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Qua, Nov

O professor Elflay Miranda deixa a coordenação do Mestrado Profissional em Políticas Públicas da Universidade Estadual de Maringá (UEM) para assumir o cargo de assessor especial do Ministério da Mulher, Família e Direitos Humanos. O convite partiu da própria ministra Damares Alves. O maringaense e antropólogo Igor Shimura, conhecido como Igor Cigano, também vai integrar o ministério, nomeado como diretor do departamento de Igualdade Étnico-Racial.

O professor não foi localizado na UEM, nesta manhã. A informação é de que ele já providencia a mudança para Brasília, que deve ocorrer na próxima semana.

Natural de Florianópolis, Elflay Miranda é graduado em Ciências Sociais (Bacharelado) e Sociologia (Licenciatura) pela Universidade Federal de Santa Catarina (2003), em Direito pelo Centro de Educação Superior de Maringá (2016), Mestrado em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina (2005) e doutorado em Sociologia Política pela Universidade Federal de Santa Catarina e Geografia pela Universidade de Grenoble (França) (2012).

Tem experiência na área de Sociologia Política, com ênfase em Sociologia e Ciência Política, atuando principalmente nos seguintes temas: Sociologia Jurídica, Direitos Humanos, Políticas Públicas, Desenvolvimento Territorial e Meio Ambiente.

Além deles, o maringaense Sérgio Moro compõe o governo de Jair Bolsonaro, como titular do Ministério da Justiça.

(Foto: Reprodução/ Unicentro)

https://maringa.odiario.com/maringa/2019/01/professor-elflay-miranda-vai-ocupar-cargo-no-governo-federal/2543976/

O Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR) determinou a instauração de Tomadas de Contas Extraordinárias para apurar eventuais irregularidades em sete universidades estaduais do Estado. Entre elas, está a Universidade Estadual de Maringá (UEM).

A decisão foi tomada no julgamento do Relatório de Auditoria elaborado pela Sexta Inspetoria de Controle Externo (6ª ICE) do TCE-PR. A auditoria integra o Plano Anual de Fiscalização (PAF) de 2017. Além da UEM, a fiscalização abrangeu as universidades de Londrina (UEL), Ponta Grossa (UEPG), do Oeste do Paraná (Unioeste), do Centro-Oeste do Paraná (Unicentro), do Norte do Paraná (Uenp) e Universidade Estadual do Paraná (Unespar).

De acordo com o Relatório de Auditoria do TCE-PR, "existe habitualidade na realização de horas extras por servidores das seguintes instituições de ensino superior: UEL, UEM, UEPG e Unioeste. Também foi vericado o pagamento de verba por tempo integral e dedicação exclusiva (Tide), sem previsão legal, a servidores da UEL, UEM, Unicentro e Unioeste".

Os analistas de controle da 6ª ICE apontaram, ainda, "que a UEL e a UEM utilizam, no cálculo para pagamento de adicional noturno, percentual em desacordo com o adotado pelo Estado. Além disso, os técnicos do TCE-PR identificaram que os portais da transparência da Uenp, da Unespar e da Unioeste não apresentam informações exigidas pela legislação; e que os da Uenp, da UEPG, da Unespar, da Unicentro e da Unioeste não contam com ferramentas tecnológicas exigidas pela legislação".

UEM

Em nota enviada à Redação na tarde de ontem (24), a Universidade Estadual de Maringá esclareceu que, com relação a transparência na gestão de pessoal, "não foi apontada qualquer irregularidade, sinalizando que a UEM cumpre as exigências legais referente a padronização e ferramenta de pesquisa de conteúdo. O novo Site da Transparência da UEM atende às resoluções internas bem como às exigências dos órgãos fiscalizadores, como o TCE-PR, a Controladoria Geral do Estado, o Ministério Público e a Ouvidoria Estadual.

O novo Portal garante acesso à informação de forma objetiva, transparente, clara e em linguagem de fácil compreensão, estando dentro das normas constantes na Lei de Acesso à Informação".

