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Sex, Set

Estudantes do Colégio Estadual Duque de Caxias de Goioerê, visitaram na última quarta-feira, as dependências do Campus da UEM – Universidade Estadual de Maringá.

Na oportunidade, acompanhados da professora Elizabete Egiminiano, os estudantes do 2º ano, tiveram a oportunidade de conhecerem o laboratório da universidade e ainda participarem de uma aula prática sobre termodinâmica, ministrada pelo professor José Cândido.

De acordo com a professora Elizabete, a visita foi das mais proveitosas, servindo para tirar dúvidas dos estudantes e também ajuda-los a irem pensando sobre o futuro, em especial sobre que curso fazer na universidade.

A professora também está agradecendo à direção da UEM e em especial ao professor Cândido, que gentilmente recebeu os alunos e ministrou uma aula prática.

https://www.gazetaregional.com/noticia/estudantes-visitam-uem-e-participam-de-aula-pratica

 

Universidade Federal do Paraná (UFPR) é a instituição paranaense melhor colocada.| Foto: Antonio More/Gazeta do Povo

Seis universidades paranaenses estão entre as 100 melhores da América Latina, segundo o levantamento World University Rankings 2020 da revista britânica Times Higher Education (THE), divulgado na quarta-feira (11).

Entre as universidades paranaenses, estão cinco públicas - sendo duas federais e três estaduais - e uma privada (veja a lista). A melhor colocada é a Universidade Federal do Paraná (UFPR), que ocupa a 62ª posição. O destaque entre as estaduais é a Universidade Estadual de Londrina (UEL) no 76º lugar. Entre as particulares aparece a Pontifícia Universidade Católica do Paraná (PUCPR) na 87ª colocação.

As outras instituições paranaenses que compõem o ranking são Universidade Tecnológica Federal do Paraná (UTFPR, 68ª posição), Universidade Estadual de Maringá (UEM, 95ª) e Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG, 96ª). Perto do top 100 aparece a Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste), na 101ª colocação.

A UFPR, que ocupa a 27ª posição entre as universidades brasileiras, se destacou principalmente nos itens transferência de conhecimento e quadro de professores. A UEPG cou na 12ª colocação no Brasil quando o assunto é pesquisa cientíca. Já a PUCPR teve um bom desempenho no aspecto internacional, sendo o 11º do país.

O estudo levou em consideração 13 indicadores para medir o desempenho de 1.396 universidades de 92 países.

Entre eles estão ensino, pesquisa, citações em publicações acadêmicas, transferência de conhecimento e perspectivas internacionais.

A posição das universidades paranaenses no ranking

 

Universidade      Brasil      América Latina

UFPR                    27ª                62ª

UTFPR                  33ª                68ª

UEL                      37ª                76ª

PUCPR                  39ª                87ª

UEM                     43ª                95ª

UEPG                   44ª                96ª

Unioeste              46ª                101ª

https://www.gazetadopovo.com.br/parana/universidades-parana-ranking-america-latina-revista-britanica/

Estudo é divulgado anualmente pela Times Higher Education

Universidade de São Paulo está posicionada no bloco entre o 251º e 300º lugar FOTO: MARCOS SANTOS/USP IMAGENS

O Times Higher Education divulgou, nesta quarta-feira (11), que Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) foram consideradas, pelo terceiro ano consecutivo, como as melhores instituições de ensino superior brasileiras em um ranking mundial.

A USP está posicionada no bloco entre o 251º e 300º lugar. A Unicamp aparece mais abaixo, no grupo de 501º a 600º. No ano anterior, a Unicamp estava no grupo entre 400º e 500º.

No ranking que considera mais de 1,3 mil universidades de 92 países, a líder é a Universidade de Oxford, na Inglaterra, pelo quarto ano consecutivo.

Ranking

Confira, abaixo, a colocação das instituições brasileiras citadas no ranking:

251-300, Universidade de São Paulo (USP).

501-600 Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

601-800 Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

601-800 Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).

601-800 Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC).

601-800 Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP).

601-800 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC-Rio).

