadual de Maringá. É a primeira vez que a cidade recebe o museu, que encerra sua passagem pelo município nesta quinta-feira.

Interessados em conhecer e visitar, poderão se dirigir á sede do Campus Regional, que fica próximo da Polícia Rodoviária. A entrada é franca.

De acordo com a professora Simone Fiori, chefe do Departamento de Ciências, o museu é muito interessante e tem como objetivo, fomentar as ciências nas séries iniciais e ensino fundamental. “Serão dois dias de muita coisa bacana mesmo”, diz ela.

O museu conta com exposição de vários trabalhos, experimentos e ações nas mais diversas áreas da ciência.

O prefeito Pedro Coelho, que tem buscado incentivar o setor de ensino local, está agradecendo o apoio e parceria da UEM, através do diretor do Campus Regional, Gilson Croscato.

https://www.gazetaregional.com/noticia/museu-itinerante-de-ciencias-esta-em-goioere-desde-ontem

 

O principal curso oferecido pela UEM – Universidade Estadual de Maringá – no campus regional de Goioerê, praticamente não tem concorrência.

Trata-se do curso de Engenharia Têxtil, que já foi um dos mais badalados da instituição. A concorrência para este ano é de 0.4 entre os não cotistas e 0.3 entre cotistas.

O segundo curso com concorrência muito baixa é o de Física, com 0.5 entre os não cotistas e 1.0 entre cotistas. Já o novo curso do campus – Ciências Naturais - que substitui Licenciatura Plena em Ciências, foi o que teve a menor concorrência registrada, ficando com 0.2 entre não cotistas e não teve candidatos cotistas.

Mais concorridos – Já em Maringá, o curso mais concorrido será o de Medicina, com 413,7 candidatos disputando cada uma das 13 vagas entre os não cotistas e 266,7 competindo pelas 3 vagas destinadas aos não cotistas.

O segundo curso mais disputado é o de Odontologia (41,5 entre não cotistas e 41,0 entre cotistas), o terceiro é Arquitetura e Urbanismo (37,5 entre não cotistas e 24,7 entre cotistas); o quarto, Psicologia (34,8 entre não cotistas e 24,0 entre cotistas) e o quinto mais concorrido é o curso de Direito matutino (32,1 entre não cotistas e 17,0 entre cotistas).

https://www.gazetaregional.com/noticia/uem-cursos-oferecidos-em-goioere-praticamente-nao-tem-concorrencia

 

A prefeitura de Goioerê, através de parceria com a ATA – Associação dos Coletores de Recicláveis, juntamente com a UEM – Universidade Estadual de Maringá – Campus de Goioerê, deve iniciar nos próximos dias, as ações do projeto ‘Goioerê Cidade Limpa’.

O projeto, de autoria do vereador Agilson Flausino, tem como objetivo sensibilizar a população sobre os riscos provocados pelo acúmulo de lixo, além de motivar a comunidade a não jogar lixo nas ruas e terrenos baldios, garantindo mais segurança, melhoria da qualidade de vida da população e preservação do meio ambiente.

O projeto está sendo formatado e na última quinta-feira, representantes da ATA, UEM e Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente, se reuniram com o vereador para discutirem o assunto.

De acordo com Elizeu Lemes, da ATA, o projeto é dos mais interessantes, pois visa envolver toda a sociedade, inclusive com palestras nas escolas, para envolver os alunos e familiares no desafio de proteger o meio ambiente e manter a cidade limpa.

Gilson Croscato, professor e diretor do Campus da UEM, cita que todos devem abraçar o projeto, para que se possa ter uma Goioerê mais limpa, livre de doenças como dengue, chikungunya e zika, ocasionadas pelo descarte irregular e acúmulo de lixo. “Além disso, o projeto incentiva a separação correta e a reciclagem como alternativa para a geração de emprego e renda no município”, destacou ele.

A secretária de Agricultura e Meio Ambiente, Viviane Kffuri, disse que a prefeitura vai fazer a sua parte, garantindo total apoio ao projeto.

https://www.gazetaregional.com/noticia/ata-e-uem-ajudam-a-formatar-projeto-goioere-cidade-limpa

Laboratório da Unioeste em Francisco Beltrão.| Foto: Jaelson Lucas/ANPr

Desde o início do ano, parte dos recursos das universidades estaduais do Paraná está sendo represada pelo governo Carlos Massa Ratinho Junior (PSD). Na prática, as sete universidades estaduais já estão passando por duas formas de retenção de verbas. Uma é o contingenciamento de 20% do orçamento, medida que estaria sendo adotada nos demais setores governamentais.

