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Sex, Set

Calendário de atividades acadêmicas está suspenso, mas as atividades administrativas básicas seguem normalmente

Câmpus da UEM em Cianorte está com 100% das aulas paralisadas. (Foto: ARQUIVO/TRIBUNA )Câmpus da UEM em Cianorte está com 100% das aulas paralisadas. (Foto: ARQUIVO/TRIBUNA )

Em greve por tempo indeterminado, a Universidade Estadual de Maringá (UEM) está com calendário de atividades acadêmicas suspenso. A medida, porém, não influenciará na realização do Vestibular de Inverno 2019, que tem provas marcadas para os dias 14 e 15 de julho.

De acordo com o diretor do Câmpus da UEM de Cianorte, Alessandro Santos da Rocha, apesar da greve, as funções administrativas da instituição seguem sendo realizadas e o vestibular está mantido.    

“O vestibular está mantido. Nada muda. As atividades acadêmicas que envolvem aulas seguem com calendário suspenso. Já as atividades administrativas básicas e os projetos de pesquisa estão ocorrendo normalmente. Alguns horários foram alterados, mas sem penalizar o atendimento ao público” explica o diretor do câmpus de Cianorte, Alessandro Santos da Rocha.

O vestibular será aplicado nos dias 14 e 15 de julho, em onze cidades paranaenses: Cianorte, Maringá, Apucarana, Campo Mourão, Cascavel, Cidade Gaúcha, Curitiba, Goioerê, Ivaiporã, Paranavaí e Umuarama.

A prova corresponde ao preenchimento de quase 1,5 mil vagas nos 70 cursos de graduação oferecidos pela universidade. (Com informações da Assessoria UEM)

https://www.tribunadecianorte.com.br/noticia/mesmo-com-greve-vestibular-de-inverno-da-uem-e-mantido

Câmpus da Universidade Estadual de Maringá (UEM) funciona parcialmente

Professores e funcionários da APP-Sindicato durante mobilização na Praça Moraes de Barros. (Foto: Divulgação/APP)

O terceiro dia de greve dos servidores públicos estaduais voltou a registrar baixo índice de adesão em Cianorte. Após permanecer em greve por dois dias, os servidores do Escritório Regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) retornaram às atividades nesta quinta-feira, 27. Na educação, apenas alguns professores e funcionários da APP-Sindicato seguem paralisados. O Câmpus da Universidade Estadual de Maringá (UEM) em Cianorte teve 50% das suas atividades paralisadas.

De acordo com o Núcleo Regional de Educação de Cianorte, nenhum estabelecimento de ensino paralisou 100% de suas atividades na região dos 12 municípios de sua abrangência. No período da manhã, a adesão foi de 11,07% e, à tarde, 11,76%. Os números apontam queda com relação aos dois primeiros dias de greve.

A reportagem entrou em contato com a APP-Sindicato de Cianorte, mas, até o fechamento desta edição, a diretoria ainda não havia divulgado o balanço do terceiro dia de greve. Durante a greve, as atividades do sindicato são distribuídas entre mobilização na Praça Moraes de Barros e na sede, além de visitas às escolas da região.

Na UEM, com quatro cursos em Cianorte, a paralização é de 50% nesta quinta-feira, 27. Durante o dia, os cursos de Design e de Moda funcionaram normalmente. À noite, porém, não haverá aulas nos cursos de Contabilidade e de Pedagogia. De acordo com o Alessandro Santos da Rocha, diretor do Câmpus Regional de Cianorte, haverá uma reunião no início da tarde de hoje, 28, para definir sobre a paralização total das atividades.

GOVERNADOR MINIMIZA GREVE

O governador Ratinho Júnior (PSD) minimizou ontem a greve dos servidores públicos estaduais, iniciada na última terça-feira (25), em protesto pelo reajuste salarial de 4,94%, relativo à inflação dos últimos doze meses. "A greve é muito pequena. Nós contabilizamos 4% no Estado do Paraná. São alguns poucos professores. Mais sindicalistas. A grande massa dos professores têm consciência de sua missão", avaliou ele.

O governador também criticou os grevistas, lembrando que tem pouco tempo no cargo. "Essa greve é uma greve injusta. Porque com cinco meses de governo fazer uma greve?", questionou. Ratinho Jr afirmou ainda que a paralisação prejudica a população.