801-1000 Universidade de Brasília (UnB).

801-1000 Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

801-1000 Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

801-1000 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS)

801-1000 Universidade Estadual Paulista (UNESP)

1001+ Universidade de Caxias do Sul (UCS)

1001+ Universidade Estadual do Ceará (Uece)

1001+ Universidade Federal do ABC (UFABC)

1001+ Universidade Federal de Alagoas

1001+ Universidade Federal da Bahia

1001+ Universidade Federal do Ceará (UFC)

1001+ Universidade Federal do Espírito Santo

1001+ Universidade Federal de Goiás

1001+ Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA)

1001+ Universidade Federal de Itajubá

1001+ Universidade Federal de Lavras

1001+ Universidade Federal de Mato Grosso do Sul

1001+ Universidade Federal de Ouro Preto

1001+ Universidade Federal do Pará

1001+ Universidade Federal do Paraná (UFPR)

1001+ Universidade Federal de Pernambuco

1001+ Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN)

1001+ Universidade Federal Rural do Semi-Árido (UFERSA)

1001+ Universidade Federal de Santa Maria

1001+ Universidade Federal de São Carlos

1001+ Universidade Tecnológica Federal do Paraná

1001+ Universidade Federal de Viçosa

1001+ Universidade Federal Fluminense

1001+ Universidade de Fortaleza (UNIFOR)

1001+ Universidade Estadual de Londrina

1001+ Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais

1001+ Pontifícia Universidade Católica do Paraná

1001+ Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ)

1001+ Universidade Estadual de Santa Catarina

1001+ Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos)

1001+ Universidade Estadual de Maringá

1001+ Universidade Estadual de Ponta Grossa

1001+ Universidade Estadual de Santa Cruz

1001+ Universidade Estadual do Oeste do Paraná (Unioeste)

Melhores do mundo

As dez primeiras posições do ranking mundial do ranking de 2020 são ocupadas por universidades de apenas dois países: Reino Unido e Estados Unidos.

1 University of Oxford, Reino Unido.

2 California Institute of Technology, Estados Unidos.

3 University of Cambridge, Reino Unido.

4 Stanford University, Estados Unidos.

5 Massachusetts Institute of Technology, Estados Unidos.

6 Princeton University, Estados Unidos.

7 Harvard University, Estados Unidos.

8 Yale University, Estados Unidos.

9 University of Chicago, Estados Unidos.

10 Imperial College London, Reino Unido.

Critérios de avaliação

O estudo analisa cinco critérios principais:

qualidade de ensino (ambiente de aprendizagem, reputação, desempenho estudantil, número de professores com doutorado, docentes premiados e renda institucional);

volume de publicações de pesquisa;

citações em artigos científicos;

projeção internacional (número de alunos e de professores estrangeiros);

e troca de conhecimento com outras instituições.

https://gazetaweb.globo.com/portal/noticia/2019/09/_85583.php

Reunião com representantes das universidades estaduais no Palácio Iguaçu.| Foto: Rodrigo Felix Leal/ANPr

O governador Carlos Massa Ratinho Júnior (PSD) anunciou nesta segunda-feira (26) a liberação de R$ 130 milhões, em parcelas até o m do ano, para as sete universidades estaduais do Paraná. O valor, que será pago por meio de suplementação orçamentária, é equivalente aos 30% de recursos arrecadados pelas instituições que são retidos pela Desvinculação de Receitas de Estados e Municípios (Drem) e é considerado uma compensação à retenção.

A primeira parcela, de R$ 20,8 milhões, será liberada ainda em agosto para o pagamento de residentes das universidades de Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG) e do Oeste do Paraná (Unioeste), que historicamente recebiam suas bolsas na folha de pagamento das instituições. Por uma divergência de entendimento sobre o enquadramento da despesa, em julho, a Secretaria de Estado da Fazenda (Sefa) deixou de fazer o repasse do valor referente às bolsas de residência, obrigando as universidades e retirarem recursos do orçamento de custeio.