O contingenciamento é uma espécie de bloqueio temporário nos recursos programados para determinada área. Também pode ser chamado de suspensão ou congelamento de verbas, entre outros sinônimos. Quando ocorre o contingenciamento, a programação de despesa continua existindo, mas o órgão público fica temporariamente impedido de fazer aquele gasto.

"Além da retenção, a gestão Ratinho Junior decidiu aplicar às universidades estaduais a Desvinculação da Receita de Estados e Municípios (DREM), a lei complementar 93, de 2016. Pelas regras, o governo tem direito a ficar com 30% das receitas próprias das universidades – arrecadação que vem de taxas de vestibular, da cobrança de serviços e até do repasse do SUS para os hospitais universitários.

A Gazeta do Povo apurou com reitores que as medidas podem prejudicar atividades no início do próximo semestre. Segundo informações da Superintendência de Ensino Superior, pelo menos R$ 16,4 milhões das universidades foram retidos em 2019. A Associação Paranaenses das Instituições de Ensino Superior Públicas (Apiesp) estima que, só com a DREM, sejam R$ 60 milhões a serem retidos no ano.

Há a perspectiva de que, à medida que a arrecadação estadual melhore, as verbas represadas passem a ser liberadas. Os reitores também tentam convencer o governo de que a DREM tem uma cláusula que veda a aplicação nas áreas de saúde e educação.

O superintendente de Ensino Superior do Paraná, Aldo Bona, reconhece que a retenção da DREM está causando problemas de gestão para as universidades. Segundo ele, como parte do dinheiro represado é de taxas e cobranças de serviços, o bloqueio chega a afetar algumas atividades e até reduz o ritmo de arrecadação das instituições. Ele assegura que está trabalhando para tentar liberar os recursos.

No ano passado, por exemplo, a DREM foi aplicada e reteve R$ 54 milhões das universidades, mas, como R$ 52 milhões foram devolvidos na forma de suplementação, o impacto praticamente não foi sentido.

Lei de eficiência à gestão universitária

O estado é responsável pela Universidade Estadual de Londrina (UEL), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro), Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp) e Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

Para o futuro, a gestão Ratinho Junior propõe a criação da Lei de Eficiência da Gestão Universitária (Legu), um conjunto de normas que, entre outros aspectos, pretende estabelecer parâmetros para a liberação de recursos para as instituições públicas.

A intenção de criar a lei veio a público na última quarta-feira (15), quando o governador deu uma declaração dizendo que a meritocracia passaria a ser adotada na distribuição de verbas. A afirmação gerou questionamentos e Ratinho Junior tratou de explicar o plano. Em coletiva de imprensa em Maringá na quinta-feira (16), ele falou que o foco é encontrar formas de fazer mais com a mesma quantidade de recursos, seguindo os moldes da Lei de Eficiência na Gestão do Estado (Lege), que já está na tramitando na Assembleia Legislativa.

O secretário-chefe da Casa Civil, Guto Silva, complementou que a Legu é uma espécie de lei orgânica das universidades, que ele espera que esteja nas mãos dos deputados estaduais em julho.

Os detalhes do teor da Legu ainda não são conhecidos. Em entrevista à Gazeta do Povo, Bona contou que pretende reunir os reitores das sete universidades estaduais no final deste mês de maio para apresentar a minuta da proposta. A partir disso, a expectativa é fazer um amplo debate para, só então, finalizar o projeto a ser enviado para a Assembleia Legislativa.

O secretário comenta que o pedido para criar critérios objetivos para a gestão das universidades estaduais partiu de Ratinho Junior, quando o convidou para o cargo. O primeiro passo foi um levantamento de dados, como a demanda de trabalho em cada instituição. O superintendente faz questão de dizer que o ponto de partida para o novo modelo não foi a premissa de reduzir a quantidade de funcionários e os gastos com pessoal, mas que esse pode, eventualmente, ser um resultado do sistema a ser implantado.

Reitores consultados pela Gazeta do Povo externaram preocupação com os parâmetros a serem adotados. Um dos motivos da apreensão foi a declaração do governador de que que era inadmissível que um aluno de universidade pública custasse o dobro de uma instituição privada. Para Bona, a comparação deixa de levar em conta alguns aspectos que diferenciam fundamentalmente os dois tipos de estabelecimentos.

