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Qua, Nov

A professora Gisela Cunha Viana Leonelli, do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura, Tecnologia e Cidade da Universidade Estadual de Campinas, estará na UEM,dia 4 de abril, para proferir a palestra ‘A problemática da expansão urbana no Brasil: cidades médias, cidades que parcelam’.

Entre as discussões que abrangem este tema está a aprovação de loteamentos que induzem o crescimento urbano e muitas vezes provocam impactos para a cidade no que diz respeito à mobilidade urbana e aos atendimentos de serviços públicos, por exemplo.

Destacando que Maringá “cresce ao sabor dos desejos do mercado imobiliário, desconsiderando muitas vezes o Plano Diretor e atravessando processos participativos”, Beatriz Fleury e Silva, professora do Departamento e do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo da UEM, comenta estas problemáticas do município, que na verdade são comuns a muitas cidades brasileiras, serão debatidas durante o evento.

A professora da UEM diz ainda que o debate é bem oportuno, considerando que no dia 29 de abril haverá uma conferência pública de revisão do Plano Diretor da cidade.

A palestra com a professora da Unicamp terá início às 9 horas no auditório do Departamento de Engenharia Civil, no Bloco C-67, campus sede da UEM. A partir da 10h30 será realizada uma oficina de pesquisa que visa aproximar o Grupo de Estudos de Urbanização e Regulação Urbano (LOTE), coordenado por Gisela Leonelli, e o Laboratório de Pesquisa em Habitação e Assentamento Humano (LAPHA), coordenado pela professora Beatriz Fleury e Silva.

Entre o público-alvo estão alunos de graduação e pós-graduação em Arquitetura e Urbanismo e áreas afins.

As inscrições para os dois eventos são gratuitas e permanecem abertas até terça-feira, dia 2 de abril. Podem ser feitas online neste link ou na secretaria do Departamento de Arquitetura e Urbanismo, no Bloco 32, sala 9. O atendimento é feito das 8 às 11 horas e das 13h30 às 17h.

A realização é do Departamento de Arquitetura e Urbanismo, do Programa de Pós-Graduação em Arquitetura e Urbanismo, do LAPHA e do Lote. Outras informações pelo fone 44 3011-4418.

(Com Asc/UEM)

https://d.odiario.com/maringa/754574/problematica-da-expansao-urbana-e-tema-de-palestra-na-uem

Lua Lamberti defendeu sua dissertação e se tornou a primeira travesti a concluir um curso de mestrado na Universidade Estadual de Maringá (UEM) - por meio do Programa de Pós-Graduação em Educação. Sua tese, apresentada e defendida na última sexta-feira, 22, intitulada “Pe-Drag-Ogia”, discute a inacessibilidade de pessoas trans nos territórios formais da educação.

Lamberti tem 24 anos. Terminou a graduação em Artes Cênicas - Licenciatura em Teatro em 2016, também pela UEM. “Eu me dei conta que tudo o que nós estudamos foi escrito por pessoas que não são trans, não são mulheres, não são negras. São, em sua maioria, homens, brancos e héteros. No meu trabalho, propus uma pedagogia montada de drags, que visasse dar visibilidade a esses corpos. Atrelei isso de uma forma artística e poética”, explica a mestre. No trabalho, Lua Lamberti, enquanto pesquisadora, conversa com sua própria drag queen, chamada Galathea.

Com a conquista, a jovem pretende inspirar outras travestis. “A gente não vê pessoas trans na rua, e quando vemos, estão na marginalização. Na minha defesa, tinha cerca de doze pessoas trans. Quando vi essas pessoas ali, reunidas, me fez muito bem. Espero inspirá-las e quero que elas saibam que elas também me inspiram. Desde muito cedo, quando me assumi travesti, aprendi que se a gente não puxar umas as outras, a gente é levada pela correnteza”, declara. 

Lua Lamberti ressalta que teve privilégios e foi apoiada por familiares e amigos para chegar onde chegou, mas que nem sempre é assim. “Não cheguei aqui porque fui melhor que ninguém, o meu acesso a essa graduação foi por uma gama de privilégios. Minha família e meus amigos sempre me apoiaram. Eu sou branca e magra, sou um corpo que as pessoas não se incomodam tanto em ver. Se fosse negra, já incomodaria bem mais”, enfatiza.

 “Há diversos estudos e pesquisas sobre trans - todos escritos por homens, brancos e héteros -, mas está mais do que na hora da pessoa trans deixar de ser objeto e virar sujeito. A minha presença na dissertação do mestrado foi um comprimido amargo para muita gente engolir, mas agora essa goela está aberta, para passar muitos outros”, acrescenta a jovem.

https://d.odiario.com/cultura/753585/a-pedagoga-montada-de-drags-em-mestrado-na-uem

No próximo dia 16 de abril professores da Universidade Estadual de Maringá (UEM) e prefeitos da Associação dos Municípios do Setentrião Paranaense (Amusep) vão se reunir para começar a definir áreas a serem contempladas com projetos para impulsionar o desenvolvimento regional. A data foi definida durante encontro do presidente da Amusep, prefeito de Atalaia, Fábio Fumagalli Vilhena de Paiva, com o reitor e o vice-reitor da UEM, professores Júlio César Damasceno e Ricardo Dias Silva, realizado na segunda-feira (25), na Reitoria da UEM.

Em um primeiro momento, a nova parceria vai focar em propostas para o setor agropecuário e ambiental. “A base da nossa economia é agrícola. Temos que transformar o conhecimento acumulado na universidade em ações para estimular a cadeia produtiva local”, destaca Fábio Vilhena, economista, formado pela UEM, em 2006. O presidente da Amusep ressalta que a maioria dos municípios da região tem menos de 15 mil habitantes e precisa da experiência dos pesquisadores para a introdução de tecnologias de cultivo e manejo para aproveitar com mais intensidade o potencial e as características do campo.