No ato desta manhã foi liberada ainda uma suplementação de R$ 5,5 milhões da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) para utilização pelos quatro hospitais universitários do estado. Esse recurso já repõe parte do que é retido dos hospitais pela Drem. “Aquilo que as universidades arrecadam, produto de sua prestação de serviços, não pode ser compreendido como lucro institucional”, explicou Bona. “É tão somente a prática de preço por execução de um serviço público, ou seja, deveria servir para subsidiar e viabilizar a ação que o gerou”, disse. “A retenção de 30% desse valor dá um furo de caixa; inviabiliza a execução das atividades.”

Embates entre governo e universidades marcaram últimos meses

 

O ato, assinado em cerimônia com a presença dos reitores ou vice-reitores das sete universidades estaduais, além de secretários e deputados estaduais, sela uma espécie de acordo de paz entre governo do estado e as instituições de ensino, pesquisa e extensão. Desde o início do ano, as reitorias e a gestão de Ratinho Junior entraram em conflito publicamente em diversas ocasiões, por questões relacionadas ao orçamento, ao reajuste de servidores, à contratação de professores e a discussão sobre a Lei Geral das Universidades (LGU), entre outras.

“Nós queremos superar pelo diálogo esses embates históricos e fazer a construção realmente de uma pauta positiva em favor do desenvolvimento do nosso estado”, disse Bona.

“O que nós queremos é de fato ampliar esse diálogo”, afirmou a reitora da Universidade Estadual do Norte do Paraná (Uenp), Fátima Paduan, presidente da Associação Paranaense das Instituições de Ensino Superior (Apiesp). “Queremos que todas as questões em que haja dúvidas, que o senhor precise de mais subsídios, conte conosco”, disse a reitora dirigindo-se a Ratinho Junior.

O governador anunciou o acordo feito com as universidades elogiando a construção da solução, mas ressaltou que a gestão das instituições precisa ser modernizada. “Quero fazer um pedido aos reitores para que passem a ver com bons olhos a LGU”, disse, defendendo a proposta que foi alvo de críticas por parte da comunidade acadêmica. “Nosso intuito é poder fazer com que as universidades estaduais possam ter uma sobrevida nos próximos 20 ou 30 anos. Não é querer tirar autonomia da universidade, impor regras. É para que a gente possa estar repensando as universidades.”

O Estado investe 6% em segurança pública para atender 11 milhões de habitantes, e 5,2% para atender aproximadamente 100 mil alunos. É obrigação de todos nós cobrarmos que esse dinheiro seja muito bem aplicado. Seja referência para as demais áreas.

https://www.gazetadopovo.com.br/parana/universidades-estaduais-130-milhoes/

UEL: instituição remanejou recursos de outras despesas às pressas para pagar residentes em julho| Foto: Divulgação/UEL

As bolsas de R$ 3.330,43 de 730 estudantes de residência médica e multiprofissional estão no meio de mais um episódio que envolve atritos entre universidades estaduais e o governo do Paraná. O impasse ocorre em razão de um desentendimento em relação à forma como o pagamento deve ser lançado nas despesas das instituições. O UEL: instituição remanejou recursos de outras despesas às pressas para pagar residentes em julho| Foto: Divulgação/UEL governo promete resolver a situação até o início da próxima semana.

O imbróglio começou a partir de um trabalho realizado conjuntamente entre a Superintendência de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (Seti) e as secretarias estaduais da Fazenda (Sefa), da Administração e Previdência e do Planejamento e Projetos Estruturantes. O grupo prepara parâmetros para inclusão das universidades estaduais no Meta4, sistema de gerenciamento das folhas de pagamento do estado.

“Constatamos no Relatório Mensal de Informações de Pagamento de Pessoal [RMIP] despesas que não condiziam com o pagamento próprio de pessoal”, explica o superintendente da Seti, Aldo Bona. “Na busca de esclarecimento, percebeu-se que se tratava de custeio de bolsas.” Com isso, no m de julho, a Sefa deixou de repassar às universidades o recurso para os residentes, o que pegou as reitorias de surpresa a poucos dias da data prevista para o pagamento das bolsas.