O superintendente destacou que as universidades públicas têm compromisso social com a prestação de serviços à população, nem todos rentáveis, e que são responsáveis pela destinação de recursos para a pesquisa em volumes bem mais expressivos do que as privadas. “Mais de 95% da ciência brasileira é feita por instituições públicas, e mais de 90% por universidades públicas”, disse. “E nós não queremos um sistema que se ocupe somente do ensino”, completou. Ele ainda destacou que se forem consideradas as despesas só de sala de aula, como professores e estrutura, os custos das privadas e das públicas quase se equivalem.

Bona disse ainda que a definição de critérios para a distribuição de recursos para as universidades é apenas um dos aspectos da lei a ser criada. Em declaração pública em Maringá, Ratinho Junior citou, por exemplo, a possibilidade de fundar uma central para adquirir produtos de uso comum, reduzindo preços. Também falou em implantar um sistema de compliance, seguindo práticas que já estariam sendo adotadas no governo.

Segundo o governador, não se trata de tirar dinheiro das universidades – ou mesmo de umas passarem a ganhar proporcionalmente mais do que outras. Disse que a ideia é dar um bônus para aquelas que têm eficiência administrativa.

Pelos planos da gestão Ratinho Junior, a Legu seria aplicada em 2020, com a definição das bases já na elaboração do orçamento. “Nós temos um ambiente de diálogo. Se a gente não conseguir se entender na conversa vai ser ruim para todos”, destacou Bona. Segundo o superintendente, a negociação está aberta, mas o governo tem pressa.

Histórico de confusões

Pela lei, a atribuição de bancar o ensino superior é do governo federal. Mas desde que o Paraná criou as universidades estaduais e assumiu a responsabilidade por elas, passou a arcar com o ônus e o bônus dessa decisão. Do orçamento de 2019, R$ 2,5 bilhões são destinados para as universidades estaduais.

O volume substancial de recursos sempre provocou discussões. Foi assim durante a gestão Roberto Requião, que acusava professores universitários de darem poucas aulas, e também durante o longo embate travado pelo governo Beto Richa com as instituições, que chegou a levar a um contingenciamento severo de recursos por alguns períodos.

A polêmica ganhou um novo capítulo quando uma auditoria do Tribunal de Contas do Estado (TCE) apontou irregularidades na gestão das universidades públicas. Um dos pontos principais de questionamento foi a baixa adesão à chamada meta 4, que gerencia a folha de pagamento dos servidores.

https://www.gazetadopovo.com.br/parana/inicio-contingenciamento-universidades-estaduais-pr/

As vagas estão distribuídas nos campi de Maringá, Cianorte, Goioerê, Ivaiporã e Umuarama. (Foto: Arquivo/Gazeta do Povo). (Foto: Arquivo/Gazeta do Povo)

A Universidade Estadual de Maringá – UEM – abriu processo seletivo com 20 vagas imediatas além da formação de cadastro de reserva, todas para a área administrativa. Conforme o edital de abertura, os aprovados serão contratados por no máximo dois anos (já considerando as prorrogações permitidas em lei) para atuação nos campi de Maringá, Cianorte, Goioerê, Ivaiporã e Umuarama. Acesse aqui a lista completa das especialidades e os detalhes de cada cargo.

As inscrições serão recebidas até o dia 06/06/2019 no site da própria UEM, com taxa de participação no valor de R$ 20,97 para os cargos de nível fundamental, R$ 31,69 para o cargo de Oficial de Manutenção, R$ 27,69 para os cargos de nível médio, R$ 42,65 para os cargos de nível técnico e R$ 65,07 para os cargos de nível superior.

Os candidatos serão avaliados mediante prova objetiva no dia 30 de junho de 2019 nas cidades de Cianorte, Goioerê, Ivaiporã, Maringá e Umuarama, com posterior prova prática de caráter classificatório para os inscritos no cargo de Técnico em Eletrônica. Haverá, ainda, prova de títulos para os candidatos aos cargos de Bioquímico, Fonoaudiólogo e Engenheiro Civil.

https://www.gazetadopovo.com.br/blogs/concurseiros/2019/05/17/uem-abre-selecao-com-vagas-em-maringa-ivaipora-cianorte-goioere-e-umuarama/

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