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Dom, Jan

Umuarama - Acadêmicos da Universidade Estadual de Maringá (UEM) - Campus de Umuarama – percorreram avenida Brasil em manifestação contra o cortes de verbas para as universidades estaduais. A pauta da reivindicação também contou com a paralisação de obras nos campi local
Segundo o estudante de Agronomia e diretor do diretório central estudantil (DCE), Luan Ferro, durante todo o dia de ontem os estudantes realizarão mobilizações nas unidades da UEM em Umuarama e às 16 horas saíram em caminhada pedido melhorias.
Entre os itens da pauta de protesto estão a retomada das obras paralisadas nos campi fazenda e CTC. Segundo Ferro, no Centro Tecnológico a obra do restaurante universitário (RU) não foi concluída. Na mesma situação está o bloco de salas de aulas, ambos a empresa licitada desistiu da empreendimento.
No campus fazenda o RU não serviu nenhum prato para os alunos até hoje, a estrutura era para começar a funcionar em março passado. Outro item levantado pelo acadêmico é a situação de um bloco de salas já licitado, mas que ainda não começou a ser construído.
Os alunos percorreram a avenida Brasil até a praça Santos Dumont.

http://www.ilustrado.com.br/jornal/ExibeNoticia.aspx?NotID=53111&Not=Acad%C3%AAmicos%20da%20UEM%20protestam%20com%20passeata%20no%20centro%20da%20cidade

Umuarama - A semana começou com várias manifestações e continua hoje com a paralisação dos universitários da Universidade Estadual de Maringá (UEM) - Campus de Umuarama. Os alunos reclamam de cortes de verbas para as universidades estaduais, como também a paralisação de várias obras no campus local, segundo eles,  por falta de pagamento.
Segundo o estudante de Agronomia e diretor do diretório central estudantil (DCE), Luan Ferro, durante todo o dia de hoje os estudantes realizarão mobilizações nas unidades da UEM em Umuarama e às 16 horas será realizada uma passeata no centro da cidade. “Nosso objetivo é chamar a atenção do governo estadual para os problemas daqui”, ressaltou.
Entre os itens da pauta de protesto estão a retomada das obras paralisadas nos campi fazenda e CTC. Segundo Ferro, no Centro Tecnológico o restaurante universitário (RU), que era para funcionar em setembro do ano passado, não foi concluído. Na mesma situação está o bloco de salas de aulas, ambos a empresa licitada desistiu da obra.
No campus fazenda, onde são ministrados os cursos de Veterinária e Agronomia, o RU não serviu nenhum prato para os alunos até hoje, a estrutura era para começar a funcionar em março passado. Outro item levantado pelo acadêmico é a situação de um bloco de salas já licitado, mas que ainda não começou a ser construído. “Além dessas reivindicações estamos lutando contra o corte de 40% de verba para as universidades estaduais. O CTC de Umuarama recebe hoje R$ 57 mil por mês, esse valor é irrisório para manter a unidade aberta”, disse o vice-presidente.
Professores estaduais
Os acadêmicos da UEM escolheram a data para a mobilização justamente para unir as forças, uma vez que no mesmo dia os professores estaduais protestam e a APP-Sindicato vai realizar um ato em Curitiba. “Queremos mobilizar mais de 500 pessoas em uma passeata pelas ruas de Umuarama. Vamos nos unir com os alunos das escolas estaduais pedindo melhorias”, informou Ferro.
Ontem pela manhã mais de 100 professores da rede estadual de ensino realizaram um ato na praça Arthur Tomas. Entre as pautas da manifestação foi discutida a ineficiência do atual Sistema de Atendimento ao Servidor (SAS) e da falta de um novo modelo de saúde.
Hoje a mobilização será ainda maior. Um ônibus com educadores de Umuarama sairá rumo à Curitiba para se juntar ao ato que será realizado na capital. “Nós temos muitos temas a tratar com o governo, o primeiro deles, que vai para a mesa de negociação, é o porte das escolas, porque o governo está tirando trabalhadores das unidades. A reunião com a secretaria de Educação será às 11h30”, conclamou a presidenta da APP-Sindicato Marlei Fernandes de Carvalho.
 