Para não atrasar o recurso aos bolsistas, as universidades estaduais de Londrina (UEL), Maringá (UEM), Ponta Grossa (UEPG) e Oeste do Paraná (Unioeste) supriram a despesa com parte da verba de custeio, conforme orientação da Sefa. No entanto, como as bolsas não estavam previstas nessa classificação do orçamento, as reitorias se viram sem condições de pagar os residentes nos próximos meses.

De acordo com dados da Seti, as quatro universidades têm no total 730 residentes, sendo 357 de medicina e 373 de outros cursos, o que totaliza uma despesa de R$ 2,4 milhões mensais. Em nota publicada na semana passada em seu site oficial, a reitoria da UEL se manifestou preocupada com a possibilidade do m das residências.

 

“Desde 1973, quando as primeiras residências foram implantadas nas universidades, o pagamento é feito via folha de pagamento”, informa o texto.

A Sefa, por meio de sua assessoria de imprensa, arma que, ainda que tradicionalmente o repasse tenha ocorrido via folha de pagamento, o procedimento é irregular e foi corrigido a agora a partir da detecção da irregularidade.

“É uma visão contábil, que tornaria a prestação de contas mais adequada, mas dificultou para nós. Teríamos que fazer ajustes orçamentários, só que isso só pode ser feito via decreto”, explica o economista Silvestre Alczuk, da Diretoria de Orçamento da Pró-reitoria de Planejamento da UEM. A universidade maringaense paga R$ 343 mil por mês a 61 residentes médicos e 42 multiprofissionais.

Solução deve ser dada até a semana que vem

A situação começou a ser regularizada na semana passada, porém apenas a UEL garantiu recursos para o custeio das bolsas até agora. A instituição conta com o maior quadro de bolsistas do estado, com 457 residentes, sendo 208 de medicina e 249 de outros cursos, que recebem no total R$ 1,5 milhão por mês em bolsas.

Após reunião com lideranças locais, incluindo deputados estaduais da cidade, o secretário da Fazenda, Renê Garcia Junior, assinou, na sexta-feira (16), um decreto que prevê suplementação orçamentária de R$ 8,4 milhões para despesas de custeio da instituição. O valor é suficiente para suprir as bolsas de residência até o fim do ano.

 

“Nas demais universidades, a simples retirada dos residentes da folha não é suficiente para suplementar o custeio, porque a folha de pagamento já precisaria de suplementação até o m do ano”, explica Bona. “Estamos em conversas com técnicos da Sefa fazendo o remanejamento dos números.”

A promessa da Sefa é solucionar a questão até o início da próxima semana com a assinatura de um decreto que contemple UEM, UEPG e Unioeste. Como os pagamentos dos residentes são feitos sempre no último dia do mês, as bolsas de agosto precisam cair até a sexta-feira da semana que vem.

Consideradas um tipo de pós-graduação lato sensu, as residências são voltadas à educação em serviço. Em diferentes especialidades – medicina, enfermagem, farmácia, fisioterapia, odontologia, medicina veterinária, psicologia, educação física, serviço social e nutrição –, os residentes cumprem jornada de 60 horas semanais e, em contrapartida, recebem uma bolsa para seu sustento. O valor xo, de R$ 3.330,43 é definido pela Comissão Nacional de Residência Médica (CNRM) e pela Comissão Nacional de Multiprofissional em Saúde (CNRMS).

Com sede em Cascavel, a Unioeste conta com 65 residentes médicos e 82 multiprofissionais. A UEPG tem 23 residentes médicos.

A Universidade Estadual do Norte Pioneiro (Uenp) e a Universidade Estadual do Paraná (Unespar) não dispõem de programas de residência.

Já a Universidade Estadual do Centro Oeste (Unicentro) tem programas de residência médica e multiprofissional, porém os 20 bolsistas da instituição são pagos integralmente com recursos do governo federal, por meio de repasses de projetos aprovados na CNRM e na CNRMS.

https://www.gazetadopovo.com.br/parana/bolsas-de-residencia-impasse-entre-universidades-e-governo-pr/

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