O reitor da UEM avalia haver um amplo horizonte para a atuação da Universidade no apoio ao desenvolvimento regional. “Vamos conhecer e entender melhor as realidades dos municípios para podermos propor ações sustentáveis e rentáveis”, afirma. O vice-reitor acrescenta que a Universidade tem “know-how” para contribuir em questões relacionadas à Saúde, Educação, Planejamento e Mobilidade Urbanos, entre outros temas relevantes para a prestação de serviços público com padrão de qualidade superior.

Hospital Universitário

As obras de infraestrutura necessárias para ampliar o Hospital Universitário (HU) também foram assunto da reunião. O reitor Júlio Damasceno solicitou ao presidente da Amusep a articulação política em torno da liberação de recursos, por parte do governo do Estado, para a construção de uma nova ala de centros cirúrgicos, para a conclusão do setor de oncologia pediátrica e para a entrada em operação de mais de cem leitos. “São obras em fase final que vão refletir na capacidade e na qualidade do atendimento de toda a população regional”, argumenta.

Como ex-presidente do Consórcio Público Intermunicipal de Gestão da Amusep (Pró-Amusep), que administra o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Regional, Fábio Vilhena, reconhece o importante papel desempenhado pelo HU e reforça que um dos papéis da Amusep, que no dia 29 de março completa 47 anos de fundação, é defender os interesses coletivos da região. Adianta que a Associação tem as prioridades a serem trabalhadas junto ao governo Ratinho Júnior, em início de gestão, e que o HU é uma delas.

Com informações Imprensa Amusep

https://d.odiario.com/parana/753657/amusep-e-uem-estabelecem-diretrizes-para-novas-parcerias

Estão abertas, na Universidade Estadual de Maringá (UEM), as inscrições para o projeto gratuito "Brincando e Cantando", Turma 2019, que tem como público alvo crianças de 7 a 12 anos e objetiva trabalhar a musicalização de maneira lúdica.

O prazo de inscrição se estenderá até sexta-feira (29) e o atendimento é na secretaria do Departamento de Música, bloco 8, das 8 às 11h30 e das 13h30 às 17h30.

Os encontros terão início no dia 3 de abril, sempre às quartas-feiras, das 18h15 às 19h15, no bloco 8, sala 08, DMU, câmpus sede.

O projeto tem a coordenação da professora Andréia Chinaglia. Outras informações pelo e-mail "Este endereço de email está sendo protegido de spambots. Você precisa do JavaScript ativado para vê-lo.", site ou pelo telefone (44) 3011-4092.

(Com assessoria de imprensa da UEM)

https://d.odiario.com/maringa/753620/projeto-brincando-e-cantando-recebe-inscricoes-ate-sexta

Um projeto elaborado na Universidade Estadual de Maringá (UEM), sob a coordenação do professor José Gilberto Catunda Sales, vai capacitar apenados, usuários de drogas e moradores de rua para a horticultura e a operação e manutenção de máquinas agrícolas.

Lançado na última sexta-feira (22), em Iguatemi, a iniciativa faz parte de um trabalho desenvolvido pela Associação dos Moradores Ecologicamente Corretos de Maringá (Amecom), em parceria com a Casa Nossa Senhora da Anunciação, onde ocorreu a solenidade, e o Centro de Ciências Agrárias (CCA) da UEM.

Além da Casa Nossa Senhora da Anunciação, que acolhe moradores de rua, a Amecom desenvolve trabalho com outras entidades, como o Recanto Mundo Jovem (desenvolvimento de mudas de árvores) e Centro de Ressocialização do Egresso (CRER).

Segundo Catunda Sales, que é professor do Departamento de Agronomia da UEM, o projeto de capacitação tem aporte financeiro de R$ 186 mil da Unidade Gestora do Fundo Paraná (UGF), do Governo Estadual, e envolve a atuação de seis estudantes e três professores bolsistas.

Conforme o coordenador, o ensinamento a ser repassado aos apenados, usuários de drogas e moradores de rua, darão a eles condições profissionais de buscar emprego no mercado, o que significa a possibilidade de reinserção social. No caso da horticultura, os inscritos no curso terão aprendizado sobre o desenvolvimento de mudas de árvores, flores e de cultivo de verduras em estufa.

O lançamento do projeto “Capacitação em Horticultura, Operação e Manutenção de Máquinas Agrícolas de Apenados, Usuários de Drogas e Moradores de Rua de Maringá” reuniu, entre outras autoridades, além de Catunda Sales, o presidente da Amecom, Basílio Baccarin; o vice-presidente da entidade, Aparecido Lopes e a gerente Leticia Lima; o coordenador técnico e o coordenador missionário da Casa Nossa Senhora da Anunciação, Reginaldo Francisco Furtado e Edney Jovani, respectivamente, além de vários ex-moradores de rua; e os professores Osni Camargo e Hugo Zeni. Neto, com mais seis estudantes, representando o Centro de Ciências Agrárias da UEM.

De início, o projeto vai beneficiar os moradores de rua acolhidos pela Casa Nossa Senhora da Anunciação, que prevê atividades em estufa de 480m² construída pela Amecom com recursos da Vara de Execuções Penais. Depois, se estenderá ao Centro de Ressocialização dos Egressos e ao Recanto Mundo Jovem. A capacitação com apoio técnico da UEM é fruto de um termo amplo de cooperação solicitado, pela Amecom, para a UEM, em novembro do ano passado.

https://d.odiario.com/maringa/753480/projeto-da-uem-vai-capacitar-apenados-usuarios-de-drogas-e-moradores-de-rua

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