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Qui, Jul

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Campus de Umuarama disponibiliza para a comunidade os avanços tecnológicos e os serviços derivados das pesquisas sobre concreto, no curso de Tecnologia em Construção Civil 

 



A Universidade Estadual de Maringá (UEM), campus de Umuarama, através do curso de Tecnologia em Construção Civil, disponibiliza à comunidade avanços tecnológicos e serviços derivados de recentes pesquisas sobre o concreto. Construtoras e construtores civis estão sendo beneficiados, tanto na economia de material como na durabilidade e qualidade do concreto, que um dos principais insumos de uma obra.
Misturar materiais para se formar o concreto parece coisa simples, mas na verdade é uma ciência que o professor Maximiliano dos Anjos Azambuja está desenvolvendo no laboratório de Materiais de Construção e Mecânica dos Solos do Campus Regional da UEM, em Umuarama. Doutor em Ciência e Engenharia de Materiais pela Universidade de São Paulo, Escola de Engenharia de São Carlos-SP (USP/EESC), ele trabalha com os alunos do curso de Tecnologia em Construção Civil.
O laboratório reúne os equipamentos necessários para os ensaios de resistência à compressão do concreto. Estudos fornecem dados aos construtores sobre material usado naquela obra, se é o ideal em relação à durabilidade e qualidade do concreto, além de gerar maior economia. “Este trabalho é realizado nos grandes centros. Umuarama, através da UEM, ganhou mais esse auxílio da tecnologia para obter melhorias nas construções”, disse Azambuja.
São duas máquinas de ensaios servo-hidráulicas EMIC DL3000 e PC-200, além de extensômetros removíveis para determinar o módulo de elasticidade do concreto. O Paraná possui apenas duas máquinas similares e uma delas está em Umuarama. Hoje, 14 empresas do ramo estão participando do projeto e cerca de 220 ensaios são realizados mensalmente.
As principais patologias (doenças) que podem afetar o concreto estão intimamente ligadas à falta de qualidade dos materiais que o compõem, e à falta de controle tecnológico. Segundo o professor, “é importante contratar mão-de-obra qualificada no assunto, antes de iniciar uma obra, pois a economia neste caso pode se transformar em um gasto futuro, com reparos e restaurações das deteriorações, fissuras, deformações, corrosão, deformabilidade excessiva de estruturas de concreto”, avaliou.
O técnico do laboratório da UEM, Genilson Ribeiro Vieira, pode fornecer maiores informações pelo telefone (44) 3621-9332. Todo o recurso adquirido pelo projeto é revertido para melhorar as instalações existentes e conseqüentemente contribuir para formação dos acadêmicos em Tecnologia em Construção Civil, em Umuarama.