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Dom, Out

O Diário do Norte do Paraná
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Maricelma Bregola (Psicóloga)


- A mãe agiu corretamente ao entregar o filho à polícia?
Dar opinião sem conhecer o histórico da família é muito difícil. Acho que a história é maior do que está sendo apresentado. Existiria outras coisas, no contexto familiar, ou foi uma atitude de desespero de uma mãe?

Se foi a primeira vez, o correto seria chamar o filho para conversar e saber dele os motivos que o levaram a consumir entorpecente, bem como orientá-lo sobre as conseqüências e oferecer a ele ajuda especializada.


-  Em situações como essa, onde os pais podem buscar ajuda?
Em Maringá temos o Centro de Assistência Psicosocial (Caps), que é mantido pela prefeitura. Na Universidade Estadual de Maringá (UEM), os pais podem recorrer aos Programa de Atenção a Dependentes Químicos e seus familiares. O atendimento é gratuito para todos que precisarem de ajuda e orientação.


- Como combater o vício?
O combate exige uma série de medidas. A repressão por si só não resolve. É uma situação complexa, mas sempre digo que quanto mais cedo buscar ajuda, melhor. Geralmente os pais só nos procuram quando a situação já está muito grave.