"Além disso, uma greve que não é contra o governador, é contra os pais, é contra quem paga o salário deles", disse. Ratinho Jr reafirmou que não vai reabrir negociações enquanto houver greve. "No governo do Estado quem faz greve não vai ter conversa", avisou. "Eu tenho conversado com vários outros servidores de outros sindicatos que não entraram em greve", disse. "Nós vamos trabalhar com quem faz no diálogo, quem realmente quer construir uma proposta com responsabilidade para o Estado não ser quebrado", defendeu. (Bem Paraná)

https://www.tribunadecianorte.com.br/noticia/servidores-do-iap-voltam-ao-trabalho-e-greve-da-sinais-de-enfraquecimento

Colégios de Cianorte aderiram parcialmente à greve; Demais serviços públicos funcionaram normalmente

Devido à chuva, APP-Sindicato de Cianorte concentrou as ações em sua sede em Cianorte. (Foto: Divulgação/APPSindicato)

O segundo dia da greve dos servidores estaduais voltou a ter baixa adesão em Cianorte. Nesta quarta-feira, 26, assim como no primeiro dia, apenas alguns professores e funcionários da APPSindicato e do Escritório Regional do Instituto Ambiental do Paraná (IAP) aderiam às manifestações. Não houve registros de paralização total nos colégios de Cianorte e nenhum outro serviço público foi afetado. A greve, porém, não tem previsão para ser encerrada conforme o comando de greve.

Um levantamento feito pelo Núcleo Regional de Educação de Cianorte nos 12 municípios de sua abrangência registrou baixa na adesão com relação ao primeiro dia. No período da manhã, dos 983 servidores da educação na região, 144 não compareceram ao trabalho, gerando uma adesão de 12,21% no período. Na região, apenas a Escola Estadual Pedro Fecchio, de São Tomé, registrou paralização total.

À tarde, o balanço do NRE apontou uma adesão de 13,50%. Dos 640 servidores do período, apenas 111 não compareceram. O balanço do período noturno será divulgado nas próximas horas.

A principal reinvindicação dos servidores é a falta de pagamento da data-base de 2019. O funcionalismo pede uma reposição salarial de 4,9% relativos aos últimos 12 meses da inflação.

APP-SINDICATO

Devido à chuva, não houve mobilização de professores e funcionários na Praça Moraes de Barros, no centro de Cianorte ontem. As atividades foram transferidas para a sede da APP-Sindicato em Cianorte. Membros da diretoria realizaram visitas às escolas da região.

Até o fechamento desta matéria, o sindicato ainda não havia divulgado o balanço das adesões do segundo dia de greve.

UEM ADERE

 

Em decisão tomada durante uma assembleia realizada no Restaurante Universitário na manhã de ontem, 26, os servidores da Universidade Estadual de Maringá decidiram aderir à greve por tempo indeterminado.  Além da reposição imediata de 4,9% referentes à inflação do último ano, os servidores pedem a reposição de perdas salarias desde 2015.

Com provas agendadas para os dias 14 e 15 de julho, o Vestibular de Inverno 2019 da UEM, a princípio, está mantido.  De acordo com o Alessandro Santos da Rocha, diretor do Câmpus Regional de Cianorte, ainda não se sabe quais serão os desdobramentos da greve. Comando de Greve deve tomar as decisões em breve.

A GREVE NO PARANÁ

A greve dos servidores estaduais do Paraná entrou no segundo dia sem que tenha um indicativo de consenso. A reunião de negociação entre os grevistas e o governo, agendada para ontem, 26, foi cancelada na noite de terça-feira,26. O governo afirma que não vai negociar com os trabalhadores enquanto eles estiverem em greve. Já os servidores parados defendem a manutenção da paralisação enquanto não houver uma proposta do Palácio Iguaçu.

Os servidores estaduais continuam mobilizados. No período da manhã, a Secretaria registrou adesão total à paralisação em 1,2% das 2.143 escolas estaduais e adesão parcial à paralisação em 31% das 2.143 escolas estaduais do Paraná. Lembrando que adesão parcial considera a ausência de professores e demais servidores administrativos e não significa, portanto, que os alunos ficaram sem atendimento.

No primeiro dia, os sindicatos calculam que, no primeiro dia de paralisação, a adesão parcial ou total à greve alcançou 60% do funcionalismo público. Em relação às escolas estaduais, os sindicatos afirmam que greve alcançou uma adesão de 80% no Paraná. A Secretaria de Estado da Educação (SEED) calculou um número inferior: 38,4%. As estimativas somam paralisações totais e parciais.

