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Qua, Nov

O reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Julio Damasceno, informou que a capacidade de resolução do HUM é limitada por falta de profissionais, o que explica a demora no atendimento aos quatro pacientes encaminhados ao Hospital Universitário de Maringá (HUM), na noite de sexta-feira, 16. Todos passam bem.

Há uma demanda de 8 cirurgiões para o Pronto Atendimento. Além disso, o HUM tem uma defasagem de cerca de 36 profissionais que foram exonerados, se aposentaram ou faleceram, lembrando que desde 2014 não há contratação de pessoal por concurso público.

"O efeito colateral da falta de reposição do quadro profissional é não realizar o atendimento na velocidade que deveríamos e gostaríamos. Ontem (sexta-feira) a equipe fez 180 atendimentos. Por falta de profissionais, o próprio superintendente entrou no plantão para dar vazão ao atendimento", afirmou o reitor. "Episódios como esse acontecem não por ato voluntário, mas por dificuldade, quando a nossa margem de manobra se reduz à zero."

Por mês, a UEM custeia R$ 900 mil para o pagamento de cerca de 200 técnicos de enfermagem, enfermeiros e médicos do caixa da própria instituição, contratados pelo regime de credenciamento. "O recurso poderia ser usado na aquisição de equipamentos, medicamentos, entre outros, mas esse é um esforço para prestarmos atendimento à população. Infelizmente, a falta de pessoal é um problema cuja solução não depende da UEM, mas do Estado que tem tal prerrogativa e responsabilidade".

O reitor Damasceno afirma que a UEM já repassou ao governo a necessidade de contratação de pessoal e destaca que o problema deve ser tratado de forma coletiva, com o apoio das forças políticas e lideranças de Maringá, encampando e engrossando o coro das reivindicação.

"Vamos o tratar o problema coletivamente em busca da melhor solução para que a população não sofra as consequências. O HU sempre buscou, busca e buscará oferecer o melhor serviço, mas estamos no limite. Precisamos de apoio."

REITOR. "Episódios como esse acontecem não por ato voluntário, mas por diculdade, quando a nossa margem de manobra se reduz à zero." - JOÃO PAULO SANTOS

https://maringa.odiario.com/maringa/2018/11/reitor-da-uem-pede-uniao-de-forcas-para-engrossar-coro-das-reivindicacoes/2530797/

O Programa de Pós-Graduação em Odontologia Integrada da UEM (Universidade Estadual de Maringá) promove, na próxima segunda-feira (19), às 17h30, a palestra "Erros na Pesquisa Científica".

O evento ocorre no Anfiteatro Prof. Yoshiaki Fukushigue, que ca no Bloco E-90, campus sede, e será ministrado por José Valladares Neto.

José Valladares Neto é professor da UFG (Universidade Federal de Goiás), graduou-se em Odontologia pela Universidade Federal de Uberlândia em 1986. É especialista em Ortodontia e Ortopedia Facial, tem Mestrado em Biologia e doutorado em Ciências Odontológicas. Atua em atividades de ensino e pesquisa junto à graduação nas Disciplinas Pré-Clínica Infantil (Ortodontia), Clínica Infantil (Ortodontia) e Metodologia Científica.

As inscrições são gratuitas e podem ser feitas no local do evento, campus sede da instituição. Para obter mais informações, acesse o site do PGO ou ligue para (44) 3011-9051.

https://maringa.odiario.com/maringa/2018/11/palestra-vai-abordar-erros-na-pesquisa-cientifica/2530755/

A Universidade Estadual de Maringá (UEM) está entre as melhores do mundo, segundo o World University Ranking 2019 divulgado nesta terçafeira (13) pela revista inglesa Times Higher Education (THE). Foram avaliadas 1.250 universidades em todo o mundo.

Este ranking é definido por área do conhecimento. Foram avaliadas quatro áreas: Life Scienses (Ciências da Vida), Physical Sciences (Ciências Físicas), Psychology (Psicologia) e Clinical, Pre-clinical & Health (Clínica, Pré-Clínica e Saúde).