PASSEATA EM BRASÍLIA

A Confederação Nacional dos Trabalhadores da Educação programou um protesto em frente ao Congresso Nacional, em Brasília, para hoje. Os professores querem o cumprimento da lei do piso salarial. Segundo a categoria, os salários estão defasados e devem ser reajustados em 19%. O governo oferece aumento de 8,32%. Os docentes também reivindicam a votação do PNE (Plano Nacional da Educação), em tramitação na Câmara, e a destinação de 10% dos recursos do PIB (Produto Interno Bruto) para o setor. Em São Paulo, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Minas Gerais, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Alagoas, Goiás, Amazonas, Espírito Santo, Santa Catarina e no Distrito Federal, a maior parte das escolas públicas da rede estadual não deve funcionar amanhã, por causa da manifestação. O movimento nacional teve início ontem, quando as aulas foram interrompidas no Maranhão, Bahia, Sergipe e Piauí. Em Salvador, pelo menos 1 milhão de estudantes da rede estadual foram afetados.

http://www.ilustrado.com.br/jornal/ExibeNoticia.aspx?NotID=53084&Not=Professores%20fazem%20paralisa%C3%A7%C3%A3o%20nacional%20hoje;%20alunos%20da%20UEM%20tamb%C3%A9m%20protestam 

Umuarama - Professores estaduais de Umuarama realizam hoje ato em defesa da criação de um novo modelo de atendimento à saúde dos servidores públicos estaduais. A movimentação será na praça Arthur Tomaz às 10h30 e amanhã os educadores partem para Curitiba. Na capital, os umuaramenses engrossam o grito nacional de ajuda à educação.
Segundo os representantes da APP/Sindicato, o SAS é ineficiente e caro. Só em 2013, o governo gastou aproximadamente R$ 147 milhões com o sistema que deveria atender os 433 mil usuários (entre servidores e dependentes). Mas, o valor investido não se traduziu em atendimento de qualidade.
Durante o dia de hoje, as escolas irão promover aulas mais curtas, em vez de 50 minutos, serão de 30 minutos. Os estudantes serão liberados mais cedo nos três turnos, para que a categoria debata as alternativas defendidas pelos sindicatos que representam os servidores. Nos períodos da tarde e da noite, os educadores também irão panfletar nas ruas próximas às escolas.
Entre os objetivos dos debates está a formulação maneiras de pressionar governo e parlamentares a votar os projetos que implementam ações em prol da saúde do funcionalismo.

Corte do auxílio-transporte
Nos debates, os educadores também denunciam a medida adotada pelo governo do Paraná que decidiu cortar o valor referente ao auxílio-transporte dos educadores afastados por motivos de saúde. Com base em um parecer da Procuradoria Geral do Estado (PGE), os educadores que necessitaram utilizar licença médica tiveram parte de seus salários cortados. Em alguns casos, os descontos chegaram a R$ 680 reais. A APP, no entanto, reitera que a maior parte das licenças de saúde retirada pela categoria tem como causa a exaustão causada pelo próprio trabalho. O quadro de adoecimento na educação é crescente e alarmante. A entidade entrou na Justiça para reverter medida.

Acadêmicos em protesto
Acadêmicos da Universidade Estadual de Maringá (UEM) - Campus de Umuarama – realizam ato de protesto amanhã. Os alunos vão paralisar as atividades universitárias durante todo o dia e as 16 horas realizarão um passeata em protesto ao corte de verbas para as universidades estaduais, como também a paralisação de várias obras nas unidade da cidade, por falta de pagamento do governo estadual.

http://www.ilustrado.com.br/jornal/ExibeNoticia.aspx?NotID=53021&Not=Professores%20estaduais%20e%20acad%C3%AAmicos%20da%20UEM%20realizam%20protesto%20por%20melhorias 

 