As duas partes afirmam que o diálogo é o caminho para resolver a questão, mas não conseguem se acertar sobre as condições para que isso ocorra. (Com informações Bem Paraná)

https://www.tribunadecianorte.com.br/noticia/greve-do-funcionalismo-publico-chega-ao-segundo-dia-com-baixa-adesao

Animal de apenas 1,5 m de comprimento é, por enquanto, o mais completo dinossauro carnívoro a ser descoberto em território brasileiro

(Foto: Divulgação)

Há 90 milhões de anos, as areias do vasto deserto que cobria o interior do Paraná eram patrulhadas por um predador pequeno e ágil que dilacerava suas presas com as afiadas garras de seus pés, tal como o famoso Velociraptor dos filmes hollywoodianos. Batizado de Vespersaurus paranaensis, o animal de apenas 1,5 m de comprimento é, por enquanto, o mais completo dinossauro carnívoro a ser descoberto em território brasileiro. Além das lâminas nas patas, o caçador bípede tinha uma característica inusitada na hora de correr.

Tal como os cavalos, ele era funcionalmente monodáctilo –ou seja, apoiava todo o peso do corpo num único dedo dos pés. Não está totalmente claro se os demais dedos chegavam a tocar o chão quando o bicho se locomovia ou ficava de pé.

A descrição formal da criatura, com todos os seus detalhes anatômicos e possíveis relações de parentesco evolutivo com outros dinossauros, acaba de ser publicada na revista especializada Scientific Reports. Max Cardoso Langer, da USP de Ribeirão Preto, Neurides Martins e Paulo César Manzig (ambos do Museu de Paleontologia de Cruzeiro Do Oeste, no Paraná).

Langer conversou com a reportagem pouco antes de entrevista coletiva sobre a descoberta na Universidade Estadual de Maringá (instituição cujos pesquisadores também participaram do trabalho). Segundo ele, o animal provavelmente era um dos poucos predadores do deserto que existia ali no período Cretáceo, a fase final da Era dos Dinossauros.

“Apoiar a pata num único dedo é uma tendência comum em animais cursoriais, adaptados à corrida, como os cavalos modernos, e mesmo os que não são monodáctilos, como os antílopes e os cervos, apoiam menos dedos no solo. Mas, no caso dessa espécie, o interessante é a liberação dos demais dedos para as funções predatórias que isso propiciou”, explica o pesquisador da USP.

Pouco conhecida dos paleontólogos até poucos anos atrás, o município de Cruzeiro do Oeste tem se mostrado promissor como fonte sobre o passado biológico do país. Além do novo dino, também já vieram de um lá animais como um pterossauro (réptil voador) e um lagarto primitivo.

https://www.tribunadecianorte.com.br/noticia/dinossauro-paranaense-recem-descoberto-andava-como-cavalo-e-tinha-garras-a-la-velociraptor

 

Governador disse que o estado está tomando medidas para poder conceder o aumento daqui alguns meses, mas que ainda não é possível

(Foto: Rodrigo Félix Leal/ANPr)

Diante da greve dos servidores estaduais, que está marcada para começar na próxima terça-feira (25), o governador Ratinho Junior disse não ter dinheiro para pagar o reajuste solicitado. Em entrevista coletiva concedida nesta quinta-feira (20), Ratinho disse que o estado está tomando medidas para poder conceder o aumento daqui alguns meses, mas que ainda não é possível.

“Estamos fazendo esforços, cortando mordomias, para construir um projeto que permita, daqui a alguns meses ou no ano que vem, dar reajuste aos funcionários. Minha função como governador é cuidar do equilíbrio e garantir saúde financeira ao Estado”, afirmou o governador.

Ratinho também afirmou que o esforço para melhorar o estado não deve ser só do governo, mas de toda a sociedade. “Podemos até pensar em reajuste, mas seria necessário aumentar impostos.

E precisamos perguntar para a sociedade se quer aumento de imposto para dar reajuste para servidor”, disse.

Greve

Convocada pelo Fórum das Entidades Sindicais, a greve dos servidores começa na próxima terça-feira (25). Os trabalhadores pedem um reajuste salarial referente à inflação dos últimos 12 meses, que representa 4,94%. As categorias, porém, afirmam que o congelamento já representa perdas salariais que alcançam os 17%. Professores e funcionários de escolas já aderiram ao movimento, assim como os servidores da Universidade Estadual de Maringá. Já os trabalhadores da segurança pública, incluindo policiais civis e militares, declararam apoio ao movimento, uma vez que são impedidos constitucionalmente de fazer greve. (Portal Banda B)

https://www.tribunadecianorte.com.br/noticia/ratinho-junior-diz-nao-ter-dinheiro-para-pagar-reajuste-dos-servidores-greve-comeca-na-terca

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