No caso das Ciências da Vida (Biologia, Medicina Veterinária e Educação Física) e Clínica, Pré-Clínica e Saúde (Medicina, Odontologia e outros vinculados à saúde), a UEM ficou entre as 600 melhores. Nas Ciências Físicas está citada entre as 800 melhores, esta categoria abrange as graduações em Matemática, Estatística, Física, Astronomia, Química, Geologia e Ciências Ambientais.

O assessor de planejamento da UEM, João Marcelo Crubellate, destaca que "a pesquisa nessas áreas em geral tem elevado valor e o fato de a Universidade Estadual de Maringá estar bem posicionada no ranking, especialmente em um período de restrição orçamentária, dificuldades de reposição de quadro e para aquisição de equipamentos e demais aspectos, deve ser comemorado pela instituição e comunidade de Maringá, pois é muito meritório".

Crubellate enfatiza ainda que no caso de haver mais investimentos será possível obter melhores resultados. "O ranking é internacional, o que dá visibilidade para a UEM e favorece o objetivo estratégico de internacionalização", finaliza.

As áreas são formadas por indicadores de desempenho agrupados em cinco itens: ensino (o ambiente de aprendizagem); pesquisa (volume, renda e reputação); citações (influência da pesquisa); perspectiva internacional (pessoal, estudantes e pesquisa) e renda da indústria (transferência de conhecimento).

A revista já publicou ranking geral em setembro de 2018, momento em que a UEM foi a sétima melhor universidade estadual pública do Brasil. Naquela avaliação foram considerados 13 indicadores agrupados em cinco categorias: ambiente de ensino, inovação, internacionalização, pesquisa (volume, investimento e reputação) e citações (influência da pesquisa)

US News & World Report

A Universidade Estadual de Maringá também ganha destaque no ranking divulgado pelo US News & World Report, nesta terça-feira (13), portal norte-americano especializado em rankings de educação há mais de 30 anos. A UEM ficou em 58ª na avaliação das melhores universidades da América Latina e em segundo lugar no Paraná.

Apenas 30 universidades brasileiras foram avaliadas, sendo 24 federais e as restantes estaduais. Esta é a quinta edição do ranking de universidades globais. Foram avaliadas 1.250 instituições em 75 países e os resultados foram divulgados por região. Na América Latina, integram o ranking 64 universidades.

(Com informações da Assessoria de Comunicação da UEM e Agência de Notícias do Paraná)

https://maringa.odiario.com/maringa/2018/11/uem-esta-entre-as-melhores-universidades-do-mundo/2530671/

Começou nesta segunda-feira (12) e vai até quarta-feira (14) a feira de Economia Solidária, que integra o evento Universal Views of Work in Agriculture, na Universidade Estadual de Maringá (UEM). Há participação de artistas e artesões de Maringá e região. O evento acontece no estacionamento do Bloco C-34, entre 8h e 18h, com entrada gratuita.

São aproximadamente 15 expositores do setor de alimentos, roupas, decoração, quadros, entre outros produtos. Na programação também constam apresentações artísticas, coleta de lixo eletrônico, oficinas, entre outras atividades.

Um dos participantes é o artista Clóvis Pedrinho que apresenta quadros e painéis no estilo assemblage. “É uma maneira de mostrar o nosso trabalho e interagir com outros segmentos de arte e cultura”, disse o expositor que usa o pseudônimo de Acumulador Arteiro.

Também há opções de trocas de produtos, favorecendo a economia solidária, como destaca o nome do evento que está em sua terceira edição.