Sobre as horas extras, a nota ressalta que "a UEM utiliza este recurso como medida paliativa, decorrente da falta de servidores no quadro geral de funcionários. Uma parcela significativa das horas extras é gerada pela necessidade de manutenção de serviços de vigilância, zeladoria e no Hospital Universitário. Com um déficit de 704 agentes universitários, que é a realidade enfrentada, hoje, pela UEM, as escalas nesses setores não fechariam sem o pagamento de horas extras. Portanto, o recurso das horas extras é fundamental para manter o funcionamento da Universidade enquanto permanecer esse deficit.

O problema seria amenizado com a nomeação dos 270 agentes aprovados em concurso há mais de 4 anos. A Reitoria vem mantendo o diálogo aberto com o Governo do Estado para tentar solucionar esse impasse".

Ainda, sobre o pagamento do Tide aos agentes universitários, a instituição esclareceu que "o benefício encontra fundamento nas disposições do Estatuto dos Funcionários Públicos do Estado do Paraná (Lei nº 6.174/70) e na Resolução nº 570/2006-CAD, bem como no Decreto Estadual nº 22.490/71. Destaca-se que a Resolução do CAD aprova a atribuição da gratificação para agentes universitários somente aos servidores ocupantes de cargos de direção, estando atrelada à disponibilidade integral de tempo dedicado à Instituição".

Por fim, sobre o adicional noturno, a UEM declarou que "a adequação do percentual utilizado no cálculo para pagamento de adicional noturno, conforme recomendação do TCE-PR já foi corrigido desde a folha de abril de 2018. Ou seja, a UEM já paga 20% de adicional seguindo a orientação do Tribunal".

https://maringa.odiario.com/maringa/2019/01/universidades-estaduais-estao-na-mira-do-tribunal-de-contas/2543914/

Embora a Secretaria do Estado da Fazenda (Sefa) tenha informado que os pagamentos dos credenciados do Hospital Universitário (HU) de Maringá "estão ocorrendo regularmente, conforme programação", os prestadores de serviço alegam que ainda não receberam os salários de dezembro de 2018.

Sobre o atraso, a assessoria de imprensa da Sefa enviou nota à Redação na última quarta-feira (23) dizendo que "os órgãos integrantes do Sistema Novo Siaf, incluindo as universidades, foram informados antecipadamente sobre a disponibilidade do Sistema para Execução Orçamentária das despesas relativo a LOA de 2019, considerando algumas premissas, como a comunicação do término da execução orçamentária das receitas e despesas e a consequente liberação dos saldos de empenhos do exercício 2018 para autorização à inscrição em restos a pagar. Por parte da UEM, tão logo prestadas as informações à Sefa, houve o desbloqueio dos recursos orçamentários. Informamos que o problema já foi solucionado e os pagamentos estão ocorrendo regularmente conforme programação".

Mas, alguns credenciados do HU procuraram a Reportagem de O Diário nesta quinta-feira e disseram que ainda não receberam o pagamento. Disseram, ainda, que no contrato consta que o pagamento deve ser feito em até 14 dias após a assinatura do holerite – o que ocorreu no quinto dia útil do mês.

De acordo com o reitor da Universidade Estadual de Maringá (UEM), Júlio César Damasceno, o pagamento dos credenciados ainda não foi feito porque a Secretaria do Estado da Fazenda não liberou a cota financeira no sistema.

"Quem nos dá a cota financeira é a Sefa, que é o último procedimento para que a gente possa disparar o processo para que o pagamento seja feito direto na conta das pessoas. Esse procedimento não foi feito, e sem isso não podemos efetuar o pagamento. E a partir do momento que nos derem cota, demoram ainda três dias úteis para o dinheiro cair na conta das pessoas", explica.

Damacesno contactou a Sefa na tarde de ontem (24). "Eles disseram que estão procurando resolver essa questão, e que a cota está para ser liberada. Não há má vontade de ninguém. Todo mundo está correndo atrás de efetuar o pagamento o mais rápido possível", enfatizou.

Segundo o reitor, o atraso é considerado normal no início de ano. Isso porque no final de todos os anos, o governo fecha o sistema Novo Siaf para balanço e reabre no início do ano seguinte. O Novo Siaf é usado para registro, acompanhamento e controle da execução orçamentária, financeira e patrimonial do Estado.

https://maringa.odiario.com/maringa/2019/01/credenciados-ainda-aguardam-pagamento/2543915/

Ana Cláudia Pirajá Bandeira, a primeira mulher a presidir a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Maringá, em 60 anos, toma posse hoje (23). A cerimônia será realizada no Teatro Calil Haddad, às 19 horas.