Umuarama - Criada pelo Comitê de Assessoramento e Acompanhamento das Ações de Controle da Dengue, a comissão de educação em saúde terá sua primeira reunião hoje, a partir das 14h na sala de reuniões do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac), entre o Tiro de Guerra 05.012 e o Sesc/Umuarama. Será o primeiro contato entre os membros, para o planejamento de ações na prevenção à dengue.
A comissão conta com representantes do Sesc (Serviço Social do Comércio), Universidade Estadual de Maringá (UEM), Universidade Paranaense (Unipar), Núcleo Regional de Educação (NRE), Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, Serviço Social da Indústria (Sesi), Vigilância Ambiental da Secretaria Municipal de Saúde e também a Secretaria Municipal de Educação. A presidência é do comerciante João Luiz Bortolato, que também representa a Associação Comercial, Industrial e Agrícola de Umuarama no comitê de combate à dengue.
“Além dos integrantes da comissão, outros membros do comitê que queiram somar esforços na prevenção contra a dengue estão convidados a participar da reunião desta quinta-feira”, reforça a secretária-executiva do comitê, Lígia Adriana. “Também vamos planejar estratégias para educação em saúde com o público adulto”, completou.
Já a reunião ordinária do Comitê de Controle da Dengue será no próximo dia 20, também no Senac, com início às 14h, e vai tratar da eleição da nova diretoria (presidente, primeira e segunda secretaria). A pauta inclui ainda aprovação da ata da reunião anterior; relatório da Vigilância Ambiental referente a fevereiro; comissão de educação em saúde; e contratação de agentes comunitários de endemias, além de assuntos gerais.

DEFESA CIVIL
Por outro lado, também será realizada hoje a 1ª Conferência Intermunicipal de Defesa Civil na área de atuação da 15ª Coordenadoria Regional de Proteção e Defesa Civil (Corpdec), que tem como pauta definir princípios e diretrizes para o setor e eleger delegados para participarem da 2ª Conferência Estadual de Proteção e Defesa Civil e da segunda conferência nacional.
A etapa municipal da conferência será realizada das 9h às 17h3, no anfiteatro da Prefeitura de Umuarama. Além dos membros, demais interessados em participar devem confirmar a presença pelo telefone 3621-4141, ramal 236.
 

http://www.ilustrado.com.br/2011/ExibeNoticia.aspx?Not=Grupo+discute+a%C3%A7%C3%B5es+para+afastar+nova+epidemia+de+dengue+na+cidade&NotID=52886 

 

Umuarama – Acadêmicos da Universidade Estadual de Maringá (UEM) - Campus de Umuarama - deliberaram em assembléia realizada ontem por paralisação e ato de protesto no dia 19 de março. A decisão foi tomada, após cortes de verbas para as universidades estaduais, como também a paralisação de várias obras por falta de pagamento nas unidades da cidade.
Segundo o estudante de Agronomia e diretor do diretório central estudantil (DCE), Luan Ferro, mais de cem universitários do campus da UEM/Umuarama compareceram à assembléia. No encontro, os estudantes optaram pelo protesto, devido a algumas obras paralisadas nos campi fazenda e CTC.
Ainda segundo o estudante, no centro tecnológico o restaurante universitário (RU), que era para estar funcionando em setembro passado, não foi concluído por falta de pagamento do governo à empreiteira. A mesma situação acontece com um bloco de salas de aulas, no qual a empresa licitada desistiu da obra, por falta de verbas.
Na fazenda, onde são ministrados os cursos de Veterinária e Agronomia, o RU que era para começar a funcionar em março até hoje não serviu um prato para os estudantes, argumentou Ferro. Um bloco de salas licitado não começou a ser construído. “Além dessas reivindicações estamos lutando contra o corte de 40% de verba para as universidades estaduais. O CTC de Umuarama recebe hoje R$ 57 mil por mês, esse valor é irrisório para manter a unidade aberta”, disse o vice-presidente.
A data escolinha para a paralisação foi escolhida justamente para unir as forças, uma vezes que no mesmo dia a APP-Sindicato vai realizar um ato em Curitiba. “Queremos mobilizar mais de 500 pessoas em uma passeata pelas ruas de Umuarama. Vamos nos unir com os alunos das escolas estaduais pedindo melhorias. Queremos manter um dialogo com o governador”, disse o universitário.
O entrevistado finalizou ressaltando que hoje a reitoria e diretoria da UEM estão fazendo sua parte e o protesto é uma forma de chamar a atenção do Estado. “A UEM está fazendo a parte dela, agora esperamos a parte do governo”, finalizou.

http://www.ilustrado.com.br/jornal/ExibeNoticia.aspx?NotID=52354&Not=Acad%C3%AAmicos%20da%20UEM%20de%20Umuarama%20marcam%20protesto%20para%20dia%2019%20de%20mar%C3%A7o

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