ECONOMIA SOLIDÁRIA. Cerca de 15 expositores de vários segmentos participam do evento que segue até a quarta-feira, 14. DIVULGAÇÃO

https://maringa.odiario.com/maringa/2018/11/feira-de-economia-solidaria-reune-artistas-e-artesoes-independentes/2529765/

Sair de uma cidade pequena do interior do Paraná e ser chefe de setor numa das principais empresas de moda do mundo parece ser o sonho de princesa típico de um uma comédia romântica hollywoodiana. E foi quase o que aconteceu com a chefe de Projetos Digitais da Chanel, em Paris, Mariana Medeiros Seixas, 29 anos. Ela saiu de Cianorte (a aproximadamente 70km de Maringá) em 2011 depois de se formar em Moda, no campus regional da Universidade Estadual de Maringá (UEM), e foi trilhar carreira prossional na Europa por conta própria. "O brasileiro que consegue trabalhar em boas empresas fora do país tem algumas coisas em comum: muita perseverança, inteligência social, humildade, bom humor e sabe trabalhar em equipe", disse em entrevista ao O Diário, ao comentar sobre oportunidades, alunos e novos profissionais que se interessam por atualizações, baseada em seus contatos com amigas brasileiras na Europa. "O currículo conta, claro. Mas, o lado humano é também muito importante".

Hoje Mariana Medeiros é chefe de Projetos Digitais da Chanel, em Paris, coordenando a organização de conteúdos, atualizações e evoluções do site e aplicativo de uma das principais marcas de moda mundial.

Ela esteve em Cianorte nesta semana visitando familiares e foi convidada pelo professor Ronaldo Vasques para palestrar para alunos do segundo e terceiro ano de Moda da UEM/Cianorte.

Falou sobre o curso de Moda, sua trajetória profissional, como entrou na Chanel, seu trabalho na empresa, seu doutorado em Paris, entre outros assuntos. "Muitos dos novos profissionais que observo, aqui [no Brasil] ou na França tem uma certa pretensão ou exigem uma evolução muito rápida na empresa. É preciso paciência e investimento pessoal", considera sobre a formação de mão de obra.

Num outro olhar sobre o mercado que atua ela aponta a relação das tantas novidades instantâneas entre Moda, Tecnologia e Comunicação.

"Acho que não falta conhecimento das ferramentas. Mas, talvez seria interessante desenvolver uma reexão de como usá-las de maneiras diferentes", diz sobre o uso dos novos recursos. De quem mesmo com currículo respeitável e tantas ferramentas disponíveis, faz posts minimalistas em sua página no Instagram, enquanto o app é usado de maneira over e exibicionista no Brasil.

Local

Os cursos de Moda em Cianorte têm um paradoxo: ao mesmo tempo em que formam bons profissionais, o mercado local não valoriza e o graduado sai para outros mercados. É comum nas maiores empresas a contratação de estagiários e quando eles se formam não são efetivados por questões salariais. E assim segue um ciclo de contrata e dispensa estagiários enquanto estão estudando.

Mas um diferencial em relação a outros polos educacionais é que os alunos já conseguem empregos em Cianorte logo no primeiro ano de curso, enquanto em outras cidades com o curso mal conseguem trabalhar em seus segmentos mesmo após formados. "É muito gratificante ver uma aluna trabalhar em uma maison de grande renome como a Chanel", comenta o professor doutor, Ronaldo Vasques, sobre Mariana Medeiros.

Ela completa sobre a falta de política de recursos humanos nas companhias de moda. "As empresas não valorizam devidamente o trabalho dos estudantes. Os salários são muito baixos e há pouco investimento no profissional a longo prazo", considera Medeiros. "Como toda faculdade pública, a UEM se desdobrava para formar profissionais com o que podia graças à equipe de professores que investia tempo e carinho", lembra sobre as carências e improvisações que até hoje seguem no curso de Moda cianortense.

Perfil

Mariana Medeiros Seixas nasceu a 31 de março de 1989 em Cianorte. Se formou em Design em 2010 e depois de receber o diploma embarcou para a França por conta própria após dois anos de planejamento e sem ter contatos profissionais.

Ela fez pós-graduação, mestrado e hoje está no terceiro ano de doutorado em Comunicação e Sociologia.

PALESTRA. Mariana Medeiros: falando com alunos sobre sua experiência e vida na Europa. — DIVULGAÇÃO

https://maringa.odiario.com/cultura/2018/11/dos-bancos-da-uem-para-a-chanel/2528039/

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