Junto com ela, serão empossados o vice-presidente, Bruno Grego dos Santos; o secretário-geral, Everton Caldeira; a secretária-geral adjunta, Sheyla Borges de Liz; o tesoureiro, Eder Fabrilo Rosa e os conselheiros da entidade. A nova diretoria terá um mandato de três anos.

Como presidente da entidade, Ana Cláudia Pirajá Bandeira assumiu onze compromissos. "Um deles é buscar maior participação dos advogados dentro da OAB Maringá, por meio de cursos. Também queremos fazer um canal virtual, seja no youtube ou outra plataforma, para que os advogados tenham acesso aos cursos que vamos fazer", explica.

"Com isso, vamos conseguir trabalhar em prol da cidadania. Se temos advogados capacitados envolvidos com a OAB, conseguimos dar uma resposta para a sociedade, que é o que buscamos, porque a OAB é a casa da cidadania", acrescenta.

Bandeira, que é professora na Universidade Estadual de Maringá (UEM), também pretende aproximar os advogados em início de carreira da OAB Maringá.

"Teremos um cursos de gestão para jovens advogados, porque muitos se formam e acabam ficando um pouco perdidos. Queremos trazê-los para a OAB, inseri-los em uma comissão e colocá-los em contato com o mundo jurídico, para que estejam preparados para enfrentar esse novo mundo, de informática e robotização", declara.

Ana Cláudia Pirajá Bandeira declarou, ainda, que sente orgulho em assumir a gestão da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Subseção de Maringá, sendo a primeira mulher a presidir a entidade.

"É um sentimento de muita responsabilidade. Quase 50% dos advogados são mulheres. Então, estamos ocupando o nosso espaço. A partir do momento em que assumo a Ordem, como mulher, trago o exemplo para as novas advogadas, para que elas também possam assumir desafios, e saberem que podem ser gestoras da OAB ou de um conselho de classe", ressalta.

https://maringa.odiario.com/maringa/2019/01/primeira-mulher-a-presidir-a-entidade-toma-posse-hoje/2543371/

A Prefeitura de Maringá, em parceria com o Centro de Referência em Agricultura Urbana e Periurbana (Ceraup) e o Laboratório de Homeopatia e Fisiologia Vegetal da Universidade Estadual de Maringá (UEM), realiza a reunião técnica Agricultores Urbanos das HortasComunitárias no dia 19 de janeiro. As inscrições, gratuitas e limitadas, serão feitas no local (Av. Colombo, 2186, Casa do Nelore localizada no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro) a partir das 13h30.

Palestra com o professor Carlos Moacir Bonato especialista em Fisiologia Vegetal, que integra o Departamento de Biologia e de Agronomia da UEM, terá como tema a ′Inserção de Homeopatia nas Hortas Comunitárias de Maringá′. A homeopatia tem como princípio usar as substâncias naturais causadoras das doenças, para tratá-las. Trazendo benefícios e vantagens por tornar o desenvolvimento das plantas mais saudáveis, resistentes a doenças e pragas, sem contaminar o solo, aumentando a produção.

A reunião visa a aprimorar o conhecimento dos agricultores, melhorando a qualidade das hortaliças e verduras cultivadas nas hortas comunitárias. “É uma oportunidade de capacitação aos agricultores em uma nova tecnologia, além de ser a primeira reunião voltada exclusivamente para os agricultores urbanos.”, diz a diretora de Agricultura e Pecuária, da Secretaria de Inovação e Desenvolvimento

Econômico (Seide), Samireille Messias.

Maringá e os distritos de Iguatemi e Floriano contam com 38 hortas comunitárias. Em 2018, as hortas atenderam diretamente 1.025 famílias, produzindo 910 toneladas e beneficiando 3.075 pessoas.

Saiba mais

Reunião técnica Agricultores Urbanos

19 de janeiro de 2019, às 13h30

Inscrições gratuitas no local

Av. Colombo,2186 - Casa do Nelore localizada no Parque Internacional de Exposições Francisco Feio Ribeiro

https://maringa.odiario.com/maringa/2019/01/prefeitura-promove-capacitacao-para-produtores-das-hortas-comunitarias/2541777/

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